O Inferno Pós-Esqui de Grace

Águas quentes afogam a doce inocência em ondas de desejo proibido.

O

Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

EPISÓDIO 2

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O bar do chalé pulsava com risadas e tilintar de copos, mas tudo que eu via era Grace—suas ondas lavanda emoldurando aqueles olhos azuis bem abertos, encontrando os meus no meio da multidão. Jax pairava perto demais, a mão no braço dela, mas ela olhou na minha direção, uma faísca acendendo. Mais tarde, no abraço enevoado da jacuzzi, sua pele clara corada sob as estrelas, roupas escorregando como segredos. O que começou como uma aposta virou um inferno, seus suspiros suaves me puxando pra baixo.

A galera do pós-esqui no bar do chalé era um furacão de bochechas coradas e histórias barulhentas das pistas. Eu tomava um uísque no canto da mesa, meus olhos inevitavelmente indo pra Grace Mitchell. Ela se destacava como uma chama delicada naquele mar de rostos vermelhos—pequena, com pele clara brilhando sob as luzes âmbar baixas, seu cabelo roxo lavanda caindo em ondas suaves até os ombros. Aos vinte e um, ela tinha aquela inocência fofa, sorrisos doces iluminando seus olhos azuis, mas tinha uma faísca nova ali desde nosso encontro na sauna, uma confiança sutil que acelerava meu pulso.

Jax tava colado nela, aquele instrutor de esqui metido com seu sorriso fácil e mãos que demoravam demais no braço dela. "Vai, Grace, mais uma dose", ele insistiu, a voz cortando o papo enquanto empurrava um copo na mão dela. Ela riu, leve e sincero, mas o olhar dela voou pelo salão—pra mim. Nossos olhos se trancaram, e naquele momento, o barulho sumiu. Eu vi o puxão, a curiosidade, a emoção que ela não conseguia esconder direito. Jax nem percebeu; tava ocupado demais contando uma história sobre sua última descida na pista preta.

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Eu levantei o copo de leve, um convite silencioso. Os lábios dela curvaram, e ela se desculpou com um murmúrio educado, abrindo caminho pela multidão até as portas da varanda. Meu coração batia forte enquanto eu seguia um segundo depois, o ar frio da noite batendo como um tapa depois do calor do bar. As jacuzzis privativas brilhavam convidativas ao longo do deque, vapor subindo pro céu estrelado, cercadas por pinheiros cobertos de neve. Ela esperava perto de uma, enrolada num robe fofinho por cima do biquíni, o bafo visível no frio.

"Riley", ela disse baixinho, aquela voz doce misturada com safadeza. "Que coincidência te achar aqui." Eu cheguei mais perto, a tensão se enrolando entre a gente como o vapor da água borbulhante. A risada de Jax ecoava fraca de dentro, mas aqui fora, éramos só nós—e a promessa do que viria depois.

A gente escorregou pra dentro da jacuzzi sem dizer nada, a água nos envolvendo num calor sedoso que espantava o frio da montanha. Grace suspirou, os olhos azuis semicerrados enquanto se encostava na borda curva, o vapor enrolando ao redor dela como o bafo de um amante. O robe dela saiu primeiro, revelando o biquíni vermelho que grudava no corpinho magrinho dela, mas agora, com um olhar tímido pra mim, ela desamarrou a parte de cima atrás do pescoço. Ela flutuou na superfície, deixando ela pelada da cintura pra cima.

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Seus peitinhos 32B eram perfeitos no formato pequeno e empinado, mamilos endurecendo na hora no ar úmido, pontinhas rosadas pedindo atenção. Pele clara corando de rosa pelo calor e algo mais, ela me olhava por baixo dos cílios, aquela doçura inocente brigando com uma ousadia crescendo. Eu não conseguia tirar os olhos. "Riley", ela sussurrou, a voz mal audível por cima do ronco dos jatos. Meu nome nos lábios dela mandou um choque direto por mim.

Eu me aproximei, a água se mexendo ao nosso redor, minhas mãos achando a cintura dela embaixo da superfície. Ela arqueou de leve, se pressionando no meu toque, o fôlego prendendo enquanto meus polegares roçavam a parte de baixo dos peitos dela. Eram tão macios, cedendo, a pele como seda aquecida. Eu os segurei devagar no começo, sentindo o coração dela disparar debaixo das minhas palmas, depois brinquei com as pontinhas duras com os polegares até ela arfar, a cabeça caindo pra trás. Ondas lavanda grudavam úmidas no pescoço e ombros dela, emoldurando a vulnerabilidade na cara dela.

"Isso é... incrível", ela murmurou, as mãos subindo pelo meu peito, unhas roçando leve. A culpa piscou nos olhos dela—provavelmente a cara do Jax assombrando—mas o desejo venceu, puxando ela pra mim. Nossas bocas se encontraram num beijo lento e explorador, línguas se embolando enquanto a água subia. Minha ereção latejava contra a sunga, doendo por ela, mas eu saboreava o clima, o jeito que o corpo dela tremia de expectativa. Ela tava se abrindo, pétala por pétala, e eu tava perdido no calor dela.

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O beijo aprofundou, faminto agora, e eu a levantei sem esforço pra borda da jacuzzi, as pernas dela se abrindo instintivamente enquanto o ar frio beijava a pele quente dela. Água escorria do corpo dela, brilhando na pele clara, aqueles olhos azuis trancados nos meus com uma mistura de nervos e necessidade crua. "Riley, por favor", ela soprou, as mãozinhas puxando minha sunga. Eu tirei rápido, meu pau saltando livre, grosso e pronto, e ela ficou olhando um segundo, mordendo o lábio daquele jeito fofo antes de envolver com os dedos.

O toque dela era hesitante no começo, masturbando com uma doçura que me fez gemer, mas eu a guiei de volta, me posicionando entre as coxas dela. A parte de baixo do biquíni não era barreira; eu a puxei pro lado, expondo as dobrinhas molhadas dela, rosadas e inchadas de tesão. Ela tava encharcada, o calor dela contrastando com a água borbulhante atrás. Eu pressionei a cabecinha na entrada dela, provocando, rodando, até ela gemer e levantar os quadris. Com uma estocada lenta, eu entrei nela, centímetro por centímetro, o calorzinho apertado dela me envolvendo como fogo de veludo.

Caralho, ela era perfeita—corpo pequeno cedendo pro meu, paredes apertando enquanto eu a enchia toda. Eu parei um segundo, deixando ela se acostumar, testas encostadas, fôlegos se misturando no vapor. Aí comecei a me mexer, fundo e firme, as pernas dela se enrolando na minha cintura. Cada mergulho arrancava um gritinho suave dos lábios dela, unhas cravando nos meus ombros, cabelo lavanda derramando pela borda como um halo roxo. A sensação era avassaladora: o aperto dela em mim, o tapa da água a cada estocada, o jeito que os peitinhos dela quicavam leve, mamilos roçando meu peito.

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A inocência dela rachou nesses momentos, trocada por uma paixão feroz. "Mais forte", ela arfou, surpreendendo a gente dois, e eu atendi, mudando o ângulo pra acertar aquele ponto dentro dela que fazia os olhos dela se fecharem. O prazer crescia em ondas, o corpo dela tenso, músculos internos tremendo loucamente. Eu via a cara dela—a vermelhidão subindo pelo pescoço, os lábios abertos, o abandono—enquanto ela explodia, gritando meu nome na noite. Isso me levou junto, gozando fundo dentro dela com um gemido gutural, nossos corpos travados num tremor de gozo. A gente se agarrou ali, ofegante, o mundo reduzido ao batimento dos nossos corações e as luzes distantes do chalé.

A gente escorregou de volta pra água, o corpo dela colado no meu, mole e saciado. Grace se aninhou no meu peito, a bochecha quentinha na minha pele, fios lavanda fazendo cócegas no meu colarinho. Os jatos massageavam nossos membros, mas o conforto de verdade era ela—o jeito que ela suspirava contente, dedos traçando padrões preguiçosos no meu braço. "Isso foi... nossa", ela disse baixinho, levantando a cabeça pra encontrar meus olhos. Aqueles azuis tinham uma profundidade nova, vulnerabilidade misturada com satisfação.

Culpa sombreava as feições dela, porém. "Jax... ele tem sido tão legal. Eu me sinto péssima." A voz dela era miúda, fofa na honestidade, mas eu levantei o queixo dela, beijando a testa. "Ei, isso é sobre o que você quer, Grace. Não sobre culpa." Ela assentiu, mas o conflito ficou, tornando ela ainda mais cativante. Eu a puxei mais perto, mãos passeando pelas costas nuas dela, sentindo o tremor sutil apesar do calor.

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Os peitinhos dela pressionavam contra mim, ainda sensíveis, mamilos endurecendo de novo no meu toque. Ela riu—um som doce e leve que cortou o vapor—quando eu mordisquei o lóbulo da orelha dela. "Você é problema, Riley Kane." Mas ela não se afastou; em vez disso, se mexeu no meu colo, rebolando de brincadeira, reacendendo a faísca. O papo fluiu fácil então, sobre as pistas, as aulas trêmulas dela, o tesão do desconhecido. Risadas borbulhavam com a água, aliviando a tensão, mas o desejo fervia embaixo. A mão dela desceu, me masturbando de volta pro duro, olhos brilhando de safadeza. A inocência ainda tava lá, mas mais ousada agora, me provocando com toques leves como pena que prometiam mais.

Encorajada, Grace me empurrou contra a parede da jacuzzi, o corpinho pequeno dela tomando o controle de um jeito que roubou meu fôlego. Ela se sentou em mim, água caindo da pele clara, olhos azuis escuros de tesão enquanto se posicionava acima do meu pau latejante. Sem palavras; ela desceu devagar, centímetro por centímetro delicioso, o calorzinho apertado dela me engolindo todo. Um gemido escapou dela, cabeça jogada pra trás, ondas lavanda chicoteando úmidas enquanto se ajustava à grossura.

Eu agarrei a cintura fina dela, polegares pressionando as curvas macias acima dos quadris, guiando o ritmo dela. Ela me cavalgou com confiança crescendo, quadris rodando em círculos fluidos, depois subindo e batendo pra baixo com um splash que mandou vapor pro alto. Seus peitinhos 32B balançavam gostosos, gotas d'água traçando caminhos pelas curvas, e eu peguei um mamilo com os lábios, chupando forte o suficiente pra ela gritar. A sensação era elétrica—paredes dela ondulando em mim, apertando a cada descida, a flutuação da água dando um peso sonhador à nossa foda.

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"Deus, Riley, você é tão bom", ela ofegou, a voz doce agora rouca, mãos apoiadas nos meus ombros pra alavanca. Mais rápido ela foi, caçando o pico, corpo brilhando sob a luz da lua filtrando pelos pinheiros. Eu meti pra cima pra encontrar ela, o ângulo batendo fundo, acendendo estrelas atrás dos meus olhos. A inocência dela tinha florescido total em fogo; ela rebolava sem vergonha contra mim, clitóris roçando a base do meu pau, até a tensão enrolar forte no centro dela. Eu senti crescer—o tremor nas coxas, o ritmo frenético—e aí ela quebrou, gemendo suave, músculos internos me ordenhando em ondas pulsantes.

Foi demais; com um rosnado, eu gozei atrás, bombeando dentro dela enquanto o êxtase me rasgava. Ela desabou pra frente, tremendo, nossos corpos escorregadios entrelaçados nos tremores. A jacuzzi nos embalava, um mundo privado de paixão gasta, mas mesmo enquanto recuperávamos o fôlego, eu sentia a tempestade se armando de volta no chalé.

A gente saiu da jacuzzi eventualmente, enrolados em robes, a mão dela na minha enquanto voltávamos pro chalé. Os passos de Grace tavam mais leves, um sorriso secreto nos lábios, mas preocupação rastejava pros olhos dela enquanto o brilho do bar se aproximava. "E se o Jax notar?", ela sussurrou, apertando meus dedos. Eu a puxei pra um último beijo, provando sal e vapor na boca dela. "A gente dá um jeito."

Dentro, a festa rolava solta, mas o olhar de Jax focou na hora, afiado enquanto ele abria caminho pela multidão. Grace ficou tensa do meu lado, a doçura fofa dela mascarando o tumulto. "Grace, uma palavrinha?" O tom dele era seco, queixo travado, me ignorando total. Ela assentiu a contragosto, olhando pra trás pra mim com pedido de desculpas nos azuis antes de seguir ele pra um canto mais quieto.

Eu assisti de longe, coração afundando enquanto os gestos dele ficavam animados, cara a centímetros da dela. Boatos deviam ter rolado—alguém nos viu sumir. Ele pegou o braço dela, não forte, mas o suficiente pra ela recuar, exigindo respostas num sibilo baixo. Exclusividade, ele disse, a voz carregando. Ela? Com você? A tempestade fervia nos olhos dele, um confronto pendurado como uma avalanche pronta pra cair. Grace balançou a cabeça, se soltando, mas o estrago tava feito. Enquanto ela olhava pra mim uma última vez, a noite rachou, deixando a gente todos na beira de algo explosivo.

Perguntas frequentes

O que acontece na jacuzzi com Grace e Riley?

Grace tira o biquíni, eles se beijam e transam intensamente na água quente, com estocadas profundas e gozos explosivos.

Grace trai Jax de verdade nessa história?

Sim, ela se entrega ao desejo por Riley, ignorando a culpa, em cenas de sexo cru e proibido pós-esqui.

Qual o tom da história de Grace's Après-Ski Inferno?

É erótico real e direto, com linguagem sensual, detalhes explícitos de corpos e prazer, perfeito pra quem curte putaria sem filtro.

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Os Picos Pulsantes do Despertar de Grace

Grace Mitchell

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