A Caçada Enroscada de Liyana no Parque

Coleiras enroscadas, desejos soltos no calor da perseguição.

C

Chamas na Guia: Liyana Solta a Fera

EPISÓDIO 2

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As coleiras se cruzaram como um nó do destino no Titiwangsa Dog Park, a risada tímida dela me puxando mais pra perto. O corpinho miúdo de Liyana, corado pelo sol, acendeu uma fome que eu não sentia há anos. O que começou como brincadeira com nossos cachorros virou uma paixão suada no meu apê, os olhos castanhos dela travados nos meus enquanto as barreiras sumiam. Mas enquanto recuperávamos o fôlego, uma sombra do passado dela surgiu — será que a gente tinha sido visto?

O sol da tarde filtrava pelas árvores de frangipani do Titiwangsa Dog Park, deixando o ar grosso com cheiro de jasmim e terra. Eu tava correndo minha volta de sempre, Rex pulando na frente na guia, quando a voz da Rasa cortou o papo dos donos distantes. 'Liyana, vem cá, ele é inofensivo!', ela gritou, puxando a amiga pra frente. Lá tava ela — Liyana Noordin, miúda e sem pose, o cabelo castanho na altura dos ombros estiloso pegando a luz como castanha polida. Ela se agachou pra cumprimentar o Rex, que logo enroscou a guia dele com o terrier misturado peludo dela.

A Caçada Enroscada de Liyana no Parque
A Caçada Enroscada de Liyana no Parque

Não deu pra não rir enquanto eu corria até lá, desenroscando a bagunça com mãos cuidadosas. 'Desculpa aí. Rex acha que toda amiga nova é dele pra conquistar.' Os olhos castanhos dela subiram pros meus, tímidos mas brilhando de diversão, pele morena clara brilhando com um suor leve do que quer que a Rasa tivesse arrastado ela pra fazer. Ela tava de regata simples e short de yoga que grudava no corpinho miúdo sem dó, cada curva sutil mas magnética.

'Tá tudo bem', ela murmurou, a voz suave com aquele sotaque indonésio que me envolveu como ar úmido. 'Cachorro é cachorro.' Rasa piscou pra mim — Karim Ismail, o corredor regular que ela já tinha zoado antes — e sumiu com uma desculpa vaga de checar outro cachorro. Liyana se endireitou, limpando a sujeira dos joelhos, e nossos olhares se prenderam um segundo a mais. Algo elétrico zumbia entre a gente, sem palavras mas insistente. Eu ofereci comprar uma bebida do vendedor do parque pra compensar o enrosco, e o jeito que os lábios dela curvaram — só um pouquinho — me disse que ela não ia dizer não.

A Caçada Enroscada de Liyana no Parque
A Caçada Enroscada de Liyana no Parque

A gente acabou no meu apê moderno com vista pro parque, a subida no elevador carregada de um silêncio que pedia pra ser quebrado. Rex e o terrier dela se encolheram na sala, esquecidos enquanto eu servia chá de capim-limão gelado na varanda. A cidade se espalhava embaixo, mas eu só via ela — Liyana, tirando a regata com uma graça hesitante que fez meu pulso disparar. Os peitinhos dela eram perfeitos, bicos endurecendo na brisa quente, pele morena clara corada de expectativa.

Ela se aproximou, o short de yoga baixo nos quadris estreitos, e eu tracei a linha da clavícula dela com os dedos, sentindo ela tremer. 'Eu nunca fiz isso', ela sussurrou, mas as mãos dela eram ousadas na minha camisa, puxando ela pela cabeça. Nossas bocas se encontraram num fogo lento, línguas explorando como se a gente tivesse morrido de fome por isso. Eu segurei os peitos dela, polegares rodando nos bicos duros, arrancando um gemido suave que vibrou nos meus lábios. Ela se arqueou contra mim, corpinho miúdo colado, a timidez derretendo em tesão.

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A Caçada Enroscada de Liyana no Parque

A gente caiu no espreguiçadeiro da varanda, o sol beijando a pele dela enquanto eu descia beijos pelo pescoço, saboreando o sal do suor dela. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, me guiando mais pra baixo, respirações acelerando. Eu parei ali, boca pairando sobre um bico antes de pegar ele devagar, chupando até ela arfar, quadris se mexendo inquietos. O mundo encolheu pra ela — o gosto dela, o jeito que o corpo dela cedia mas pedia mais. Ela tava se abrindo, pétala por pétala, e eu tava perdido na flor.

Lá dentro, o ar-condicionado gelado foi um choque na nossa pele quente, mas só atiçou o fogo. Eu levantei ela sem esforço — miúda como era — e carreguei pro quarto, as pernas dela enroscando na minha cintura como se pertencesse ali. A gente tirou o resto numa loucura, o short de yoga dela sussurrando no chão, minha calça de corrida atrás. Nua, ela era de tirar o fôlego, peitinhos pequenos subindo com cada respiração ofegante, curvas morenas claras convidando minhas mãos pra todo lado.

Eu deitei ela nas lençóis frios, abrindo as coxas dela com insistência suave. Os olhos castanhos dela travaram nos meus, timidez sumida, enquanto eu me posicionava, a ponta do meu pau roçando o calor molhado dela. 'Karim', ela soprou, e isso bastou. Eu entrei devagar, centímetro por centímetro, a apertada dela me apertando como fogo de veludo. Ela arfou, unhas cravando nos meus ombros, corpo se arqueando pra me encontrar. A gente achou um ritmo — estocadas profundas e deliberadas que a fizeram gemer baixo, paredes internas piscando em volta de mim.

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A queimação atlética da corrida ainda tava lá, transformando cada movimento em esforço suado. Eu prendi as pernas dela nos meus cotovelos, metendo mais fundo, vendo o rosto dela se contorcer de prazer — lábios abertos, olhos semicerrados. Os peitinhos pequenos dela quicavam com cada impacto, bicos escuros implorando. Ela apertou em volta de mim, gozo se acumulando em ondas, gritos enchendo o quarto. Eu segurei, saboreando como ela se desfazia primeiro, corpo convulsionando, me puxando junto. A gente surfou junto, suados e exaustos, mas a fome não tinha acabado.

A gente ficou enroscado nos lençóis, respirações sincronizando enquanto os tremores passavam. A cabeça dela no meu peito, cabelo castanho na altura dos ombros úmido e cacheado contra minha pele. Eu tracei círculos preguiçosos nas costas dela, sentindo a força miúda no corpinho dela — músculos sutis de whatever vida ativa ela levava. 'Isso foi... intenso', ela disse baixinho, levantando a cabeça pros meus olhos, um sorriso vulnerável nos lábios.

Eu ri, tirando uma mecha do rosto dela. 'Você foi incrível. Não esperava que o enrosco do parque levasse aqui.' Ela corou, bochechas morenas claras ficando mais vermelhas, mas tinha uma ousadia nova no olhar, timidez domada pela satisfação. A gente conversou então — palavras leves sobre as loucuras do Rex, o nome do terrier dela (Milo), a Rasa arrastando ela pra fora sem parar. Risada subiu, aliviando o ar, mas a mão dela desceu, dedos provocando minha coxa, reacendendo a faísca.

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Ela se mexeu, montando na minha cintura de topless, peitinhos pequenos roçando meu peito, short de yoga sumido mas a memória do calor dela ainda lá. A expressão dela era brincalhona agora, olhos dançando enquanto se inclinava pra um beijo que começou terno e aprofundou rápido. Vulnerabilidade ainda tava no jeito que ela sussurrou meu nome, mas o tesão também. O sol baixava lá fora, jogando luz dourada na pele dela, e eu sabia que não tínhamos terminado.

O toque provocante dela virou insistente, e logo ela tava de joelhos, aquele fogo atlético queimando de novo. Eu me ajoelhei atrás dela na cama, mãos agarrando a cintura estreita dela, bundinha miúda empinada convidando. Suor brotava nas costas morenas claras dela enquanto eu entrava por trás, o ângulo me deixando ir fundo pra caralho. Ela gritou, empurrando pra trás pra encontrar cada estocada, cabelo castanho balançando louco.

O ritmo acelerou pra uma loucura — teimoso, sem parar, nossos corpos batendo juntos num som que ecoava nas paredes. Os peitinhos pequenos dela balançavam embaixo, gemidos virando guturais enquanto eu passava a mão por baixo pra rodar no clit dela, sentindo ela apertar como um torno. 'Mais forte, Karim', ela mandou, voz rouca, nem sinal de timidez. Eu obedeci, socando com tudo, a queimação nas coxas batendo com o nó na barriga.

A Caçada Enroscada de Liyana no Parque
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Ela se desmanchou primeiro de novo, corpo tremendo, paredes internas me ordenhando até eu gozar fundo com um gemido que chacoalhou meu peito. A gente desabou pra frente, ela debaixo de mim, os dois suados e ofegantes. O apê parecia menor, carregado do que a gente tinha soltado, a essência dela pra sempre enroscada na minha.

Vestidos de novo em camadas rápidas — regata e short dela, calça de corrida minha — a gente voltou pro parque enquanto o anoitecer caía, cachorros ansiosos por mais brincadeira. Liyana andava colada, mão roçando a minha, o sorriso tímido de volta mas com camadas de segredo. Sacida mas querendo o eco da nossa união, ela parou perto das frangipanis, olhos castanhos varrendo os caminhos.

Aí a respiração dela falhou. 'Ai não', ela sussurrou, mão apertando a guia do Milo. Do outro lado do gramado, uma figura conhecida passeava — um colega de polícia, uniforme impecável sob as lâmpadas, olhando na nossa direção. Será que ele nos viu saindo juntos? Antes? A vida passada dela como policial piscou na postura tensa, vulnerabilidade voltando com tudo.

Eu puxei ela de lado devagar. 'Ei, tá tudo bem.' Mas os olhos dela voavam, pulso acelerado sob meu toque. O colega passou sem parar, mas o e se pairava pesado. Ela se encostou em mim, sussurrando, 'E se ele souber?' A caçada tinha enroscado mais que coleiras — agora sombras do mundo dela ameaçavam nossa faísca. Enquanto a noite escurecia, eu me perguntei qual perseguição vinha depois.

Perguntas frequentes

O que acontece no parque com Liyana e Karim?

As coleiras dos cachorros se enroscam, criando faísca entre eles, que vira convite pra bebida e sexo no apê.

Quais posições de sexo rolam na história?

Missionário profundo, oral nos peitos e foda de quatro com clit estimulado, tudo suado e intenso.

Tem tensão além do erotismo?

Sim, um colega policial pode ter visto eles, trazendo sombra do passado de Liyana como oficial.

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Liyana Noordin

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