Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Vinhas encharcadas de vinho sussurram segredos enquanto a empatia acende chamas proibidas

O

Os Votos Sussurrados de Abigail no Crepúsculo Quebecano

EPISÓDIO 2

Outras histórias desta série

O Toque Consolador de Abigail para Noivos Nervosos
1

O Toque Consolador de Abigail para Noivos Nervosos

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
2

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

A Farra dos Padrinhos de Abigail no Château
3

A Farra dos Padrinhos de Abigail no Château

O Pacto de Chantagem no Quarto de Abigail com sua Rival
4

O Pacto de Chantagem no Quarto de Abigail com sua Rival

A Loucura Mascarada da Despedida de Solteira de Abigail
5

A Loucura Mascarada da Despedida de Solteira de Abigail

O Voto Eterno de Abigail na Capela do Crepúsculo
6

O Voto Eterno de Abigail na Capela do Crepúsculo

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

A lua pendia baixa sobre as colinas ondulantes do país dos vinhedos de Quebec, lançando um brilho prateado no velho celeiro que servia de local para a degustação de vinhos pré-casamento de Clara e Marc. Abigail Ouellet chegou bem quando o relógio bateu meia-noite, sua trança de cauda de peixe lilás balançando suavemente contra sua pele mel. Aos 20 anos, a beldade canadense petite com olhos cor de avelã e rosto oval exalava uma bondade que atraía as pessoas, sua natureza empática a tornando a confidente perfeita para os nervos do casamento dos amigos. Vestida com um sundress branco fluido que abraçava seu corpo atlético magro e peitos médios, ela entrou no interior rústico do celeiro, onde vigas de madeira arqueavam no alto e mesas compridas rangiam sob garrafas de tintos ricos e brancos crocantes.

Clara Moreau, a noiva, andava de um lado pro outro perto do bar de degustação, seus cachos escuros desgrenhados, bochechas coradas de mais do que só vinho. Marc Lefebvre, o noivo dela, encostava num barril, os ombros largos tensos, um copo pendurado nos dedos. O ar estava grosso com o cheiro de uvas fermentando e carvalho envelhecido, misturado com as notas florais leves do perfume de Abigail. "Abigail, graças a Deus você chegou", Clara suspirou, puxando ela pra um abraço. "Marc e eu... a gente tá brigando de novo. Estresse do casamento, sabe?" O coração de Abigail doía por eles; ela sentia as correntes de paixão sob a frustração deles, o jeito que os olhos de Clara demoravam nos lábios de Marc, como o olhar dele piscava pras curvas de Clara.

Enquanto Abigail servia um copo de Cabernet aveludado pra cada um, ela sentia a magia da noite tecendo ao redor deles. As janelas do celeiro emolduravam as fileiras infinitas do vinhedo, sombras dançando como amantes na luz da lua. Seu próprio pulso acelerava, lembrando o thrill elétrico do seu primeiro rolo, mas isso era diferente—mais fundo, mais enrolado com empatia. Ela queria aliviar a dor deles, preencher o vão com seu toque gentil. "Vamos provar isso direito", ela murmurou, a voz suave, olhos brilhando com promessa não dita. O vinho aquecia sua garganta, soltando as inibições, e enquanto a risada borbulhava, Abigail se perguntava se as tentações da noite iam transbordar pra algo irrevogavelmente selvagem. O ar zumbia com possibilidade, a lua testemunhando o primeiro gole compartilhado, corpos se aproximando devagar na luz fraca.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Abigail girou o vinho carmesim escuro no copo, as pernas descendo devagar pelas laterais como dedos provocantes. Clara desabou num banco cheio de feno, sua amostra de vestido de noiva pendurada perto, esquecida no calor do momento. "É só tudo se acumulando", Clara confessou, a voz embargada. "O local, os convidados, a família do Marc esperando perfeição." Marc assentiu, esfregando o pescoço, os olhos escuros de frustração mas amolecendo ao encontrar o olhar empático de Abigail. "Ela tá certa. Eu amo ela, mas hoje à noite... não sei." Abigail sentou entre eles, seu corpo petite uma ponte, a mão descansando leve no joelho de Clara, depois na coxa de Marc—confortos inocentes que mandavam faíscas sutis pelo ar.

"Me conta mais", Abigail instigou, os olhos cor de avelã bem abertos com cuidado genuíno. Ela serviu mais, o líquido gorgolejando suave, e eles mergulharam nas histórias: medos de Clara de se perder no casamento, pressão de Marc das raízes tradicionais de Quebec. O vinho fluía livre, soltando línguas e membros. Abigail riu da piada de Marc sobre as críticas infinitas da mãe dele, sua trança lilás roçando o braço de Clara, arrancando um arrepio. As lanternas do celeiro piscavam, lançando poças douradas nos rostos deles, o piado distante de uma coruja sublinhando a intimidade.

Enquanto os copos esvaziavam, as tensões viravam flerte. A mão de Marc roçou a de Abigail enquanto ele pegava uma garrafa, demorando um segundo a mais. "Você é uma fazedora de milagres, Abi", ele disse, voz rouca. Clara se inclinou, o hálito doce de vinho contra a orelha de Abigail. "É, como você faz isso? Nos faz sentir... vivos de novo?" As bochechas de Abigail esquentaram, sua empatia virando algo elétrico. Ela sentia os olhos deles nela—o olhar apreciativo de Clara pelas curvas no sundress dela, o encarar faminto de Marc nos lábios dela. O vinhedo lá fora farfalhava leve, mas dentro, o ar engrossava com desejo não dito. A mente de Abigail acelerava: sua bondade sempre remendava corações, mas hoje à noite, podia desmanchar eles em êxtase.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Eles foram pra uma mesa maior cheia de queijos e frutas, corpos mais perto agora. Clara deu uma uva pra Abigail, dedos roçando lábios, olhos travados num momento grávido de calor. Marc assistiu, a tensão dele virando tesão. "A nós", Abigail brindou, tilintando copos, a voz um sussurro sensual. O vinho zumbia nas veias dela, amplificando cada olhar, cada toque acidental. Ela sentia o precipício que eles tavam no limite, sua alma empática animada pelo risco—a noiva e o noivo, seus amigos, à beira de cruzar linhas sob o olhar atento do celeiro iluminado pela lua. O que começou como conforto tava se construindo pra uma tempestade de tentação.

O calor do vinho se espalhava por Abigail como fogo líquido, suas inibições derretendo enquanto a mão de Clara subia pela coxa dela por baixo da mesa. "Você sempre foi tão boa pra gente", Clara murmurou, lábios a centímetros dos de Abigail. Marc se inclinou do outro lado, o hálito quente no pescoço dela. O coração de Abigail batia forte, sua natureza empática puxando ela pro vórtice deles. Ela virou pra Clara primeiro, os lábios se encontrando num beijo suave, exploratório—com gosto de vinho e hesitante, depois aprofundando enquanto a língua de Clara escorregava pra dentro.

As alças do sundress de Abigail escorregaram dos ombros, expondo sua pele mel e peitos médios, mamilos endurecendo no ar fresco do celeiro. As mãos de Clara os acolheram gentilmente, polegares circulando os picos, arrancando um suspiro de Abigail. "Meu Deus, você é linda", Clara sussurrou, rompendo o beijo pra traçar lábios pelo pescoço de Abigail. Marc assistiu, hipnotizado, antes de se juntar, a boca dele reivindicando a de Abigail enquanto Clara dedicava atenção mais embaixo. Abigail arqueou, sensações florescendo—a boca macia de Clara chupando um mamilo, a barba por fazer de Marc roçando o queixo dela.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Dedos se enredaram na trança lilás dela, soltando ela em ondas. As mãos de Abigail vagavam, desabotoando a camisa de Marc pra sentir o peito musculoso dele, depois subindo a saia de Clara pra acariciar coxas cobertas de renda. O foreplay se construía devagar, corpos pressionando perto no banco. Clara montou no colo de Abigail agora sem blusa, seus próprios peitos fartos roçando os de Abigail, rebolando devagar. "Sente como você me deixa molhada", Clara soprou, guiando a mão de Abigail entre as pernas dela. Abigail gemeu suave, dedos provocando por cima do tecido.

Marc ajoelhou, beijando as coxas internas de Abigail, subindo o vestido dela mais. A calcinha dela ficava úmida, a antecipação enrolando apertado. Ela gozou primeiro do ataque duplo—as mordidinhas de mamilo de Clara e o hálito de Marc no centro dela—ondas explodindo pelo corpo petite dela, deixando ela tremendo. "Mais", ela ofegou, olhos cor de avelã vidrados. As sombras do celeiro os envolviam, a degustação esquecida nessa névoa de toques provocantes e necessidade crescendo.

O mundo de Abigail se estreitava pro pressão de corpos, sua empatia alimentando uma rendição ousada. Clara tirou a calcinha de Abigail, expondo as dobras molhadas dela, enquanto Marc tirava a roupa, o pau grosso dele saltando livre. Abigail deitou de costas na mesa coberta de feno, pernas se abrindo convidativamente. Clara mergulhou primeiro, língua lambendo o clitóris de Abigail com lambidas fervorosas, dedos mergulhando fundo. "Mmm, tão doce", Clara gemeu, vibrações mandando choques por Abigail. Marc se posicionou na boca de Abigail, e ela chupou ele com vontade, afundando as bochechas, língua rodando na cabeça.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Sensações sobrecarregavam: a boca de Clara devorando a buceta dela, dois dedos curvando contra o ponto G dela, construindo pressão. Os quadris de Abigail chacoalhavam, gemidos abafados ao redor do pau de Marc—"Ahh... sim..."—enquanto ela engolia ele fundo, saliva pingando. A mão livre de Clara beliscava o mamilo de Abigail, intensificando a fogueira. A mudança veio fluida; Abigail gozou forte, paredes apertando os dedos de Clara, sucos inundando a boca dela. "Meu Deus, Clara!", Abigail gritou, corpo tremendo.

Eles se reposicionaram, Abigail de quatro. Marc entrou nela por trás, a grossura dele esticando ela deliciosamente, estocadas lentas virando bombadas. "Porra, que apertada", ele gemeu. Clara ajoelhou na frente dela, buceta rebolando na cara de Abigail. Abigail lambeu com fome, língua mergulhando na umidade de Clara, provando o tesão dela. Os gemidos de Clara enchiam o celeiro—"Sim, Abi, aí mesmo..."—enquanto ela cavalgava a boca de Abigail. As mãos de Marc agarravam os quadris de Abigail, batendo mais fundo, bolas batendo no clitóris dela.

Prazer se sobrepunha intensamente: o pau de Marc batendo no colo do útero dela, as coxas de Clara tremendo ao redor das orelhas dela. O segundo orgasmo de Abigail rasgou por ela, buceta espasmando ao redor de Marc, ordenhando ele. Ele saiu, pintando as costas dela com jatos quentes. Clara gozou em seguida, inundando a boca de Abigail com a porra dela. Eles desabaram breve, respirações ofegantes, mas os olhos cor de avelã de Abigail queimavam por mais, seu coração bondoso agora selvagem com êxtase compartilhado. A mesa rangia sob o peso deles, garrafas de vinho tilintando, a lua testemunhando cada estocada e grito.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

Suados e saciados por um momento, o trio se desenredou, compartilhando sorrisos ternos no brilho da lanterna. Abigail se aninhou entre Clara e Marc no banco, a cabeça no ombro de Clara, o braço de Marc ao redor da cintura dela. "Isso foi... incrível", Clara sussurrou, dedos traçando as ondas lilases de Abigail. "Você nos curou hoje à noite." Marc beijou a testa de Abigail. "É, nossa pequena empática. Sem mais tensões."

Eles beberam água de um jarro perto, risadas suaves e íntimas. Abigail sentia uma conexão profunda, sua bondade florescendo em laços mais profundos. "Eu só queria vocês felizes", ela disse tímida, olhos cor de avelã brilhando. Clara segurou o rosto dela. "Você fez mais que isso." Marc assentiu, vulnerabilidade no olhar dele. A brisa noturna do vinhedo refrescava a pele deles pelas janelas abertas, um respiro breve antes dos desejos reacenderem.

Brasas flamejaram de novo enquanto Clara puxava Abigail pro colo dela, peitos pressionando juntos. Marc ficou atrás, erguendo os quadris de Abigail. Ela afundou no strap-on de Clara—tirado de uma bolsa de casamento escondida—gemendo enquanto ele a preenchia. "Cavalga em mim, Abi", Clara instigou, mãos na bunda dela. Abigail quicava, clitóris rebolando na base de Clara, enquanto Marc enfiava a dureza renovada na boca dela.

Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento
Tentação de Abigail na Degustação Noturna do Casamento

O ritmo intensificou: o corpo petite de Abigail ondulando, buceta agarrando o brinquedo, boca chupando Marc de forma desleixada. Clara estocava pra cima, batendo fundo, o tesão dela pingando. "Mais forte", Abigail ofegou ao redor de Marc, que fodia a cara dela devagar. Eles trocaram—Abigail de costas, pernas sobre os ombros de Marc enquanto ele bombava no estilo missionário, pau mergulhando sem piedade. Clara montou na cara dela de costas, buceta sufocando a língua dela.

Sensações atingiam o pico: estocadas de Marc sacudindo o centro dela, sucos de Clara cobrindo o queixo dela. O orgasmo de Abigail crescia volcanicamente, dedos dos pés encolhendo. "Eu... tô gozando!", ela uivou, paredes convulsionando, esguichando leve em Marc. Ele veio atrás, enchendo ela com calor pulsante. Clara rebolou pro clímax dela, coxas apertando a cabeça de Abigail, gritos ecoando—"Sim, sim!" Corpos tremiam em uníssono, a empatia de Abigail agora um canal pro alívio coletivo deles.

Pós-pico, eles demoraram conectados, Marc ainda enterrado fundo, Clara beijando Abigail profundamente. O celeiro cheirava a sexo e vinho, luar dourando as formas entrelaçadas deles. A mente de Abigail rodopiava com realização, sua ousadia solidificada, mas um thrill de risco pairava—e se alguém visse?

No afterglow, eles se vestiram de qualquer jeito, compartilhando sussurros e risadinhas. Marie Duval, prima de Clara, espiou breve, olhos arregalados na cena bagunçada antes de escorregar embora intrigada, um sorriso secreto nos lábios. O coração de Abigail pulou—vista, mas o thrill só aumentava.

Enquanto Clara e Marc saíam pros vinhedos pra pegar ar, Luc, o padrinho de Marc, encurralou Abigail na porta. Alto e sombrio, os olhos dele varreram o corpo dela, demorando na liga aparecendo da coxa dela—o token secreto da noiva. "Ouvi uns barulhos", ele rosnou, voz baixa. "O que isso tá escondendo?" O pulso de Abigail acelerou, empatia brigando com fome fresca, as tentações da noite longe de acabar.

Perguntas frequentes

O que acontece na degustação de Abigail?

Abigail consola Clara e Marc, mas o vinho leva a beijos, oral e sexo em trio com múltiplos orgasmos no celeiro.

Tem conteúdo explícito no conto?

Sim, descreve lambidas na buceta, chupada de pau, penetração e strap-on de forma direta e sensual.

Onde se passa a história erótica?

Num celeiro de vinhedo em Quebec, à meia-noite, durante evento pré-casamento com vinho e tesão proibido. ]

Visualizações11K
Curtidas98K
Compartilhar34K
Os Votos Sussurrados de Abigail no Crepúsculo Quebecano

Abigail Ouellet

Modelo

Outras histórias desta série