O Vislumbre Rúnico de Freya na Névoa das Terras Altas

Na sombra de runas antigas, o olhar dela me puxou da névoa como o chamado de uma sereia.

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Penhascos de Urze de Freya: Rendição nas Sombras

EPISÓDIO 1

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A névoa grudava nos penhascos das terras altas como a respiração de um amante, pesada e insistente, enquanto eu a observava de longe, o frio úmido infiltrando minha jaqueta, trazendo o cheiro forte de sal marinho e terra molhada que sempre assombrava esses ermos noruegueses. Cada respiração que eu dava era impregnada disso, um lembrete de como a gente tava exposto ali em cima, onde o mundo se resumia a rocha envolta em névoa e céu infinito. Freya Andersen, aquela visão loira platinada com cabelo longo e liso emoldurando a franja micro reta, se movia com a graça de quem pertencia a essas trilhas selvagens norueguesas, as botas dela rangendo devagar no caminho de cascalho, cada passo deliberado mas fluido, como se as montanhas cedessem à vontade dela. Eu ouvia pedaços da voz dela voando no vento — clara, animada, narrando pro vlog dela, as palavras se misturando com o barulho distante das ondas lá embaixo. Ela tava vlogando a subida solo, a câmera capturando as rochas gravadas com runas que sussurravam segredos de deuses antigos, aquelas gravuras antigas entalhadas fundo na pedra, as linhas irregulares parecendo se mexer na luz cinzenta, puxando alguma memória primal no meu sangue. Com 22 anos, alta e esguia com 1,68m, a pele clara e pálida dela brilhava contra a garoa cinzenta, quase luminosa, como luar em neve fresca, e os olhos azuis afiados e aventureiros varriam o horizonte com uma fome que espelhava o mar selvagem. Eu, Eirik Voss, marcado por quedas e brigas demais nesses caminhos — linhas irregulares nos braços e peito de tombos e lutas com o terreno impiedoso —, senti aquela faísca proibida quando nossos olhares se cruzaram nas trilhas paralelas, um choque que correu do meu peito pros dedos, quente e indesejado, acordando pensamentos que eu não tinha...

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Penhascos de Urze de Freya: Rendição nas Sombras

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