O Primeiro Deslize Ansioso de Isabella

Seu toque hesitante derreteu em algo perigosamente viciante.

O

Os Dedos Trêmulos de Isabella Despertam o Tesão Selvagem

EPISÓDIO 1

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No momento em que as mãos untadas de óleo de Isabella pressionaram minhas costas enrijecidas, eu soube que isso não era só uma massagem. A respiração dela acelerou de nervosismo, mas havia uma faísca nos olhos escuros dela, uma hesitação doce que fez meu pulso disparar. Naquela sala de spa mal iluminada, cercada por velas piscando e o cheiro de lavanda, o papo amigável dela disfarçava o calor crescendo entre a gente. O que começou como terapia escorregava pra algo proibido, os dedos finos dela destravando desejos que nenhum de nós conseguia ignorar.

Eu tinha forçado meu corpo demais naquela maratona, cada músculo gritando por alívio. O spa chique no coração de Madrid prometia milagres, e quando o Dr. Ruiz me levou pra sala de terapia, eu tirei tudo e fiquei só de toalha, de bruços na maca aquecida. A porta clicou abrindo, e lá estava ela — Isabella Garcia, minha massagista da tarde. Vinte e três anos, com cabelo castanho escuro longo e levemente ondulado preso num rabo de cavalo solto, pele oliva brilhando sob as luzes suaves, e aqueles olhos castanhos escuros piscando com uma mistura de empolgação e nervos. Ela era magrinha, 1,65m de energia graciosa no uniforme branco impecável, se movendo com passos cuidadosos de quem tá no primeiro dia.

O Primeiro Deslize Ansioso de Isabella
O Primeiro Deslize Ansioso de Isabella

"Olá, Senhor Vega", ela disse, a voz doce e amigável, com um sotaque tímido que apertou meu peito. "Sou a Isabella. Nervoso com sua primeira vez? Relaxa, eu vou cuidar bem de você." A risada dela foi leve, aliviando a tensão no ar enquanto ela esquentava óleo nas palmas. Eu ri pro apoio da maca, pegando um vislumbre do sorriso dela. "Na verdade, sou eu o nervoso. Minhas pernas parecem que correram pelo inferno."

Ela começou pelos ombros, as mãos pequenas mas fortes, trabalhando em círculos lentos e deliberados. A sala cheirava a eucalipto e sândalo, velas piscando em prateleiras cheias de pedras lisas. A gente conversou — sobre a maratona, a mudança dela de uma cidadezinha pra Madrid por esse trampo, o amor dela por dançar salsa nos fins de semana. Os dedos dela cavaram mais fundo, achando nós que eu nem sabia que tinha, e eu soltei um gemido que fez ela parar. "Tá forte demais?", ela perguntou baixinho, o toque demorando. "Não", eu murmurei, "tá perfeito." Tinha algo no jeito que ela se inclinou, o fôlego quente na minha pele, que mudou o ar. Papo inocente, mas meu corpo se mexeu debaixo da toalha, respondendo ao ritmo dela. Ela era doce, amigável, mas caralho se a confiança dela não tava florescendo a cada deslize.

O Primeiro Deslize Ansioso de Isabella
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Enquanto as mãos de Isabella desciam mais, traçando a curva da minha coluna, a barreira profissional borrava. "Vira de barriga pra cima pra mim?", ela sussurrou, a voz mais rouca agora, bochechas coradas. Eu virei de costas, a toalha armando uma barraca óbvia. Os olhos castanhos escuros dela se arregalaram por um segundo, mas ela não recuou. Em vez disso, derramou mais óleo, os dedos deslizando pelo meu peito, polegares circulando meus mamilos até ficarem duros sob o toque dela. A sala ficou mais quente, a blusa do uniforme dela esticando contra os peitos 34B enquanto ela se inclinava mais perto.

"Você tá tão tenso aqui", ela murmurou, o fôlego roçando minha pele. Eu olhava pra ela, hipnotizado pelo jeito que o cabelo longo e ondulado escapava do rabo de cavalo, emoldurando o rosto oliva dela. Ela desabotoou os primeiros botões da blusa, se abanando. "Tá quente aqui dentro." Antes que eu respondesse, ela tirou a blusa, revelando o torso nu — peitos perfeitamente moldados livres, mamilos já durinhos do ar fresco ou algo mais. De peitos à mostra agora, só de calça do uniforme, ela montou na beirada da maca, o corpo magrinho arqueando enquanto trabalhava minhas coxas.

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Minhas mãos acharam a cintura dela, puxando ela pra mais perto. Ela arfou, mas os olhos travaram nos meus, o nervosismo doce dando lugar à curiosidade. Os peitos dela balançavam devagar a cada pressão, roçando minha pele, mandando choques direto pro meu pau. "Isabella", eu gemi, "suas mãos... são mágicas." Ela mordeu o lábio, o sorriso amigável virando safado. "Só tô começando, Alexandro." Os dedos dela provocaram mais alto, roçando a borda da toalha, a excitação dela óbvia no peito subindo rápido. A expectativa crescia como uma tempestade, o corpo dela de peitos à mostra brilhando com pingos de óleo, cada movimento uma promessa do que vinha por aí.

Eu não aguentei mais. Com um rosnado, puxei a toalha, meu pau saltando livre. Os olhos de Isabella escureceram, o fôlego engasgando enquanto encarava. "Alexandro...", ela sussurrou, mas a mão dela envolveu meu pau por instinto, masturbando com o mesmo ritmo habilidoso que usou nos meus músculos. Os peitos dela de peitos à mostra subiam e desciam, pele oliva corada, enquanto ela subia totalmente na maca, joelhos de cada lado dos meus quadris.

Ela se posicionou em cima de mim, guiando meu pau pra entrada dela, molhada e pronta do calor crescendo entre a gente. Devagar, ela desceu, me envolvendo no calor apertado dela. Eu agarrei a cintura magrinha dela, vendo o rosto dela se contorcer de prazer — aqueles olhos castanhos escuros semicerrados, lábios abertos. "Ai, meu Deus", ela gemeu, começando a rebolar, o cabelo longo ondulado caindo como uma cortina. A maca rangeu debaixo da gente, o óleo fazendo nossa pele escorregar gostoso.

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Os movimentos dela ficaram mais ousados, me cavalgando com uma mistura de ansiedade e entrega, os peitos 34B balançando macios. Eu meti pra cima pra encontrar ela, sentindo as paredes dela apertando, o papo doce esquecido em suspiros e gemidos. "Você é uma delícia", eu rosnei, uma mão segurando um peito dela, polegar fritando o mamilo. Ela se inclinou pra frente, se apoiando no meu peito, o ritmo acelerando. A sensação crescia, o corpo dela tremendo enquanto corria pro gozo, músculos internos pulsando ao meu redor. Suor brotava na pele oliva dela, a sala cheia dos nossos cheiros misturados e os sons molhados da gente se comendo. Quando ela explodiu, gritando meu nome, me levou junto, gozando fundo dentro dela com um gemido gutural. A gente parou, ofegante, a testa dela na minha, aquele brilho amigável agora radiante de satisfação.

A gente ficou ali recuperando o fôlego, Isabella ainda de peitos à mostra montada em mim, o corpo magrinho brilhando de óleo e suor. Ela traçava círculos preguiçosos no meu peito, os olhos castanhos escuros suaves agora, vulnerabilidade aparecendo no sorriso doce dela. "Isso foi... intenso", ela disse com uma risada nervosa, se mexendo pra os peitos roçarem minha pele de novo. Eu puxei ela pra um beijo, provando sal e a doçura natural dela, minhas mãos passeando pelas costas dela.

"Você é incrível", eu murmurei contra os lábios dela, sentindo ela tremer. Ela rolou pro meu lado, se apoiando num cotovelo, o cabelo longo ondulado caindo num ombro. Ainda de calça, agora desabotoada, ela parecia uma deusa — pele oliva marcada de leve pelo meu aperto, mamilos relaxados mas sensíveis pro ar. A gente conversou de verdade então, ela contando como tava apavorada começando esse trampo, como minhas reações fizeram ela se sentir desejada, poderosa. O papo amigável voltou, com humor: "A Dra. Ruiz me matava se soubesse." Eu ri, alisando o cabelo dela, a ternura nos envolvendo como o vapor da sala.

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Ela se aninhou mais perto, cabeça no meu ombro, uma perna jogada na minha. O pós-gozo zumbia, o corpo dela quente e molinho. Mas desejo piscou de novo nos olhos dela, a mão descendo, provocando a borda da calça. "Acha que aguenta mais?", ela sussurrou brincando, a confiança florescendo. Eu sorri, sabendo que não tínhamos terminado — a faísca entre a gente longe de apagar.

O toque provocante dela reacendeu o fogo. Eu virei ela de leve de barriga pra baixo, beijando pela coluna enquanto ela arqueava as costas. "De quatro", eu pedi, e ela obedeceu animada, bunda empinada na maca, calça empurrada pros joelhos. A pele oliva brilhava, quadris magrinhos convidativos. Eu me posicionei atrás, escorregando de volta com uma estocada suave, enchendo ela toda. Ela arfou, empurrando pra trás, o cabelo longo balançando.

O ritmo cresceu rápido, primal — minhas mãos na cintura fina dela, puxando ela pra mim. Os gemidos dela encheram a sala, doces e sem freio, corpo tremendo a cada mergulho fundo. "Mais forte, Alexandro", ela implorou, olhando por cima do ombro, olhos escuros selvagens. Eu atendi, o tapa de pele ecoando, as paredes dela me apertando como um torno. O óleo deixava tudo escorregadio, intensificando cada sensação — o calor, o atrito, os peitos dela balançando embaixo.

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Ela esticou a mão pra trás, unhas cravando na minha coxa, o orgasmo dela explodindo em ondas, gritando enquanto apertava ao meu redor. A visão dela se desfazendo, aquela garota ansiosa agora ousada e insaciável, me levou pro limite. Eu gozei atrás, enterrando fundo com um rugido, pulsando dentro dela. A gente desabou juntos, exaustos e embolados, a risada dela borbulhando sem fôlego. "Melhor cliente de estreia ever", ela ofegou, virando pra me beijar, a essência dela mudada pra sempre de nervosa pra ferozmente viva.

A realidade voltou enquanto a gente se vestia, trocando olhares e toques suaves. Isabella abotoou a blusa, bochechas ainda rosadas, movimentos mais rápidos agora, com uma pose nova. "Isso foi... nossa", ela disse, sorriso amigável largo. Eu enfiei um cartão com meu número no bolso dela. "Vem me consertar de novo logo", eu sussurrei, roçando a orelha dela, sentindo ela tremer.

A gente saiu pro corredor, o brilho dela impossível de esconder — cabelo levemente bagunçado, lábios inchados. A Dra. Ruiz nos olhou com desconfiança da porta do consultório, braços cruzados. "Tudo bem, Isabella? Vocês demoraram bastante lá dentro." Isabella assentiu rápido demais, voz doce firme. "Nós perfeitos, Doutora. Ele tá todo solto." Eu agradeci profissionalmente, coração batendo no risco, e saí com uma piscadela que ela devolveu escondido.

Enquanto eu entrava na muvuca de Madrid, eu soube que isso era só o começo. O primeiro deslize ansioso dela tinha acordado algo selvagem em nós dois, e o olhar atento da Dra. Ruiz prometia complicações pela frente.

Perguntas frequentes

Isabella é experiente como massagista?

Não, é o primeiro dia dela no spa, cheia de nervosismo que vira ousadia durante a massagem erótica.

O que acontece de proibido na história?

A massagem terapêutica vira sexo intenso, com ela tirando a blusa, cavalgando e gozando juntos na maca.

Tem risco de serem pegos?

Sim, a Dra. Ruiz desconfia no final, prometendo mais complicações na sequência da erótica.

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Os Dedos Trêmulos de Isabella Despertam o Tesão Selvagem

Isabella Garcia

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