O Slalom das Chamas Ciumentas de Grace

Nas sombras do galpão, a vingança fode mais quente que as pistas.

O

Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

EPISÓDIO 4

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O cabelo lavanda dela chicoteava como uma bandeira de desafio enquanto Grace cortava a pista de slalom, cada curva um corte contra o cara que achava que tinha conquistado o coração dela. Eu assistia da lateral, o rosto convencido do Jax queimando no canto do meu olho, o ciúme se enrolando apertado na minha barriga. Quando ela cruzou a linha de chegada, bochechas coradas e olhos acesos, eu soube que a briga entre eles era minha chance. No calor escuro do galpão de equipamentos, eu ia fazer ela esquecer o nome dele.

O rugido da galera ainda ecoava nos meus ouvidos enquanto Grace Mitchell explodia na linha de chegada, o corpinho miúdo dela fatiando a neve em pó como uma lâmina afiada pra vingança. Eu tinha visto ela treinar por semanas, aquela doçura inocente escondendo um fogo que o Jax nunca se deu o trabalho de acender direito. Lá tava ele, batendo palma preguiçoso das arquibancadas VIP, o braço jogado em volta de alguma coelhinha da estação como se a Grace não fosse a que tava sangrando suor por aquele pódio. Meu sangue ferveu. A gente tinha trocado olhares o tempo todo na temporada—momentos roubados no chalé, os olhos azuis dela piscando de curiosidade quando o Jax virava as costas. Hoje, depois da descida perfeita dela, terceiro lugar mas feroz o suficiente pra roubar o show, eu a peguei quando ela chutou as botas de esqui pra fora.

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"Riley", ela ofegou, bochechas rosadas do frio, ondas lavanda bagunçadas debaixo do gorro. Ela tirou o gorro, sacudindo aquelas ondas macias que pediam pra ser tocadas. A pele clara dela brilhava contra o branco stark da jaqueta, fechada até o pescoço sobre as curvas finas. Eu cheguei perto, o cheiro de pinheiro e do shampoo de baunilha dela me acertando como uma droga. "Foi incrível, Grace. Você mandou nessa pista."

Ela riu, um som doce misturado com triunfo, mas os olhos dela voaram pro Jax. A mágoa piscou lá, crua e real—aquele fim de semana na cabana deve ter rachado algo. Eu me inclinei, voz baixa. "Ele não tá te olhando como eu tô." A respiração dela falhou, aquela inocência fofa brigando com a faísca que eu tinha acendido. Antes que ela respondesse, eu acenei pro galpão de equipamentos escondido atrás dos elevadores. "Vem se aquecer. Você merece." Ela hesitou, depois veio atrás, as botas dela rangendo na neve, meu pulso trovejando com o que tava vindo.

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A porta do galpão de equipamentos clicou fechando atrás da gente, abafando os gritos distantes, nos prendendo num mundo de lã úmida e cheiro de metal. Lâmpadas fracas jogavam poças douradas sobre pilhas de esquis e botas esquecidas, neve entrando pela janela rachada como segredos sussurrados. Grace ficou lá, peito subindo e descendo, os olhos azuis travados nos meus com aquela mistura de incerteza doce e fome brotando. Eu não perdi tempo. Minhas mãos acharam a cintura dela, puxando o corpinho miúdo contra mim, sentindo o calor irradiando pela jaqueta.

"Riley, o que a gente—" As palavras dela viraram um gemido quando eu abri o zíper da jaqueta dela, tirando ela pra revelar a térmica fina colada nos peitinhos 32B dela, bicos já endurecendo contra o tecido. Ela já tava de peito nu no espírito, aquela inocência caindo como neve. Eu segurei o rosto dela, beijando fundo, provando o sal da descida e a selvageria por baixo. As mãos dela agarraram meu casaco, depois empurraram ele fora, dedos tremendo enquanto puxava minha térmica pra cima.

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Eu soltei o beijo, descendo os lábios pelo pescoço dela, mordiscando a pele clara até ela arquear. Com um puxão rápido, a térmica dela saiu, deixando aqueles peitinhos perfeitos e pequenos à mostra—bicos rosados duros pedindo atenção. Ela tremeu, não de frio, mas de expectativa, o corpo fininho dela se apertando mais. Minha boca fechou num bico, língua rodando devagar, arrancando um gemido que ecoou nas paredes. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, me puxando mais forte, a confiança dela piscando viva. "Meu Deus, Riley... Jax nunca..." Ela parou, mas a rachadura tava lá, nos alimentando. Eu devorei o outro peito dela, mãos escorregando pra calça dela, provocando a cintura, atiçando o fogo que ela ia querer.

As palavras dela ficaram no ar inacabadas, mas me incendiaram. Eu girei ela devagar mas firme contra uma bancada de trabalho, as mãos dela se apoiando na madeira marcada no meio de cordas emboladas e luvas. A respiração da Grace vinha em golfadas curtas, a pele clara corando mais fundo enquanto eu empurrava a calça de esqui e a calcinha dela pra baixo num movimento urgente, expondo a curva doce da bunda dela. Ela já tava molhada, aquele corpinho miúdo e fino tremendo de tesão. Eu me soltei, pau duro e latejando, e me posicionei na entrada dela, provocando com a cabeça até ela gemer, empurrando pra trás.

"Quer isso, Grace? Esquece ele." Minha voz saiu rouca, vingativa, enquanto eu meti fundo, enchendo ela toda. Ela gritou, um som de pura libertação, as paredes dela apertando meu pau como fogo de veludo. Eu agarrei os quadris dela, cintura fina se abrindo pros quadris que eu não resistia, socando no ritmo da prova que ela tinha acabado de ganhar—feroz, sem parar. Cada tapa de pele ecoava no galpão, o cabelo lavanda dela balançando, olhos azuis olhando pra trás por cima do ombro, arregalados de choque e prazer.

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Suor brotava nas costas dela, os peitinhos pequenos balançando a cada estocada. Eu passei a mão por cima, dedos achando o clit dela, rodando firme enquanto ela se contorcia. "Riley... sim, mais forte", ela ofegou, a inocência dela se quebrando em demanda ousada. O ciúme me alimentava, imaginando a cara do Jax se soubesse. O corpo dela tensionou, tremendo, depois explodiu—ondas pulsando ao meu redor, me sugando pro limite. Eu segurei, prolongando, arrancando os gemidos dela até ela amolecer, exausta mas brilhando.

Eu puxei ela pra cima devagar, virando ela pra me encarar, nossas respirações se misturando no ar úmido do galpão. Os olhos azuis da Grace brilhavam, névoa pós-gozo amolecendo as feições dela, aquela doçura fofa voltando mas misturada com algo novo—poder. Ela ainda tava de peito nu, peitinhos subindo a cada respiração ofegante, bicos moles agora mas marcados pela minha boca. Eu tirei uma mecha lavanda da testa dela, beijando devagar, terno, provando nosso sal misturado.

"Foi... intenso", ela murmurou contra meus lábios, um sorriso tímido curvando eles. As mãos claras dela traçaram meu peito, dedos leves, explorando. A gente afundou numa pilha de jaquetas jogadas, a calça de esqui dela embolada nos tornozelos. Eu segurei ela perto, sentindo o corpinho miúdo se aninhar, coração batendo firme agora. "Jax e eu... a cabana era pra consertar a gente, mas ele só... não me vê. Não como você vê."

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A vulnerabilidade dela me abriu. Eu acariciei as costas dela, a curva fina quente na minha palma. "Ele não te merece, Grace. Você é fogo nessas pistas, e fora delas também." Ela riu baixinho, o som curando a ponta crua do ciúme. A confiança dela floresceu nesse riso, empurrando ela pra sentar no meu colo, peitinhos roçando meu peito. A gente conversou então, sussurros de corridas ganhas e perdidas, os sonhos dela jorrando livres. A ternura cresceu de novo, os quadris dela rebolando sutil, reacendendo a faísca sem pressa.

Aquele rebolado sutil virou insistente, os olhos azuis dela escurecendo com o poder reconquistado. Grace me empurrou pra trás nas jaquetas, o corpinho miúdo e fino subindo em cima, me guiando pra dentro com uma ousadia que roubou meu fôlego. Ela ainda tava molhada de antes, me envolvendo todo enquanto descia, um gemido escapando daqueles lábios doces. As ondas lavanda caíram pra frente, emoldurando o rosto dela enquanto ela cavalgava, mãos no meu peito pra se apoiar.

Eu agarrei a cintura fina dela, socando pra cima pra encontrar ela, mas ela ditava o ritmo—reboladas lentas virando saltos frenéticos. Os peitinhos pequenos balançavam a cada sobe e desce, pele clara brilhando, aquela inocência totalmente largada no calor. "Minha agora", eu rosnei, o ciúme se torcendo em posse. Ela se inclinou, me beijando feroz, as paredes dela piscando mais apertado.

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O galpão girava no nosso ritmo, esquis chacoalhando de leve perto. A confiança dela brilhava—cabeça jogada pra trás, gritos soltos, caçando o pico com abandono. Dedos cravaram nos meus ombros, corpo arqueando enquanto o gozo a acertou de novo, mais forte, me puxando pro abismo. Eu gozei fundo, segurando ela nos tremores, testas coladas, respirações sincronizadas nos tremores. Ela desabou em cima de mim, sussurrando, "Não solta, Riley."

A gente se vestiu em silêncio preguiçoso, o frio do galpão voltando, mas o calor ficou entre a gente. Grace vestiu a térmica e a jaqueta, fechando o zíper com um sorriso secreto, cabelo lavanda preso atrás das orelhas, olhos azuis brilhando com uma segurança nova. Aquela garota doce e inocente tinha evoluído—ainda fofa, mas feroz, dona dos desejos dela. Eu fechei meu casaco, roubando um último beijo, fundo e prometendo.

"Você é minha agora, Grace", eu murmurei, fogo possessivo nas veias. "Chega de Jax." Ela acenou, mordendo o lábio, a rachadura selada no nosso suor.

Quando saímos, a neve rodopiando mais grossa, uma sombra se mexeu na porta—Jax, cara de trovoada, tendo ouvido cada palavra. Os olhos dele furaram a gente, punhos cerrados, o confronto fervendo como uma avalanche. Grace congelou do meu lado, a mão dela escorregando na minha, pronta pro que quer que viesse.

Perguntas frequentes

O que acontece no galpão de equipamentos?

Grace e Riley fodem com fúria vingativa, ela de quatro primeiro e depois cavalgando, gozando duas vezes forte.

Por que Grace trai o Jax?

Ele ignora ela e fica com outra, enquanto Riley a valoriza e acende o fogo dela na pista e na cama.

Tem mais cenas de sexo na história?

Sim, duas rodadas intensas: uma rápida e possessiva, outra com Grace no topo ditando o ritmo até os dois gozarem juntos. ]

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Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

Grace Mitchell

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