O Cume Ousado da Reivindicação de Grace

No pico do caos, ela me escolheu com um fogo que queimou suas dúvidas.

O

Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

EPISÓDIO 6

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O Cume Ousado da Reivindicação de Grace

O rugido da festa foi sumindo enquanto os olhos azuis de Grace travavam nos meus, suas ondas lavanda emoldurando um rosto corado de desafio. Ela se ergueu alta no caos, rejeitando o aperto de Riley, seu corpinho miúdo irradiando um fogo novo. Naquele momento, eu soube que ela era minha pra reivindicar no loft lá em cima, onde as montanhas assistiam nossa rendição.

A festa do final da temporada pulsava com a energia do triunfo, o salão de baile grandioso do resort vivo com esquiadores brindando suas conquistas sob lustres reluzentes. Flocos de neve dançavam contra as janelas do chão ao teto, emoldurando os picos irregulares que todos nós batalhamos aquele inverno. Grace se agarrava ao meu braço, seu cabelo lavanda pegando a luz como uma flor rara no mundo estéril e branco lá fora. Ela parecia fofa como sempre, aquele sorriso doce brincando nos lábios, mas tinha uma faísca nos olhos azuis naquela noite — uma ousadia forjada nas descidas radicais que a gente dividiu.

Eu tava de olho nela a noite toda, Jax Harlan, o cara que tropeçou na órbita dela num dia de neve fofa. Ela encaixava perfeito em mim, seu corpinho miúdo e magrinho quente através do tecido fino do vestido de coquetel prateado. A gente ria com taças de champanhe, a risada dela leve e genuína, cortando a música pesada de grave. Mas aí apareceu Riley, a cara dele torcida naquele sorrisinho de desprezo de sempre. Ele tava rondando ela a temporada toda, o playboy metido que achava que a inocência dela era dele pra pegar.

O Cume Ousado da Reivindicação de Grace
O Cume Ousado da Reivindicação de Grace

'Grace, que porra é essa?', ele rosnou, empurrando pela multidão, o bafo fedendo a uísque. Cabeças viraram, o burburinho da festa caindo em sussurros. 'Você tá se jogando com esse Zé Ninguém depois de tudo?' Ele cutucou o dedo pra mim, olhos loucos.

Grace enrijeceu, mas não recuou. Em vez disso, ela deu um passo à frente, a mãozinha dela saindo da minha só pra plantar firme na cintura. 'Riley, acabou. Faz semanas que acabou.' A voz dela ecoou, clara e firme, aquele sotaquezinho fofo agora afiado como aço. 'Jax não é Zé Ninguém — ele é o que me vê. Me vê de verdade.' O salão prendeu a respiração enquanto ela virou as costas pra ele, enfiando o braço no meu de novo. 'Vamos dar o fora daqui.'

Meu coração batia forte enquanto a gente escapulia, o elevador nos levando pro loft suite privativo. A porta clicou fechando atrás da gente, isolando o caos lá embaixo. Ela desenrolou a echarpe do pescoço — aquela que Riley deu pra ela faz tempo — e deixou cair no chão como se tirasse uma pele velha. A pele clara dela brilhava na luz da lareira do suite, montanhas se erguendo escuras e silenciosas além do vidro.

O Cume Ousado da Reivindicação de Grace
O Cume Ousado da Reivindicação de Grace

O loft nos envolveu em luxo silencioso, a cama king size dominando o espaço com lençóis brancos impecáveis e travesseiros fofos espalhados como convites. Janelas do chão ao teto revelavam os picos cobertos de neve, um mundo distante do drama lá embaixo. Grace se virou pra mim, os olhos azuis brilhando com uma mistura de adrenalina e algo mais fundo, mais faminto. Ela pegou o zíper do vestido, os dedinhos tremendo só um pouquinho — não de medo, mas do tesão da própria ousadia dela.

O tecido prateado caiu aos pés dela, deixando só uma calcinha preta de renda que abraçava as quadris estreitos. De seios à mostra agora, os peitinhos 32B dela eram perfeitamente moldados, pequenos e empinados com mamilos já endurecendo no ar fresco. A pele clara corou rosa no peito, aquele corpinho miúdo e magrinho uma visão de força delicada. Eu não conseguia tirar os olhos enquanto ela se aproximava, as ondas lavanda emoldurando o rosto como um halo.

'Jax', ela sussurrou, a voz suave mas segura, pressionando os peitinhos nus contra minha camisa. As mãos dela subiram pelo meu peito, desabotoando devagar de propósito. Eu sentia o calor da pele dela, a respiração rápida subindo e descendo. Minha camisa saiu, e aí a gente tava pele com pele da cintura pra cima, os mamilos dela roçando meu peito como faíscas. Ela jogou a cabeça pra trás, oferecendo o pescoço, e eu não resisti — me abaixei pra beijar a pulsação ali, provando sal e doçura.

O Cume Ousado da Reivindicação de Grace
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Os dedinhos dela se enroscaram no meu cabelo, me puxando mais perto enquanto minha boca descia, lábios roçando a curva do peito dela. Ela arfou, se arqueando contra mim, o corpo vivo de tesão. A calcinha grudava nela, uma barreira fina, mas eu fui devagar, mãos passeando pelas costas, polegares circulando logo abaixo da renda. 'Eu queria isso', ela murmurou no meu ouvido, o bafo quente. 'Escolher você, de verdade.' A lareira estalava, espelhando o calor crescendo entre a gente.

Eu a levantei sem esforço, as pernas dela se enroscando na minha cintura enquanto eu a carregava pra cama. O colchão afundou com nosso peso, e ela se deitou, olhos azuis travados nos meus, pele clara brilhando na luz da lareira. A calcinha escorregou com um sussurro, revelando o rosa suave do lugar mais íntimo dela, já molhado de expectativa. Eu tirei o resto da roupa, minha rigidez doendo por ela, e me posicionei entre as coxas dela.

Ela abriu as pernas bem, me convidando pra entrar, o corpinho miúdo tremendo de vontade. Eu entrei devagar, saboreando o calor apertado que me envolvia centímetro por centímetro. Grace gemeu, as mãos agarrando meus ombros, unhas cravando o suficiente pra arder. 'Jax... sim', ela soprou, a voz um pedido doce. Eu comecei a me mexer, fundo e firme, sentindo as paredes dela pulsarem ao meu redor. O cabelo lavanda se espalhou pelo travesseiro, ondas bagunçadas agora, enquanto os peitinhos subiam e desciam a cada estocada.

O ritmo cresceu, os quadris dela subindo pra me encontrar, nossos corpos suados e escorregadios. Eu olhava o rosto dela — o jeito que os olhos azuis se semicerravam em êxtase, lábios abertos em arfadas que ficavam mais urgentes. Ela era tão responsiva, cada estocada arrancando gemidinhos que alimentavam meu próprio fogo. Mais fundo agora, mais rápido, o tapa de pele ecoando suave no loft. As pernas dela apertaram em mim, calcanhares pressionando minhas costas, me instigando.

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Emoção me invadiu — isso não era só gozar; era ela me reivindicando tanto quanto eu a reivindicava. 'Você é minha', eu rosnei, e ela assentiu com força, o corpo tenso. O clímax bateu nela primeiro, uma onda tremendo que me sugou sem parar, o grito dela abafado no meu pescoço. Eu gozei segundos depois, jorrando dentro dela com um gemido, desabando em cima dela num emaranhado de membros. A gente ficou ali ofegando, corações trovejando juntos, as montanhas testemunhas silenciosas da rendição ousada dela.

A gente se mexeu, a cabeça dela descansando no meu peito, o calor da lareira lambendo nossa pele. Grace traçava círculos preguiçosos na minha barriga, o toque leve como pena, mandando tremores pós-gozo por mim. Ainda de seios à mostra, os peitinhos pressionados macios contra meu lado, mamilos relaxados agora mas sensíveis ao ar. Ela tava nua embaixo, mas naquele momento parecia certo — vulnerável, íntimo.

'Aquilo foi... incrível', ela disse suave, erguendo a cabeça pra encontrar meu olhar. Os olhos azuis brilhavam com uma mistura de satisfação e malícia, ondas lavanda bagunçadas e fofas. Eu ri, puxando ela mais perto, inalando o cheiro dela — xampu de baunilha misturado com nosso cheiro de sexo. 'Você foi ousada lá embaixo, Grace. Rejeitando ele daquele jeito.'

Ela sorriu, covinhas fofas aparecendo. 'Tinha que ser. Ele é passado. Você é meu cume, Jax — o pico que eu quero conquistar de novo e de novo.' Os dedinhos dela desceram, provocando, mas a gente ficou na ternura, conversando sobre as descidas que dividimos, os medos que ela largou. Risada borbulhou quando ela contou a cara atônita de Riley, o corpo dela tremendo contra o meu. Vulnerabilidade entrou também; ela admitiu o medo que sentiu de se escolher. Eu beijei a testa dela, sentindo o coração dela se acalmar com o meu.

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A noite escureceu lá fora, estrelas furando o céu de veludo sobre os picos. Ela se espreguiçou preguiçosa, o corpinho miúdo se arqueando, peitinhos se erguendo convidativos. 'Mais?', ela sussurrou, a ousadia voltando. Eu sorri, rolando ela por baixo de mim devagar, pronto pra reacender as brasas em chamas.

Grace me empurrou de costas com uma força surpreendente, os olhos azuis brilhando de determinação. Cavalgando em mim, ela se posicionou em cima, a pele clara corando de novo, cabelo lavanda balançando enquanto descia na minha rigidez renovada. A sensação era exquisita — o aperto dela me engolindo todo enquanto afundava, um gemido suave escapando dos lábios. Ela tava no controle agora, mãos no meu peito pra se apoiar, o corpinho miúdo e magrinho subindo e descendo no ritmo que ela ditava.

Eu agarrei os quadris dela, cintura estreita cabendo perfeito nas minhas palmas, olhando os peitinhos 32B balançarem a cada descida. As ondas cascateavam pra frente, roçando minha pele, enquanto ela me cavalgava mais forte, rebolando em círculos que faziam estrelas explodirem atrás dos meus olhos. 'Jax... me sente', ela arfou, se inclinando pra capturar minha boca num beijo feroz. Línguas se enroscaram, o doce dela misturando com tesão cru.

O ritmo acelerou, as coxas dela tremendo mas implacáveis, a cama rangendo embaixo da gente. Eu estocava pra cima pra encontrá-la, aprofundando a conexão, sentindo os músculos internos dela apertarem mais. Suor brotava na pele clara, escorrendo entre os peitinhos. Ela jogou a cabeça pra trás, gritando enquanto o prazer crescia, a ousadia dela no pico a cada rebolada. Eu tava perdido nela — a garota fofa transformada nessa deusa reivindicando o desejo dela.

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O clímax dela explodiu, corpo convulsionando, unhas arranhando meu peito enquanto cavalgava o gozo. A visão, a sensação, me jogou pro abismo; eu dei uma estocada final pra cima, enchendo ela de novo com um grunhido gutural. Ela desabou pra frente, tremendo, nossas respirações se misturando no pós-gozo. Naquele loft, no topo do mundo, ela tinha escalado sua própria reivindicação ousada.

Envolta no robe fofinho do loft, amarrado frouxo pra dar uma pista dos tesouros embaixo, Grace ficou na janela, olhando os picos iluminados pela lua. O cabelo lavanda era uma coroa bagunçada, pele clara radiante das nossas farras. Eu me juntei a ela, braços cercando a cintura por trás, queixo no ombro dela. Ela se encostou em mim, contente, o corpinho miúdo se moldando perfeito ao meu.

'Aquilo fomos nós, Jax — de verdade, sem segurar nada', ela disse, virando nos meus braços. Os olhos azuis tinham uma profundidade agora, inocência evoluída pra poder quieto. A gente se vestiu devagar, ela vestindo um suéter macio e legging que abraçava as curvas magrinhas, eu de jeans e térmica. Ternura ficava em cada toque, cada sorriso compartilhado.

Mas enquanto a gente se preparava pra sair, meu celular vibrou — uma mensagem de um amigo lá embaixo: 'Riley tá puto. Diz que não acabou com ela.' Grace viu minha cara mudar, a mão dela apertando a minha. 'Deixa ele tentar', ela disse feroz, aquela faísca fofa agora uma chama. A gente entrou no elevador, a descida parecendo um mergulho na incerteza. Que vingança fervia nos vales abaixo do nosso cume?

Perguntas frequentes

O que acontece na festa com Grace e Riley?

Grace rejeita Riley publicamente na frente de todos, escolhendo Jax e saindo com ele pro loft.

Como é a cena de sexo principal?

Começa devagar com penetração na cama, depois vira cowgirl intensa com ela no controle, cheia de gemidos e suor.

Tem mais sexo depois do primeiro?

Sim, ela cavalga ele de novo até o segundo gozo duplo, mostrando toda ousadia dela nas montanhas.

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Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

Grace Mitchell

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