A Dança de Depoimento de Zara com o Rival

No calor da batalha legal, faíscas proibidas se acendem em chama devoradora.

A

As Provocações de Zara Acendem o Tesão Jurídico

EPISÓDIO 2

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Do outro lado da mesa de mogno polido da suíte de conferências do hotel de luxo, os olhos escuros de Zara Chen travaram nos meus, um desafio brincalhão brilhando em suas profundezas. Seu terninho sob medida abraçava suas curvas como uma segunda pele, e aquele sorrisinho sutil prometia que o depoimento era só preliminar pra algo bem mais perigoso. Eu sentia o puxão, inegável, enquanto nossas palavras afiavam em flerte no meio da tempestade adversarial.

O ar na suíte de conferências do hotel de luxo zumbia com tensão, do tipo que crepita como estática antes de uma tempestade. Lustres de cristal lançavam um brilho suave sobre a longa mesa de mogno onde os depoimentos se desenrolavam como partidas de xadrez, cada palavra um movimento calculado. Elena, minha cliente de língua afiada, estava sentada ereta como uma tábua, os olhos estreitados pra Zara Chen, a advogada adversária cuja fama de desmontar defesas a precedia como um sussurro nos círculos jurídicos.

Eu me recostei na minha cadeira de couro, ajustando a gravata enquanto Zara lançava sua linha de perguntas. A voz dela era veludo sobre aço, suave mas implacável, arrancando as respostas de Elena com uma precisão que beirava a arte. "Sra. Vasquez, não é verdade que suas comunicações com meu cliente foram bem mais colaborativas do que adversariais?", Zara perguntou, os lábios carnudos se curvando só o suficiente pra insinuar diversão.

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Elena se eriçou, retrucando com detalhes de ofensas percebidas, mas minha atenção derivava inevitavelmente pra Zara. Ela se empoleirava na beira da cadeira, a saia lápis preta sob medida subindo um pouquinho pra revelar um vislumbre de meias transparentes, a blusa de seda branca esticando contra o volume generoso dos seios dela a cada gesto enfático. Nossos olhos se encontraram do outro lado da mesa, e em vez do olhar rancoroso de rivalidade esperado, havia uma faísca — um brilho provocante que acelerou meu pulso.

"Objeção, Meritíssimo — relevância", eu intervim, mais pra atrair o olhar dela do que qualquer coisa, minha voz baixa e deliberada. Zara virou aqueles olhos castanhos amendoados pra mim, o cabelo preto longo caindo como uma cortina de seda sobre um ombro. "Rejeitada no espírito, Sr. Keller", ela respondeu, o tom carregado de formalidade fingida, mas o sorriso dela dizia algo totalmente diferente. Ele perdurou, prometendo rodadas além dessa mesa. Enquanto a sessão se arrastava, nossa troca de farpas afiava, salpicada de duplos sentidos que Elena, por sorte, não pegava, focada demais nas queixas dela. Quando a taquígrafa anunciou o intervalo, o quarto parecia carregado, e o olhar de despedida de Zara pra mim era um convite embrulhado em desafio.

O depoimento terminou com Elena saindo pisando duro, resmungando sobre recursos, mas Zara demorou, arrumando a maleta com uma lentidão deliberada. "Sr. Keller", ela disse, a voz agora um murmúrio rouco agora que estávamos sozinhos, "quer me acompanhar na suíte ao lado pra uma estratégia off-the-record? A gente pode encontrar um terreno comum, no final das contas." Os olhos dela dançavam com aquela travessura brincalhona, e eu não resisti ao puxão.

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A porta da suíte clicou ao se fechar atrás de nós, nos selando num mundo de carpetes fofos, janelas do chão ao teto com vista pro skyline da cidade, e uma cama king-size dominando um canto — bem mais íntima do que qualquer sala de conferência merecia. Zara se virou pra mim, os dedos brincando com o botão de cima da blusa. "Você ficou me encarando a tarde toda, Trent. Admite." Eu me aproximei, o cheiro do perfume de jasmim dela me envolvendo como uma droga. "Culpado na acusação. Mas pode me culpar?"

Ela riu, um som baixo e gutural que mandou calor correndo pelas minhas veias, e tirou o blazer, deixando ele cair no chão. As mãos dela foram pra blusa, desfazendo os botões um por um, revelando o sutiã de renda preta por baixo que embalava os seios fartos 34D dela como mãos de amante. A seda se abriu, e ela tirou a blusa dos ombros, jogando pro lado. De seios à mostra agora, só de saia e meias, a pele dourada dela brilhava na luz suave, mamilos já endurecendo em picos apertados contra o ar fresco. Eu a alcancei, as palmas subindo pelos lados dela pra abarcar aqueles montes perfeitos, polegares roçando as pontas sensíveis. Ela arfou, arqueando pro meu toque, os olhos castanhos semicerrados de desejo.

"Caralho, Zara, você é exquisita", eu murmurei, abaixando a cabeça pra traçar os lábios pela curva do pescoço dela, provando o sal da pele. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, me urgindo pra baixo enquanto ela pressionava os seios contra meu peito, o atrito arrancando um gemido suave dos lábios dela. A gente se beijou então, faminto e fundo, línguas dançando num ritmo que ecoava o flerte da mesa. Minhas mãos passearam pelas costas dela, descendo pra apertar a bunda pela saia, puxando ela colada contra a dureza crescente na minha calça. Ela se esfregou em mim provocante, a respiração falhando. "Sessão de estratégia ficou interessante", ela sussurrou, mordiscando meu lóbulo, a natureza brincalhona florescendo em sedução ousada.

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Eu empurrei Zara rumo à cama enorme, nossas bocas sem se soltar, as mãos dela tateando meu cinto enquanto a urgência nos tomava. Ela abriu minha camisa, unhas arranhando meu peito, deixando trilhas de fogo. "Eu te quero agora, Trent", ela soprou, a voz crua de tesão, aquele tom provocante dando lugar a fome pura. A gente caiu na cama de lençóis de seda, a saia dela subindo até a cintura, calcinha jogada fora na loucura.

Ela se deitou de costas, pernas se abrindo convidativas, a pele dourada corada de excitação, cachos escuros brilhando entre as coxas. Eu me posicionei acima dela, saboreando como os seios dela subiam e desciam a cada respiração ofegante, mamilos implorando atenção. Na entrada dela, eu provoquei as dobras molhadas com a cabeça do meu pau, arrancando um gemidinho dos lábios dela. "Não me faz esperar", ela exigiu, quadris subindo pra me encontrar. Eu entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor de veludo dela me envolver, apertada e acolhedora. As paredes dela se contraíram ao meu redor, me puxando mais fundo, e a gente gemeu com a perfeição daquilo.

Nosso ritmo cresceu como um crescendo, meus quadris batendo nos dela com força constante, a cama rangendo debaixo de nós. As pernas de Zara se enrolaram na minha cintura, saltos cravando nas minhas costas, me pedindo mais forte. Eu capturei um mamilo entre os lábios, chupando firme enquanto mergulhava mais fundo, os gemidos dela enchendo o quarto — música doce e sem freios. "Sim, aí mesmo", ela arfou, os dedos agarrando meus ombros, unhas mordendo a carne. Os sons molhados da nossa foda se misturavam aos gritos dela, o corpo dela arqueando da cama enquanto o prazer se enrolava apertado dentro dela.

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Eu senti ela apertando, tremendo ao meu redor, e mudei o ângulo pra acertar aquele ponto que fez os olhos dela revirarem. "Goza pra mim, Zara", eu rosnei, meu próprio gozo se acumulando como uma onda gigante. Ela explodiu então, um grito agudo escapando enquanto ondas de êxtase rolavam por ela, me ordenhando sem piedade. Eu gozei segundos depois, me enterrando fundo com um rugido gutural, jorrando dentro dela em pulsos quentes. A gente se agarrou, suados e tremendo, os tremores pós-gozo pulsando entre nós. A faísca brincalhona dela tinha se acendido em algo feroz, e enquanto eu beijava a testa úmida dela, eu sabia que isso era só o começo.

A gente ficou embolado nos lençóis, respirações desacelerando num ritmo satisfeito, a cabeça de Zara no meu peito. O cabelo preto longo dela se espalhava pela minha pele como tinta, e eu traçava padrões preguiçosos nas costas nuas dela, sentindo a maciez das curvas. As luzes da cidade piscavam além das janelas, um fundo distante pra essa intimidade inesperada. "Isso foi... intenso", ela murmurou, erguendo a cabeça pra me encarar, os olhos castanhos suaves agora, vulneráveis por baixo da brincadeira.

Eu ri, pressionando um beijo na têmpora dela. "Você que começou, conselheira. Aquela troca de farpas lá? Provocação pura." Ela sorriu, se apoiando num cotovelo, os seios fartos balançando devagar, mamilos ainda rosados da nossa paixão. De seios à mostra e gloriosa, ela se sentou frouxamente na minha cintura, a saia há muito jogada fora, deixando só aquelas meias transparentes grudadas nas coxas. As mãos dela passearam pelo meu peito, unhas roçando leve, reacendendo faíscas fracas. "Talvez eu goste de te provocar, Trent. Você não é como esses engravatados com quem eu costumo brigar."

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Havia uma ternura no toque dela agora, dedos demorando como se memorizasse eu. Eu abarquei os seios dela de novo, polegares circulando os picos duros, arrancando um arrepio. "E você tá cheia de surpresas, Zara. Implacável no tribunal, selvagem aqui." Ela se inclinou, lábios roçando os meus num beijo lento e exploratório, línguas se enroscando preguiçosas. O corpo dela pressionado contra o meu, quente e maleável, o atrito da pele nua reacendendo calor fresco. Mas a gente saboreou o momento, conversando em sussurros — sobre casos ganhos e perdidos, o tesão da dança adversarial, a risada dela borbulhando como champanhe.

Ela rolou pro lado, me puxando junto, nossas pernas se entrelaçando. "Isso muda as coisas", ela admitiu baixinho, um lampejo de conflito nos olhos. Eu calei as dúvidas dela com outro beijo, mais fundo dessa vez, mãos escorregando pra baixo pra apertar a bunda dela. O ar zumbia com possibilidade, a essência brincalhona dela se misturando com uma abertura nova, nos puxando inexoravelmente pra mais.

O desejo reacendeu rápido, a natureza provocante de Zara ressurgindo enquanto ela me empurrava de costas, olhos brilhando com intenção safada. "Minha vez de mandar", ela ronronou, mas eu virei a gente com um rosnado, manobrando ela de quatro. Ela olhou pra trás por cima do ombro, cabelo longo balançando, lábios entreabertos em expectativa. "Me pega assim, Trent. Forte." As palavras dela foram combustível, e eu agarrei os quadris dela, admirando a curva da bunda, pele dourada brilhando sob a luz do abajur.

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Eu entrei nela por trás num impulso suave, a umidade dela me acolhendo em casa, mais apertada nesse ângulo. Zara gritou, empurrando pra trás pra me encontrar, os seios balançando a cada batida. O quarto ecoava com o tapa de carne, os gemidos dela crescendo mais altos, mais desesperados. "Mais fundo — sim, porra, assim mesmo", ela arfou, o controle brincalhão dela se estilhaçando em necessidade crua. Eu passei a mão por cima, dedos achando o clitóris dela, circulando firme enquanto eu metia nela, o ritmo implacável.

O corpo dela tremeu, músculos internos se apertando como um torno, me puxando impossivelmente mais fundo. Eu enrosquei a mão no cabelo dela, puxando só o bastante pra arquear as costas, expondo a linha elegante do pescoço. Suor perlava na pele dela, escorrendo pela espinha, e eu me inclinei pra frente pra morder o ombro, provando a essência dela. "Você é minha agora", eu disse rouco, a possessividade me surpreendendo até. A resposta de Zara foi uma risada gutural virando grito enquanto o clímax dela bateu, violento e estremecendo, a buceta dela convulsionando no meu pau.

Eu não segurei, metendo pelas ondas dela até meu gozo me atropelar, enchendo ela de novo com jatos quentes. A gente desabou pra frente, eu jogado nas costas dela, os dois ofegantes, corações trovejando em uníssono. Enquanto a névoa clareava, a mão dela achou a minha, apertando — um reconhecimento silencioso da mudança entre rivais virados amantes. A ousadia dela tinha evoluído, abraçando o risco, e naquele momento, eu queria mais que só o corpo dela.

A gente se vestiu eventualmente, a suíte agora cheirando a sexo e satisfação, Zara voltando pra blusa e saia com uma eficiência graciosa que desmentia a selvageria que a gente dividiu. Ela me pegou olhando, soltando aquele sorriso brincalhão assinatura. "Não se acostuma demais, Keller. Isso foi estratégia, lembra?" Mas os olhos dela diziam o contrário, suaves com o brilho pós.

Eu a puxei pra perto pra um último beijo, mãos demorando nos quadris dela. "Estratégia pra alianças contínuas, Zara. A gente podia fazer disso um hábito — rivais de dia, isso de noite." Ela hesitou, depois assentiu, um arrepio no olhar. "Proposta perigosa. Eu gosto." Enquanto a gente se despedia na porta, meu celular vibrou — uma mensagem de Elena: "Confere seu email. Mudança de jogo."

O celular de Zara acendeu ao mesmo tempo, o rosto dela empalidecendo enquanto abria. Uma foto encheu a tela: ela se inclinando sobre uma mesa no escritório dela, travada num momento íntimo com um cliente anterior, congelada em paixão inconfundível. A nota de Elena: "Quer explicar isso antes que eu te enterre no tribunal?" A mão de Zara tremeu, olhos encontrando os meus em choque. A provocação brincalhona sumiu, substituída por determinação de aço — e medo. Nossa aliança tinha ficado bem mais complicada.

Perguntas frequentes

O que acontece no depoimento erótico de Zara?

Zara e Trent flertam durante a audiência e acabam transando na suíte ao lado, com sexo intenso de missionário e de quatro.

Tem cenas explícitas na história?

Sim, descreve seios 34D, penetração, clitóris estimulado e gozos detalhados, tudo sem censura.

Qual o final da dança com o rival?

Elena envia foto comprometedora de Zara, complicando a aliança dos rivais amantes.

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Zara Chen

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