A Rendição de Grace na Cabana da Nevasca
No abraço furioso da tempestade, a inocência derrete em desejo de fogo selvagem.
Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace
EPISÓDIO 3
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O vento uivava lá fora na cabana remota de Jax, a neve chicoteando as janelas como um amante ciumento. Dentro, Grace Mitchell se pressionava contra mim, suas ondas lavanda roçando meu peito, olhos azuis arregalados com a emoção do nosso isolamento. Sua doce inocência chamava algo primal em mim, prometendo uma noite onde os limites se dissolveriam no calor da fogueira — e dos nossos corpos.
A subida até a minha cabana tinha sido uma aposta, o céu escurecendo mais rápido do que a previsão prometia. Grace sentava do meu lado na picape, as mãozinhas pequenas torcidas no colo, aqueles olhos azuis piscando entre a neve rodopiante e meu perfil. A gente tinha saído do bar do lodge num nevoeiro de tensão não dita — Jax Harlan, sou eu, finalmente roubando ela da multidão depois de semanas de olhares roubados. O riso dela tinha ecoado mais cedo, leve e fofo, mas agora, com a nevasca fechando, parecia que o mundo tinha encolhido só pra nós dois.


Quando a gente pisou crocante nos degraus da varanda, a nevasca era um rugido em garganta cheia. Eu empurrei a porta, levando ela pra dentro onde o cheiro familiar de pinho e madeira envelhecida nos envolveu. Grace sacudiu a neve das ondas lavanda, batendo as botas no tapete, seu corpinho miúdo engolido pelo suéter oversized que ela pegou da minha picape. "É como se a gente fosse as últimas pessoas na terra", ela disse, a voz suave, quase sem fôlego, enquanto tirava a jaqueta úmida.
Eu acendi a lareira, vendo as chamas dançarem na pele clara dela. A gente se ajeitou no tapete com canecas de chocolate quente com pinga, a tempestade martelando a cabana como se quisesse entrar. A conversa fluiu mais fácil aqui, longe dos olhares curiosos. Ela confessou como o lodge parecia sufocante, como Jax — eu — me destacava com minha confiança quieta. Eu admiti a atração que senti desde a primeira vez que vi ela, aquela inocência doce escondendo uma faísca que eu morria de vontade de acender. As bochechas dela coraram, não do fogo, mas da honestidade crua pairando entre a gente. Enquanto o trovão ribombava na ventania, a mão dela achou a minha, dedos se entrelaçando — uma promessa do que a noite podia render.


A lareira estalava mais alto enquanto nossas confissões se aprofundavam, palavras dando lugar a toques que demoravam demais pra serem inocentes. Grace se aproximou mais, o joelho roçando o meu, e quando eu segurei o rosto dela, inclinando pra cima, os olhos azuis dela prenderam os meus com uma vulnerabilidade que torceu algo fundo no meu peito. Nossos lábios se encontraram suaves no começo, uma exploração tímida, a doçura dela florescendo como o primeiro gole de vinho — inebriante, viciante.
Ela suspirou no beijo, as mãozinhas pequenas subindo pelos meus braços, me puxando mais perto. Eu desci a boca pelo pescoço dela, sentindo o pulso dela bater louco debaixo dos meus lábios. Com insistência suave, eu puxei o suéter dela, tirando por cima da cabeça pra revelar a pele clara extensa, os seios 32B perfeitos na firmeza miúda, mamilos endurecendo no ar quente. Grace arqueou um pouco, um gemido suave escapando enquanto meus polegares circundavam aqueles picos, provocando até virarem botõezinhos duros. Ela tava de topless agora, só de jeans justos que abraçavam os quadris finos, as ondas lavanda caindo bagunçadas pelos ombros.


Os dedos dela tatearam minha camisa, ansiosa agora, e a gente tirou as roupas até o calor entre nós rivalizar com as chamas. Eu deitei ela de costas no tapete grosso, beijando um caminho pelo osso da clavícula, saboreando como o corpo dela respondia — tremendo, se rendendo. "Jax", ela sussurrou, a voz cheia de tesão, mãos enfiadas no meu cabelo. A tempestade lá fora virou um uivo distante; aqui, nesse casulo, a expectativa se enrolava apertada, a inocência dela se desfazendo fio por fio no meu toque.
Eu não aguentei mais. Com os jeans dela tirados e a calcinha jogada pro lado, Grace tava nua na minha frente no tapete, o corpinho miúdo e magro brilhando na luz da lareira, pele clara corada de desejo. Eu me posicionei entre as pernas dela, olhos presos enquanto eu entrava devagar na quentura dela — lento, deliberado, sentindo a apertadinha dela ceder ao meu redor. Ela arfou, olhos azuis arregalando, depois amolecendo de prazer enquanto eu a preenchia toda.
O ritmo cresceu natural, meus quadris rolando fundo, cada estocada arrancando um gemido doce dos lábios dela. As mãozinhas pequenas apertavam meus ombros, unhas cravando o suficiente pra me instigar. Eu olhava o rosto dela, o jeito que a inocência dava lugar ao descontrole — ondas lavanda espalhadas como auréola, os seios 32B subindo e descendo a cada respiração. "Jax... ai meu Deus", ela ofegou, pernas se enrolando na minha cintura, me puxando mais fundo. A sensação era deliciosa, as paredes internas dela apertando ritmadas, construindo aquela tensão compartilhada.


Eu a beijei fundo, engolindo os gritos dela enquanto eu ajustava o ângulo certo, acertando o ponto que a fazia tremer. Suor untava nossa pele, o calor da lareira espelhando a fogueira dentro da gente. O corpo dela tensionou, costas arqueando do tapete, e aí ela explodiu — ondas de gozo pulsando ao meu redor, a voz um sussurro quebrado do meu nome. Eu gozei logo depois, me enterrando até o fundo, o mundo encolhendo pra essa união perfeita. A gente se agarrou, respirações se misturando, a tempestade só um pano de fundo pra nossa intensidade terna.
A gente ficou embolado no pós-gozo, a lareira estalando suave enquanto a neve continuava o ataque lá fora. Grace se aninhou no meu peito, o corpinho de topless quente e mole, mamilos ainda durinhos da nossa putaria. Ela traçava padrões preguiçosos na minha pele com a pontinha do dedo, um sorriso tímido curvando os lábios. "Isso foi... incrível", ela murmurou, os olhos azuis subindo pros meus, inocência voltando mas misturada com uma ousadia nova.
Eu puxei um cobertor por cima da gente, alisando as ondas lavanda dela. A conversa virou vulnerável — os medos dela de conexões passageiras no lodge, meu coração fechado depois de uma ex complicada. Risada borbulhou quando ela admitiu corar toda vez que nossos olhares se cruzavam no bar. Aí, estática chiou do rádio velho na prateleira. "Jax? Grace? Vocês tão aí?" A voz de Riley cortou, preocupada mas com uma ponta mais afiada. Grace tensionou um pouco, olhando pra mim. "Tá tudo bem", eu respondi, mantendo leve, mas dúvida piscou no olhar dela — Riley, meu velho parceiro de esqui, sempre perceptivo demais.


Ela se aconchegou mais, a mão escorregando pra provocar a borda da minha calça, reacendendo brasas. "Não deixa ele interromper", ela sussurrou, o jeitinho doce agora brincalhão, desafiador. A tempestade rugia, mas dentro, a confiança balançava, mesmo com o desejo fervendo de novo.
A dúvida da ligação de Riley ficou, mas Grace ignorou com um beijo feroz, montando em mim de repente, o corpinho miúdo agora mandão. Nua exceto pelo brilho da lareira na pele clara, ela me guiou pra dentro dela de novo — molhada, acolhedora, olhos azuis ferozes de reconquista. De cowgirl, ela cavalgou solta, quadris moendo em círculos que faziam estrelas explodirem atrás dos meus olhos.
As ondas lavanda dela quicavam a cada sobe e desce, seios 32B balançando gostosos. Eu agarrei a cintura fina dela, estocando pra cima pra encontrar ela, o tapa de pele ecoando sobre a tempestade. "Você é meu essa noite", ela arfou, voz rouca, inocência jogada fora como neve. O prazer se enrolou apertado; o ritmo dela acelerou, músculos internos tremendo. Ela jogou a cabeça pra trás, gritando enquanto o clímax a pegava de novo, corpo tremendo em cima de mim.


Eu virei a gente fluido, mas ela tomou o controle de volta, me empurrando pra cavalgar mais forte, sugando meu gozo em pulsos quentes. A gente desabou, exaustos, a cabeça dela no meu ombro. Vulnerabilidade rastejou pós-gozo — "O que o Riley quis dizer com checar?" ela perguntou suave. Eu despachei, mas sementes de incerteza brotaram no meio da ternura.
O amanhecer furou a cabana em raios pálidos, a fúria da tempestade virando flocos leves. Grace se vestiu com flanela e legging emprestadas, movimentos ternos, ondas lavanda presas frouxo. A gente dividiu café na janela, mão na mão, o rendimento da noite aprofundando nosso laço — a doçura dela agora ousada, confiante.
Mas punhos bateram forte na porta. Riley invadiu, coberto de neve, olhos afiados. "Estradas abrindo. Achei que vocês iam precisar disso." Ele empurrou uma foto amassada pra mim — eu com minha ex, data recente, contradizendo minhas confissões. O rosto de Grace perdeu a cor, olhos azuis endurecendo. "Jax?" A voz dela rachou, inocência fofa se quebrando.
Riley deu um sorrisinho. "Achei que ela devia saber." A cabana, outrora santuário, virou claustrofóbica. Grace recuou, dúvida estilhaçando a confiança frágil que a gente forjou. Enquanto Riley ficava, olhando, eu percebi que a tempestade lá fora não era nada comparada à que fervia no coração dela.
Perguntas frequentes
O que acontece na cabana durante a nevasca?
Grace e Jax transam intensamente na lareira, de missionário a cowgirl, com orgasmos múltiplos e detalhes explícitos do corpo dela.
Grace perde a inocência de vez?
Sim, ela vai de tímida a dominante, montando Jax com tesão feroz, mas dúvida surge com a ligação de Riley.
Qual o final da história erótica?
Riley revela foto de ex de Jax, destruindo a confiança de Grace logo após o sexo incrível da noite.





