Inferno no Apê da Putri Ayu

Vizinhos colidem em chamas de fome proibida.

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Putri Ayu: Enredos em Brasas em Sydney

EPISÓDIO 4

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A porta do apê da Putri Ayu se escancarou, e lá estava ela, a pele morena quentinha brilhando sob a luz suave do corredor, aqueles olhos castanhos profundos me puxando como uma corrente. Eu disse pra mim mesmo que era só uma checagem de vizinho depois de ouvir barulhos do lado, mas o jeito que as ondas longas castanho-escuras emolduravam o sorriso suave dela dizia o contrário. Um calor fervia entre a gente, prometendo um inferno que nenhum dos dois ia resistir.

Eu tinha ouvido o barulho do meu apê do lado—pratos quebrando, um xingamento abafado que parecia frustração em indonésio. Era final da tarde, o sol de Bondi entrando torto pelas minhas janelas como se quisesse botar fogo em tudo que tocava. Putri Ayu tinha se mudado há umas semanas, logo depois daquela faísca na cafeteria onde a gente se comeu com os olhos por cima de lattes quentes. Ela era a nova barista, toda delicadeza gostosa embrulhada num corpinho sexy miúdo que acelerava meu pulso toda vez que ela se inclinava no balcão.

Como vizinho, parecia natural bater na porta. "Tudo bem aí?", eu gritei pela porta, a voz firme apesar da curiosidade queimando no peito. Quando ela abriu, vestindo uma regata branca simples e shorts que grudavam na cintura fina dela, os olhos castanhos profundos encontraram os meus com um brilho quente e cúmplice. "Tom", ela disse baixinho, o sotaque enrolando no meu nome como fumaça. "Só um desastre na cozinha. Entra?"

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Inferno no Apê da Putri Ayu

Eu entrei no apê compartilhado dela, o ar grosso com cheiro de jasmim e algo apimentado de um curry derramado. Lina, a colega de quarto dela, tava fora—graças a deus, porque o jeito que as ondas longas e soltas dela roçavam os ombros enquanto me levava pra cozinha fazia o espaço parecer minúsculo. Panelas espalhadas no balcão, prova do caos que rolou. Ela riu leve, jogando uma mecha atrás da orelha. "Eu tava tentando cozinhar algo tradicional. Falhei de forma épica."

A delicadeza dela me desarmava, mas tinha fogo por baixo, o mesmo que eu senti na cafeteria. Eu arregacei as mangas, peguei uma esponja. "Deixa eu ajudar a limpar. Dever de vizinho." Nossas mãos se roçaram pegando o mesmo prato, e uma faísca elétrica subiu por mim. Ela não recuou. Em vez disso, o olhar dela demorou, os lábios carnudos se abrindo um pouco. A tensão enrolou forte, promessas não ditas pairando no vapor subindo da pia.

A risada da Putri virou algo mais rouco enquanto a limpeza virava brincadeira, cotovelos se batendo, corpos se aproximando na cozinha apertada. Ela se virou pra enxaguar uma tigela, a regata grudando úmida na pele morena quentinha, e eu não resisti olhando a curva do corpinho sexy miúdo dela. "Você é um salva-vidas, Tom", ela murmurou, os olhos castanhos profundos piscando pros meus por cima do ombro.

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Inferno no Apê da Putri Ayu

Eu me pus atrás dela, mãos nos quadris pra firmar enquanto ela esticava pro armário alto. O toque acendeu algo primal. Ela se encostou em mim, as ondas longas castanho-escuras fazendo cócegas no meu queixo. "Cuidado", eu sussurrei, o bafo mexendo nas mechas. O corpo dela respondeu, arqueando o suficiente pra se pressionar contra mim. Devagar, ela se virou no meu aperto, os dedos subindo pelos meus braços. A regata saiu num movimento fluido, jogada de lado como se nada fosse, revelando os seios 32B dela, perfeitamente moldados com mamilos já duros do ar fresco ou da expectativa—não importava qual.

Ela ficou ali de peito nu, só de shorts, com renda na borda e baixo na cintura fina. A expressão era sedutora, mistura de delicadeza e convite ousado. Eu segurei os seios dela, polegares rodando nos picos tensos, sentindo ela tremer no meu toque. "Putri", eu gemi, a voz rouca. Ela mordeu o lábio, olhos semicerrados, guiando minha boca pra baixo. O gosto da pele dela era salgado-doce, os gemidos suaves crescendo enquanto eu dedicava atenção ali. As mãos dela agarraram minha camisa, me puxando mais perto, o balcão da cozinha cravando nas minhas costas. A tensão pulsava entre a gente, o calor dela passando pelo tecido fino dos shorts, prometendo mais.

O ar na cozinha engrossou, carregado como o instante antes da tempestade estourar. As mãos da Putri tavam em tudo—puxando minha camisa, unhas roçando meu peito enquanto arrancava ela pela cabeça. Os shorts dela caíram no chão em seguida, embolados nos tornozelos, deixando ela nua exceto pelo rubor subindo na pele morena quentinha. Eu a levantei pro balcão, o granito frio contrastando com o calor dela enquanto ela abria as pernas, me puxando entre elas.

Inferno no Apê da Putri Ayu
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Nossas bocas colidiram, famintas e sem freio, línguas dançando num ritmo que espelhava a dor crescendo baixa na minha barriga. Ela não tava mais delicada naquele momento; os dedos cravavam nos meus ombros, me urgindo mais perto. Eu tirei a calça jeans, me libertando, e ela enrolou as pernas sexy miúdas na minha cintura, os olhos castanhos profundos travando nos meus com tesão cru. "Agora, Tom", ela soprou, a voz um comando sensual que mandou fogo pelas minhas veias.

Eu meti devagar nela no começo, saboreando o calor apertado e acolhedor que me engoliu centímetro por centímetro. Ela arfou, cabeça caindo pra trás, ondas longas e soltas derramando pela borda do balcão como seda escura. A cozinha ecoou com nossos sons—o deslize molhado de corpos se chocando, os gritinhos suaves dela misturando com meus gemidos. Eu agarrei os quadris dela, puxando ela mais fundo em mim, a loucura crescendo enquanto pratos chacoalhavam perto. As paredes dela apertavam em volta de mim, pulsando a cada estocada, os mamilos roçando meu peito numa fricção deliciosa.

Ela acompanhava cada movimento, rebolando contra mim, o corpinho miúdo me engolindo todo apesar do tamanho. Suor untava nossa pele, o moreno dela brilhando na luz do teto. Eu sentia ela subindo, respirações saindo em golfadas, olhos castanhos profundos se fechando enquanto o prazer tomava conta. "Mais forte", ela sussurrou, e eu obedeci, socando nela num ritmo que balançava o balcão. O gozo dela veio como uma onda, corpo arqueando do granito, músculos internos me sugando sem parar até eu ir atrás, gozando dentro dela com um rugido gutural. A gente se agarrou, ofegante, o inferno ainda pegando fogo.

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A gente escorregou do balcão num emaranhado de pernas e braços, risada borbulhando enquanto recuperava o fôlego. O corpo da Putri colado no meu, a forma de peito nu ainda corada, mamilos moles agora mas sensíveis pros meus dedos vadios. Ela traçava padrões preguiçosos no meu peito, as ondas longas castanho-escuras bagunçadas emoldurando o rosto como um halo noturno. "Isso foi... intenso", ela disse, a voz delicada com satisfação, olhos castanhos profundos brilhando com malícia.

Eu a puxei pra sala, onde o sol filtrava pelas cortinas finas, jogando padrões dourados na pele morena quentinha dela. Ela montou no meu colo no sofá, shorts esquecidos na cozinha, a cintura fina cabendo perfeito nas minhas mãos. A gente se beijou mais devagar agora, explorações ternas—lábios roçando pescoços, bafo se misturando. Os seios 32B dela balançavam suaves enquanto se mexia, e eu peguei um pico de novo, arrancando um suspiro satisfeito dela.

"Me conta da Lina", eu murmurei contra a pele dela, lembrando do curry derramado e da frustração de antes. Putri parou, a expressão virando algo vulnerável. "Minha colega de quarto. Ela tá sendo imprudente ultimamente—festas, caras, matando turnos na cafeteria. Eu confrontei ela hoje de manhã, mandei ela se tocar antes de botar fogo em tudo." Os dedos dela apertaram meus ombros, um lampejo de preocupação nos olhos sedutores. Mas aí ela sorriu, soltando aquele fogo interno. "Chega disso. Quero te amarrar agora." Ela pegou um lenço de seda ali perto, o brilho provocante prometendo mais controle.

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A dominação brincalhona da Putri tomou conta enquanto ela enrolava o lenço de seda nos meus pulsos, amarrando frouxo no braço do sofá—provocante o suficiente pra aguçar cada sensação, firme o bastante pra me fazer dela. O corpinho sexy miúdo dela pairava sobre mim, pele morena quentinha brilhando, olhos castanhos profundos queimando com controle. Ela se posicionou, me guiando pra dentro dela com uma lentidão deliberada que me fez gemer. "Minha vez", ela sussurrou, a voz um comando de veludo, ondas longas e soltas caindo pra frente enquanto começava a cavalgar.

O ritmo que ela ditou era uma perfeição torturante—reboladas lentas circundando os quadris, me levando fundo antes de subir quase saindo, só pra afundar de novo. Os seios 32B dela quicavam a cada movimento, mamilos picos tensos que eu me esticava pra alcançar mas não conseguia. Ela se inclinou pra frente, se apoiando no meu peito, o calor interno me apertando como um torno, escorregadio e insistente. Cada descida arrancava gemidos dos dois, a sala enchendo com o tapa de pele e os suspiros ofegantes dela.

Ela mandava total, acelerando quando queria, diminuindo pra nos deixar na beira, a natureza delicada virando poder sedutor. Eu metia pra cima pra encontrar ela, mas ela me prendia com as coxas, ditando o compasso. "Sente isso?", ela ronronou, apertando em volta de mim de propósito, olhos travados nos meus, vulnerabilidade dando lugar a êxtase ousado. Suor perlava na cintura fina dela, escorrendo enquanto o prazer crescia nela—corpo tenso, ondas de cabelo chicoteando enquanto cavalgava mais forte.

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O gozo dela explodiu como trovão, gritos ecoando enquanto se esfregava pra baixo, pulsando louca em volta de mim. A visão, o sentimento—me desfez. Eu me ergui apesar das amarras, esvaziando dentro dela com um rugido abafado no pescoço dela. Ela desabou em cima de mim, soltando o lenço com dedos trêmulos, nossos corpos entrelaçados no pós-gozo, corações batendo juntos.

A gente ficou ali no sofá, enrolados num cobertor, a cabeça da Putri no meu peito enquanto a respiração acalmava. As ondas longas castanho-escuras dela espalhadas por mim, a pele morena quentinha ainda soltando calor. Ela traçava círculos ociosos no meu braço, aquela sedução delicada voltando, agora com uma ousadia nova. "Eu também fui imprudente, sabe", ela confessou baixinho, erguendo os olhos castanhos profundos pros meus. "A Lina não é a única forçando limites. A cafeteria, agora isso... mas com você, parece certo."

Eu beijei a testa dela, puxando mais perto. O apê parecia transformado, carregado com nosso inferno compartilhado. Ela se sentou, vestindo um robe folgado que caía no corpinho sexy miúdo, amarrando com uma piscadela. "Fica pro jantar? Prometo não queimar dessa vez." A risada dela era leve, mas as palavras pesavam—ela tava encarando a própria imprudência evoluindo de frente, escolhendo desejo em vez de cautela.

Enquanto íamos pra cozinha, meu celular vibrou urgente. Jake da cafeteria: "Fofoca rolando solta sobre vocês dois. Encontra agora—antes de chegar na Putri." Meu estômago afundou. Putri olhou, sentindo a mudança. "Tudo bem?" O gancho da incerteza pendia entre a gente, o mundo de fora invadindo de volta.

Perguntas frequentes

O que acontece na cozinha com Putri Ayu?

Tom ajuda na limpeza e eles transam forte no balcão, com estocadas profundas e gozo intenso.

Como é a cena de amarração no sofá?

Putri amarra Tom e cavalga controlando tudo, levando a um clímax dominante e suado.

O que deixa a história mais quente?

A mistura de delicadeza indonésia, corpinho miúdo, pele morena e tesão proibido entre vizinhos.

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