Êxtase de Vida na Plataforma da Nevasca

Fúria da nevasca acende chamas proibidas na caverna

O

Os Picos Ecoantes das Alturas Arrebatadas de Vida

EPISÓDIO 2

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Eu nunca imaginei que a Matadora de Viúvas nos pegaria assim. A face de granito puro da montanha se erguia acima, suas bordas irregulares mordendo o céu cinza-ardósia enquanto a nevasca rugia sem piedade. Eu tava escalando com a Vida Bakhtiari há horas, o corpo esguio dela subindo a rocha como se tivesse nascido pra isso—19 anos, fogo persa nos olhos cor de avelã, cabelo longo ondulado escuro chicoteando no vento antes de ela guardar debaixo do capacete. Ela era atlética e magra, 1,68m de pura aventura, pele oliva brilhando contra o branco total. A gente se conheceu na base; eu sou Alex Thorne, um motorista varado cujo caminhão derrapou na estrada gelada lá embaixo, motor morto pela tempestade repentina. Ela me jogou uma corda, o sorriso livre dela me desafiando a acompanhar enquanto a gente avançava pro cume. Agora, na metade da subida, o vento uivava como uma fera, neve batendo nas nossas caras, nos forçando pra dentro de uma caverna rasa numa plataforma precária. Era mal um canto, uns 3 metros de profundidade, paredes lisas de gelo, chão cheio de xisto solto. A entrada enquadrava um vórtice de branco, visibilidade zero além. A respiração da Vida saía em golfadas afiadas, o arnês de escalada rangendo enquanto ela soltava o clipe, seios médios subindo e descendo debaixo da blusa térmica justa e da jaqueta fofinha. Ela apertava um pequeno amuleto no pescoço—um falcão de prata, os dedos traçando ele como um talismã contra o frio. "A gente tá preso até o amanhecer", ela disse, voz firme mas olhos piscando com aquela faísca cautelosa. Eu sentia também, o puxão primal da sobrevivência, corpos perto na luz fraca filtrando pela tempestade. O cheiro dela cortava o frio—suor e jasmim selvagem do cabelo. Meu coração batia forte não só da escalada, mas...

Êxtase de Vida na Plataforma da Nevasca
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Os Picos Ecoantes das Alturas Arrebatadas de Vida

Vida Bakhtiari

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