As Chamas Rivais de Ha Vo Se Acendem

Nas profundezas sombrias de um speakeasy, ladrãs rivais se rendem à fome insaciável de um amuleto amaldiçoado

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Os Desejos Sombrios de Ha Vo nos Assaltos da Meia-Noite

EPISÓDIO 2

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O speakeasy pulsava com vida proibida sob as ruas da cidade, um labirinto escondido de sombras de veludo e segredos sussurrados. Luzes vermelhas fracas filtravam por lanternas de vidro fumê, lançando silhuetas alongadas pelas paredes de mogno polido enfeitadas com pôsteres desbotados de jazz. O ar pairava pesado com o cheiro de uísque envelhecido, charutos cubanos e o leve toque metálico de negócios ilícitos fechados em cantos escuros. Murmúrios baixos se misturavam ao lamento sensual do saxofone de um músico solitário num palco elevado, suas notas tecendo pela névoa como tentáculos de fumaça. Ha Vo escorregou pela entrada escondida, sua pele de porcelana brilhando etereamente sob o brilho suave. Aos 23 anos, a ladra vietnamita se movia com pose graciosa, seu longo cabelo preto liso caindo como um rio de meia-noite pelo corpo magro de 1,68m. Seu rosto oval, emoldurado por olhos castanhos escuros afiados como adagas de obsidiana, varria o salão com precisão calculada. Ela usava um vestido preto justo que abraçava seu corpo magro e seios médios, o tecido sussurrando contra a pele a cada passo elegante. Escondido numa bolsinha contra a coxa estava o amuleto — um pingente irregular de rubi dito conter poderes antigos, roubado do cofre de um colecionador particular só duas noites antes. Seu coração acelerava não de medo, mas de expectativa. Esse não era um receptador comum; Elena Voss era uma lenda no submundo, uma rival cujo nome evocava admiração e cautela. Ha Vo tinha ouvido as histórias: o olho infalível de Elena para artefatos amaldiçoados, sua beleza impiedosa que desarmava tão efetivamente quanto qualquer lâmina. Naquela noite, elas avaliariam o amuleto, mas Ha Vo sentia a corrente subterrânea de algo mais volátil — uma faísca de rivalidade que podia se acender em chamas. Ela avistou Elena numa cabine isolada, sua presença dominante...

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