O Clímax do Campeonato de Sophia

Triunfo selado no calor do abraço da vitória

Ê

Êxtase de Sophia nos Patins: Roxos e Gozo

EPISÓDIO 6

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O Clímax do Campeonato de Sophia

O rugido da galera ainda ecoava nos meus ouvidos quando Sophia entrou na sala dos campeões, os olhos azuis dela travando nos meus com aquela chama brincalhona. Suor brilhava na pele clara dela, o cabelo loiro bagunçado pela vitória. Ela chutou a porta fechando atrás de si, um sorrisinho de vencedora curvando os lábios. 'Jax', ela sussurrou, 'eu consegui. Agora me faz sentir isso.' Meu pulso acelerou — esta noite, a gente ia conquistar mais que um troféu.

O ar no vestiário tava pesado com cheiro de suor e linimento, o burburinho pré-jogo vibrando pelas paredes da arena de derby. Eu tava encostado na estação do médico, braços cruzados, vendo Sophia Reynolds encarar o filho da puta safado que tava usando a lesão dela como chantagem torcida. O tornozelo dela tava enfaixado agora, o inchaço reduzido a uma dor surda depois da nossa colisão de madrugada que começou tudo isso — eu voando em cima dela no treino, ela me perdoando com aquela piscadinha safada em vez de processo.

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'Acha que pode me tirar da pista?', Sophia disse, voz firme, aqueles olhos azuis faiscando como gelo sob as luzes do estádio. Ela media 1,70m, corpo esguio coberto pelo short preto e vermelho de derby e regata, cabelo loiro liso comprido puxado num rabo de cavalo feroz. O médico — um cara magrelo chamado Dr. Ellis — se mexeu desconfortável, apertando a prancheta como escudo. 'Seu tornozelo não tá curado, Sophia. Um empurrão, e acabou. Desiste do campeonato, ou eu solto os exames.'

Eu avancei então, minha mão roçando a lombar dela o suficiente pra sentir ela se endireitar. 'Ela vai patinar, doutor. E vai ganhar.' Minha voz saiu baixa, protetora. Jax Harlan não recuava pra otário como esse. Sophia olhou pra mim, uma faísca de gratidão misturada com a confiança dela. 'Com certeza. Essa é minha noite.' Ela deu um empurrão nele, pegou o capacete e rumou pra pista. Eu fui atrás, coração batendo forte — não só pelo jogo, mas pelo que o passo desafiador dela prometia depois. A galera explodiu quando ela se alinhou, e no apito, ela voou. Volta após volta, ela dominou, desviando das jammers, bloqueando com precisão. Mia, a rival daquela confusão da lesão, até deu um aceno no meio do jam — um perdão silencioso que selou a união do time. Sophia cruzou a linha primeiro, cinto de campeã na cintura, e os olhos dela acharam os meus no caos. A vitória era dela. Agora, era nossa.

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A sala dos campeões era um santuário sombrio no meio do rugido da arena — sofás de couro macios, troféus brilhando em prateleiras de carvalho, o zumbido fraco dos cânticos de vitória filtrando pelas paredes. Sophia bateu a porta, o cinto de campeã tilintando enquanto jogava ele de lado, ainda eletrizada pela vitória. 'Jax', ela murmurou, virando pra mim com aquele brilho brincalhão nos olhos azuis, 'você me viu lá fora. Intocável.'

Eu encurtei a distância, minhas mãos achando a cintura dela, puxando ela pra perto o suficiente pra sentir o calor irradiando da pele clara. A regata de derby grudava úmida, delineando o suave volume dos seios 34B dela. Ela inclinou a cabeça, lábios se abrindo em convite, e eu a beijei — devagar no começo, provando sal e triunfo. Meus dedos traçaram pelas laterais dela, enganchando a barra da regata, levantando centímetro por centímetro. Ela interrompeu o beijo pra erguer os braços, deixando eu tirar, revelando a extensão lisa do torso dela, mamilos endurecendo no ar fresco.

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De topless agora, só de short abraçando os quadris esguios, ela se pressionou contra mim, o cabelo loiro comprido caindo solto enquanto o rabo de cavalo se soltava. 'Me toca', ela sussurrou, guiando minhas mãos pros seios dela. Eles cabiam perfeitos nas minhas palmas, macios mas firmes, a pele clara corando rosa sob meus polegares circulando as pontas duras. Ela arqueou, um gemido suave escapando enquanto eu provocava, minha boca seguindo pra lamber um mamilo com a língua, depois o outro. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, me instigando, o corpo dela tremendo com a adrenalina acumulada da corrida. O jeito que ela se mexia, confiante e safada, fazia meu sangue ferver. Isso era só o começo — a volta de vitória dela nos meus braços.

Eu a empurrei pro sofá largo de couro, nossas bocas coladas num choque faminto, o corpo dela de topless se contorcendo contra minha camisa. As mãos de Sophia tavam em todo lado — puxando minha camisa, unhas arranhando meu peito — antes de ela me jogar nos almofadões. Mas eu virei a gente, prendendo ela embaixo de mim, as pernas dela se abrindo instintivamente enquanto eu tirava o short dela e meu equipamento. Nua agora, a pele clara dela brilhava na luz fraca da sala, pernas esguias envolvendo minha cintura.

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Eu me posicionei na entrada dela, sentindo a umidade escorrendo contra mim, e meti devagar, saboreando o calor apertado me envolvendo centímetro por centímetro. Ela arfou, olhos azuis travando nos meus, o cabelo loiro comprido se espalhando pelo couro. 'Jax... sim', ela sussurrou, quadris subindo pra me encontrar. Eu marquei o ritmo — estocadas profundas e deliberadas que a fizeram gemer, os seios 34B balançando suave a cada empurrão. Os troféus da sala assistiam como testemunhas mudas enquanto eu metia mais forte, as paredes dela se contraindo em volta de mim, me puxando mais fundo.

A confiança dela brilhava até aqui, unhas cravando nos meus ombros enquanto ela balançava pra cima, acompanhando meu ritmo. Suor brotava na pele clara dela, se misturando com o meu, o tapa de carne ecoando sobre o barulho distante da galera. Eu me inclinei, pegando um mamilo entre os dentes, puxando o suficiente pra ela gritar, o corpo dela se retesando. 'Não para', ela implorou, e eu não parei — socando sem piedade até o clímax dela bater, o corpo esguio tremendo, músculos internos pulsando em ondas que quase me desfizeram. Eu segurei, beijando ela durante isso, sussurrando o quão foda ela era. Vitória nunca tinha sido tão crua, tão real.

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A gente ficou embolado no sofá, respirações sincronizando no pós-gozo, a cabeça dela no meu peito enquanto eu alisava o cabelo loiro comprido dela. A pele clara de Sophia tava corada, mamilos ainda durinhos da nossa fúria, o short dela chutado pro lado mas ao alcance. Ela traçava círculos preguiçosos na minha barriga, aquele sorriso safado voltando. 'Mia me puxou pro canto depois da vitória', ela disse baixinho, olhos azuis erguendo pros meus. 'Disse que perdoa a parada da lesão — culpa a pista, não eu. Nem você.'

Eu ri, puxando ela mais pra perto, minha mão envolvendo um seio dela com gentileza, polegar roçando o pico sensível. Ela suspirou, arqueando pro toque, brincalhona até agora. 'É bom fechar esse capítulo. Mas isso...' Ela mordeu minha clavícula. 'Isso é só abrir um livro.' A vulnerabilidade dela espiava por trás da confiança — o peso da chantagem aliviado, o campeonato dela. Eu beijei a testa dela, sentindo o coração dela bater firme contra o meu. 'Você é imparável, Soph. E minha esta noite.' Ela riu, rouca e baixa, se mexendo pra pressionar os seios mais cheios contra mim, provocando sem palavras. A sala parecia nosso mundo particular, mas a energia da noite pairava, prometendo mais.

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A risada dela virou gemido quando o desejo reacendeu. Sophia me empurrou de costas, montando nos meus quadris com aquela graça confiante, o corpo esguio dela pairando acima de mim. Olhos azuis ardendo, ela me pegou, me guiando de volta pro calor úmido dela. 'Minha vez de cavalgar, Jax', ela ronronou, afundando totalmente, nós dois gemendo com a profundidade.

Ela ditou o ritmo — rolagens lentas no começo, quadris claros ondulando, cabelo loiro comprido balançando como cortina. Os seios 34B dela balançavam gostosos, e eu estiquei a mão, amassando eles, beliscando mamilos até ela arfar e se esfregar mais forte. O couro rangia embaixo de nós, troféus brilhando enquanto ela quicava mais rápido, me levando fundo a cada descida. A confiança dela era viciante, gemidinhos safados virando gritos enquanto ela corria pro pico, paredes internas tremendo.

Eu meti pra cima pra encontrá-la, mãos na cintura fina dela, vendo o rosto dela se contorcer de prazer — lábios abertos, olhos semicerrados. 'Porra, Soph, você é perfeita', eu rosnei, e ela explodiu de novo, corpo convulsionando, me sugando até eu não aguentar. Eu gozei com ela, pulsando dentro, nosso gozo compartilhado nos deixando melados e exaustos. Ela desabou em cima de mim, rindo sem fôlego. 'Privilégio de campeã.' Mas enquanto recuperávamos o fôlego, uma batida ecoou — voz do Dr. Ellis do lado de fora, arrastada e puta. 'Sophia! A gente precisa conversar.' Os olhos dela se arregalaram. Que porra era agora?

A gente se levantou às pressas, Sophia vestindo a regata e o short, eu puxando a camisa de volta. O cabelo loiro comprido dela tava uma bagunça, mas ela amarrou rápido, olhos azuis ferozes de novo. 'Ignora ele', ela disse, mas a batida continuou. Eu entreabri a porta — Ellis, fedendo a bebida, olhos loucos. 'Ela acha que pode ganhar e esquecer? Eu tenho prova!' Ele acenou o celular, depois tropeçou enquanto a segurança se aproximava.

Sophia me abraçou por trás, vestida agora, o corpo esguio pressionando perto. 'Deixa ele chiar. Esta noite é nossa.' A gente deu uma risada quieta, o cinto de campeã pendurado no ombro dela como capa de conquistadora. Mia mandou texto — convite pra festa do time, ciclo completo. Mas a ameaça de Ellis pairava, uma sombra no nosso pico. Enquanto saíamos pro rugido morrendo da arena, Sophia apertou minha mão. 'O que vier, a gente dá conta.' A piscadinha safada dela prometia mais batalhas, mais noites assim. Mas que prova esse filho da puta tinha? E por que agora?

Perguntas frequentes

O que acontece após a vitória de Sophia no derby?

Ela celebra com Jax na sala dos campeões em uma foda intensa, cheia de toques nos seios e orgasmos explosivos.

Quem é Jax na história de Sophia?

Jax é o protetor e amante de Sophia, que a apoia contra chantagem e a faz gozar forte após o triunfo.

Tem suspense no final do clímax de Sophia?

Sim, o Dr. Ellis ameaça com provas, mas Sophia e Jax enfrentam juntos, prometendo mais prazer.

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