A Primeira Aposta Cega de Emma

No brilho neon de Vegas, um blefe ousado vira uma aposta de carne e fortuna.

O

Os Áses Sombrios de Emma em Apostas Proibidas

EPISÓDIO 1

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O ar no lounge VIP do Bellagio tava pesado com o cheiro de charutos caros e uísque envelhecido, o tipo de lugar onde fortunas viram do avesso mais rápido que as cartas na mesa de feltro. Lustres de cristal jogavam um brilho dourado nas mesas de mogno polido, e o zumbido abafado do cassino lá embaixo era um rugido distante, tipo o oceano pra um náufrago. Eu, Victor Hale, tava na cabeceira da mesa privada de high-roller, minha pilha de fichas erguida como um monumento à minha sorte implacável. A gente tava jogando Texas Hold'em há horas, as blinds subindo pra cinco dígitos, eliminando os amadores. Aí ela entrou.

Emma Romero. Eu tinha ouvido boatos sobre ela — uma fogosinha argentina de 26 anos com ambições maiores que a própria Strip. Magra que nem salto agulha, 1,68m de pele bronzeada quentinha que brilhava sob as luzes, cabelo loiro cinza preso num coque baixo liso que gritava controle, mas aqueles olhos azul-claros? Eles queimavam com algo mais selvagem. Rosto oval emoldurado pelo coque, peitos médios apertados num vestido coquetel vermelho que grudava no corpo magro dela como segunda pele. Ela blefou pra passar pela segurança com um sorriso que derretia aço, dizendo que era convite de um amigo. Os outros jogadores resmungaram, mas eu mandei ela entrar. Por que não? O jogo precisava de sangue novo.

A Primeira Aposta Cega de Emma
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Ela escorregou pra cadeira do outro lado da mesa, presença elétrica. "Victor Hale", ela disse, sotaque um tango safado, estendendo a mão com unhas feitas. "Emma Romero. Posso jogar?" Os olhos azul-claros travados nos meus, desafiando. Eu apertei a mão dela, sentindo o faísca. "Só se aguentar as apostas, querida." O dealer embaralhou, e o jogo pegou fogo. Fichas tilintavam baixinho, mas eu só focava nela — confiante, determinada, cada blefe uma provocação. Ela veio pra conquistar, mas Vegas tem mania de transformar caçadores em presas. Mal eu sabia que ela tinha uma aposta em mente que nenhuma carta batia.

As cartas voavam pela mesa, cada mão uma guerra de esperteza e coragem. Emma jogava que nem tubarão, dedos magros dançando nas fichas, empilhando com precisão. Mas eu via os tiques — a lambidinha nos lábios no blefe, o jeito que os olhos azul-claros estreitavam numa mão forte. O lounge parecia menor com ela ali, paredes de veludo fechando, murmúrio baixo dos outros sumindo enquanto nossas pilhas minguavam a dela. Ela era ambiciosa, determinada, indo all-in em mãos marginais, pele bronzeada quentinha corando sob os holofotes.

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"Te aumento cinquenta paus", eu disse no river, voz firme, empurrando uma torre de fichas pretas pra frente. O pote tava monstro, mais de duzentos mil. Os outros deram fold que nem terno barato, sobrando só a gente. Emma encarou o board — ás alto, sem flush, sem straight. O coque baixo dela tinha soltado uma mecha, enrolando no pescoço. Ela mordeu o lábio, calculando. "Eu pago", ela murmurou, sotaque engrossando de tensão. Eu virei minha full house. Ela mostrou pocket queens — fudida.

Ela se encostou, cruzando as pernas magras, fenda do vestido subindo alto. "Bem jogado, Victor. Mas eu ainda não saí." Os olhos dela brilhavam de malícia. Os outros cassaram fora, deixando o lounge mais vazio, só o dealer pairando discreto. Eu mandei ele sumir. "Jogo privado agora?", ela sugeriu, levantando, o corpinho de 1,68m se movendo com graça felina. "Me patrocina pro qualifier de amanhã. Preciso de um backing." Eu ri, me levantando pra ficar na altura dela. "O que eu ganho com isso?" De perto, o cheiro dela — jasmim e adrenalina — me acertou em cheio. Ela chegou mais perto, rosto oval inclinado pra cima, olhos azul-claros travados. "Tudo que você quiser." A tensão crepitava que nem estática. Meu pulso acelerou; isso não era mais pôquer. Era outro jogo, onde ela segurava a carta curinga.

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A gente foi pro backroom, um cantinho sombreado fora do lounge, cortinas pesadas nos isolando. Sofás de couro macio, mini-bar brilhando âmbar. Ela serviu uísque pra gente, me entregando o copo, dedos roçando nos meus de propósito. "Eu sou boa, Victor. Boa pra caralho. Só preciso de uma banca." A voz dela baixou, rouca. Eu tomei um gole, olhando ela. Mulher determinada assim não blefa sem plano B. "Prova." O sorriso dela era perigoso. O ar engrossou, proximidade dela uma promessa. Eu sentia o puxão, o risco — patrocinar uma desconhecida, mas puta que pariu, aqueles olhos. Ela tava mudando as regras, e eu tava fisgado.

A porta do backroom clicou fechando, selando o mundo lá fora. Emma largou o copo, olhos azul-claros nunca saindo dos meus. "Vamos fazer um acordo", ela sussurrou, invadindo meu espaço, pele bronzeada quentinha roçando minha camisa. As mãos dela subiram pelo meu peito, dedos magros desabotoando devagar. Eu peguei os pulsos dela, mas ela se soltou, se pressionando contra mim. "Você me patrocina, eu te dou uma noite que você nunca vai dar fold." O fôlego dela tava quente, jasmim misturado com uísque.

Ela abriu o zíper do vestido, deixando ele escorregar pros pés, revelando calcinha de renda abraçando os quadris. De peitos pra fora agora, seios médios perfeitos, mamilos endurecendo no ar fresco. Corpo magro arqueado pra mim, rosto oval corado. Eu gemi baixo, mãos envolvendo os peitos dela, polegares circulando os bicos. "Emma..." Ela gemeu suave, "Mmm, sim", cabeça caindo pra trás, coque baixo soltando mais. A pele dela era seda nas minhas palmas, bronzeada quentinha brilhando fraco.

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Ela me empurrou pro sofá, montando no meu colo, rebolando devagar. Olhos azul-claros semicerrados, lábios se abrindo num suspiro enquanto a fricção crescia. "Sente o quanto eu quero isso", ela soprou, guiando minhas mãos pra baixo, pela cintura fina até o calor coberto de renda. Eu enfiei dedos por baixo, achando ela molhada pra caralho. Ela choramingou, "Ahh", rebolando mais forte. A tensão enrolava; ela era fogo, sedução ambiciosa se desenrolando. Os gemidos dela variavam — "ohs" suaves pra súplicas ofegantes — me deixando louco. Preliminares se esticaram, corpo dela tremendo enquanto meus dedos circundavam o clitóris, levando ao primeiro pico. "Victor... não para", ela ofegou, explodindo num "siimmm" longo, sucos encharcando minha mão. Ela desabou contra mim, ofegante, mas os olhos prometiam mais. A aposta tava rolando.

O orgasmo de Emma a deixou tremendo, mas ela não tinha acabado. "Me fode, Victor", ela exigiu, escorregando pra fora, tirando a calcinha, agora pelada total. Corpo magro brilhando, buceta reluzindo. Eu tirei a roupa rápido, pau latejando duro. Ela virou, mãos no braço do sofá, cu pra cima — convite perfeito. "Assim", ela ronronou. Eu agarrei a cintura fina dela, alinhei, meti fundo de quatro, POV de trás da forma arqueada dela.

Puta merda, ela era apertada, paredes quentes apertando enquanto eu enterrava até o talo. "Ohhh, sim!" ela gemeu, longo e rouco, empurrando pra trás. Cada porrada ecoava os suspiros dela — "Ah! Mais forte!" — o coque baixo loiro cinza balançando solto. Eu metia sem piedade, mãos abrindo as nádegas, vendo meu pau sumir nas dobras molhadas dela. Sensações dominavam: calor dela agarrando, sucos me cobrindo, frame magro tremendo. Ela era ambiciosa até aqui, exigindo mais, "Mais fundo, Victor!"

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Suor untava a pele bronzeada quentinha dela; eu passei a mão por trás, dedos no clitóris, circulando rápido. Gemidos dela subiram — "Mmmph! Ó deus!" — corpo tensionando. Posição mudou um pouco; eu puxei ela pros quadris, anglei mais fundo, acertando o ponto. Prazer crescia em ondas, paredes dela tremendo. "Tô quase", eu rosnei, ritmo frenético. Ela gritou, "Gozar dentro de mim! Ahhh!" clímax batendo, buceta convulsionando, me ordenhando. Eu explodi, enchendo ela de jatos quentes, gemendo fundo.

A gente ficou ali, ofegantes, meu pau pulsando dentro. Ela olhou pra trás, olhos azul-claros satisfeitos mas famintos. "Essa foi a rodada um." O drive interno dela brilhava — usando prazer como moeda de troca. Eu saí devagar, porra escorrendo pelas coxas dela, pernas magras bambas. O backroom girava com nosso calor; esse patrocínio parecia ganho. Mas a ousadia dela acordou algo possessivo em mim. Ela se endireitou, me beijando feroz, línguas embolando, gemidos abafados. Preliminares reacenderam sutil, mão dela me punhetando de volta à vida. Emoções rodopiavam — tesão, admiração pela garra dela. Noites de Vegas assim redefiniam as apostas.

A gente desabou no sofá, corpos entrelaçados, cabeça dela no meu peito. Fios loiro cinza de Emma espalhados, coque baixo totalmente desfeito agora, olhos azul-claros suaves no pós-gozo. "Isso foi... intenso", ela murmurou, traçando círculos na minha pele. Eu acariciei as costas bronzeadas quentinhas dela, sentindo a forma magra relaxar. "Você é incrível, Emma. Ambiciosa é pouco." Ela riu suave, sotaque argentino quentinho. "Eu vim pra Vegas pra ganhar grande. Patrocínio significa tudo."

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Papinho rolou fácil, terno. "Me conta da Argentina", eu disse, beijando a testa dela. "Fogo de Buenos Aires nas veias?" Ela assentiu, contando sonhos — pro do pôquer, fugindo do comum. Vulnerabilidade espiava pela determinação; pressões familiares, se provando. Eu me abri também — burnout de magnata de tech, pôquer como fuga. Conexão aprofundou além da carne, mão dela na minha. "Você tá patrocinando mais que uma jogadora", ela sussurrou, olhos travados. Paixão fervia, mas esse momento botava romance no calor. Lábios roçaram gentis, sem pressa. Tempo parou no silêncio do lounge.

As palavras dela acenderam a rodada dois. Emma me empurrou pra trás, subindo em cima, mas eu virei a gente, dominando agora. "Minha vez de mandar", eu rosnei, abrindo as pernas magras dela bem abertas. Ela ofegou, "Sim, me pega." Eu meti em missionário variante, fundo e moendo, peitos médios balançando. Mas o calor subiu; eu peguei o pescoço dela leve, puxando cabeça pra trás, apertando só o suficiente pro tesão. Olhos azul-claros dela arregalaram, gemidos selvagens — "Ahh! Fode!" Buceta apertou, sucos demais escorrendo enquanto eu metia forte.

Posição evoluiu: ela encostada pra trás em mim, vista de cima, pernas abertas, corpos pelados untados. Dedos cravados nos quadris dela, pau batendo sem parar. Ela tava fodida pra caralho, boca aberta gemendo "Ohhh deus! Mais!" Orgasmo veio rápido, paredes pulsando, squirt jorrando enquanto ela gritava "Siimmm!" Corpo arqueado, tremendo violento. Eu continuei metendo no meio, sensações elétricas — calor dela, espasmos me ordenhando.

Profundidade emocional explodiu; ambição dela encontrou meu controle, poder trocando gostoso. "Você é minha essa noite", eu sussurrei, mão no pescoço apertando mais. Ela choramingou ofegante, "Toda sua... goza!" Clímax me pegou, inundando ela de novo, gemidos misturando com os suspiros dela. A gente surfou as ondas, posição firme enquanto tremores rolavam. Rosto oval dela corado, pele bronzeada quentinha brilhando, cabelo do coque baixo bagunçado. Prazer em camadas com conexão — ousadia dela ganhando meu respeito, minha dominação alimentando o fogo dela. Saí devagar, porra vazando, dedos dela traçando possessiva. Magia de Vegas, mas faísca real entre a gente.

Pós-gozo nos envolveu, corpos exaustos, corações acelerados. Emma se aninhou contra mim, dedando uma ficha de pôquer que eu dei de lembrança. "Acordo fechado?", ela perguntou, olhos azul-claros esperançosos. Eu assenti, beijando fundo. "Você tá dentro. Mas toma cuidado — tem um rival, Marco Voss, farejando os qualifiers. Ele joga sujo." Dedos dela apertaram a ficha, inquietação piscando. Ambição endureceu o olhar dela, mas vulnerabilidade ficou. Luzes de Vegas pulsavam lá fora; nossa noite um ponto de virada. Que ameaças tavam por vir?

Perguntas frequentes

O que Emma aposta em Vegas?

Ela aposta o corpo por patrocínio no pôquer, levando a uma foda intensa com Victor no backroom do Bellagio.

Quais posições rolam na história?

Doggy de quatro, missionário com dominação e squirt, tudo bem explícito e quente.

Tem final feliz pra Emma?

Sim, Victor patrocina ela, mas avisa de um rival sujo, deixando gancho pra mais aventura.

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Os Áses Sombrios de Emma em Apostas Proibidas

Emma Romero

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