Incêndio de Crise no Porto de Putri Ayu

Ondas de ciúme batem em rendição febril num ferry balançando

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Putri Ayu: Enredos em Brasas em Sydney

EPISÓDIO 5

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O ferry cortava o porto como uma faca, mas a verdadeira tempestade fervia entre a gente. Os olhos castanhos profundos de Putri Ayu travaram nos meus, ferozes de acusação, sua pele morena quente corada sob a brisa do mar. Eu tinha arrastado ela pra cá pra fugir do incêndio no apê, mas o ciúme pesava forte—boatos do ex dela, sussurros da Lina. Os lábios dela se abriram em raiva, mas aquela atração suave me puxava mais perto, prometendo que a maquiagem valeria a fúria. Eu agarrei o corrimão do ferry com mais força enquanto o vento salgado chicoteava ao nosso redor, as luzes do porto de Jakarta piscando como acusações distantes. Putri ficava a uns metros, suas ondas longas e soltas de cabelo castanho escuro dançando loucamente, emoldurando aquele rosto que eu não conseguia tirar da cabeça. Ela tava distante desde aquela noite no apê, seu calor suave trocado por algo mais afiado, e eu sabia por quê. As mensagens da Lina me deram a dica—algum ex filho da puta farejando de novo, ou pelo menos era o que o falatório dizia. Mas Putri? Ela era minha agora, ou pelo menos era o que meu instinto gritava. "Jake, você não pode me arrastar nessa viagem e fingir que nada aconteceu", ela disse, a voz cortando o ronco do motor, aqueles olhos castanhos profundos se estreitando. Ela cruzou os braços sobre o peito, o vestido de praia branco colando no corpinho sexy e miúdo dela, todos os 1,60m de fogo atraente. Sua pele morena quente brilhava no pôr do sol, mas a expressão era pura tempestade—lábios apertados, sobrancelhas franzidas. Eu me aproximei, o convés balançando embaixo da gente. "Nada aconteceu? Você se fechou depois daquela batida na porta. Quem era, Putri? Fala na lata." O ciúme me roía, quente e irracional....

Incêndio de Crise no Porto de Putri Ayu
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