A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Seu deslize brincalhão virou um ritmo que nos prendeu os dois.

Ê

Êxtase de Sophia nos Patins: Roxos e Gozo

EPISÓDIO 1

Outras histórias desta série

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
1

A Primeira Tentação de Colo de Sophia

A Corrida de Adrenalina de Sophia no Beco
2

A Corrida de Adrenalina de Sophia no Beco

O Ajuste de Contas de Sophia no Vestiário
3

O Ajuste de Contas de Sophia no Vestiário

Colisão Noturna de Sophia na Pista
4

Colisão Noturna de Sophia na Pista

A Rendição de Sophia Impulsionada pela Lesão
5

A Rendição de Sophia Impulsionada pela Lesão

O Clímax do Campeonato de Sophia
6

O Clímax do Campeonato de Sophia

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Ela voltou rolando pro ginásio de derby como se fosse dona da pista, o cabelo loiro comprido balançando a cada passo confiante. Mas foi o jeito que os olhos azuis dela pegaram os meus do outro lado do piso lotado, aquela faísca safada acendendo algo perigoso. O treino era só o aquecimento; o que veio depois, na sala de recuperação escura, ia nos dar voltas até a loucura.

O apito soou agudo pelo ginásio, ecoando nos tetos altos e nos pisos de madeira marcados. Eu me encostei nas arquibancadas, braços cruzados, assistindo as Derby Dolls aquecerem. Fazia meses que Sophia Reynolds não calçava os patins, mas lá estava ela, deslizando pra pista como se o tempo não tivesse passado. O cabelo loiro liso e comprido puxado num rabo de cavalo alto, balançando a cada empurrão forte das pernas. Aos dezoito, ela se movia com uma confiança que fazia todo cara no recinto esquecer de respirar.

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

O time gritou quando ela se juntou ao pelotão, a pele clara já corada do esforço, olhos azuis brilhando sob as luzes fluorescentes fortes. Ela era esguia, toda músculo magro e linhas graciosas, medindo um metro e setenta com os patins. "Sophia voltou, suas putas!", gritou uma das meninas, e a risada rolou pelo grupo. Ela mostrou aquele sorriso safado, batendo quadril com as companheiras, a regata preta justa grudada nas curvas 34B dela, shorts atléticos curtos subindo alto nas coxas.

Foi aí que ela me avistou — Jax Harlan, olheiro rival da liga da zona leste, invadindo o treino sem convite. Nossos olhos travaram no meio da volta, e ela não desviou. Em vez disso, acelerou, zigzagueando pelo pelotão com mais estilo, o corpo cortando o ar como uma lâmina. "Ei, garoto olheiro", ela chamou, voz cheia de provocação enquanto rolava do meu lado, perto o suficiente pra eu pegar o cheiro fraco do suor misturado com perfume dela. "Veio roubar nossos segredos?" O time uivou, mas eu só dei um sorrisinho, sentindo aquele puxão baixo na barriga. O scrimmage começou, e ela era uma força — passando pelas bloqueadoras, dando duas voltas no pelotão antes do primeiro apito. Cada giro, cada batida de quadril, me fazia imaginar aqueles movimentos fora da pista. No fim, o ginásio vibrava de energia, mas a tensão de verdade fervia entre nós, sem palavras e elétrica.

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

O treino acabou com high-fives e risadas exaustas, o time saindo pros chuveiros. Sophia demorou, soltando os patins na beira da pista, o peito subindo e descendo com respirações profundas. "Jax, né?", ela disse, olhando pra mim por baixo daqueles cílios longos, a voz ainda com aquele tom safado. "Você ficou. Esperando uma demonstração particular?"

Eu ri, me aproximando, o ginásio esvaziando ao nosso redor até sobrar só o zumbido das luzes fluorescentes e nossos passos. "Mais ou menos isso. Você parecia precisar de um resfriamento. Eu faço massagem de recuperação pro meu time — tanto faz usar as habilidades." Os olhos azuis dela brilharam com malícia, e ela acenou pra porta da sala de recuperação. "Mostra o caminho, olheiro."

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Lá dentro, o lugar era mais escuro, forrado de mesas acolchoadas e cheiro fraco de linimento. Ela pulou na mesa mais próxima, tirando a regata sem hesitar, revelando a pele clara e lisa do torso, os seios 34B perfeitamente moldados, mamilos já endurecendo no ar mais frio. Ela deitou de bruços só de shortinho, cabelo loiro comprido espalhado no travesseiro. "Capricha", ela murmurou, voz como um desafio brincalhão.

Minhas mãos foram pros ombros dela primeiro, polegares apertando os nós duros da pista. A pele dela era quente, macia sob minhas palmas, e ela soltou um suspiro suave que mandou calor direto pra mim. Desci mais, traçando a curva esguia das costas, sentindo os músculos cederem, o corpo dela arqueando de leve pro meu toque. "Caralho, isso é perfeito", ela sussurrou, virando a cabeça pra me encarar, lábios entreabertos. O ar ficou pesado, as respirações dela acelerando enquanto meus dedos roçavam a borda do short, provocando o limite entre recuperação e algo bem mais louco.

O suspiro dela virou um gemido quando me inclinei sobre ela, mãos escorregando pra dentro da cintura do short, baixando ele pelos quadris. Ela ergueu só o suficiente pra ajudar, chutando pro lado, ficando nua e brilhando sob as luzes baixas. Tirei minha camisa, meu corpo colando no dela, pele com pele, o calor entre nós crescendo como uma tempestade. "Jax", ela ofegou, rolando de costas, olhos azuis escuros de tesão, cabelo loiro comprido caindo pela beira da mesa.

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Me posicionei entre as pernas abertas dela, a mesa de massagem rangendo sob nosso peso enquanto entrei nela devagar, saboreando o calor apertado e acolhedor que me envolveu centímetro por centímetro. Ela arqueou pra cima, o corpo esguio tremendo, pele clara corando rosa enquanto as unhas cravavam nos meus ombros. Cada estocada era deliberada no começo, funda e ritmada, combinando com o pulso que senti assistindo ela na pista. Os seios 34B dela quicavam suave com o movimento, mamilos duros, e ela me puxou mais perto, lábios nos meus num beijo faminto que tinha gosto de sal e desejo.

O quarto encheu com nossas respirações misturadas, os gemidos dela crescendo mais altos, mais urgentes, enquanto eu acelerava, metendo mais forte, sentindo o corpo dela apertar em volta de mim. "Sim, assim mesmo", ela ofegou na minha boca, pernas enrolando na minha cintura, calcanhares pressionando minhas costas. Era íntimo, cru — a confiança dela se abrindo pra mostrar essa necessidade vulnerável, a pose safada dando lugar à pura sensação. Eu olhava o rosto dela, aqueles olhos azuis piscando fechados depois abrindo pra travar nos meus, a conexão me puxando mais fundo. Suor untava nossos corpos, o atrito crescendo até ela explodir primeiro, o grito ecoando suave no quarto vazio, as paredes internas pulsando em ondas que me levaram junto.

Ficamos ali embolados um instante, respirações sincronizando no silêncio depois, a cabeça dela no meu peito, dedos loiros compridos traçando padrões preguiçosos na minha pele. A sala de recuperação parecia menor agora, íntima, o ar pesado com o cheiro de nós. Ela se apoiou num cotovelo, seios claros ainda corados, mamilos amolecidos mas sensíveis roçando meu braço. "Isso foi... não o que eu esperava de uma massagem", ela disse com uma risadinha suave, olhos azuis brilhando com a malícia voltando.

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Eu sorri, tirando uma mecha de cabelo loiro liso do rosto dela. "Você que começou, dando voltas no pelotão como se já me dominasse." Ela mordeu o lábio, se mexendo pra jogar a perna esguia sobre a minha, o calor do corpo dela uma tentação que ainda durava. Aí conversamos — sobre a pausa dela, a lesão que a tirou da pista, como o derby a chamava de volta como um amante que ela não largava. Vulnerabilidade piscou na voz dela, fazendo ela parecer menos a jammer intocável e mais real, ao alcance.

"É bom voltar", ela murmurou, a mão escorregando pelo próprio torso distraída, pela curva da cintura fina. Eu assisti, hipnotizado, enquanto ela se espreguiçava devagar na mesa, sem blusa e sem vergonha, short esquecido no chão. A ternura esticou o momento, uma pausa breve onde risada misturava com a dor de querer mais. Mas o olhar dela esquentou de novo, aquela faísca confiante reacendendo, prometendo que a noite não tinha acabado.

Ela me empurrou de costas na mesa com uma força surpreendente, o corpo esguio montando no meu num movimento fluido, como se tomasse a linha interna na pista. A pele clara brilhava na luz fraca, cabelo loiro liso e comprido caindo pra frente enquanto se posicionava em cima de mim, olhos azuis travados nos meus com intenção feroz. "Minha vez de liderar", ela sussurrou, me guiando pra dentro dela com um afundar lento e deliberado que nos fez gemer os dois.

A Primeira Tentação de Colo de Sophia
A Primeira Tentação de Colo de Sophia

Me cavalgando, ela ditou o ritmo — rebolando os quadris em voltas poderosas, seios 34B balançando a cada subida e descida, cintura fina girando de um jeito que me deixava louco. As mãos dela nos meus peitos, unhas mordendo o suficiente pra arder, enquanto acelerava, caçando o prazer com a mesma ousadia confiante que trazia pro piso de derby. Eu agarrei as coxas dela, sentindo o músculo magro flexionando sob minhas palmas, o calor molhado onde nos juntávamos me puxando mais fundo a cada estocada pra baixo.

"Tão bom", ela gemeu, cabeça caindo pra trás, expondo a coluna clara do pescoço, o corpo ondulando como ondas na pista. A mesa balançava embaixo de nós, rangidos pontuando os gemidos dela, e eu meti pra cima pra encontrar ela, igualando o fogo. Suor brotava na pele dela, escorrendo pelo corpo esguio, e quando ela se inclinou pra frente, nossas bocas colidiram num beijo bagunçado e desesperado. O clímax dela veio como uma quebra de jam — corpo tenso, tremendo em volta de mim em pulsos ritmados que ordenharam minha gozada, nos deixando os dois destruídos e sem fôlego, a testa dela na minha enquanto o mundo se assentava.

Desembolaram devagar, ela vestindo a regata e o short com um alongamento satisfeito, o tecido grudando nas curvas úmidas de suor. Eu pus a camisa, a realidade do ginásio vazio se instalando ao nosso redor como um segredo que a gente carregava. Ela se encostou na mesa, cabelo loiro comprido bagunçado, olhos azuis suaves mas cautelosos agora, aquela confiança safada amenizada pelo que dividimos.

"Você é encrenca, Jax Harlan", ela disse, sorrindo enquanto calçava os patins, mas tinha uma camada nova na voz — intimidade misturada com curiosidade. Saímos juntos, a pista silenciosa sob nossos passos, o ar da noite fresco na pele quente. Na porta, ela virou, perto o suficiente pra um último roçar de corpos. "Isso não acaba aqui, né?"

Eu hesitei, depois me inclinei, lábios perto da orelha dela. "Nem fudendo. Mas Sophia... aquele vídeo da queda da última temporada? Tá rodando na net. Todo mundo viu — você caindo feio." O corpo dela parou, olhos arregalando com um lampejo de dúvida, a vulnerabilidade que eu tinha visto antes rachando mais. Ela se afastou, procurando no meu rosto, a pose de jammer safada escorregando o suficiente pra dar uma pista da tempestade fervendo por baixo.

Perguntas frequentes

O que acontece na sala de recuperação?

A massagem de Jax em Sophia vira sexo intenso, com ele entrando nela devagar e depois ela cavalgando com ritmo de derby.

Sophia é confiante no sexo como na pista?

Sim, ela dita o ritmo montando nele, rebolando os quadris com a mesma ousadia que usa no roller derby.

A história tem final aberto?

Sim, termina com tensão após Jax mencionar o vídeo da queda dela, prometendo mais encontros quentes.

Visualizações1k
Curtidas1k
Compartilhar1k
Êxtase de Sophia nos Patins: Roxos e Gozo

Sophia Reynolds

Modelo

Outras histórias desta série

Tentação Roller Derby: Sexo Quente com Sophia Após Treino (58 caracteres)