Colisão Noturna de Sophia na Pista

Rivalidade vira paixão crua sob a pista iluminada pela lua

Ê

Êxtase de Sophia nos Patins: Roxos e Gozo

EPISÓDIO 4

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Colisão Noturna de Sophia na Pista
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A lua pintava a pista de patins deserta em prata, e lá estava ela — Sophia Reynolds, amarrando os patins com aquele sorrisinho confiante que eu não conseguia esquecer. Nossa última corrida tinha terminado empatada, mas aquela noite parecia diferente, carregada de algo elétrico. Seus olhos azuis encontraram os meus do outro lado da oval, prometendo uma revanche que nos levaria dos dois ao limite. Eu sentia no fundo da barriga: essa colisão era inevitável.

Eu parei na beira da pista logo depois da meia-noite, o ar fresco e crocante, carregando o cheiro leve da grama molhada de orvalho. As luzes de inundação da pista de patins estavam apagadas, deixando só a lua iluminar o asfalto liso da oval onde Sophia esperava. Ela já estava equipada — patins inline amarrados firme, protetores de pulso justos sobre a pele pálida, uma regata preta colada no corpo esguio e shorts atléticos subindo alto nas pernas longas. Aquele cabelo loiro liso caía como uma cortina pelas costas, balançando enquanto ela se balançava nas pontas dos pés, testando os patins.

'Chegando atrasado pra nossa revanche, Harlan?', ela gritou, a voz cheia daquele desafio brincalhão que me fisgou desde o começo. Seus olhos azuis brilhavam sob a luz da lua, flertando e ferozes ao mesmo tempo. Eu sorri, chutando a porta da minha picape e andando até lá, meus patins pendurados no ombro.

'Não perderia por nada, Reynolds. Da última vez você trapaceou com aquele empurrão de quadril.' Eu larguei minha bolsa e comecei a amarrar os patins, sentindo o frio familiar da competição misturado com algo mais fundo, mais quente. A gente já tinha corrido aqui antes, nos empurrando pro limite, corpos roçando nas curvas até nenhum de nós conseguir negar a faísca. Aquela noite, com a pista vazia e o mundo dormindo, parecia só nossa.

A gente saiu junto, os patins sussurrando no asfalto. Ela disparava nas retas, o corpo ágil cortando a noite como uma lâmina, passadas confiantes devorando a distância. Eu a alcançava nas curvas, nossos ombros batendo, risadas ecoando. Suor brotava na pele dela apesar do frio, e cada olhar que ela jogava pra trás era fogo puro — provocante, convidativo. Na terceira volta, estávamos colados, ofegantes, a rivalidade acendendo algo primal. Ela diminuiu na beira, deslizando até parar perto da grama, peito arfando. Eu parei do lado, perto o suficiente pra sentir o calor irradiando do corpo dela.

Colisão Noturna de Sophia na Pista
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'Empate?', eu perguntei, a voz mais rouca do que eu queria.

Os lábios dela se curvaram num sorriso safado. 'Nunca. Mas talvez a gente precise de um final diferente.'

As palavras dela pairaram no ar entre nós, grossas de promessa. Antes que eu respondesse, Sophia chutou os patins com um movimento fluido, deixando eles jogados na grama. Ela se aproximou, os pés descalços silenciosos na beira molhada de orvalho, e puxou a barra da regata. Com um puxão lento e deliberado, ela tirou por cima da cabeça, jogando de lado. A luz da lua banhava a pele pálida, destacando o inchaço suave dos seios 34B dela, mamilos já endurecendo no ar fresco da noite. Ela ficou ali de topless, shorts colados nos quadris, totalmente sem vergonha, o cabelo loiro liso emoldurando o rosto como um halo.

Eu engoli em seco, o olhar traçando as linhas esguias do corpo dela, o jeito que a cintura fina se abria só o suficiente pra deixar um cara louco. 'Sophia...' Minha voz saiu baixa, faminta.

Ela fechou a distância, as mãos subindo pelo meu peito, dedos se enfiando na minha camisa. 'O quê, Jax? Com medo de eu te dar outra volta?' O hálito dela era quente no meu pescoço enquanto ela se pressionava contra mim, aqueles seios perfeitos macios e cedendo. Eu não aguentei — segurei o rosto dela, puxando pra um beijo que começou feroz e se aprofundou em algo devorador. Nossas bocas se moviam juntas, línguas se enroscando com o mesmo fogo competitivo da pista.

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Minhas mãos passearam pelas costas dela, sentindo a pele pálida lisa, o arco sutil da espinha. Ela gemeu baixinho na minha boca, se arqueando mais perto, os mamilos duros roçando meu peito pela camisa fina. Eu soltei o beijo pra traçar os lábios pela mandíbula dela, descendo pela garganta, provando o sal do suor da corrida. Ela jogou a cabeça pra trás, dedos enfiados no meu cabelo, me guiando mais pra baixo. Quando minha boca fechou num seio, língua rodando o pico, ela arfou, o corpo tremendo. 'Meu Deus, Jax... sim.'

A gente caiu de joelhos na grama, a pista esquecida. Os shorts dela desceram baixos enquanto ela montava no meu colo, rebolando devagar, criando atrito que fazia meu pulso trovejar. Eu me dediquei aos seios dela, chupando e provocando até ela ficar ofegante, os olhos azuis escuros de tesão. O ar da noite beijava a pele exposta, intensificando cada sensação, cada provocação sussurrada virando súplicas.

A grama era fresca e úmida embaixo de nós enquanto eu a deitava devagar, o corpo dela cedendo com um suspiro que mandava fogo direto por mim. Os shorts de Sophia saíram embolados, chutados pro lado com os protetores de pulso ainda meio presos, o plástico duro cravando de leve na pele enquanto ela enrolava as pernas em mim. Eu tirei minha roupa rápido também, a urgência entre nós crua demais pra saborear. A luz da lua prateava a forma pálida dela, cada centímetro do corpo esguio brilhando — pernas longas abertas, olhos azuis travados nos meus com aquela mistura de brincadeira e fome.

Eu me posicionei em cima dela, coração batendo como se a gente tivesse acabado uma sprint. 'Pronta pra essa revanche?', eu murmurei, roçando a ponta na quentura dela. Ela mordeu o lábio, acenando, as mãos apertando meus ombros, unhas cravando.

'Me pega, Jax. Com força.' A voz dela era ofegante, confiante mesmo agora.

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Eu empurrei devagar pra dentro dela no começo, saboreando o calor apertado que me envolvia, centímetro por centímetro delicioso. Ela se arqueou embaixo de mim, um gemido baixo escapando enquanto eu a preenchia toda. A sensação era avassaladora — seda molhada se contraindo ao meu redor, o corpo dela tão responsivo, cada movimento sutil me puxando mais fundo. Eu comecei a me mexer, ritmo constante crescendo, nossos quadris se chocando com estalos suaves que ecoavam na noite quieta. Os seios dela balançavam devagar a cada estocada, pele pálida corando de rosa sob a lua.

Os suspiros de Sophia vinham em golfadas, os dedos arranhando minhas costas. 'Mais rápido... não segura.' Eu obedeci, metendo mais forte, a grama fazendo cócegas nos nossos lados enquanto eu prendia os pulsos dela de leve acima da cabeça — aqueles protetores pressionando na carne, um lembrete da vulnerabilidade dela no meio da bravata. Ela se contorcia, encontrando cada estocada, as pernas esguias se trancando mais forte. Eu olhava o rosto dela, o jeito que os olhos azuis piscavam meio fechados, lábios abertos em êxtase. A pressão crescia em mim, se enrolando apertada, mas eu aguentei, querendo sentir ela se desfazer primeiro.

Chegou nela como uma onda — o corpo tensionou, paredes internas pulsando ao meu redor em espasmos ritmados. 'Jax! Meu Deus...' Ela gritou, costas arqueando do chão, cabelo loiro espalhado como um leque no orvalho. A visão, o sentimento dela se desfazendo me jogou pro abismo. Eu me enterrei fundo, gemendo enquanto o gozo explodia por mim, quente e sem fim. A gente se agarrou, ofegante, o ar da noite resfriando nossa pele suada.

Mas mesmo enquanto recuperávamos o fôlego, eu vi um brilho nos olhos dela — algo mais fundo que satisfação. Ela me puxou pra um beijo demorado, os protetores de pulso raspando meu braço, e sussurrou, 'Isso foi só o aquecimento.'

A gente ficou ali embolados na grama por o que pareceu horas, embora provavelmente fossem minutos, nossos corpos ainda vibrando da intensidade. Sophia se aninhou no meu peito, o corpo de topless quente e macio, uma perna jogada sobre a minha. Os shorts dela estavam esquecidos ali perto, mas ela não fez menção de se cobrir, traçando padrões preguiçosos na minha pele com a ponta do dedo. Os protetores de pulso ainda estavam presos, as bordas deixando marcas vermelhas leves nos pulsos pálidos — um distintivo da nossa 'corrida' que ela usava sem reclamar.

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'Isso foi... intenso', ela murmurou, os olhos azuis subindo pros meus, a faísca brincalhona apagada por algo mais vulnerável. Eu tirei uma mecha de cabelo loiro liso do rosto dela, sentindo a seda.

'Tá bem?', eu perguntei, me apoiando num cotovelo pra olhar ela direito. O corpo esguio esticado do meu lado, seios subindo a cada respiração, mamilos ainda arrepiados do frio.

Ela hesitou, mordendo o lábio. 'Sim. É só... essa lesão da última temporada. A do pulso. Correr com você hoje, sentindo os protetores cravarem — me lembrou como eu fico com medo às vezes. Tipo, e se eu forçar demais e tudo desmorona?' A voz dela falhou um pouco, a flertadora confiante se descascando pra revelar o medo por baixo.

Eu a puxei mais perto, beijando a testa. 'Ei, você é a mais dura aí fora. A gente vai devagar da próxima.' O humor aliviou meu tom, e ela riu baixinho, o som soltando a tensão. A mão dela deslizou pela minha barriga, provocando mais embaixo, reacendendo a faísca. 'Devagar? Onde fica a graça nisso?'

A gente trocou um beijo fundo, corpos se mexendo de novo, mas ela se afastou com um sorriso. 'Sua vez de me caçar agora.' A vulnerabilidade ficou, tornando o toque dela ainda mais elétrico.

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As palavras provocantes dela foram todo o convite que eu precisava. Sophia rolou pra longe com um empurrão brincalhão, ficando de quatro na grama, olhando por cima do ombro. Aquele cabelo loiro liso balançou pra frente, emoldurando o rosto pálido corado de expectativa, olhos azuis me desafiando. O corpo esguio arqueado perfeitamente — cintura fina afundando, bunda oferecida como um desafio. Os protetores de pulso cravavam na terra enquanto ela se apoiava, uma careta rápida cruzando o rosto antes de ela mascarar com um sorrisinho.

'Me pega se puder, Jax.'

Eu me ajoelhei atrás dela, mãos agarrando os quadris, sentindo o tremor nos músculos. A luz da lua destacava cada curva, a pele brilhando etérea. Eu entrei nela num empurrão suave, gemendo com o aperto renovado, ainda molhada de antes. Ela empurrou pra trás na hora, me encontrando no meio, um suspiro virando gemido. 'Sim... assim mesmo.'

O ritmo cresceu rápido dessa vez, primal e urgente. Cada estocada pra frente a balançava adiante, seios balançando embaixo, grama sussurrando nos joelhos. As paredes internas me apertavam forte, me puxando mais fundo a cada recuo. Eu me inclinei sobre ela, uma mão subindo pra segurar um seio, polegar roçando o mamilo, enquanto a outra se apoiava no quadril. O tapa de pele na pele enchia a noite, misturado com os gritinhos ofegantes dela — confiantes, pedindo mais.

'Mais forte', ela instigou, cabeça caindo, cabelo caindo solto. Os protetores irritavam os pulsos enquanto ela arranhava o chão, mas ela não parou, a vulnerabilidade alimentando a ousadia. Eu dei o que ela queria, metendo sem parar, a mola no meu centro apertando insuportável. Suor escorria pelas minhas costas, o corpo dela tremendo ao meu redor.

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Ela gozou primeiro de novo, se desfazendo com um grito agudo, corpo convulsionando, me ordenhando até eu ir atrás. Estrelas explodiram atrás dos meus olhos enquanto eu esvaziava dentro dela, caindo sobre as costas dela. A gente ficou travados assim, respirações sincronizando, a pista testemunha silenciosa da nossa colisão.

Enquanto a gente se separava, ela se virou, me puxando pra um beijo feroz. 'Melhor revanche ever.' Mas nos olhos dela, eu vi o medo que ela confessou, tornando a vitória agridoce.

O amanhecer rastejava no horizonte quando a gente se vestiu, corpos doloridos e satisfeitos, trocando risadas quietas enquanto amarrávamos os patins de novo. Sophia vestiu a regata e os shorts, protetores de pulso reajustados, mas as marcas vermelhas ficaram como segredos na pele. A gente deu uma volta lenta de vitória, mãos roçando, a rivalidade amolecendo em algo real.

Aí faróis cortaram a escuridão — Mia, companheira de time de Sophia, chegando de carro, olhos arregalados ao ver a cena. 'Sophia? Que porra é essa? Com o Harlan? Se o time descobrir —'

Sophia enrijeceu do meu lado, confiança rachando. 'Mia, não é —'

'Deixa pra lá. Isso pode te foder antes do torneio.' A ameaça de Mia pairou pesada, o olhar prometendo problema enquanto ela acelerava embora.

Sophia se virou pra mim, olhos azuis tempestuosos. 'Merda. Ela tem sujeira minha da última temporada.' A gente se separou com um beijo tenso, prometendo conversar.

No dia seguinte no aquecimento do torneio, eu assisti da beira enquanto Sophia entrava na pista. Ela voou nas voltas, toda fogo e graça, mas numa curva fechada, fez uma careta, apertando o pulso. A lesão velha inflamou — protetores cravando errado, dor marcando o rosto. Ela forçou, mas eu vi o medo voltar, a vulnerabilidade da colisão de meia-noite batendo de novo. E agora?

Perguntas frequentes

O que acontece na colisão noturna de Sophia?

Rivalidade em patins vira sexo quente ao ar livre, com empurrões fortes e orgasmos intensos na grama sob a lua.

Sophia tem alguma vulnerabilidade na história?

Sim, ela revela medo de lesão no pulso durante o sexo, tornando o momento mais real e emocional.

Como termina a história erótica?

Com drama de uma companheira de time descobrindo, deixando tensão pro torneio e promessas de mais.

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