O Rugido Acorrentado de Liyana

Ciúme forja correntes de paixão que só o desejo cru pode quebrar

C

Chamas na Guia: Liyana Solta a Fera

EPISÓDIO 5

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A porta clicou ao se fechar atrás de mim, e lá estava ela — Liyana, seu sorriso tímido piscando como uma chama secreta. Aquele brilho de praia ainda grudava na pele dela, despertando a besta ciumenta no meu peito. Rasa latiu uma vez, alheio, mas eu sabia que essa 'consulta' era minha desculpa pra reconquistar o que os boatos no trabalho diziam que eu tinha perdido. Seus olhos castanhos encontraram os meus, arregalados com aquela fome inocente, e eu me perguntei quanto tempo as correntes modestas dela aguentariam antes de ela rugir.

Entrei na casa geminada modesta de Liyana em Port Dickson, o ar grosso com o cheiro de jasmim do jardinzinho dela e o sal fraco do mar grudado em tudo. Rasa, o vira-lata maltrapilho dela, veio pulando com um latido alegre, rabo balançando como um metrônomo em frenesi. Me abaixei pra coçar atrás das orelhas dele, mas meus olhos tavam nela — Liyana Noordin, petite e tímida como sempre, o cabelo castanho longo e estiloso preso num rabo de cavalo solto que pedia pra ser solto. Ela usava uma blusa branca simples que abraçava o corpinho pequeno dela o suficiente pra me lembrar das curvas escondidas embaixo, com uma saia na altura do joelho que balançava quando ela se mexia.

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"Amir, você chegou cedo", ela disse, a voz suave, quase pedindo desculpas, as bochechas oliva quentes corando sob meu olhar. Ela se ocupou com uma bandeja de teh tarik, evitando meus olhos. Mas eu via — o brilho da caminhada na praia de ontem, aquela em que os colegas juraram que viram ela rindo solta com um estranho. Boatos rodavam na clínica: Liyana tá com uma faísca nova, alguém mais soprando ela. Meu queixo apertou enquanto eu me endireitava, entregando a guia do Rasa pra ela.

"Consulta pro bicho", respondi, o tom mais leve do que eu sentia. Por dentro, o ciúme se enroscava como uma serpente. A gente vinha dançando em volta desse calor desde a praia, olhares roubados virando toques, mas os boatos do trabalho faziam parecer coisa roubada. Ela me levou pra sala de estar, sol filtrando pelas cortinas de renda sobre móveis de vime e fotos de família — a Ibu dela séria e sorrindo em todas. Rasa desabou na caminha dele, ofegando feliz. Liyana se ajoelhou do lado dele, a saia subindo um tiquinho, e eu lutei contra a vontade de puxar ela contra mim ali mesmo.

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"Ele tá bem, sabe", ela murmurou, olhando pra cima com aqueles olhos castanhos que sempre me desmontavam. "Mas... fico feliz que você veio." A timidez dela rachou, um pingo de ousadia aparecendo, e meu pulso acelerou. Isso não era mais só sobre o cachorro.

A tensão estourou como um fio esticado quando ela se levantou, tão perto que eu sentia o cheiro do creme de baunilha dela misturado com o sal da praia. "Amir", ela sussurrou, a fachada tímida desmoronando enquanto os dedos dela roçavam meu peito. Peguei o pulso dela, puxando ela colada em mim, sentindo o coração dela batendo rápido pela blusa. Seus olhos castanhos se arregalaram, mas ela não se afastou — em vez disso, ergueu o queixo, lábios se abrindo num convite mudo.

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Beijei ela então, forte e possessivo, minhas mãos subindo pelas costas dela pros botões da blusa. Um por um, eles cederam, revelando a pele oliva lisa e quente, os peitinhos pequenos dela nus e perfeitos, mamilos já endurecendo no ar suave da sala. Ela arfou na minha boca, o corpinho petite dela se arqueando por instinto, pressionando aquelas curvas delicadas contra minha camisa. Segurei eles devagar no começo, polegares circulando os picos duros, arrancando um gemido suave que vibrou em mim. As mãos dela tatearam meu cinto, hesitantes mas urgentes, a timidez dela derretendo em tesão.

A gente afundou no sofá, Rasa se mandando pra caminha dele com um resmungo esperto. Liyana montou no meu colo, a saia subindo pelas coxas, calcinha de renda a única barreira enquanto ela se esfregava em mim. Desci beijos pelo pescoço dela, mordiscando a corrente no pescoço dela — uma coisa prateada modesta que de repente parecia correntes prendendo o rugido dela. "Você é minha", rosnei na pele dela, ciúme alimentando as palavras. Ela tremeu, dedos embolando no meu cabelo, a respiração falhando enquanto minha boca achava o peito dela, língua chicoteando até ela gemer meu nome. O mundo encolheu pra ela — o gosto dela, salgado-doce; a sensação do corpinho petite tremendo; a visão do rosto corado dela, olhos meio fechados em rendição. Mas ela não era passiva; os quadris dela moíam pra baixo, provocando, ficando mais ousada a cada passada.

A calcinha dela escorregou fácil, jogada no chão com a saia, e eu me liberei, guiando ela pra baixo em mim com um gemido compartilhado que ecoou na sala quieta. O corpinho petite de Liyana me envolveu, apertado e quente, as paredes dela apertando enquanto ela afundava total, olhos travados nos meus naquela pressão missionária no sofá. Meti pra cima devagar no começo, saboreando como os peitinhos pequenos dela quicavam a cada movimento, a pele oliva quente dela brilhando com uma camada de suor. Ela apoiou as mãos no meu peito, cabelo castanho caindo como uma cortina em volta da gente, os gemidinhos tímidos dela virando arfadas que alimentavam meu ritmo movido a ciúme.

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"Me diz", exigi, mãos agarrando a cintura fina dela, puxando ela mais forte pra baixo. "Quem era ele? Na praia?" A cabeça dela caiu pra trás, um gemido escapando enquanto eu batia fundo, mas ela encarou meu olhar, ousada agora. "Ninguém, Amir... só você." As palavras me incendiaram; virei a gente um pouco, prendendo ela embaixo de mim nos almofadões, as pernas dela se enroscando nos meus quadris por instinto. A corrente no pescoço dela brilhou, lembrete do mundo modesto dela, mas aqui ela tava solta, quadris subindo pra encontrar os meus com ferocidade crescente. Cada estocada soltava sons molhados, o tesão dela nos cobrindo, a pressão crescendo nela como uma tempestade.

Beijei ela feroz, engolindo os gritos dela, uma mão escorregando entre a gente pra circular o clitóris dela — inchado e sensível. Ela deu uma pira, unhas cravando nos meus ombros, o corpinho petite dela tenso enquanto o gozo rasgou por ela. Senti tudo: o flutter em volta de mim, o rugido ofegante dela abafado nos meus lábios, o jeito que os olhos dela se apertaram depois voaram abertos, selvagens e livres. Isso me levou junto, gozando fundo dentro dela com um grunhido gutural, corpos travados naquela reconquista crua. Ficamos parados, ofegando, os dedos dela traçando meu queixo com ternura, timidez voltando mas misturada com fogo novo.

Ficamos embolados no sofá, a cabeça dela no meu peito, subindo e descendo com minha respiração. A pele de Liyana tava corada, os peitinhos pequenos dela pressionados macios contra mim, mamilos ainda sensíveis da nossa loucura. Ela traçava círculos preguiçosos no meu braço, o cabelo castanho longo dela se espalhando pela minha pele como fios de seda. Rasa roncava baixinho perto, a sala zumbindo com o silêncio pós-tempestade. "Os boatos no trabalho... tão me matando", admiti, voz rouca, dedos penteando o cabelo dela.

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Ela ergueu a cabeça, olhos castanhos suaves mas brilhando com malícia — bem longe da garota tímida que corou na minha chegada. "Colegas acham que eu tô brilhando por causa de outro?" Uma risadinha escapou dela, leve e vulnerável. "Amir, é você. Sempre foi." As palavras acalmaram o ciúme, mas a vulnerabilidade ficou; ela se aninhou mais perto, pernas se entrelaçando nas minhas, a calcinha de renda dela esquecida em algum canto no chão. Beijei a testa dela, provando sal, sentindo o coração dela batendo firme contra o meu.

Humor entrou quando ela cutucou meu lado. "Consulta do Rasa? Ou isso foi só sua desculpa?" Ri, puxando ela pra cima de mim de novo, mãos passeando pelas costas nuas dela. "Os dois. Mas principalmente você." Ternura floresceu no meio do calor, a timidez dela cedendo pra uma confiança quieta. Ela esfregou o pescoço no meu, sussurrando sonhos de fugir dos boatos, de a gente soltos. Mas a corrente prateada no pescoço dela pegou a luz, um lembrete sutil do mundo lá fora — família, modéstia, riscos. Os dedos dela brincaram com ela, olhos distantes por um segundo, antes dela sorrir, ousada de novo.

O desejo reacendeu com as palavras dela, mais feroz agora. Rolei ela de bruços no sofá, a bundinha petite dela se erguendo por instinto enquanto eu me ajoelhava atrás. "Me mostra", murmurei, voz grossa, mãos abrindo as coxas dela. Ela olhou pra trás por cima do ombro, olhos castanhos ardendo, corrente balançando como um desafio. Entrei nela por trás numa estocada suave, estilo cachorrinho cru e possessivo, o calor dela me apertando mais forte que antes. Liyana empurrou pra trás, me encontrando, os gemidos dela mais profundos, soltos.

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O ritmo cresceu selvagem — pele batendo, peitinhos pequenos dela balançando embaixo, dedos agarrando as almofadas. Ciúme saía em cada metida, mas também posse, amor. "Minha", rosnei, mão embolando o cabelo dela devagar, arqueando as costas dela. Ela gritou, "Sim, Amir!" — o rugido dela se soltando, casca tímida estilhaçada. Suor untava nossos corpos, a pele oliva quente dela brilhando, tesão pingando enquanto eu mirava mais fundo, batendo naquele ponto que fazia ela tremer.

Uma mão contornou pra esfregar o clitóris dela, a outra prendendo o quadril. Ela explodiu primeiro, corpo convulsionando, paredes pulsando em ondas que ordenharam meu gozo. Me enterrei fundo, rugindo o nome dela, desabando por cima enquanto os tremores rolavam. Ofegamos, ela virando nos meus braços, me beijando com ferocidade nova. Vulnerabilidade brilhava nos olhos dela pós-gozo — ousada, mas presa. O risco excitava: boatos, família, mas o brilho dela era nosso.

Uma porta de carro bateu lá fora, nos sobressaltando. "Ibu!", Liyana sibilou, se levantando aos tropeços, pegando a blusa e saia num frenesi. Eu vesti a calça rápido, coração na boca, enquanto ela abotoava de qualquer jeito, cabelo bagunçado mas rosto composto em timidez inocente. Rasa latiu louco. Desabamos em cadeiras separadas bem quando a porta abriu, a mãe dela entrando com sacolas de mercado, olhos afiados nos escaneando.

"Amir Rahman, consultando o Rasa?", Ibu perguntou, voz com um tom de quem sabe. Liyana corou, mexendo no cachorro, mas o olhar da Ibu parou na filha — o brilho, a corrente desalinhada, as desculpas de noitadas se acumulando. "Você tá... radiante ultimamente, Liyana. Noites tardes, aquela confusão na praia. Quem é o responsável?" A pergunta pairou, pesada com exigência de verdade.

Liyana gaguejou, olhos piscando pra mim, a máscara modesta dela rachando sob pressão. Levantei, fingindo casual, mas por dentro suspense se enroscava — ela ia estourar tudo, confessar nosso rugido acorrentado? Ou segurar a fachada? O olhar da Ibu perfurava, esperando.

Perguntas frequentes

O que motiva o ciúme de Amir na história?

Boatos no trabalho sobre Liyana rindo com um estranho na praia, fazendo ele ir reconquistá-la com sexo possessivo.

Quais posições de sexo rolam na erótica?

Missionária no sofá e doggy style, com estimulação de clitóris, metidas profundas e gozos intensos.

Como termina a história de Liyana?

Com a chegada da Ibu, criando suspense se Liyana confessa o affair ou segura a fachada modesta.

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