Yuna, a Surfista das Ondas

As ondas quebram, mas o rubor dela revela correntes mais profundas

A

Arrepios ao Sol: O Tesão Praiano da Yuna

EPISÓDIO 2

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Não conseguia tirar os olhos de Yuna enquanto ela ficava na praia de Santa Cruz, o corpinho miúdo abraçado por um neoprene preto justo, cabelo preto liso e longo preso pra trás, olhos castanhos escuros bem abertos de excitação tímida. Mia tinha arrastado ela pra cá pra aula de surfe, mas quando uma onda fdp a derrubou, meu resgate virou algo elétrico — mãos demorando demais, respirações se misturando no vapor do vestiário. A pele de porcelana dela corou, e eu sabia que a verdadeira cavalgada tava só começando.

O sol de Santa Cruz batia forte na praia dourada, ondas rolando como aplausos trovejantes. Eu, Jax Rivera, limpava o sal da prancha, vasculhando a praia pros próximos alunos. Aí Mia veio pulando, energia de vôlei contagiante, rebocando uma visão — Yuna Kim. Aos 21, a coreana fofa era toda doçura tímida, corpinho miúdo e magrinho de 1,60 perdido num rash guard folgado por cima do biquíni, cabelo preto liso e longo brilhando como tinta na brisa. Rosto oval, pele de porcelana clara brilhando, olhos castanhos escuros piscando nervosos pro mar.

"Jax! Ensina minha garota Yuna aqui a pegar umas ondas," Mia sorriu, empurrando Yuna pra frente. Yuna corou, fofa e recatada, murmurando, "Oi... nunca surfei antes." A voz dela era suave, com aquela timidez adorável que acelerou meu pulso. Mostrei meu melhor sorriso relaxado, entregando uma prancha pra ela. "Relaxa, Yuna. Vou te botar de pé e surfando. Fica perto."

Yuna, a Surfista das Ondas
Yuna, a Surfista das Ondas

Remamos juntos pra fora, as mãozinhas dela apertando a prancha com força. Ela riu nervosa quando a espuma espirrou na cara, o corpinho magrinho balançando gracioso mesmo de iniciante. Eu via cada movimento dela, o jeito que a cintura fina torcia, os peitinhos 32A subindo sutil com cada respiração. A tensão cresceu com as ondas maiores chegando. "Pronta? Levanta no três!" eu orientei. Ela acenou, determinação piscando naqueles olhos escuros. Mas a onda veio forte, virando ela como uma boneca. Mergulhei, coração batendo forte — não só pela corrente.

Yuna rodopiou debaixo da onda, a prancha dela voando pra longe. Eu cortei a espuma, pegando a cintura dela bem quando ela veio à tona, ofegante. Pele de porcelana escorrendo água do mar, neoprene grudado como segunda pele. Puxei ela pra perto de mim, nossos corpos colados na arrebentação. "Te peguei," murmurei, mãos firmes na cintura fina dela, sentindo o calor por baixo do neoprene. Os olhos castanhos escuros dela travaram nos meus, bem abertos de adrenalina e algo mais — faísca tímida virando chama.

Ela se agarrou nos meus ombros, corpinho miúdo tremendo de leve, cabelo preto longo colado molhado no rosto oval. "O-obrigada, Jax," ela sussurrou, bafo quente no meu pescoço. Ajudei ela pra praia, mas o toque demorou, meus dedos traçando os lados dela enquanto tropeçávamos na areia. Mia gritava de longe, sem sacar. No vestiário depois, vapor dos chuveiros quentes enchia o ar, salgado e encorpado. Yuna puxava o zíper do neoprene, o tecido se abrindo pra mostrar o peito nu — peitos 32A perfeitos e pequenos, mamilos endurecendo no ar fresco pós-surfe.

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Entrei pra "ajudar", porta clicando fechada. O rubor dela aprofundou, timidez fofa lutando com desejo. "Jax... e se alguém entrar?" Mas os olhos dela diziam fica. Abri mais o zíper, expondo a barriguinha chapada, cintura fina abrindo pros quadris magros. Minhas mãos passearam, polegares roçando aqueles mamilos durinhos, arrancando um suspiro suave. Ela arqueou por instinto, pele de porcelana corando rosa. A tensão enrolou como mola, o jeitinho doce dela rachando de tesão.

A porta do vestiário trancou com um clique suave, nos selando na privacidade úmida. A respiração de Yuna falhou quando puxei o neoprene dela pra baixo de vez, caindo nos tornozelos. Corpinho miúdo e magrinho nu agora, pele de porcelana clara brilhando, peitinhos 32A arfando com cada suspiro tímido. Tirei o meu rápido, meu pau já latejando duro só de olhar ela — cintura fina, quadris magros pedindo toque. "Yuna, você é uma delícia do caralho," rosnei, puxando ela contra mim. Ela gemeu suave, "Jax... eu nunca... assim não."

Girei ela devagar, dobrando ela no banco de madeira, mãozinhas pequenas agarrando a borda. Por trás, a bundinha perfeita exposta, lábios da buceta rosados e melados de tesão. Segurei os quadris dela, esfregando a cabeça do pau nas dobrinhas dela. "Me diz que quer," provoquei, voz baixa. "P-por favor... sim," ela choramingou, empurrando pra trás tímida. Enfiei devagar, o calorzinho apertado dela me engolindo centímetro por centímetro. "Aaaah... Jax!" O gemido dela era doce, agudo, paredes apertando meu pau.

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Aumentei o ritmo, mãos passeando no corpinho magrinho dela, uma mãozão cobrindo um peitinho pequeno, beliscando o mamilo duro. O cabelo preto longo dela balançava com cada estocada funda, corpo balançando pra frente. "Tá tão bom... mais fundo," ela ofegou, timidez derretendo em pedidos ousados. Meti mais forte, pele batendo suave, gemidos dela variando — choramingos suaves pra gritos ofegantes. O prazer subiu, a buceta dela tremendo, me sugando. Estiquei a mão por baixo, dedos rodando o clitóris inchado dela, sentindo ela tensionar.

"Eu... tô gozando! Aaaah!" Yuna gritou, corpo tremendo, sucos melando meu pau. A visão — corpinho miúdo dela quicando — me levou pro limite. Saí, batendo jatos quentes na bunda dela, marcando ela. Ofegamos, ela virando com rosto oval corado, olhos escuros vidrados de prazer. Mas o tesão ficou; essa rapidinha só abriu o apetite. O jeitinho doce dela agora misturado com fome, ela sussurrou, "Mais?"

Suor perlava na pele de porcelana dela, o vapor amplificando cada sensação — coxas internas meladas, minhas mãos traçando a curva da cintura fina dela. Puxei ela pra cima, beijando fundo, provando sal e doçura dela. O banco rangeu com nosso peso antes, mas agora em pé, as perninhas magras dela enrolaram hesitantes na minha cintura antes de eu botar ela no chão. Cada estocada tinha esticado ela, enchido ela toda, gemidinhos fofos ecoando na minha cabeça. O risco aumentava tudo — Mia lá fora, ondas quebrando além — fazendo ela apertar mais.

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Desabamos no banco, corpos entrelaçados no pós-gozo, cabeça dela no meu peito. O cabelo preto longo de Yuna se espalhou, fios úmidos grudando na pele de porcelana. Acariciei as costas dela, sentindo o corpinho miúdo relaxar contra mim. "Isso foi... incrível," ela murmurou, olhos castanhos escuros subindo tímidos, um sorriso doce rompendo. "Você não tá mais tão tímida, hein?" provoquei suave, beijando a testa dela.

Ela riu, rubor fofo voltando. "Só com você, Jax. Você me faz sentir... segura, mas selvagem." Conversamos baixinho — vida dela em Santa Cruz, emoções de vôlei com Mia, como o surfe liberou algo ousado. Meus dedos traçavam a cintura fina dela, polegares roçando os ossos do quadril, arrancando arrepios. Os peitinhos 32A dela pressionavam macios contra mim, mamilos ainda durinhos. A tensão ferveu de novo, mas terna agora. "Quero te ver de novo," falei, voz rouca. Ela acenou, olhos brilhando. "Promete?"

Vapor rodopiava, espelhando o calor entre nós. O rosto oval dela se aninhou mais perto, lábios roçando minha clavícula. Vulnerabilidade brilhava — Yuna tímida evoluindo, confiando em mim pra ousadia dela. Vozes de fora sumiram; esse momento nosso. Mas o tesão mexeu; a mão dela desceu pros meus gominhos, insinuando mais.

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O toque dela nos acendeu de novo. Levantei Yuna fácil, perninhas magras enrolando na minha cintura enquanto eu prendi ela no armário. Mas mudamos — eu sentado no banco, ela cavalgando. "Me cavalga, linda," incentivei, guiando ela pra baixo no meu pau revivido. Ela gemeu fundo, "Mmm... sim, Jax," afundando toda, buceta apertada esticando em volta de mim de novo. Corpinho miúdo ondulando, cintura fina torcendo sensual.

Da minha vista, perfeição: rosto oval dela jogado pra trás, cabelo preto longo caindo, peitinhos de porcelana quicando leve com cada rebolada. Olhos castanhos escuros semicerrados de êxtase. "Tá... tão cheio," ela ofegou, mãos nos meus ombros pra alavanca. Segurei a bunda dela, metendo pra cima no ritmo dela — lentas subidas pra solavancos fervorosos. Gemidos dela variavam, sussurros ofegantes pra gritos roucos, "Mais forte... nossa!"

Suor melava nossa pele, sucos dela pingando nas minhas bolas. Chupei um mamilo, língua chicoteando, deixando ela louca. "Jax! Tô quase de novo..." Tensão enrolou; brasas do foreplay agora incêndio. Ela cavalgou mais rápido, clitóris roçando a base do meu pau, corpo tremendo. O gozo veio como onda — "Aaaaaah! Gozando!" — paredes espasmando, me sugando sem parar.

Yuna, a Surfista das Ondas
Yuna, a Surfista das Ondas

Virei ela de costas no banco, missionário, pernas nos ombros, mergulhando fundo. A doçura tímida sumiu, agora vadia ousada gritando. Cada metida detalhava o prazer dela — lábios da buceta agarrando, tremores internos. "Goza dentro? Por favor," ela implorou. Explodi, enchendo ela com pulsos quentes, gemidos se misturando. Desabamos em êxtase, dedinhos dela no meu cabelo.

A intensidade ficou: corpinho miúdo dela marcado pelas minhas mãos, marcas vermelhas nos quadris, porra escorrendo da buceta bem comida dela. Emoções rodopiavam — conexão além do tesão. Risco de Mia entrar amplificava cada sensação, batidas de coração sincronizando no ar úmido. A evolução de Yuna clara: de novata na praia pra tentadora surfista, querendo mais aventuras comigo.

Vestimos rápido, saímos corados, neoprenes fechados mas segredos fervendo. Mia olhou o brilho de Yuna, rindo safada. "Surfe te deixou toda rosada, hein? Corou pra caralho?" Yuna baixou a cabeça, timidez fofa voltando, mas me deu um sorriso particular. Na praia, pranchas no braço, me inclinei. "Vem pro vôlei amanhã? A galera vai curtir você — e eu quero mais tempo contigo."

Os olhos escuros dela acenderam. "Quero sim, Jax." Mia puxou ela pro lado, sussurrando alto o suficiente: "Cuidado, garota — vôlei com Jax? Você vai cravar mais que a bola." O rubor de Yuna explodiu, mas empolgação borbulhava. Enquanto elas iam embora, quadris balançando, eu olhava, fisgado. Que jogadas selvagens esperavam na quadra?

Perguntas frequentes

O que acontece entre Yuna e Jax na aula de surfe?

Jax resgata Yuna de uma onda forte e o toque vira tesão, levando a sexo intenso no vestiário com ela gemendo e gozando gostoso.

Yuna é mesmo tímida no começo?

Sim, ela cora e hesita, mas logo vira ousada, pedindo pau mais fundo e gozo dentro durante as fodas quentes.

Tem mais histórias com Yuna e Jax?

O final insinua vôlei amanhã com mais sexo selvagem, deixando gancho pra aventuras na quadra e praia.

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Arrepios ao Sol: O Tesão Praiano da Yuna

Yuna Kim

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