A Primeira Consulta de Zara com o Cliente Acende Faíscas

No brilho sombreado do horizonte da cidade, o toque provocante de uma advogada incendeia fogo proibido.

A

As Provocações de Zara Acendem o Tesão Jurídico

EPISÓDIO 1

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No momento em que Zara Chen se inclinou sobre a mesa, os olhos escuros dela travando nos meus com aquela faísca brincalhona, eu soube que essa consulta de divórcio estava indo pra um território perigoso. A blusa de seda dela grudava o suficiente pra dar uma pista das curvas por baixo, e enquanto o skyline de Chicago piscava atrás dela, o ar ficou grosso de promessas não ditas. O que começou como conselho jurídico virou algo cru, elétrico — uma faísca que ia nos consumir depois do horário.

Eu entrei no escritório de advocacia bem quando o sol mergulhava abaixo do skyline irregular de Chicago, lançando sombras longas pelos pisos de mármore. O lugar era uma cidade fantasma depois do horário, toda mesa vazia exceto a dela — Zara Chen, a estrela em ascensão associada que eles designaram pro meu divórcio bagunçado. Ela se levantou de trás da mesa com uma graça que acelerou meu pulso um grau, a saia lápis preta abraçando quadris que balançavam o suficiente pra chamar o olhar. 'Sr. Hale', ela disse, a voz suave como uísque envelhecido, estendendo uma mão quente e firme. 'Me chama de Marcus. E por favor, foi um dia dos infernos.'

A gente se acomodou nas poltronas de couro perto das janelas do chão ao teto, as luzes da cidade piscando pra vida como estrelas distantes. Papéis espalhados entre nós — contratos pré-nupciais rasgados, bens embolados em nós rancorosos. Minha ex tinha arranhado por tudo, me deixando cru e furioso. Zara escutou, os olhos amendoados escuros fixos em mim com uma intensidade que parecia menos simpatia profissional e mais como se ela estivesse descascando minhas camadas. 'Respira, Marcus', ela murmurou, os lábios carnudos curvando num sorriso provocante. 'Eu vi pior. A gente vai foder o acordo dela se for preciso.'

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Tinha algo desarmador na brincadeira dela no meio dos detalhes sombrios. Ela se inclinou pra frente, batendo uma caneta nos lábios macios, e eu peguei o cheiro fraco de jasmim saindo da pele dela. 'Você tá aguentando melhor que a maioria', ela acrescentou, o olhar demorando um segundo a mais no meu queixo travado. 'Mas uma tensão dessa... precisa de alívio.' As palavras dela ficaram no ar, inocentes na superfície, mas cheias de uma faísca que fez o quarto parecer menor, mais quente. Eu ri, esfregando a nuca, surpreso como o toque leve dela — figurativo por enquanto — aliviava o nó no meu peito. Mal eu sabia que ela tava só começando.

A consulta se esticou, o relógio passando das nove, mas nenhum de nós fez menção de encerrar. Zara serviu uísque pra gente de um decantador de cristal no canto, os movimentos fluidos, deliberados. 'A novos começos', ela brindou, tilintando o copo no meu. O líquido âmbar queimou gostoso pela garganta, espelhando o calor crescendo entre nós. Ela se empoleirou na beirada da mesa agora, perto o suficiente pra eu ver a subida e descida sutil do peito dela, o jeito que a blusa esticava contra os peitos cheios.

'Me conta algo real, Marcus', ela disse baixinho, a ponta provocante amolecendo em curiosidade genuína. 'Qual a única coisa que ela levou que doeu mais?' Eu hesitei, depois confessei a traição que ardia mais fundo — não o dinheiro, mas a confiança. A expressão dela mudou, empatia piscando naqueles olhos escuros, e antes que eu percebesse, a mão dela tava no meu joelho, um toque leve pra confortar. Mas demorou, os dedos traçando círculos preguiçosos que mandaram eletricidade subindo pela minha coxa.

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Eu peguei o pulso dela com gentileza, mas ela não recuou. Em vez disso, arqueou a sobrancelha, aquele sorriso brincalhão voltando. 'Demais?', ela sussurrou. O calor subiu pelas bochechas douradas dela enquanto desabotoava a blusa com lentidão deliberada, deixando ela escorregar dos ombros e se amontoar nos cotovelos. Os peitos dela saltaram livres, perfeitos e pesados, mamilos já endurecendo no ar fresco do escritório. Eram de tirar o fôlego — redondos, com picos escuros implorando atenção. Ela segurou meu olhar, ousada e sem vergonha, o sutiã de renda preta descartado em algum lugar no chão. Não, espera — ela ficou de peito nu direto, a saia ainda abraçando os quadris, uma tira fina de renda aparecendo acima da cintura.

Minha respiração falhou, desejo rugindo pra vida. 'Zara...', eu murmurei, mas ela se inclinou, os peitos nus roçando meu braço, macios e quentes. O contato foi elétrico, a pele dela como seda contra a minha. Ela tinha gosto de uísque e pecado quando nossos lábios finalmente se encontraram, um beijo lento, exploratório que aprofundou enquanto as mãos dela passeavam pelo meu peito.

Nosso beijo acendeu algo primal, o corpo dela de peito nu pressionando contra mim enquanto eu me levantei, varrendo os papéis pro lado pra levantá-la completamente na mesa. Zara ofegou na minha boca, as pernas se abrindo instintivamente, a saia lápis subindo pra revelar aquelas calcinhas de renda preta encharcadas de expectativa. Eu puxei elas pro lado, meus dedos achando o calor molhado dela, e ela gemeu, arqueando as costas nos cotovelos, peitos balançando com o movimento. 'Marcus... sim', ela soprou, a provocação brincalhona dando lugar a uma necessidade crua.

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Eu tirei a camisa, calças seguindo num monte frenético, meu pau latejando duro enquanto me posicionava entre as coxas dela. Ela tava exquisita assim — aberta na mesa de mogno polida, luzes da cidade pintando riscos dourados pelas curvas dela. Guiando pra entrada dela, eu empurrei devagar, saboreando o aperto apertado e molhado que me envolveu centímetro por centímetro. A cabeça de Zara caiu pra trás, um grito rouco escapando dos lábios enquanto eu a enchia completamente, as paredes dela apertando meu pau como fogo de veludo.

Eu comecei a meter, firme no começo, cada estocada profunda arrancando gemidos dela que ecoavam pelas paredes de vidro. Os peitos dela balançavam hipnoticamente com nosso ritmo, mamilos duros e implorando. Eu me inclinei, capturando um na boca, chupando forte enquanto meus quadris batiam pra frente. Ela se debateu contra mim, unhas cravando nos meus ombros, o corpo dela caçando a onda crescendo. 'Mais forte', ela exigiu, voz rouca, olhos travados nos meus com intensidade feroz. Eu atendi, socando nela sem freio, a mesa rangendo debaixo de nós.

Suor untava nossa pele, o cheiro de sexo misturando com o perfume de jasmim dela. As respirações de Zara vinham em arfadas irregulares, as coxas tremendo enquanto ela se aproximava da beira. Eu sentia também — a mola apertando baixo na barriga. Quando ela explodiu, gritando meu nome, a buceta dela pulsando loucamente ao meu redor, me arrastou junto. Eu me enterrei fundo, gozando quente dentro dela, nossos corpos travados em liberação tremendo. A gente se agarrou ali, ofegando, o mundo lá fora esquecido nos tremores daquela união proibida.

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A gente ficou entrelaçados na mesa por o que pareceu horas, embora fossem minutos, nossas respirações sincronizando enquanto a névoa do clímax desbotava em quietude terna. Zara traçava padrões preguiçosos no meu peito com a ponta do dedo, os peitos nus subindo e descendo suavemente contra mim. A saia tava amassada na cintura dela, calcinhas ainda tortas, mas ela não fez menção de arrumar. 'Isso foi... inesperado', ela murmurou, um tom vulnerável na voz por baixo da brincadeira.

Eu afastei uma mecha de cabelo preto de corvo do rosto dela, enfiando atrás da orelha. 'Arrependimentos?' Ela balançou a cabeça, olhos escuros brilhando. 'Não. Só... intenso. Você não é como outros clientes, Marcus. A maioria desmorona no estresse. Você luta.' A honestidade dela rachou algo em mim, e eu a puxei mais perto, beijando o topo da cabeça. A gente conversou então — de verdade — sobre os divórcios que nos marcaram, o dela um rolo da faculdade que azedou, o meu uma década de veneno lento.

Risada borbulhou inesperada quando ela confessou o estoque secreto de porcaria na geladeira do escritório. 'Comer besteira no estresse é meu vício', ela admitiu, mamilos ainda empinados do nosso fervor anterior, corpo brilhando com o suor pós-orgasmo. Eu dei um gole de uísque do meu copo pra ela, assistindo a garganta dela trabalhar, o ato simples íntimo. A mão dela desceu, me envolvendo gentilmente, mexendo vida fraca de volta na carne gasta. Mas a gente demorou naquela maciez, vulnerabilidade nos tecendo mais apertado que o sexo.

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Aquela ternura virou fome quando Zara escorregou da mesa, virando de costas pra mim com um olhar safado por cima do ombro. 'Ainda não acabou', ela ronronou, fogo brincalhão reacendido enquanto apoiava as mãos na mesa, arqueando as costas pra se oferecer. A saia sumiu agora, chutada pro lado, deixando ela só nas calcinhas de renda, que eu arranquei pelas coxas. A bunda dela era uma obra-prima — redonda, firme, curvas douradas implorando meu toque.

Eu me posicionei atrás, agarrando os quadris dela, pau endurecendo total com a visão. Ela rebolou provocante, e eu gemi, escorregando pra casa num empurrão suave. Zara gritou, empurrando pra trás pra me encontrar, a buceta dela ainda molhada de antes, me apertando como um torno. A posição deixava eu ir mais fundo, cada tapa de pele na pele ecoando pelo escritório vazio. Eu passei a mão por cima, dedos achando o clitóris inchado dela, esfregando em círculos firmes que fizeram os joelhos dela fraquejarem.

'Porra, Marcus... aí mesmo', ela arfou, o cabelo longo balançando enquanto ela se jogava contra mim. Eu enrosquei a mão naquelas mechas pretas, puxando o suficiente pra arquear ela mais, socando sem parar. Os peitos dela balançavam livres, com cada estocada forte, e eu saboreava a visão — o jeito que o corpo dela cedia, tremia sob meu controle. Suor escorria pela espinha dela, os gemidos subindo pra súplicas desesperadas.

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Ela gozou primeiro dessa vez, explodindo com um gemido agudo, paredes tremendo loucamente no meu pau. A sensação me sugou seco, meu gozo explodindo por mim enquanto meti fundo uma última vez, enchendo ela de novo. A gente desabou pra frente, o corpo dela mole e saciado contra a mesa, meus braços envolvendo a cintura dela. Naquele momento, gasto e conectado, eu me perguntei como diabos ia conseguir me afastar dessa mulher.

A realidade voltou devagar enquanto a gente se vestia no brilho fraco do escritório, botões fechando com dedos relutantes. Zara alisou a saia, blusa abraçando as curvas de novo, mas o rubor nas bochechas traía nosso segredo. Ela se virou pra mim, aquele sorriso provocante mais suave agora, misturado com algo mais fundo — afeto, talvez conflito. 'Isso fica entre nós', ela disse, embora os olhos dela dissessem o contrário.

Eu assenti, puxando ela pra um último beijo, lento e demorado. 'Até a próxima.' Enquanto ia pro elevador, celular na mão, mandei uma mensagem: 'Preciso de outra reunião. Amanhã?' A resposta dela vibrou na hora — emojis hesitantes, depois nada. De volta na mesa dela, eu imaginei ela apertando aquele colar de ouro delicado na garganta, dedos torcendo a corrente enquanto o tesão brigava com a culpa. As portas se fecharam, mas eu sabia que essa faísca tinha acendido um fogo que nenhum de nós ia apagar.

Perguntas frequentes

O que acontece na consulta de Zara com Marcus?

Zara provoca Marcus até tirar a blusa, chupar os peitos dele e foderem na mesa do escritório com tesão louco.

Tem sexo anal ou só vaginal na história?

Só vaginal intenso, duas rodadas: na mesa de frente e de quatro, com gozo dentro dela.

A história tem final feliz ou continua?

Termina com eles marcando outra reunião, o fogo do tesão ainda queimando apesar da culpa.

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Zara Chen

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