O Inferno Rival de Hana Colide
Na bruma do jazz e do ciúme, rivais acendem um fogo que nenhum dos dois consegue apagar.
Elixires Noturnos da Hana: Tesão Desenfreado
EPISÓDIO 4
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A porta do meu speakeasy se abriu de supetão, e lá estava ela — Hana Watanabe, uma visão em seda vermelha, seu cabelo preto com mechas vermelhas emoldurando um rosto cheio de uma atração desafiadora. Nossos olhares se cruzaram pelas paredes espelhadas, o ar pesado com o grave pulsar do jazz proibido. Ela veio pra confronto, mas eu vi a fome por baixo da raiva dela, a faísca que prometia que nossa rivalidade ia virar algo bem mais perigoso.
O zumbido baixo do contrabaixo vertical vibrava pelos pisos de mogno polido do meu speakeasy, uma joia escondida atrás de uma porta sem graça no submundo de Tóquio. Eu tinha construído esse lugar de sussurros e sombras, rival do lounge reluzente da Hana onde solos de sax seduziam a elite. Mas naquela noite, o ar crepitava com mais que jazz — carregava o cheiro de tempestade chegando. Hana Watanabe entrou como se fosse dona do pedaço, seu vestido de seda vermelha colado no corpo magro e baixinha, o tecido sussurrando contra a pele porcelana clara dela a cada passo decidido. Seu cabelo longo liso em camadas, com mechas vermelhas ousadas, balançava como uma chama escura enquanto ela se aproximava do bar onde eu tava, limpando um copo que eu nem pretendia usar.


"Kenji Sato", ela disse, a voz uma lâmina de seda, olhos castanhos escuros travando nos meus com uma intensidade que acelerou minha pulsação. "Sua gracinha de sabotar as licenças? Amadorzice. Você acha que pode sufocar meus fornecedores e sair ileso?"
Eu larguei o copo devagar, deixando um sorrisinho curvar meus lábios. Ela era fogo em pessoa, toda 5'3" de mistério elegante embrulhada numa atração que assombrava meus pensamentos desde que nossos caminhos se cruzaram naquela gala da indústria. As paredes espelhadas refletiam ela de todos os ângulos, multiplicando o desafio na postura dela, a subida e descida sutil do peito 32B por baixo do vestido. "Hana, querida", eu respondi, me inclinando mais perto por cima do bar, perto o suficiente pra pegar o leve jasmim do perfume dela. "Se eu quisesse fechar seu lounge, já tava. Isso? Só um empurrãozinho. Pode considerar preliminares."


A risada dela foi baixa, perigosa, ecoando pelas espelhadas como um chamado de sereia. Ela apoiou as mãos no bar, se inclinando até nossas caras ficarem a centímetros, o hálito quente dela na minha pele. Os clientes fingiam não notar, perdidos nos drinks e no lamento triste do saxofonista, mas eu sentia todos os olhares em nós. Briga verbal era nossa dança, sempre foi, mas naquela noite a proximidade dela mexeu com algo primal. Vitória brilhava nos olhos dela — ela sabia que me encurralara — mas perigo rondava também, no jeito que o olhar dela piscou pra minha boca. A tensão enrolou mais forte, o jazz inchando ao nosso redor como uma batida cardíaca.
Nossas palavras se embolaram como amantes no brilho fraco, mas foi a mão dela que fechou a distância — escorregando pelo bar pra pegar minha gravata, me puxando pra frente até nossos lábios colidirem. O beijo foi posse, cru e implacável, a língua dela exigindo entrada como se tomasse território. Eu gemi na boca dela, sentindo o doce ardor de saquê no hálito dela, minhas mãos achando a cintura dela, puxando o corpo esguio dela contra a borda do bar.


Ela se afastou primeiro, olhos em chamas, e com um arco deliberado das costas, deu de ombros pra soltar a seda vermelha dos ombros. O vestido ficou embolado nos cotovelos, expondo a pele porcelana clara, os peitinhos 32B perfeitos na forma empinada, mamilos já duros em picos escuros pelo ar frio e nosso calor. Caralho, ela era exquisita, magrela baixinha perfeita, o cabelo preto longo com mechas vermelhas caindo selvagem agora enquanto ela jogava a cabeça. "Quer preliminares, Kenji?", ela murmurou, voz rouca, dedos traçando a borda de renda da calcinha por baixo do vestido meio caído. "Pega."
Eu pulei o bar num movimento fluido, encurralando ela contra a parede espelhada. Minha boca desceu num peito, língua rodando o bico apertado, arrancando um suspiro que ecoou na multiplicidade de reflexos ao nosso redor. As mãos dela se fecharam na minha camisa, unhas cravando meias-luas nos meus ombros enquanto eu me dedicava a ela, chupando devagar depois mais forte, sentindo o corpo dela arquear contra mim. Os espelhos transformaram nossa paixão numa orgia infinita de nós mesmos — cabeça dela jogada pra trás, lábios abertos de prazer, minhas mãos passeando pela cintura fina dela, polegares provocando a borda da calcinha de renda. Ela já tava molhada de tesão, eu sentia o cheiro misturado com jasmim, e quando meus dedos desceram mais, roçando o tecido úmido, ela gemeu meu nome como uma praga e uma oração. O jazz virou um pulsar distante, o mundo se estreitando pro corpo trêmulo dela, o fogo possessivo que a gente acendeu ameaçando nos consumir pros dois.
Eu não aguentei mais. Com um rosnado, girei ela pra encarar o bar, subindo o vestido mais alto e empurrando a calcinha de renda pro lado. Ela apoiou as mãos na madeira polida, olhando pra trás por cima do ombro com aqueles olhos castanhos escuros cheios de triunfo e necessidade. Eu me soltei, metendo nela num só golpe fundo, o calor apertado dela me envolvendo como fogo de veludo. Hana gritou, o som engolido pelos ecos infinitos dos espelhos, o corpo magro baixinha dela se jogando pra trás pra me encontrar.


O ritmo começou devagar, cada estocada deliberada, saboreando o jeito que ela me apertava, a pele porcelana ficando rosada sob minhas mãos nos quadris dela. "Isso aí, Hana", eu rosnei no ouvido dela, mordiscando o lóbulo enquanto metia mais fundo. "Sente o que você provocou." O cabelo longo dela chicoteava com nosso movimento, mechas vermelhas pegando as luzes baixas como brasas. Ela empurrou pra trás mais forte, exigindo mais, as respirações saindo em golfadas afiadas que espelhavam o crescendo do jazz. Os reflexos nos multiplicavam — peitinhos dela balançando livres agora, mamilos roçando a borda fria do bar, minhas mãos passeando pra beliscar e provocar eles, arrancando gemidinhos que aceleravam meu ritmo.
A tensão enrolou nela, as paredes dela tremendo, e quando ela gozou, foi com um gemido agudo, o corpo se contraindo em ondas ao meu redor que quase me levaram junto. Eu segurei, prolongando, assistindo nos espelhos enquanto o êxtase torcia as feições elegantes dela em vulnerabilidade crua. Suor brilhava na pele dela, a cintura fina arqueando impossível enquanto tremores pós-gozo rolavam por ela. Só aí eu soltei, enterrando fundo com um grunhido gutural, enchendo ela enquanto ela sugava cada gota. Ficamos parados, ofegantes, a testa dela no bar, meu peito nas costas dela. Vitória tinha gosto dela, mas o perigo ficava no jeito possessivo que ela virou a cabeça, lábios curvando num sorriso satisfeito. "Ainda não acabou, Kenji", ela sussurrou. A noite tava longe de terminar.
A gente se desenrolou devagar, o corpo dela mole contra o meu enquanto eu a puxava pra cima, virando ela pra me encarar. O vestido pendia esquecido na cintura dela, peitinhos ainda corados e mamilos durinhos da nossa loucura. Eu segurei o rosto dela, beijando suave agora, sentindo sal e satisfação nos lábios dela. Os olhos castanhos escuros da Hana vasculharam os meus, um lampejo de algo mais suave rompendo a atração misteriosa dela — vulnerabilidade, talvez, ou a primeira rachadura na armadura dela.


"Por que a sabotagem, Kenji?", ela perguntou, voz ofegante, dedos traçando padrões ociosos no meu peito pela camisa aberta. Ela se encostou em mim, o corpo magro baixinha se encaixando perfeito no meu mais alto, pele porcelana quente onde a gente se tocava. Os espelhos refletiam nossa ternura de todos os ângulos, um respiro breve no caos que a gente causou. Eu ri baixo, passando uma mecha do cabelo preto com mechas vermelhas dela atrás da orelha. "Pra te trazer aqui, assim. Desmontada."
Ela deu um tapinha leve no meu braço, uma faísca de humor iluminando as feições dela, mas aí a expressão dela ficou séria. "Taro me avisou de você. Disse que você não para por nada." Minha mandíbula apertou com o nome — o gerente do lounge dela, a cobra desleal que eu peguei me passando infos das operações dela. Mas eu segurei, deixando o momento respirar, meus polegares circulando os mamilos duros dela devagar, arrancando um arrepio. "Taro tá jogando dos dois lados, Hana. Mas essa noite? Só a gente." O fôlego dela falhou, o corpo respondendo mesmo nesse intervalo quieto, calcinha de renda ainda de lado, lembrete úmido da nossa paixão. O jazz cantava suave, nos envolvendo no véu íntimo dele, enquanto ela se pressionava mais perto, lábios roçando meu queixo. O humor sumiu pro tesão de novo, o fogo reacendendo com promessa de mais.
Aquele sussurro nos desfez. Eu a levantei sem esforço pro bar, mas ela tinha outras ideias — escorregando pra baixo e me empurrando pra parede espelhada, mãos urgentes no meu cinto. "Minha vez", ela soprou, girando pra apoiar as palmas no vidro, se oferecendo numa pose de convite puro. O cabelo longo dela cascateava pelas costas, mechas vermelhas brilhando como veias de lava. Eu agarrei os quadris dela, entrando por trás num só empurrão poderoso, o ângulo novo arrancando um gemido gutural de dentro dela.


De quatro contra os espelhos era revelação — cada reflexo mostrava o êxtase dela: peitinhos quicando a cada tapa de pele, pele porcelana brilhando de suor, olhos castanhos escuros semicerrados de prazer por cima do ombro. Eu metia sem parar, uma mão embolando no cabelo dela pra arquear o pescoço, a outra escorregando entre as coxas dela pra rodar o clitóris inchado. "Kenji... sim, mais forte", ela ofegou, empurrando pra trás com agência feroz, o corpo magro baixinha me engolindo todo, apertando em demanda rítmica. O choque possessivo reacendeu, mais feroz agora, nossa rivalidade alimentando a frenezi. As paredes dela apertaram, o gozo crescendo visível no tremor das coxas dela, no balanço desesperado dos quadris.
Ela se desfez com um grito que quebrou o silêncio do lounge, corpo convulsionando, sucos nos molhando pros dois enquanto ela se esfregava na minha mão. A visão — multiplicada infinitamente nos espelhos — me levou junto, minha gozada rugindo por mim enquanto eu a enchia de novo, quadris se debatendo irregulares. A gente desabou contra o vidro frio, ela se virando nos meus braços, pernas se enrolando em mim possessivas. Fôlego irregular, ela mordeu meu lábio. "Vitória perigosa", ela murmurou, mas os olhos dela tinham novas profundezas — confiança brigando com cautela. O jazz sumiu, realidade voltando devagar, cheia de revelações ainda pra rolar.
A gente ajeitou as roupas no pós-gozo, o vestido de seda vermelha dela alisado de volta no lugar, embora os espelhos entregassem o rubor nas bochechas dela, as ondas bagunçadas do cabelo longo. Hana ajeitou minha gravata com um toque demorado, olhos castanhos escuros encontrando os meus com uma mistura de satisfação e cálculo. O speakeasy zumbia em frente, clientes alheios ou desviando olhares discretos, o saxofonista mandando um riff safado que parecia feito pra gente.
"Taro tá te traindo", eu disse por fim, voz baixa enquanto servia shots de saquê pra nós. "Passando listas dos seus fornecedores pra mim por uma fatia do meu lucro. Foi assim que eu soube das licenças." As feições elegantes dela endureceram, depois amoleceram numa resolução tingida de perigo — vitória azedada pela traição, mas a atração misteriosa intacta, evoluída agora com uma ponta mais afiada. Ela entornou o shot, batendo o copo na madeira. "Filho da puta. Mas você... usando isso assim?"
Eu tiltei meu copo no dela, sorrindo safado. "Oportunidade, Hana. Junta nossos lugares. Minha garra, seu polimento. A gente domina as noites de Tóquio." Ela parou, lábios curvando perigosos, o anzol afundando fundo. "Apostas altas, Kenji. E se eu disser sim?" A mão dela apertou a minha, promessa e ameaça entrelaçadas. Enquanto ela saía rebolando pro lado da porta, quadris hipnóticos, eu soube — a deslealdade do Taro era só a faísca. Nosso inferno tava só começando.
Perguntas frequentes
O que acontece entre Hana e Kenji no speakeasy?
Eles começam com briga verbal que vira beijo possessivo, sexo oral nos peitinhos dela e metidas fortes contra o bar e espelhos, gozando várias vezes com tesão rival.
Por que Kenji sabotou o lounge da Hana?
Pra atrair ela pro speakeasy dele e transformar a rivalidade em sexo quente, revelando depois que o gerente Taro tava traindo ela pra ele.
Tem mais cenas de sexo na história?
Sim, tem preliminares, metida de frente no bar, depois de quatro contra espelhos com clitóris estimulado, tudo explícito e multiplicado nos reflexos. ]





