O Despertar de Gaia no Vestiário

Fúria encharcada de suor acende sua fome dominante nas sombras úmidas

D

Domínio Flamejante de Gaia nas Quadras: Devastações Sensuais

EPISÓDIO 1

Outras histórias desta série

O Despertar de Gaia no Vestiário
1

O Despertar de Gaia no Vestiário

Conquista do Banco da Rival de Gaia
2

Conquista do Banco da Rival de Gaia

Comando na Varanda do Agente de Gaia
3

Comando na Varanda do Agente de Gaia

Triunfo do Trio no Torneio de Gaia
4

Triunfo do Trio no Torneio de Gaia

Sedução Sombria Familiar de Gaia
5

Sedução Sombria Familiar de Gaia

Vórtice da Raposa Campeã de Gaia
6

Vórtice da Raposa Campeã de Gaia

O Despertar de Gaia no Vestiário
O Despertar de Gaia no Vestiário

O ar do vestuário estava pesado com o cheiro forte de suor e cloro dos chuveiros ao lado, vapor subindo preguiçosamente do piso de azulejos como fantasmas do treino exaustivo que a gente tinha acabado de aguentar. Eu, Alessandro Vito, empurrei a porta de metal pesada, meus músculos gritando de dor, a camisa colada no peito como uma segunda pele. Aos 24 anos, eu era o cara metido da nossa equipe italiana de fitness, mas hoje eu tinha cagado feio em jogadas demais, e todo mundo sabia. Meu cabelo escuro grudado, joguei a bolsa num banco, o baque ecoando nos armários cinza frios forrados de fotos da equipe—rostos triunfantes olhando pra baixo, alheios à tensão que fervia. Lá estava ela, Gaia Conti, a italiana de 22 anos que chamava atenção na quadra e fora dela. Seu corpo atlético magro, 1,68m de perfeição tonificada pura, brilhava sob as luzes fluorescentes duras. Cabelo castanho escuro longo puxado num rabo de cavalo francês apertado, ainda impecável apesar do caos, balançando levemente enquanto ela batia a porta do armário. Aqueles olhos verdes penetrantes, emoldurados pelo rosto oval de pele oliva, travaram em mim com uma fúria que revirou meu estômago. Seios médios arfando sob o sutiã esportivo úmido, cintura estreita abrindo pros quadris apertados pela short de compressão preta. Ela era confiante, apaixonada, amigável geralmente—mas não agora. "Alessandro, seu idiota", ela tinha soltado mais cedo na quadra, a voz cortando a academia como um chicote. Agora, sozinhos nesse espaço ecoante, o silêncio pós-treino amplificava cada goteira de uma torneira furada, cada respiração pesada. Eu sentia o peso do olhar dela, não só raiva, mas algo elétrico, primal. A Gaia amigável tinha sumido; essa era a tempestade apaixonada que eu tinha provocado. Meu coração acelerou enquanto ela se virava completamente pra mim, mãos na cintura,...

O Despertar de Gaia no Vestiário
O Despertar de Gaia no Vestiário

Desbloquear conteúdo premium

Para ler a história completa, você terá acesso a todas as histórias, vídeos e fotos deste modelo.

O conteúdo pode estar truncado. Versão completa disponível com assinatura.

Visualizações42K
Curtidas51K
Compartilhar36K
Domínio Flamejante de Gaia nas Quadras: Devastações Sensuais

Gaia Conti

Modelo

Outras histórias desta série