A Intrusão Caseira Vizinha de Abigail

Bolhas da jacuzzi escondem toques proibidos enquanto vizinhos cruzam todas as linhas

A

A Carícia Curadora de Abigail Incendeia a Luxúria Quebecense

EPISÓDIO 3

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Não dava pra acreditar na minha sorte quando a Sophie me ligou aquela tarde. "Paul, minha amiga Abigail é a melhor massagista que você vai conhecer na vida", ela disse com aquela voz provocante. "Ela tem mãos mágicas, e tá vindo na sua casa só pra você. Vizinho solitário como você precisa de um carinho especial." Eu ri no começo, mas a ideia de uma gata jovem vindo pro meu apê, com óleo e tudo, mexeu com algo lá no fundo. Minha jacuzzi no quintal tava borbulhando gostoso sob o sol da tarde, vapor subindo como uma promessa de relax total. Eu tava solteiro há tempo demais, trampo me estressando, e isso parecia o universo me jogando um osso.

A campainha tocou, e lá tava ela — Abigail Ouellet, parada na varanda com sua maleta de massagem na mão. Com 20 anos, essa gata canadense baixinha tinha cabelo lilás trançado num rabo de peixe longo que balançava devagar nas costas, emoldurando o rosto oval com pele mel brilhando no sol. Os olhos castanhos-avermelhados dela brilhavam com uma mistura de bondade e hesitação, tipo ela super empática mas pisando em terreno desconhecido. Vestida num uniforme branco simples que grudava no corpinho de 1,68m e peitos médios, ela parecia profissional mas puta que pariu, irresistível. A Sophie tinha acenado goodbye do carro, gritando: "Cuida bem dele, Abi! Ele é inofensivo!" Abigail sorriu tímida, a empatia dela transparecendo enquanto se apresentava.

Eu a convidei pra entrar, o coração acelerando. A casa cheirava a cedro fresco da reforma recente, levando pro deck onde a jacuzzi esperava, cercada de cercas privativas e palmeiras em vaso balançando na brisa. "Montei um cantinho perto da jacuzzi", eu disse, tentando soar casual. "Achei que seria perfeito pra relaxar." Os olhos dela se arregalaram um pouco, mas aquela natureza boazinha dela entrou em ação — ela assentiu, concordando que parecia relaxante. Enquanto ela abria os óleos, eu via os movimentos suaves dela, o jeito que a trança roçava o ombro, acendendo uma faísca de expectativa. Mal sabia eu que meu roommate Luc tava pra chegar em breve, transformando essa visita simples numa parada bem mais intrigante. O ar zumbia com possibilidade, o vapor da banheira enrolando como segredos sussurrados.

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Abigail me seguiu pro deck, a mesa de massagem abrindo com facilidade treinada ao lado da jacuzzi. O sol descia, jogando um tom dourado em tudo, a água rodando macia com calor convidativo. Eu tirei a roupa ficando só de sunga, sentindo os olhos dela piscarem rápido antes de se ocupar com toalhas e óleos. "Deita, Paul", ela disse suave, a voz cheia daquela empatia quentinha. "Me diz onde dói." Eu me deitei de bruços, músculos tensos de semanas de trampo na mesa, e ela começou — as mãozinhas dela deslizando nas minhas costas, amassando fundo nos nós que eu nem sabia que tinha.

A Sophie tinha mandado zap antes: "A Abi é tímida mas doce. Joga ela na jacuzzi depois — ela precisa relaxar também." Eu ri por dentro, sentindo os dedos dela fazendo milagre. "Você é foda nisso", eu murmurei, a voz abafada na mesa. Ela riu leve, um som tipo sininhos. "Valeu. A Sophie insistiu pra eu vir. Disse que você é o 'vizinho solitário' dela que precisa de um up." O toque dela ficou mais ousado, polegares apertando meus ombros, mandando ondas de alívio — e algo mais elétrico — pelo meu corpo. Eu virei a cabeça, pegando a expressão concentrada dela, trança lilás balançando enquanto se inclinava.

Aí a porta de correr abriu. "Ei Paul, cheguei!" Luc gritou, meu roommate saindo com cervejas na mão. Alto, canadense-francês que nem eu, com um sorriso safado. Abigail se assustou, as mãos parando. "Oi", ela disse boazinha, sem perder o ritmo. "Sou Abigail, tô fazendo massagem pro Paul." Os olhos do Luc brilharam. "Legal! Posso entrar na vibe relax? A jacuzzi tá chamando." Eu assenti, sentindo a mudança. Abigail hesitou, mas a empatia dela venceu — "Claro, por que não? É um esquema top." A gente conversou enquanto ela terminava minhas costas, as perguntas dela sondando suave: "Há quanto tempo vocês moram aqui? A Sophie disse que vocês dois são solteiros." Luc entregou uma cerveja pra ela, que aceitou corando.

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A tensão cresceu quando eu virei de barriga pra cima, as mãos dela agora no meu peito, a centímetros da borda da água. Luc tirou a roupa ficando de sunga também, escorregando pra jacuzzi com um suspiro. "Abi, entra com a gente depois", ele insistiu brincando. Os olhos castanhos-avermelhados dela pularam entre a gente, bondade brigando com timidez. O ar ficou grosso, vapor misturando com desejo não dito. Meu pulso acelerou, vendo o uniforme dela grudando um pouco da umidade, marcando as curvas baixinhas. "Talvez só um pouquinho", ela murmurou, vulnerabilidade aparecendo. A Sophie tinha empurrado ela pra cá, mas agora dependia da gente pra puxar ela mais fundo.

Abigail terminou a massagem, as mãos demorando nas minhas coxas, mandando choques direto pro meu pau. "Pronto", ela sussurrou, mas eu peguei o olhar dela caindo pro volume na minha sunga. Luc chamou da banheira. "Vem pra cá, Abi. De uniforme e tudo — ou tira." Ela mordeu o lábio, olhos empáticos amolecendo de curiosidade. "Tá bom, só um mergulho rápido." Ela se levantou, tirando devagar o top do uniforme, revelando um sutiã preto simples grudando nos peitos médios, biquinhos aparecendo de leve no tecido. Minha respiração falhou enquanto ela escorregava a calça, ficando só de calcinha combinando que grudava nas quadris baixinhas.

Ela entrou na jacuzzi entre a gente, água batendo na pele mel. "Mmm, isso tá uma delícia", ela suspirou, trança mergulhando nas bolhas. Luc e eu trocamos olhares, nossas pernas roçando as dela embaixo d'água. Eu estiquei a mão, dedos traçando o braço dela. "Você tá tensa também", eu disse, voz baixa. A pele dela arrepiou no meu toque, calafrios subindo apesar do calor. Ela se encostou pra trás, olhos meio fechados, enquanto a mão do Luc achava o outro ombro dela, massageando suave. "A Sophie disse que vocês iam cuidar de mim", eu provoquei, chegando mais perto. A respiração dela acelerou, um gemidinho suave escapando.

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O vapor nos envolveu, o sutiã dela ficando transparente. Eu segurei o rosto dela, polegar roçando os lábios. "Relaxa, Abi." Ela assentiu, vulnerabilidade derretendo em desejo. Os dedos do Luc desceram, roçando o lado do peito dela. Ela arqueou um pouco, gemendo ofegante, "Ahh..." Minha mão deslizou pra cintura dela, puxando ela pro meu colo. Água espirrou enquanto ela sentava em mim de top less agora — sutiã jogado fora — os peitos perfeitos balançando livres, biquinhos duros. Luc se encostou atrás, mãos passeando nas costas dela. Ela arfou, rebolando instintivo, nossos paus duros pressionando ela pelo tecido fino.

O foreplay pegou fogo: minha boca no pescoço dela, chupando suave, os sussurros dela virando gemidos. "Paul... Luc..." As mãos do Luc seguraram os peitos dela, beliscando biquinhos, arrancando "Ahhs!" mais agudos. Ela rolou entre a gente, calcinha encharcada não só d'água. A tensão enrolou, a empatia dela dando lugar pra necessidade ousada, mãos explorando nossos peitos. A jacuzzi amplificava cada sensação, calor subindo insuportável.

O foreplay explodiu em necessidade crua. As mãos da Abigail tatearam nossas sungas, soltando meu pau primeiro — grosso e latejando — depois o do Luc, igual de ansioso. Ela enrolou os dedinhos nos dois, um em cada mão, socando firme enquanto água cascateava em volta. "Caralho, vocês dois são tão grandes", ela gemeu, olhos castanhos-avermelhados vidrados de tesão. Eu gemi fundo, quadris socando na mão dela. Luc me copiou, respiração rouca. O corpinho baixinha dela brilhava, trança lilás molhada pra trás, peitos arfando a cada punheta.

Ela se ajoelhou entre a gente no raso, água na cintura, alternando chupadas — lábios esticando na minha cabeça, língua rodando, depois no do Luc, sugando as bochechas. "Mmmph... sim..." ela ronronou, vibrações mandando prazer pra mim. Minha mão embaraçou na trança dela, guiando suave. Luc beliscou os biquinhos dela, fazendo ela choramingar no meu pau. Ela socou mais rápido, girando os punhos, polegares zuando embaixo. A pressão subiu sem parar, a empatia dela esquecida na fome feral.

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"Goza pra mim", ela implorou ofegante, dobrando o esforço. Eu senti vir — jatos quentes explodindo no peito dela, pintando os peitos médios de branco. Luc veio segundos depois, cordas caindo no rosto e língua dela. Ela nos espremeu até o fim, gemendo "Ahh... nossa senhora..." enquanto a porra escorria pela pele mel pra água. O corpo dela tremeu, tesão dela explodindo só com o ato — orgasmo rolando sem toque, coxas apertando, um "Yesss!" agudo escapando.

A gente ofegou, vendo ela lamber os lábios limpos, olhos selvagens. Ela nos soltou devagar, mãos escorregadias, encostando na borda da banheira. A jacuzzi borbulhava em volta da prova, vapor subindo mais grosso. "Isso foi... intenso", eu disse rouco, puxando ela pra perto. Luc assentiu, alisando a coxa dela. A vulnerabilidade dela brilhou no rubor pós-gozo, mas ousadia ficou — ela tinha orquestrado nossa descarga com comando surpreendente. Sensações ficaram: gosto salgado na pele dela, calor pulsando nas veias, gemidos suaves ecoando nos meus ouvidos.

Posição mudou enquanto ela se levantou, corpo melado de porra arqueando sob nossos olhares. Eu a beijei fundo, provando meu próprio gosto, enquanto Luc lambia os peitos dela, limpando com a língua. Ela arfou na minha boca, "Mais... por favor..." Mãos passearam de novo, dedos mergulhando na calcinha dela, achando ela encharcada. Mas ela nos empurrou brincando, saboreando o controle. O anoitecer aprofundou, privacidade garantida, mas emoção da exposição turbinava cada toque. O corpinho baixinha dela tremia, pronto pra escalada, empatia misturando com desejo sem freio.

A gente flutuou no pós-gozo, Abigail aninhada entre Luc e eu, cabeça no meu ombro, trança boiando na água. Os jatos massageavam nossos corpos exaustos, crepúsculo pintando o céu roxo. "Isso foi incrível", eu sussurrei, beijando a têmpora dela. Ela sorriu suave, olhos castanhos-avermelhados vulneráveis de novo. "Eu nunca... com dois caras antes. A Sophie ia me matar — ou dar high-five." Luc riu, braço na cintura dela. "Você é foda, Abi. Tão boazinha, mas selvagem."

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A gente conversou íntimo — a vida dela como massagista, pressão do trampo, amizade empurrona da Sophie. "Ela disse que vocês precisavam disso", Abigail confessou, dedos traçando meu peito. "Mas eu também precisava." Ternura floresceu; eu a segurei perto, sentindo o coração dela sincronizar com o meu. Luc contou nossas noites solitárias, fazendo ela rir. Conexão emocional aprofundou, empatia dela nos puxando. "Fica mais?" eu perguntei. Ela assentiu, "Só um pouquinho."

O celular dela vibrou no deck — ignorado por enquanto. A gente curtiu o momento, mãos dadas, vapor nos embrulhando como casulo. Vulnerabilidade explodiu nos sussurros dela: "Isso parece certo, mas dá medo." A gente acalmou ela, plantando beijos suaves, construindo confiança pro que viria depois.

Encorajada, Abigail se mexeu, ficando de pé na banheira, água escorrendo pelo corpo melado de porra. "Me olha", ela ronronou, vulnerabilidade virando confiança. Ela enfiou os polegares na calcinha, deslizando devagar, revelando a buceta lisinha e raspada — lábios inchados, brilhando de tesão. Subindo na borda larga, ela abriu as pernas bem, pés firmes, de frente pra gente. O corpinho baixinha arqueou, dedos descendo pela pele mel, circulando biquinhos duros antes de descer.

Uma mão abriu os lábios, expondo a rosadinha molhada; a outra esfregou o clitóris em círculos lentos. "Mmm... ahh..." ela gemeu, olhos castanhos-avermelhados grudados nos nossos. Quadris rebolaram instintivo, peitos balançando suave. Eu me punhetei de volta pro duro, hipnotizado. Luc fez o mesmo, gemidos misturando com os dela. Ela enfiou dois dedos dentro, socando raso, polegar no clit — "Ahh! Sim..." — sucos melando a mão, pingando na banheira.

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A subida intensificou: dedos mergulhando mais fundo, palma moendo o clit, mão livre beliscando biquinho. A trança balançou enquanto a cabeça caiu pra trás, gemidos subindo — "Nossa senhora... Paul... Luc... eu vou... ahhh!" Orgasmo explodiu, coxas tremendo, buceta apertando visível nos dedos, esguicho voando pra água. Ela gritou agudo, corpo convulsionando, ondas de prazer rolando no centro dela. A gente assistiu, vidrado, empatia dela esquecida no êxtase solo.

Ela não parou, caçando aftershocks — dedos mais lentos agora, abrindo os lábios bem, mostrando a entrada pulsando pra gente. "Sua vez de provar depois", ela arfou ofegante. Sensações dominaram: sons molhados mínimos, só schlicks úmidos sob gemidos; calor da banheira turbinando o fogo interno; pico emocional da ousadia dela. Posição mudou — ela se deitou na borda do deck, pernas abertas na borda da banheira, se punhetando furioso de novo. Dedos borrados, subindo pro segundo pico. "Goza comigo!" ela mandou. A gente obedeceu, jorrando nas coxas dela enquanto ela quebrava de novo — "Yesss! Fodeee!" — corpo arqueando pra fora da madeira.

Ofegante, ela chamou a gente mais perto pós-gozo, buceta piscando convidativa. O ar da noite esfriou a pele febril dela, estrelas surgindo em cima. Essa massagista baixinha tinha invadido não só minha casa, mas meus desejos, nos deixando loucos por penetração. O conflito interno dela piscou — culpa pela profissão — mas prazer mandava, prometendo mais.

A gente a enrolou em toalhas, secando suave, corpos entrelaçados nas espreguiçadeiras. Abigail brilhava, saciada mas terna. "Isso foi além de tudo", eu murmurei, alisando a trança dela. Ela se aninhou mais, "Eu também. Mas a Sophie... e o trampo..." Luc pegou roupões, laços emocionais se solidificando. Risadas ecoaram suaves, conexão profunda.

O celular dela acendeu — Dr. Roux ligando. Ela atendeu hesitante. "Abigail? Onde você tá? Eu sinto cheiro de óleo de massagem no seu uniforme quando voltar — reunião privada amanhã. Agora." Clique. Os olhos dela se arregalaram, cheiro de óleo grudado mesmo. Pânico misturou com emoção. "E agora?" ela sussurrou. Eu a beijei, "Nosso segredo." Mas a suspeita do Dr. Roux pairava, gancho pra encrenca pela frente.

Perguntas frequentes

O que rola na jacuzzi com Abigail?

Massagem vira foreplay quente, boquetes duplos e gozadas no peito e rosto dela, tudo em bolhas e vapor.

Abigail goza sozinha na história?

Sim, ela se punheta forte na borda, esguichando na água enquanto os caras gozam nas coxas dela.

Tem risco de encrenca no final?

Sim, o Dr. Roux liga cheirando óleo no uniforme dela, criando gancho pra mais putaria proibida.

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A Carícia Curadora de Abigail Incendeia a Luxúria Quebecense

Abigail Ouellet

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