O Primeiro Dueto Proibido de Camille

Nas sombras do fosso da orquestra, nosso ritmo proibido acendeu sob o rugido da multidão

C

Camille se Rende aos Holofotes de Montmartre

EPISÓDIO 3

Outras histórias desta série

A Provocação Solo Incendiária de Camille
1

A Provocação Solo Incendiária de Camille

A Abordagem Sombria no Palco de Camille
2

A Abordagem Sombria no Palco de Camille

O Primeiro Dueto Proibido de Camille
3

O Primeiro Dueto Proibido de Camille

A Conquista Arriscada de Camille no Holofote
4

A Conquista Arriscada de Camille no Holofote

O Perigoso Limite da Multidão de Camille
5

O Perigoso Limite da Multidão de Camille

O Arco Final de Rendição da Camille
6

O Arco Final de Rendição da Camille

O Primeiro Dueto Proibido de Camille
O Primeiro Dueto Proibido de Camille

As luzes do cabaré pulsavam como um coração, lançando Camille num brilho que fazia seu corte bob rosa chiclete reluzir contra a pele pálida. Ela estava no centro do palco, sua silhueta ampulheta envolta num vestido corset preto justo que abraçava cada curva, a barra flertando logo acima dos joelhos. Seus olhos verde-jade varreram a multidão, demorando em mim com uma promessa que torcia algo fundo na minha tripa. "Esta noite", ela ronronou no microfone, o sotaque francês enrolando as palavras como fumaça, "um dueto improvisado. Quem ousa se juntar a mim?" Meu pulso martelava. Eu conhecia aquele olhar. Era pra mim. Damien Roque, o músico sombrio no fosso, se levantando pra reivindicar o que a gente tava rondando há semanas. O ar engrossou de expectativa, o meio-sorriso dela me desafiando a tornar real. Os murmúrios da multidão incharam enquanto a voz de Camille ecoava pelo cabaré forrado de veludo, as palavras pairando no ar úmido como um desafio. Eu tava sentado no fosso da orquestra, dedos pairando sobre as teclas do piano, o olhar travado nela. Aquele vestido grudava nela como uma segunda pele, o corset apertando a cintura, realçando o volume dos quadris. Ela tava me provocando há noites — roçando de leve nos ensaios, o perfume dela demorando, aqueles olhos verde-jade piscando convites não ditos. Esta noite parecia diferente. Carregada. Ela andava pelo palco, quadris rebolando com provocação deliberada, o holofote traçando a curva do pescoço dela até onde o tecido esticava contra os peitos médios. "Vamos lá", ela provocou, a voz um balanço sensual, "alguém pra combinar com meu fogo". Nossos olhos se cruzaram por cima das luzes da ribalta, e o mundo encolheu. Eu senti aquilo então, aquela puxada, como gravidade mudando. Antes de pensar, eu tava de pé, subindo os poucos degraus pro palco....

O Primeiro Dueto Proibido de Camille
O Primeiro Dueto Proibido de Camille

Desbloquear conteúdo premium

Para ler a história completa, você terá acesso a todas as histórias, vídeos e fotos deste modelo.

O conteúdo pode estar truncado. Versão completa disponível com assinatura.

Visualizações98K
Curtidas45K
Compartilhar37K
Camille se Rende aos Holofotes de Montmartre

Camille Durand

Modelo

Outras histórias desta série