O Ritmo do Estúdio de Carmen Te Chama

No pulsar do estúdio escondido de Havana, cada passo nos leva mais perto da rendição.

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Carmen se Rende nas Sombras dos Varandins de Havana

EPISÓDIO 2

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O convite tinha sido simples, quase casual: vem pro meu estúdio particular hoje à noite, Carmen. Eu sabia que ela não resistiria ao puxão do ritmo, o jeito que a salsa chama o sangue dela como um sussurro de amante. Enquanto o sol mergulhava baixo sobre os telhados de Havana, pintando o céu em traços de laranja flamejante e índigo escuro, eu esperava no espaço sombreado do meu estúdio de dança. Janelas do chão ao teto emolduravam a cidade lá embaixo, um brilho espalhado de luzes começando a piscar, enquanto dentro, o ar zumbia com expectativa. O piso de madeira brilhava sob luzes suaves embutidas, espelhos forrando uma parede pra captar cada balanço, cada olhar. Eu ajustei as caixas de som, deixando um bolero lento encher o quarto, suas cordas melancólicas tecendo pelo calor. Então a porta abriu, e lá estava ela—Carmen Vega, seu cabelo castanho escuro em ondas S relaxadas caindo longas sobre os ombros, aquela pele caramelo bronzeada brilhando contra o vestido preto simples que abraçava sua silhueta esguia de 1,68m. O colar na garganta dela pegava a luz, uma delicada corrente de ouro com um pingente que se aninhava logo acima dos peitos médios dela, atraindo meu olhar como uma promessa secreta. Seus olhos castanhos escuros encontraram os meus, vibrantes e quentes, fogo apaixonado fervendo por baixo da superfície. Ela sorriu, aquela curva de lado dos lábios carnudos que sempre acelerava meu pulso. 'Mateo,', ela disse, a voz como rum sobre veludo, 'você chamou, e aqui tô eu.' Eu cruzei o quarto, a música me puxando pra ela, e peguei a mão dela. O toque foi elétrico, a pele dela macia e quente, e naquele momento, eu soube que a dança que íamos começar tinha pouco a ver com passos e tudo a ver com o ritmo...

O Ritmo do Estúdio de Carmen Te Chama
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Carmen se Rende nas Sombras dos Varandins de Havana

Carmen Vega

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