O Gambito da Rainha Parisiense de Chloe

Na Cidade Luz, um movimento ousado acende uma noite de paixão em xeque-mate.

C

Chloe: Do Peão ao Trono da Paixão

EPISÓDIO 3

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O tabuleiro de xadrez entre nós naquele café parisiense era mais que peças em casas — era uma promessa. Os olhos azul-acinzentados de Chloe Bennett prenderam os meus, suas ondas castanho-claras capturando a luz dourada enquanto ela avançava a rainha com um sorriso malicioso. Xeque-mate. Mas enquanto os dedos dela demoravam no rei capturado, eu sabia que o jogo de verdade mal tinha começado, um que nos levaria pro apartamento dela à beira do Sena, onde a rivalidade ia derreter em algo bem mais viciante.

Paris nos envolveu como um sussurro de amante naquela primeira noite, o ar grosso com cheiro de pão fresquinho e névoa do rio. Eu vi Chloe Bennett do outro lado do café lotado perto do Sena, o corpo magrinho dela inclinada sobre o tabuleiro como uma rainha mandando no pedaço. Ela tava ali pro torneio convidado, o caderno saindo da bolsa — páginas que depois eu descobri cheias de rabiscos febris sobre jogadas e desejos soltos. Não resisti. "Quer uma partida?", perguntei, me jogando na cadeira na frente dela, a voz com aquele sotaque francês que ela depois confessou que a deixava louca.

Os olhos azul-acinzentados dela subiram, me avaliando com uma esperteza que batia de frente com a sofisticação dela. "Remy Duval, o prodígio local? Só se você aguentar perder pra uma britânica." A gente jogou debaixo das lâmpadas âmbar do café, o tilintar das xícaras de café pontuando cada golpe calculado. Ela era genial, as ondas castanho-claras caindo macias enquanto se inclinava, a pele clara salpicada de sardas brilhando na luz. Victor — algum fantasma do passado dela em Londres — tinha mandado mensagem mais cedo, sem ser chamado, reabindo feridas com exigências crípticas. Mas ela ignorou, focando em mim, os dedos dançando nas peças.

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Jogada por jogada, ela desmontou minhas defesas. "Gambito da rainha", murmurou ela enquanto a peça dela pegava meu cavalo, os lábios curvando em triunfo. Os clientes do café olhavam, mas parecia só a gente. Quando ela derrubou meu rei, aquele sorriso charmoso se abriu todo. "Xeque-mate." O calor fervia entre a gente, sem palavras. "Sua casa ou a minha?", arrisquei, coração batendo forte. Ela hesitou só um segundo, depois juntou as coisas. "A minha. Com vista pro Sena. Tem vinho esperando — e quem sabe uma revanche." Quando saímos pro entardecer, a mão dela roçou a minha, elétrico. Mal eu sabia como aquela noite ia nos desmontar pros dois.

O apartamento dela era um sonho tecido do romance de Paris — janelas do chão ao teto enquadrando a dança cintilante do Sena, a Torre Eiffel de sentinela distante. Chloe serviu vinho tinto escuro pra gente, os movimentos graciosos, aquele corpo magrinho se mexendo com uma confiança que acelerava meu pulso. A gente brindou à vitória dela, taças tilintando como peças se encaixando. "Aos gambitos", disse ela, voz rouca, olhos azul-acinzentados travados nos meus por cima da borda. A mensagem do Victor piscou no celular dela de novo — algo sobre chamas antigas e jogos inacabados — mas ela silenciou, virando de vez pra mim.

O ar engrossou quando ela largou a taça, chegando perto o suficiente pra eu pegar o floral leve do perfume dela misturado com o calor do vinho. Os dedos dela traçaram meu queixo, provocantes, o charme sofisticado dando lugar a um desejo cru. "Você jogou bem, Remy. Mas agora..." Ela tirou a blusa, deixando ela cair no chão, revelando a pele clara sardenta dos ombros e o inchaço suave dos seios 32B dela, mamilos já endurecendo no ar fresco. De peitinho de fora agora, só de saia abraçando a cintura fina e quadris magros, ela se pressionou contra mim, as ondas longas e macias roçando meu peito.

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Eu segurei os seios dela, polegares circulando aqueles picos duros, arrancando um suspiro suave dos lábios dela. Ela se arqueou no meu toque, olhos semicerrados, sardas destacando como estrelas na pele corada. Nossas bocas se encontraram num beijo de queima lenta, línguas explorando como jogadas de abertura num jogo novo. As mãos dela passearam pela minha camisa, desabotoando devagar de propósito, unhas roçando minha pele. As luzes da cidade piscavam lá fora, mas aqui era ela — quente, se entregando, o corpo tremendo de leve enquanto eu descia beijos pelo pescoço dela, saboreando o sal da pele. "Eu queria isso desde o café", murmurei contra a clavícula dela. Ela riu, baixo e ofegante. "Então não para."

A gente rolou pro lado da cama num emaranhado de membros e roupas jogadas, o murmúrio do Sena de trilha sonora distante pra nossa urgência. A saia da Chloe sussurrou pro chão, deixando ela pelada, o corpo magrinho brilhando na luz da lua filtrando pelas janelas. Eu tirei o resto do meu, puxando ela pra baixo comigo nas lençóis de seda. Ela montou nos meus quadris por um instante, olhos azul-acinzentados ferozes com o fogo da vitória, ondas castanho-claras longas caindo selvagens. Mas eu rolei a gente, prendendo ela embaixo de mim, as pernas dela se abrindo instintivamente enquanto eu me encaixava entre elas.

Nossos beijos aprofundaram, famintos agora, as unhas dela cravando nas minhas costas enquanto eu provocava a entrada dela com minha dureza. Ela tava molhada, pronta, sussurrando meu nome como um feitiço — "Remy, por favor" — aquela esperteza sofisticada se dissolvendo em súplica. Eu empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo a apertadinha dela ceder, as paredes dela apertando em volta de mim em ondas de calor. Caralho, ela era perfeita, a pele clara sardenta corando rosa debaixo das minhas mãos. Eu comecei um ritmo, fundo e firme, os quadris dela subindo pra encontrar cada estocada, seios balançando suaves com o movimento.

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Os suspiros dela vinham em golfadas, olhos travados nos meus, vulnerabilidade rachando o charme dela. "Mais forte", pediu ela, voz quebrando, e eu atendi, metendo mais rápido, a cama rangendo debaixo da gente. As luzes da cidade borravam além do vidro, mas tudo que eu via era ela — cabeça jogada pra trás, lábios abertos, aquele corpo magrinho se arqueando enquanto o prazer crescia. Suor perlava nas sardas dela, dedos torcendo nos lençóis. Eu senti ela apertar, pulso acelerado, depois explodir em volta de mim com um grito que ecoou nas paredes, me puxando mais fundo. Eu gozei logo depois, jorrando dentro dela com um gemido, desabando em cima do calor dela.

A gente ficou embolados, corações trovejando no mesmo ritmo, a risada dela borbulhando suave e surpresa. "Isso não foi gambito — foi xeque-mate." Eu beijei a têmpora dela, provando sal, me perguntando como uma noite podia parecer tão completa e ainda me deixar com mais fome. O caderno dela tava aberto ali perto, páginas febris com esboços de rainhas de xadrez entrelaçadas com amantes. Paris tinha nos pegado pros dois.

Respiração ainda ofegante, a gente tomou vinho da mesma taça, encostados na cabeceira com as luzes do Sena pintando padrões na nossa pele. O corpinho de peitinho de fora da Chloe aninhado contra mim, os seios 32B pressionados macios no meu lado, mamilos ainda durinhos dos tremores. Ela traçava círculos preguiçosos no meu peito, a pele clara sardenta brilhando, ondas longas e macias úmidas e grudadas nos ombros. "O Victor tá mandando mensagem", confessou ela, voz com sombras antigas. "De Londres. Acha que pode bagunçar meu mundo de novo." Os olhos azul-acinzentados dela escureceram, mas aí ela sorriu, a faísca esperta voltando. "Mas essa noite? Você é meu rei."

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Eu puxei ela mais pra perto, mão escorregando pela cintura fina até pousar no quadril, sentindo o calor residual entre as coxas dela. Ela se mexeu, montando frouxo no meu colo, saia sumida faz tempo mas a intimidade terna agora. Os lábios dela acharam os meus num beijo lento, línguas preguiçosas, explorando restos de paixão. Eu segurei os seios dela de novo, rolando os mamilos duros devagar, arrancando um gemido que vibrou na gente. Ela se mexeu contra mim sutil, criando atrito, o corpo magrinho vivo com desejo reacendido. Humor piscou no olhar dela. "Segunda rodada? Ou você tá pedindo empate?"

Risada rolou de mim, mãos apertando os quadris dela mais firme. Vulnerabilidade espiou pela sofisticação dela — ela encostou a testa na minha, sussurrando: "Isso parece certo, Remy. Perigoso, mas certo." A cidade zumbia embaixo, mas aqui, no silêncio entre tempestades, a gente saboreou a ternura, a expectativa se enrolando de novo como um peão virando rainha.

O desejo reacendeu como um golpe diagonal de bispo — rápido, imparável. Chloe me empurrou pra trás, o corpo magrinho fluido enquanto virava, se oferecendo de quatro, aquela bunda clara sardenta empinada, ondas castanho-claras longas derramando pelas costas. O Sena brilhava lá fora, testemunha da ousadia dela. Eu me ajoelhei atrás, mãos agarrando a cintura fina, provocando as dobras molhadas dela antes de escorregar pra dentro num empurrão fundo. Ela arfou, empurrando pra trás, as paredes dela me apertando como fogo de veludo.

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O ritmo cresceu feroz, meus quadris batendo nos dela, pele estalando no ar da noite. Os seios dela balançavam a cada impacto, cabeça baixando enquanto gemidos escapavam livres — crus, sem filtro, o charme esperto perdido no êxtase. "Sim, Remy — aí", ofegou ela, voz quebrando, olhos azul-acinzentados olhando pra trás por cima do ombro, sardas fortes nas bochechas coradas. Eu passei a mão por cima, dedos achando o clitóris dela, circulando no ritmo das estocadas, sentindo ela tremer, apertar.

O poder mudou; ela se jogou mais forte, exigindo, a sofisticação cedendo pro instinto primal. Suor nos untava, a cama gemendo protestos. O prazer explodiu pra ela primeiro — um grito tremendo, corpo convulsionando em volta de mim, sugando cada pulso. Eu aguentei, prolongando, depois puxei ela contra meu peito, ainda enterrado fundo, estocando pra cima enquanto meu gozo rasgava, quente e cego. A gente desabou pra frente, exaustos, a risada dela abafada nos travesseiros.

Na névoa, ela virou nos meus braços, caderno esquecido ali perto. "Edição Paris: melhor gambito até agora." Mas quando o amanhecer rastejou, o celular dela acendeu com mensagem do Elias — apelido do Victor, exigindo revanche particular em Berlim. "Brincando com fogo, Chloe." Os olhos dela encontraram os meus, faísca de conflito acendendo de novo.

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A luz da manhã banhava o apartamento, o Sena uma fita prateada embaixo. Chloe tava na janela de robe de seda frouxo, ondas longas bagunçadas da nossa noite, pele clara radiante apesar das sardas leves de cansaço. Ela tomava café, olhos azul-acinzentados distantes enquanto lia a mensagem do Elias em voz alta — "Berlim. Revanche particular. Você tá brincando com fogo, ma chérie." O fantasma do Victor pairava, feridas antigas de Londres reabrindo, mas ela endireitou os ombros magros, o charme esperto voltando. "Deixa ele ferver. Agora eu tenho minhas próprias jogadas."

Eu me juntei a ela, braços envolvendo a cintura por trás, queixo no ombro dela. A cidade acordava em buzinas e papo, mas nosso mundo parecia suspenso. O caderno dela tava aberto, nova entrada rabiscada: "Paris: Gambito aceito. Rivais conquistados, desejos acordados." Ela se encostou em mim, mão cobrindo a minha. "E agora, Remy? O torneio é amanhã." Humor dançava na voz dela, mas vulnerabilidade também — as páginas febris traíam uma mulher evoluindo, mais ousada, caçando não só xeque-mates mas a emoção além do tabuleiro.

Enquanto a gente se vestia pro dia — ela num trench chique e saltos, eu roubando um último beijo — a tensão zumbia. A exigência do Elias pairava como uma promoção de peão esperando. Paris tinha forjado algo inquebrável entre a gente, mas Berlim pairava, prometendo caos. Chloe piscou aquele sorriso sofisticado. "Pronto pro próximo jogo?" Eu assenti, coração cheio do fogo dela. O que viesse, a gente encararia junto — ou pelo menos era o que eu esperava.

Perguntas frequentes

O que acontece no Gambito da Rainha de Chloe?

Chloe vence Remy no xadrez num café em Paris e leva ele pro apê, onde rola sexo intenso missionary e doggy, com vinho e desejo puro.

Quem é Chloe Bennett na história?

Uma britânica esperta, magrinha com sardas e seios 32B, enxadrista que transforma rivalidade em foda quente com Remy em Paris.

Tem mais rodadas de sexo na erótica?

Sim, depois do primeiro gozo, eles fazem round dois de quatro com ela empinada, suados e gemendo alto à beira do Sena. ]

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Chloe: Do Peão ao Trono da Paixão

Erika Bennett

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