As Chamas Rivais de Putri Ayu Colidem
Ciúmes forja uma reivindicação feroz nas sombras
Sombras Aveludadas da Rendição de Putri Ayu
EPISÓDIO 4
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Os dedos dela tremiam enquanto ela arrancava a tornozeleira da mão de Liam, mas foi o fogo nos olhos castanhos profundos dela quando se virou pra mim que acelerou meu sangue. No armário de estoque apertado, Putri Ayu se encostou, a pele morena quentinha roçando na minha, sussurrando possessivamente: "Você é meu essa noite, Ravi." O ar ficou grosso com o calor da rivalidade, prometendo uma colisão de chamas que nem Liam nem eu podíamos ignorar.
As luzes do lobby tinham diminuído pra noite, lançando sombras longas pelos pisos de mármore enquanto eu via Putri Ayu se aproximar de Liam na recepção. A tornozeleira dela — a delicada corrente de prata que eu notei brilhando no tornozelo dela durante nossa noite roubada na minha suíte — de algum jeito tinha ido parar com ele. Eu mandei ela pegar de volta, um movimento mesquinho nascido do ciúme que me roía desde ouvir o nome dele escapar dos lábios dela numa conversa casual. Liam, o barman charmoso com o sorriso fácil e o charme safado, segurava ela como um troféu, balançando bem fora do alcance dela.
"Vamos lá, Putri, você deixou na minha seção no último turno", ele provocou, a voz com aquele tom flertador que fez meu queixo travar. Ela esticou a mão pra pegar, as longas ondas ondulantes de cabelo castanho escuro balançando com o movimento, mas ele puxou pra trás, rindo baixinho. Eu fiquei na porta dos escritórios dos fundos, braços cruzados, sentindo o calor subir no peito. Ela era minha agora, ou pelo menos era o que os ecos dos gemidos dela na minha suíte me convenceram. Mas ali estava ela, a centímetros dele, a pele morena quentinha brilhando sob as luzes baixas, aquele corpinho sexy e miúdo atraindo os olhos dele do mesmo jeito que atraía os meus.


Os olhos castanhos profundos de Putri faiscaram com irritação, mas tinha uma faísca ali também, um desafio brincalhão. "Liam, só devolve. O Ravi tá esperando." Ela olhou pra mim, e naquele momento, nossos olhares se trancaram — uma promessa silenciosa no meio da tensão. O sorriso de Liam vacilou um pouco enquanto ele entregava, os dedos dele demorando um segundo a mais nos dela. Ela arrancou de uma vez, girando nos calcanhares com um rebolado que acelerou meu pulso. Sem uma palavra, ela passou por mim, pegou minha mão e me puxou pro armário de estoque no fim do corredor. A porta clicou fechando atrás de nós, nos selando no espaço escuro com cheiro de roupa de cama. Prateleiras se agigantavam dos dois lados, cheias de toalhas e suprimentos, o ar grosso e quente.
"Ele acha que pode brincar comigo", ela murmurou, a voz baixa e afiada de fogo enquanto colocava a tornozeleira de volta na perna, o metal frio contra a pele dela. Os dedos dela roçaram meu peito, e eu peguei a possessividade no toque. Minhas mãos acharam a cintura dela, puxando ela mais pra perto no espaço apertado. O ciúme de momentos atrás se torceu em algo mais quente, mais urgente.
O armário de estoque parecia ainda menor com o corpo dela pressionado no meu, o cheiro de roupas de cama frescas misturado com o jasmim leve do perfume dela. As mãos de Putri subiram pelo meu peito, dedos se enfiando na minha camisa enquanto ela inclinava o rosto pro meu. Aqueles olhos castanhos profundos me prenderam, queimando com uma possessividade que eu nunca tinha visto no calor gentil dela antes. "Ravi", ela sussurrou, a respiração quentinha contra meus lábios, "eu não quero ele. Eu quero você. Só você."


Eu gemi baixinho, minhas mãos descendo pelos lados dela, sentindo as curvas do corpinho sexy e miúdo dela cederem ao meu toque. Ela se arqueou contra mim, os lábios reivindicando os meus num beijo que começou feroz e se aprofundou em algo devorador. Meus dedos acharam os botões da blusa dela, abrindo um por um até o tecido se abrir, revelando a pele morena quentinha e lisa. Ela tirou dos ombros, deixando cair no chão, os seios 32B nus e perfeitos, mamilos já endurecendo no ar fresco entre nós.
A pele dela era como seda sob minhas palmas enquanto eu os segurava, polegares roçando aqueles picos tensos, arrancando um suspiro dela que vibrou por mim. As longas ondas castanho escuras de Putri caíam pelos ombros, emoldurando o rosto dela enquanto ela quebrava o beijo pra morder meu queixo. "Sente o quanto eu preciso disso", ela murmurou, guiando uma das minhas mãos mais pra baixo, sobre a saia ainda colada nos quadris dela. O calor irradiando do centro dela fez minha cabeça girar, o desejo se enrolando apertado na minha barriga. Ela se esfregou na minha palma, a respiração falhando, olhos semicerrados de expectativa.
Na luz fraca filtrando pela fresta da porta, o corpo dela brilhava, cada curva convidativa, cada tremor um testemunho do fogo que ela tinha acendido. Eu me inclinei, boca traçando beijos quentes pelo osso da clavícula dela, provando o sal da pele dela, sentindo o pulso dela disparar sob meus lábios. Os dedos dela se enredaram no meu cabelo, me instigando, a possessividade dela nos envolvendo como as prateleiras fechando nosso mundo secreto. O mundo lá fora — Liam, o hotel, a noite — sumiu, deixando só esse espaço carregado onde o corpo sem blusa dela se pressionava insistentemente contra mim, prometendo mais.


A urgência de Putri estalou algo dentro de mim. Com um rosnado, eu a girei, as palmas dela batendo na parede áspera atrás das prateleiras enquanto ela se apoiava. O espaço apertado nos forçava perto, o corpinho sexy e miúdo dela se curvando pra frente o suficiente, saia levantada na cintura, calcinha empurrada pro lado. Eu me liberei da calça, coração batendo forte enquanto eu segurava os quadris dela, a pele morena quentinha febril sob meus dedos. "Meu", ela ecoou meu pensamento, empurrando pra trás contra mim insistentemente, a voz uma ordem rouca que mandou fogo direto pro meu centro.
Eu me enterrei nela num movimento suave e reivindicador, afundando fundo no calor acolhedor dela. Ela gritou, o som abafado no braço dela, as longas ondas ondulantes balançando com o impacto. Caralho, ela era apertada, molhada, me apertando como se nunca quisesse soltar. Cada estocada pra frente a balançava contra a parede, os seios 32B dela esmagados, mamilos raspando no tecido de uma prateleira de toalha ali perto. O ritmo cresceu rápido, urgente, o ciúme alimentando cada mergulho — imaginando as mãos de Liam onde as minhas estavam agora me deixava mais duro, mais fundo, possessivo de um jeito que beirava o selvagem.
Os olhos castanhos profundos dela pegaram os meus por cima do ombro, selvagens e implacáveis, lábios abertos em suspiros que sincronizavam com o tapa dos nossos corpos. "Mais forte, Ravi", ela exigiu, se contraindo ao meu redor de propósito, arrancando um gemido da minha garganta. Suor brotava na pele morena quentinha dela, escorrendo pela espinha enquanto eu anglei os quadris, acertando aquele ponto que fazia os joelhos dela fraquejarem. Ela tremeu, paredes pulsando, o clímax caindo sobre ela em ondas que me sugavam sem parar. Eu segurei, saboreando o desmanche dela — o jeito que o corpinho miúdo dela estremecia, dedos arranhando a parede, um gemido suave escapando dela.


Mas ela não tinha terminado de afirmar domínio. Mesmo com os tremores pós-orgasmo ondulando por ela, ela se esfregou pra trás, exigindo mais, a possessividade dela mais apertada que o corpo. O ar do armário de estoque ficou mais grosso, pesado com nossas respirações misturadas, roupas de cama se mexendo levemente com nosso fervor. Eu me perdi nela, as chamas rivais colidindo nesse espaço escondido, forjando algo inquebrável.
A gente desabou contra as prateleiras juntos, respirações ofegantes no depois, o corpo sem blusa dela suado e colado no meu peito. Putri se virou nos meus braços, os olhos castanhos profundos dela suaves agora, vulnerabilidade espiando pelo fogo. Ela traçou um dedo pelo meu queixo, as longas ondas castanho escuras desgrenhadas emoldurando o rosto corado dela. "Isso foi... intenso", ela murmurou, um sorriso tímido curvando os lábios dela, o calor gentil que eu conhecia ressurgindo no meio da possessividade.
Eu a puxei mais pra perto, mãos deslizando pelas costas nuas dela, sentindo o bater rápido do coração dela contra o meu. Os seios 32B dela subiam e desciam com cada respiração, mamilos ainda pedregosos da nossa urgência. Na luz fraca do armário, a pele morena quentinha dela brilhava, marcada de leve onde meu aperto tinha sido mais firme. Ela se aninhou no meu pescoço, plantando beijos suaves ali, o corpinho miúdo dela se moldando perfeitamente ao meu. "Liam não tem isso", ela sussurrou, voz cheia de ternura agora. "Ninguém tem."


Risada borbulhou dela, leve e inesperada, cortando a tensão como sol através de nuvens. "Dá pra imaginar se alguém entrasse? O gerente e a recepcionista, enrolados em roupas de cama." Os dedos dela brincavam na bainha da saia, ainda embolada de qualquer jeito, calcinha torta. Eu ri também, o som reverberando entre nós, minhas mãos segurando o rosto dela pra beijá-la devagar, fundo — menos frenesi, mais saboreando. Ela derreteu nisso, um gemido suave escapando enquanto meus polegares roçavam os seios dela, reacendendo faíscas.
Mas sob o humor, uma honestidade crua pairava. Ela se afastou um pouco, olhos procurando os meus. "Eu precisei te mostrar, Ravi. Aquela noite na sua suíte... não foi imprudência. Foi real." A confissão dela pairou no ar, paredes emocionais desmoronando nesse santuário apertado. Meu desejo se mexeu de novo, mas eu deixei o momento respirar, segurando ela enquanto ternura se entrelaçava na paixão.
As palavras dela me desfizeram completamente. Com insistência gentil, Putri me empurrou pra baixo numa pilha de toalhas caídas, montando nos meus quadris no espaço confinado. A saia dela sumiu agora, calcinha jogada fora, deixando ela nua e radiante em cima de mim. Aqueles olhos castanhos profundos trancaram nos meus enquanto ela se posicionava, afundando devagar, me envolvendo no calor de veludo dela. A sensação era exquisita — lenta, deliberada, o corpinho sexy e miúdo dela tomando controle enquanto ela me cavalgava num ritmo que crescia como uma tempestade se formando.


Eu segurei a cintura fina dela, polegares pressionando na pele morena quentinha, assistindo os seios 32B dela quicarem a cada subida e descida. As longas ondas ondulantes chicoteavam o rosto dela, selvagens e livres, enquanto ela jogava a cabeça pra trás, um gemido escapando dos lábios dela. "Sim, assim", ela ofegou, se esfregando mais forte, as paredes dela se contraindo de um jeito que me puxava mais fundo, estrelas explodindo atrás dos meus olhos. As prateleiras rangeram levemente do lado, roupas de cama se mexendo, mas nada importava além dela — o jeito que ela dominava esse momento, fogo possessivo temperado com confiança.
Ela se inclinou pra frente, mãos no meu peito pra alavancagem, acelerando o ritmo até nossos corpos baterem juntos em sincronia perfeita. Suor brilhava na pele dela, respirações em golfadas curtas, clímax se formando visivelmente na tensão das coxas dela, no pulsar ao meu redor. "Ravi... juntos", ela implorou, e eu estocada pra cima pra encontrá-la, a mola estalando enquanto ela se estilhaçava em cima de mim, gritando baixinho, o corpinho miúdo convulsionando no gozo. A visão, o sentimento dela pulsando ao meu redor, me arrastou pro limite também, prazer explodindo em ondas que me deixaram sem fôlego.
Ela desabou no meu peito, tremendo, nossos corações trovejando como um. No silêncio que veio depois, os dedos dela se entrelaçaram nos meus, um voto silencioso no meio da bagunça. O domínio que ela tinha afirmado pairava, evoluindo pra algo mais profundo, mais íntimo no abraço do armário.
A gente se vestiu em sussurros apressados, risada misturada ao farfalhar do tecido enquanto Putri alisava a saia e abotoava a blusa, a tornozeleira brilhando de novo na perna dela. As bochechas dela ainda coradas, ela se esticou pra um último beijo, gentil agora, a essência quentinha dela pairando nos meus lábios. "Isso fomos nós, Ravi. Sem rivais", ela disse baixinho, olhos brilhando com uma ousadia nova.
Mas quando a gente entreabriu a porta, vozes vieram do corredor — de Liam, baixa e convidativa. "Putri, que tal um fim de semana fora? Só você e eu, fugir desse lugar." Meu sangue gelou; ele tinha ouvido. Ela enrijeceu do meu lado, mão apertando a minha. Antes que ela respondesse, eu a puxei de volta, voz firme. "Putri, tem uma promoção te esperando — chefe de recepção, fora dos livros por enquanto. Mas é sua se você for... exclusiva. Comigo."
Os olhos castanhos profundos dela se arregalaram, divididos entre os convites, o ar crepitando com tensão não resolvida. Os passos de Liam sumiram, mas o anzol estava armado — quem ela escolheria?
Perguntas frequentes
O que acontece no armário com Putri Ayu e Ravi?
Putri Ayu reivindica Ravi com sexo possessivo, primeiro de pé contra a parede e depois ela por cima, cheios de ciúmes por Liam.
Por que Putri Ayu fica com ciúmes de Liam?
Liam provoca com a tornozeleira dela e flerta, mas Putri escolhe Ravi, provando com urgência física que ele é o único.
Tem final resolvido na história?
Não, termina em tensão com oferta de promoção exclusiva de Ravi contra convite de Liam, deixando o leitor na expectativa.




