A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono

Nas alturas reluzentes, a inocência cede ao desejo opulento.

O

Os Saques Selvagens de Delfina: Fome Primal

EPISÓDIO 3

Outras histórias desta série

A Ignição no Vestiário de Delfina
1

A Ignição no Vestiário de Delfina

O Êxtase da Rival de Delfina na Sauna
2

O Êxtase da Rival de Delfina na Sauna

A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono
3

A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono

A Estratégia de Trio da Delfina na Tempestade
4

A Estratégia de Trio da Delfina na Tempestade

A Aposta de Gangbang de Delfina nas Semis
5

A Aposta de Gangbang de Delfina nas Semis

O Triunfo Sensual Grand Slam da Delfina
6

O Triunfo Sensual Grand Slam da Delfina

A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono
A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono

Eu estava na janela do chão ao teto da minha suíte de penthouse, a linha do horizonte de Buenos Aires se espalhando como um reino conquistado sob o céu crepuscular. As luzes da cidade piscavam ganhando vida, espelhando o pulsar de antecipação nas minhas veias. Victor Lang, aos 45, eu construí um império em tech e investimentos, mas naquela noite, meu foco era único: Delfina García. A modelo argentina de 22 anos com ondas pretas bagunçadas caindo pela silhueta esguia de 1,68m, sua pele mocha brilhando sob as luzes ambiente suaves que eu configurei. Ela era intensa, apaixonada, uma estrela em ascensão na moda cujo fogo cru chamou minha atenção naquela gala na semana passada. Eu balancei a cenoura do patrocínio — financiamento pros seus shoots, conexões com Milão e Paris — e agora ela tava aqui, saindo do elevador privativo pro meu território. Seus olhos castanhos chocolate varreram o quarto, rosto oval emoldurado por aquelas ondas selvagens, busto médio subindo a cada respiração sob um vestido preto justo que abraçava seu corpo esguio. Ela apertava um pingente pequeno no pescoço, uma corrente simples de prata com uma esmeralda em forma de gota — herança de família, ela mencionou uma vez. A suíte era perfeição: pisos de mármore, um piano de cauda no canto, decanters de cristal no bar, e a cama king size visível pelas portas duplas abertas, coberta de lençóis de seda. Champanhe gelando num balde, morangos arrumados com arte. Eu me virei, sorrindo com aquele charme ensaiado. 'Delfina, bem-vinda ao meu mundo', eu disse, voz baixa e convidativa. Ela hesitou, paixão piscando no olhar, inocência batalhando com ambição. Isso não era uma reunião comum; era o começo da rendição dela, uma troca de poder luxuosa onde eu corromperia aquele fogo em algo exclusivamente meu. O ar zumbia...

A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono
A Rendição de Delfina no Penthouse do Seu Patrono

Desbloquear conteúdo premium

Para ler a história completa, você terá acesso a todas as histórias, vídeos e fotos deste modelo.

O conteúdo pode estar truncado. Versão completa disponível com assinatura.

Visualizações90K
Curtidas11K
Compartilhar61K
Os Saques Selvagens de Delfina: Fome Primal

Delfina García

Modelo

Outras histórias desta série

Rendição de Delfina no Penthouse: Sexo Intenso com Modelo (58 caracteres)