O Êxtase Arenoso da Cortada de Tessa

Cortadas de vitória levam a rendição escorregadia e arenosa no vapor do vestiário

O

O Vórtice dos Vícios Aveludados de Tessa

EPISÓDIO 4

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O sol queimava a praia enquanto Tessa de Groot saltava no ar, seu corpo esguio se contorcendo com graça atlética, cabelo castanho-avermelhado preso num coque baixo que brilhava como cobre polido. Areia explodiu ao redor dos pés dela no pouso, a bola de vôlei cortando o ar e passando pela mergulho desesperado de Lara. O triunfo iluminou seus olhos azul-claros, mas eu sabia que o verdadeiro calor estava só começando—no vestiário escuro, onde biquínis encharcados de suor dariam lugar a algo bem mais primal.

Eu tava observando Tessa de Groot dominar a quadra de vôlei de praia por quase uma hora, sua risada alegre cortando o barulho das ondas e os grunhidos de esforço como um chamado de sereia. Ela tinha 22 anos, holandesa da cabeça aos pés com aquela pele levemente bronzeada brilhando sob o sol impiedoso, cabelo castanho-avermelhado domado num coque baixo que balançava a cada mergulho e salto. Esguia com 1,70m, ela se movia como fogo líquido—rápida, otimista, sempre mostrando aquele sorriso otimista mesmo quando Lara Voss, sua rival metida do outro time, provocava ela por cima da rede.

O Êxtase Arenoso da Cortada de Tessa
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Lara era toda de ângulos afiados e bronzeado falso, o time dela impulsionado por força bruta, mas o esquadrão de Tessa jogava esperto, as cortadas dela precisas e letais. Eu era Finn Bakker, parceiro de duplas de Lara no torneio, e toda vez que Tessa arqueava as costas pra mandar a bola voando por cima, eu sentia um puxão baixo na barriga. O biquíni preto dela grudava nas curvas 34B, areia sujando a cintura fina e as pernas longas, e eu não parava de imaginar tirando aquilo dela. Lara rosnou algo sobre 'tiros de sorte' depois que o time de Tessa assumiu a liderança, mas Tessa só riu, olhos azul-claros brilhando. 'Sorte? Que nada, isso é habilidade, Lara. Acompanhe.' O otimismo dela era contagiante, desarmava qualquer um, e me deixava querendo ela ainda mais.

A partida se arrastou pro set final, tensão grossa como sal do mar. Suor brotava na pele de Tessa, respirações rápidas, mas ela nunca vacilava. Quando ela saltou pra cortada mortal—corpo totalmente esticado, músculos tensos—a bola bateu na areia bem fora do alcance de Lara. O time dela explodiu, abraçando ela forte, e Lara saiu pisando duro resmungando xingamentos. Tessa ficou lá, mãos na cintura, peito arfando, vitoriosa e radiante. Eu fiquei pra trás, coração batendo não pelo jogo, mas pelo plano se formando na minha mente. Os vestiários ficavam logo atrás das dunas—quentes, privativos. Hora de transformar a vitória dela em algo inesquecível.

O Êxtase Arenoso da Cortada de Tessa
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Eu entrei no vestiário das mulheres enquanto as companheiras de Tessa ainda tavam lá fora comemorando na praia, o ar grosso de vapor dos chuveiros e o cheiro fraco de água salgada. Ela tava sozinha, de costas pra porta, tirando o top do biquíni com um suspiro satisfeito. O coque baixo castanho-avermelhado dela tinha soltado umas mechas que grudavam no pescoço, úmidas de suor, e quando o tecido caiu, a pele levemente bronzeada dela brilhou, cintura fina se abrindo pros quadris esguios. Aquelas tetas 34B, perfeitamente moldadas com mamilos já endurecendo no ar mais fresco, subiam e desciam com as respirações dela.

Ela se virou, olhos azul-claros se arregalando mas não de choque—mais como surpresa intrigada. 'Finn? Do time da Lara? O que você—' A voz dela parou enquanto eu me aproximava, minha adrenalina pós-jogo zumbindo. 'Parabéns pela vitória', eu murmurei, voz rouca. 'Você mereceu. Aquela cortada... porra, letal.' Ela não se cobriu, só ficou lá de peito nu com a parte de baixo do biquíni, um sorriso alegre puxando os lábios apesar da ousadia do momento. O otimismo dela irradiava, transformando possível constrangimento em possibilidade elétrica.

O Êxtase Arenoso da Cortada de Tessa
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Eu fechei a distância, mãos na cintura dela, polegares traçando a curva suja de areia. A pele dela tava quente, salgada, e ela se inclinou pra mim, mamilos endurecidos roçando meu peito pela camisa. 'A Lara tá puta', eu disse, lábios perto da orelha dela. 'Mas você... você merece uma comemoração de verdade.' A risada de Tessa foi ofegante, mãos subindo pros meus braços. 'Vingança nela, hein? Tô dentro.' Nossas bocas se encontraram então, famintas e sem pressa, a língua dela provocando a minha enquanto eu segurava as tetas dela, polegares circulando aqueles picos duros. Ela gemeu baixinho no beijo, arqueando, dedos puxando minha bermuda. O vestiário ecoava com nossas respirações aceleradas, expectativa se enrolando forte. Eu a encostei na parede de azulejos, beijando o pescoço dela, saboreando o tremor no corpo esguio dela. Ela era fogo sob meu toque, otimista até aqui—sussurrando, 'Não para, Finn. Faz valer a pena.' A parte de baixo do biquíni dela tava baixa, prometendo mais, e eu já tava doendo pra conquistar cada centímetro do brilho vitorioso dela.

Os olhos azul-claros de Tessa travaram nos meus enquanto eu a guiava pra baixo no banco de madeira, pernas esguias dela se abrindo instintivamente, parte de baixo do biquíni puxada pro lado só o suficiente. O vapor do vestiário nos envolvia como um segredo, pele levemente bronzeada dela corada, coque baixo castanho-avermelhado se desfazendo em fios que emolduravam o rosto dela. Eu tirei minha bermuda, me posicionando entre as coxas dela, o calor do centro dela me puxando. 'Você foi incrível lá fora', eu rosnei, esfregando a ponta no entrada molhada dela. Ela mordeu o lábio, faísca otimista virando necessidade crua. 'Me mostra, Finn. Me fode como se eu tivesse ganhado.'

Eu entrei devagar no começo, saboreando o aperto quente e molhado dela em volta de mim, cintura fina dela arqueando pra cima pra encontrar cada centímetro. Caralho, ela era perfeita—corpo esguio cedendo mas exigindo, tetas 34B balançando suave no ritmo. As mãos dela apertaram meus ombros, unhas cravando enquanto eu acelerava, o banco rangendo debaixo de nós. Cada estocada funda mandava choques por mim, paredes internas dela tremendo, me puxando mais fundo. 'Sim, assim mesmo', ela ofegou, voz alegre até no êxtase, pernas envolvendo meus quadris. Eu me inclinei, pegando um mamilo com os lábios, chupando forte enquanto metia sem piedade, o tapa de pele ecoando nos azulejos.

O Êxtase Arenoso da Cortada de Tessa
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As respirações dela vinham em gemidinhos otimistas, crescendo pra gemidos que alimentavam meu fogo. Eu sentia ela apertando, aquela energia vitoriosa se enrolando dentro dela, pronta pra explodir. Minhas mãos passeavam pelas curvas levemente bronzeadas dela, polegar achando o clitóris, circulando no tempo das estocadas. Os olhos de Tessa piscaram, corpo tremendo. 'Finn... tô quase... não para.' O jeito que ela me apertava, quente e insistente, me levou pro limite também. A gente se movia junto, suor se misturando com vapor, otimismo dela brilhando em cada suspiro—alegria pura e sem filtro no prazer. Quando ela gozou, foi com um grito que vibrou por mim, corpo esguio convulsionando, me ordenhando até eu ir atrás, gozando fundo dentro dela com um gemido gutural. A gente parou, ofegante, olhos azul-claros dela encontrando os meus com um sorriso satisfeito. 'Melhor volta da vitória ever', ela sussurrou, dedos traçando meu queixo. Mas a gente não tinha terminado—a garrafa de óleo na bolsa de praia dela chamou minha atenção, prometendo mais.

A gente recuperou o fôlego no banco, forma sem top de Tessa ainda brilhando do gozo, pele levemente bronzeada marcada com vermelho fraco do meu aperto. Ela pegou a bolsa de praia com um sorriso malicioso, tirando uma garrafa de óleo de massagem—cheiro de coco, perfeito pra praia. 'Já tentou isso depois de uma vitória?', ela perguntou, otimismo alegre borbulhando enquanto derramava uma boa quantidade na palma. Seus olhos azul-claros dançavam, coque baixo castanho-avermelhado agora todo bagunçado, fios grudando nos ombros.

Ela passou as mãos nas tetas primeiro, óleo brilhando nos mamilos duros, traçando pela cintura fina até a parte de baixo do biquíni ainda de lado. Eu assisti, hipnotizado, enquanto ela me oferecia a garrafa. 'Sua vez de me fazer brilhar.' Eu peguei, derramando óleo nas curvas esguias dela, mãos deslizando suave agora—massageando as tetas, polegares provocando picos até ela arquear com um gemido suave. A pele dela virou dourada e escorregadia sob meu toque, cada centímetro pedindo mais. 'Tá incrível', ela murmurou, reclinando, pernas se abrindo um pouco pra deixar meus dedos explorarem mais baixo, untando as coxas, roçando o centro dela.

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Humor aliviou a ternura; ela riu quando óleo pingou no banco. 'Vitória escorregadia!' Vulnerabilidade piscou também—ela admitiu, 'A Lara sempre me irritou, mas bater nela... isso supera.' Eu beijei o ombro oleado dela, provando sal e coco, mãos passeando pelo corpo dela em carícias lentas e devotas. As respirações dela aprofundaram, mamilos endurecendo de novo, corpo respondendo com o mesmo fogo otimista. O ar zumbia com promessa, óleo tornando cada carícia elétrica, construindo pro próximo onda. As mãos de Tessa me acharam também, masturbando escorregadio, toque ousado e ansioso. A gente demorou ali, saboreando o intervalo, expectativa engrossando como o vapor ao nosso redor.

O óleo transformou a pele levemente bronzeada de Tessa num quadro reluzente, cada curva implorando pra ser explorada. Ela escorregou do banco pro chão coberto de tapete, caindo de quatro com um olhar brincalhão por cima do ombro, coque baixo se desfazendo totalmente agora, fios castanho-avermelhados selvagens. 'Vem, Finn', ela instigou, voz rouca de otimismo. 'Faz escorregadio e fundo.' Eu me ajoelhei atrás dela, mãos agarrando a cintura fina, pau deslizando fácil na entrada oleada dela. Uma estocada, e eu tava enterrado até o talo, calor dela me envolvendo como fogo de veludo.

Eu marquei um ritmo punitivo, o tapa de pele oleada mais alto que as ondas distantes, corpo esguio dela balançando pra frente a cada mergulho. Tessa empurrava pra trás, me encontrando ansiosa, gemidos escapando livres—alegres até no abandono. 'Mais forte... sim!' Pra intensificar, eu derramei mais óleo, dedos circulando a entrada traseira apertada dela antes de empurrar um, depois dois pra dentro, esticando ela junto com meu pau. Dobro de sensação, corpo dela apertando louco ao redor das duas invasões. Ela ofegou, tremendo, 'Meu deus, Finn... isso é... incrível.' A plenitude a deixava louca, paredes pulsando, óleo facilitando cada deslize sujo.

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Minha mão livre foi por baixo, esfregando o clitóris dela, sentindo ela inchar e tremer. Seus olhos azul-claros se fecharam forte, boca aberta em êxtase, tetas 34B balançando pendulares. A combinação—estocadas vaginais, dedos anais, fricção oleada—construiu ela rápido, gritos otimistas virando desesperados. 'Vou gozar... porra, sim!' O clímax dela veio como uma cortada, corpo convulsionando, me apertando sem misericórdia até estrelas explodirem atrás dos meus olhos. Eu meti por cima, dedos curvando dentro dela, prolongando as ondas até eu explodir, enchendo ela enquanto ela ordenhava cada gota. A gente desabou num monte escorregadio, ofegante, cabeça dela no meu peito. 'Vitória máxima', ela sussurrou, rindo suave, mas o brilho no olho dela sugeria mais aventuras.

A gente se limpou o melhor que pôde, óleo enxaguado em chuveiros rápidos, risadas ecoando enquanto Tessa secava o cabelo castanho-avermelhado com toalha, torcendo de volta num coque baixo. Ela vestiu um vestido solto por cima do biquíni, tecido grudando leve na forma esguia ainda úmida. 'Foi épico, Finn', ela disse, olhos brilhando com o otimismo de marca registrada. Eu tirei um pingente de vôlei prateado pequeno do bolso—um presente impulsivo que peguei antes, perfeito pro bracelete dela lotado de lembranças de aventuras passadas.

O rosto dela se iluminou enquanto balançava ele na correntinha do pulso, o novo pingente brilhando junto com os outros. 'Adorei! Combina com a cortada.' Ela me abraçou rápido, alegre como sempre, antes de pegar a bolsa. Vulnerabilidade apareceu num sussurro: 'Não conta pra Lara.' Aí ela sumiu, saindo pro sol tardio. Eu segui de longe, vendo ela se aproximar do estacionamento onde um cara—Alex, eu achava pelas histórias—esperava, braços cruzados. Os olhos dele foram pro bracelete dela, estreitando no brilho novo. Tessa acenou alegre, mas a mandíbula dele apertou, puxando ela pro lado com palavras urgentes que eu não ouvi. Algo sobre uma 'trilha de reconquista'—ciúme grosso na postura dele. Ela olhou de volta pros vestiários uma vez, um sorriso secreto brincando, antes de deixar ele levá-la embora. Que tempestade quer que estivesse se armando lá, eu tinha acendido, e o pensamento mandou um arrepio por mim.

Perguntas frequentes

O que acontece depois da cortada de Tessa?

Tessa celebra a vitória com sexo quente no vestiário, usando óleo de coco pra intensificar o prazer com Finn.

Tem dupla penetração na história?

Sim, Finn usa óleo pra dedos no cu enquanto mete na buceta, levando Tessa a um gozo alucinante.

Tessa tem namorado no final?

Sim, Alex espera ela e nota o pingente novo, criando ciúme e uma "trilha de reconquista" misteriosa. ]

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Tessa de Groot

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