Rendição de Sophia no Iate da Tempestade

Ondas quebram enquanto paixões proibidas explodem no coração da tempestade

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Os Fios Carmesins de Desafio de Sophia

EPISÓDIO 3

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Eu estava no leme do meu iate de luxo, o 'Serena Fury', enquanto o sol da tarde tardia mergulhava baixo no horizonte, lançando um brilho dourado sobre as águas agitadas do Mediterrâneo. O ar estava grosso de sal e da promessa de uma tempestade, nuvens escuras se juntando como segredos não ditos. Sophia Alves subiu a bordo com aquele passo confiante de sempre, seu cabelo loiro ondulado e comprido pegando o vento, emoldurando seu rosto oval e pele bronzeada quente. Aos 20 anos, essa gata brasileira era uma força da natureza — corpo atlético e magro, 1,68m de pura sedução, peitos médios esticando um pouco contra o vestido de sol branco que abraçava sua cintura fina. Seus olhos castanhos travaram nos meus, assertivos e desafiadores, como se ela já soubesse que a "reunião de estratégia" era só uma desculpa. O iate balançava devagar enquanto ela se aproximava, os saltos clicando no deque de teca polida. "Victor Russo", ela disse, a voz com aquele sotaque gostoso, "você me arrasta pra cá por negócios, mas eu vejo a fome nos seus olhos". Eu sorri de lado, entregando um copo de prosecco gelado, nossos dedos se roçando numa faísca que espelhava o raio distante. O motor ronronou pra vida, e saímos do porto de Mônaco, a costa encolhendo atrás de nós. As ondas começaram a bater no casco, criando tensão igual à puxada entre a gente. Ela se encostou no corrimão, o vestido esvoaçando, revelando pernas torneadas que pediam pra serem tocadas. Eu não resisti e imaginei arrancando aquela roupa, expondo ela pros elementos e pros meus desejos. Enquanto o céu escurecia, trovão ribombava, e as primeiras gotas de chuva caíam, Sophia se virou pra mim, a expressão misturando desafio e desejo. "A tempestade tá vindo, Victor. Achas que aguenta?" Suas palavras pairaram...

Rendição de Sophia no Iate da Tempestade
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Os Fios Carmesins de Desafio de Sophia

Sophia Alves

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