O Acerto de Contas de Grace no Backcountry

Beijos em pó e escolhas perigosas se acendem no coração selvagem das encostas.

O

Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

EPISÓDIO 5

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O vento uivava pela neve intocada enquanto a risada de Grace cortava o frio, seu cabelo roxo lavanda uma bandeira desafiadora contra a vastidão branca. Eu a via dominar a pista black diamond, o coração acelerado não só pela altitude, mas pelo fogo nos olhos azuis dela quando olhou pra trás pra mim. Lá em cima, nessa selvageria remota do backcountry, nossa celebração no cume prometia mais que vitória — sussurrava de pele na pele, respirações se misturando como neve caindo, e escolhas que podiam destruir tudo.

O helicóptero nos largou no coração do backcountry, os rotores sumindo no silêncio vasto da selva do Alasca. Pó tão fundo que engolia nossos esquis até os joelhos, e a pista black diamond à frente se erguia como uma fera esperando pra nos testar. Grace, minha doce Grace com suas ondas roxas lavanda espiando debaixo do capacete, me deu aquele sorriso fofo que sempre revirava algo fundo no meu peito. "Pronto pra engolir minha neve, Jax?", ela provocou, os olhos azuis brilhando com aquele fogo inocente que me fisgou.

A gente subiu de skin no primeiro trecho, a escalada queimando nossas coxas, mas cada olhar pra ela me dava combustível. Baixinha e magrinha, ela se movia com uma graça que desmentia seus 21 anos, a pele clara corada de rosa pelo frio. Eu a trouxe aqui pra fugir do drama — as sombras ciumentas do Riley da competição de slalom ainda rondavam, os olhares dele como adagas. Mas aqui fora, éramos só nós, as montanhas e a adrenalina.

O Acerto de Contas de Grace no Backcountry
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No cume da crista, ela fixou as fixações primeiro, despencando no chute íngreme com um grito que ecoou pelas falésias. Eu fui atrás, o coração batendo forte enquanto ela fazia curvas perfeitas, jogando pó como uma pro. Ela mandou bem, saindo na base ofegante e radiante, punhos no ar. "Você viu isso?", ela gritou, jogando os braços em volta de mim. O corpo dela colado no meu através das camadas de Gore-Tex, quente e vivo. Eu a segurei forte, inalando o cheiro dela — baunilha e neve fresca. "Você é incrível", eu murmurei, a voz rouca. O cume esperava lá em cima, prometendo festa, mas o ar já crepitava com algo mais primal.

A gente armou a barraca num campo de pó abrigado no cume, o mundo caindo num abismo de picos brancos infinitos sob um céu roxo machucado. Grace abriu o zíper da jaqueta primeiro, tirando ela com um arrepio que não tinha nada a ver com o frio. "Caralho, Jax, aquela descida... Eu me sinto viva", ela disse, a voz suave, fofa na sua admiração. Eu a puxei pra perto da fogueira que cavamos, nossas nuvens de respiração se misturando enquanto eu puxava a blusa térmica dela.

Ela ergueu os braços, me deixando deslizar por cima da cabeça, revelando a pele clara do corpinho magrinho dela, aqueles seios pequenos 32B perfeitos no inchaço suave, mamilos endurecendo na hora no ar gelado. Eu os segurei, polegares rodando devagar, vendo os olhos azuis dela se fecharem, ondas roxas lavanda emoldurando o rosto como um halo. "Você foi destemida lá embaixo", eu sussurrei, lábios roçando a orelha dela. Ela se arqueou no meu toque, um gemidinho doce escapando, o corpo magro tremendo de expectativa.

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As mãos dela tatearam minha jaqueta, mas eu peguei os pulsos dela, beijando fundo — devagar, faminto, provando a adrenalina na língua dela. Ela derreteu contra mim, de peito nu agora, pele brilhando na luz da fogueira, calça de esqui preta abraçando a cintura fina e os quadris dela. Eu tracei beijos pelo pescoço, sobre a clavícula, demorando em cada seio, arrancando suspiros que ecoavam no silêncio. "Jax... por favor", ela soprou, súplica inocente misturada com tesão. O pó ao nosso redor brilhava como diamantes, mas nada reluzia mais que ela, vulnerável e ousada nos meus braços.

A fogueira crepitava baixa enquanto eu estendia nossos sacos de dormir, juntando eles num casulo largo contra a neve. Os olhos de Grace travaram nos meus, aquela inocência doce cedendo pra uma fome que espelhava a minha. Ela me empurrou pra baixo devagar, o corpinho magrinho montando nos meus quadris, dedos abrindo minha calça com uma ousadia surpreendente. "Eu te quero agora, Jax", ela murmurou, voz rouca, cabelo roxo lavanda caindo pra frente enquanto me libertava, o toque dela mandando choques pelo meu centro.

Eu gemi, mãos passeando pela pele clara dela, polegares provocando aqueles mamilos duros antes de descer pra empurrar a calça de esqui dela pro lado. Ela tava molhada, pronta, olhos azuis escurecendo de tesão. Se erguendo, ela se posicionou, descendo devagar em mim, aquele calor apertado me envolvendo centímetro por centímetro. Caralho, o jeito que ela ofegou, cabeça jogada pra trás, ondas de cabelo roxo caindo — era poesia em movimento. Ela me cavalgou com ritmo hesitante no começo, quadris magros rebolando, corpinho magrinho ondulando como as encostas que conquistamos.

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Eu agarrei a cintura fina dela, metendo pra cima pra encontrar ela, o pó embaixo abafando nossos sons mas amplificando cada sensação — o ar frio na pele contrastando o calor onde a gente se unia. Os sopros dela vinham em gemidinhos fofos, crescendo pra gemidos que me faziam ir mais fundo. "Mais rápido", ela implorou, unhas cravando no meu peito, e eu atendi, vendo os seios dela balançarem suaves, pele clara corando rosa. O mundo se resumiu nisso: o prazer dela, meu desejo, a liberdade selvagem do backcountry.

Ela apertou em volta de mim, tremendo, o gozo dela explodindo em ondas — olhos se fechando forte, lábios abertos num grito mudo antes de ela se desfazer, gritando meu nome na noite. Eu gozei logo depois, jorrando dentro dela com um rugido engolido pelo vento, a segurando perto enquanto ela desabava no meu peito, corações batendo juntos. Naquele momento, ela era tudo — doce, feroz, minha.

A gente ficou embolados nos sacos de dormir, as brasas da fogueira pintando a pele clara dela em tremeluzires dourados. Grace se aninhou contra mim, ondas roxas lavanda fazendo cócegas no meu pescoço, corpinho magrinho ainda vibrando do nosso alívio. "Isso foi... nossa", ela sussurrou, traçando círculos preguiçosos no meu peito com a ponta do dedo, olhos azuis suaves e vulneráveis. Eu beijei a testa dela, puxando mais perto, o frio infiltrando mas espantado pelo calor dela.

O Acerto de Contas de Grace no Backcountry
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"Me conta o que você tá pensando", eu disse, voz baixa, polegar acariciando as costas nuas dela. Ela se apoiou num cotovelo, seios balançando suaves, mamilos ainda durinhos do frio. Um sorriso tímido curvou os lábios dela — aquela inocência fofa aparecendo. "Eu me sinto livre aqui em cima. Sem multidão, sem o Riley me sufocando." As palavras dela pairaram, uma sombra cruzando o rosto, mas ela sacudiu, se inclinando pra um beijo terno.

Eu segurei o seio dela de novo, amassando suave, arrancando um suspiro satisfeito. Ela rebolou os quadris, calça de esqui chutada pro lado mas ainda embolada nos tornozelos, pernas magras entrelaçando as minhas. "Você é viciante, sabia?", eu provoquei, mordiscando o lóbulo da orelha dela. Risada borbulhou dela, leve e doce, aliviando a névoa pós-gozo. Lá fora, o vento sussurrava segredos, mas na barraca, éramos só nós — ternos, reais, construindo pro que viesse depois.

O tesão reacendeu com a primeira luz do amanhecer filtrando pela barraca, transformando o pó lá fora em ouro rosado. Grace se mexeu, olhos azuis encontrando os meus com um brilho brincalhão, rostinho doce iluminado de malícia. "Segunda rodada?", ela perguntou, voz ofegante, rolando de barriga pra baixo e erguendo os quadris convidando. Eu não precisei de mais convite — ajoelhando atrás do corpinho magrinho dela, tracei a espinha, pele clara arrepiando no meu toque.

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Ela arqueou pra trás, ondas roxas lavanda caindo num ombro, gemendo enquanto eu entrei por trás, devagar e fundo. O ângulo era delícia, o calor apertado dela me agarrando, quadris magros empurrando pra trás guloso. "Sim, Jax... mais forte", ela ofegou, tom inocente misturado com tesão cru. Eu atendi, mãos na cintura fina, metendo com ritmo crescendo, o saco de dormir amassando embaixo de nós.

Cada estocada arrancava gemidos dos lábios dela, fofos e sem freio, corpo dela balançando pra frente, seios pequenos balançando. O ar frio intensificava cada sensação — o tapa de pele, a umidade dela me cobrindo, o jeito que ela apertava no êxtase crescendo. Eu me inclinei sobre ela, beijando o pescoço, uma mão deslizando pra rodar no ponto mais sensível dela. Ela gozou primeiro, gritando, corpo convulsionando em ondas que me sugavam sem parar.

Eu meti mais fundo, caçando meu pico, a selvageria do backcountry nos alimentando. O gozo veio como avalanche, me enterrando em êxtase enquanto eu a enchia de novo, desabando nas costas dela. A gente ofegou junto, suados e saciados, risada dela borbulhando suave e alegre. "Você vai me estragar pra qualquer outro", ela provocou, virando pra um beijo. Nos braços dela, eu acreditei.

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A gente desmontou o acampamento enquanto o sol subia, Grace fechando o zíper da jaqueta com um brilho que iluminava as encostas mais que o sol. Mas enquanto preparávamos a descida, o celular dela vibrou — sinal fraco mas insistente. O rosto dela empalideceu lendo a mensagem, olhos azuis arregalando de choque. "É o Riley", ela disse, voz tremendo. "Ele... ele admitiu que sabotou minhas fixações na última prova. Disse que foi pra me fazer precisar dele."

Raiva ferveu em mim, mas eu foquei nela, puxando pra um abraço. "Ele acabou. Você tá segura comigo." Ela assentiu, mas dúvida piscou — Grace doce, sempre temendo perda. Outro vibro: ultimato do Riley. "Me escolhe ou vê o Jax se estatelar naquela black diamond de novo. Eu armei o equipamento dele também." As mãos dela tremiam, olhando pros meus esquis.

"Ele não faria isso", eu disse, mas a inspeção revelou freios mexidos. O rostinho fofo de Grace desmoronou, dividida entre nós. "Eu não posso te perder, Jax." Ela me escolheu então, voz feroz, mas enquanto subíamos de skin pra descida, a sombra do Riley pairava — a ameaça final dele uma lâmina no coração dela, forçando a escolha que podia custar tudo.

Perguntas frequentes

O que acontece no backcountry com Grace e Jax?

Eles esquiam pistas radicais e transam intensamente na tenda, misturando adrenalina com sexo quente na neve.

Quem é Riley nessa história erótica?

O ex ciumento de Grace que sabota equipamentos pra forçar ela a escolhê-lo, criando tensão no conto.

Por que ler esse conto de sexo nas montanhas?

Pra curtir cenas reais de foda selvagem, gemidos fofos e aventura no pó fresco do Alasca. ]

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Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

Grace Mitchell

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