O Primeiro Aperto de Hana no Velocista

Suas mãos habilidosas prometiam alívio, mas despertaram uma fome que nenhum dos dois podia negar

A

As Veias Latejantes de Hana: Velocidade Oculta

EPISÓDIO 1

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O cansaço grudava em mim como uma segunda pele depois daquela prova brutal de contrarrelógio, cada músculo gritando por misericórdia. Então Hana Watanabe entrou na sala de recuperação, sua presença uma tempestade quieta. Quando os dedos dela pressionaram minhas coxas, profissional no começo, algo mudou—uma faísca nos olhos escuros dela, uma leve pausa na respiração. Eu sabia que essa massagem ia desfazer mais do que só meu cansaço.

A porta da sala de recuperação clicou ao fechar atrás de mim, isolando o rugido distante da galera ainda ecoando da pista. Minhas pernas pesavam como chumbo, coxas queimando do esforço insano da prova. Eu tinha forçado demais, como sempre, correndo atrás daquele recorde pessoal que fugia. Hana Watanabe esperava lá, silhuetada contra o brilho suave de uma lâmpada só, o uniforme branco impecável e profissional na luz fraca.

"Taro Ikeda?" A voz dela era macia, com uma confiança quieta que cortava minha névoa. Ela apontou pra mesa de massagem coberta com lençóis frescos. "Deita de bruços. Vamos começar pela lombar e posteriores."

O Primeiro Aperto de Hana no Velocista
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Eu tirei a camisa e o short, jogando num monte, e subi na mesa só de cueca. O lençol fresco se ajeitou nos meus quadris enquanto eu enterrava a cara no apoio acolchoado. As mãos dela eram quentes quando tocaram pela primeira vez, untadas e firmes, apertando os nós na minha coluna. Ela trabalhava metódica, polegares cravando fundo, soltando a tensão que eu carregava há horas. Mas tinha algo mais—um ritmo sutil nos movimentos dela, o jeito que os dedos demoravam um tiquinho mais na curva da minha bunda.

"Você tá muito travado aqui", ela murmurou, o hálito roçando minha pele enquanto se inclinava. "A maldição do velocista. Respira fundo nisso." Eu fiz, inspirando forte enquanto ela ia pras coxas, as palmas escorregando pela parte interna com uma pressão que beirava o íntimo. Meu corpo reagiu apesar da dor, um calor baixo se acendendo. Ela era elegante, misteriosa, o cabelo longo preto com aquelas mechas vermelhas chamativas caindo pra frente como fios de seda. Eu peguei um vislumbre no espelho do outro lado—olhos castanhos escuros focados, pele de porcelana brilhando de leve. Profissional, sim, mas o ar ficava grosso de tensão não dita.

"Vira de barriga pra cima", Hana mandou baixinho, a voz um comando de veludo que me arrepiou todo. Eu obedei, o lençol escorregando enquanto me ajeitava de costas. Ela ficou do meu lado, esguichando mais óleo nas palmas, esfregando com um som quase hipnótico. Os olhos dela encontraram os meus por um segundo—poças castanhas escuras com um brilho de algo sem guarda—antes de começar nos quadríceps.

O Primeiro Aperto de Hana no Velocista
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O toque dela ficou mais ousado agora, dedos traçando o V dos meus quadris, roçando a borda da cueca. Eu endureci debaixo do tecido fino, sem poder esconder, e o olhar dela desceu pra lá por um instante antes de voltar pro meu rosto. "Relaxa", ela sussurrou, mas a respiração dela tinha acelerado. Sem dizer nada, ela pegou a barra da blusa, tirando num movimento fluido, revelando o inchaço delicado dos seios 32B, mamilos já durinhos no ar fresco. A pele clara de porcelana brilhava debaixo da lâmpada, corpo magro e miúdo pronto com graça safada.

Ela derramou óleo direto no meu peito agora, os seios nus balançando devagar enquanto espalhava, circulando meus mamilos com os polegares. O calor entre a gente crescia como uma tempestade se armando. Minhas mãos acharam a cintura dela, fina e quente, puxando mais perto até o corpo dela pairar sobre o meu. Ela arfou baixinho quando meus dedos roçaram a parte de baixo dos seios, traçando a forma perfeita. Se inclinando, o cabelo longo liso em camadas com mechas vermelhas roçou minha pele como penas, os lábios se abrindo perto do meu ouvido. "Taro... isso não é protocolo." Mas ela não se afastou; em vez disso, os quadris dela roçaram sutilmente na minha coxa, a calça do uniforme ficando úmida na costura. A expectativa se enrolava apertada na minha barriga, o mistério dela se abrindo pra mostrar desejo cru.

Aquela confissão ficou no ar entre a gente, atiçando o fogo. Eu me sentei rápido, capturando a boca dela num beijo que tinha gosto de óleo e urgência. Hana derreteu nele, o corpo magro e miúdo pressionando no meu, seios macios contra meu peito. Minhas mãos desceram pra empurrar a calça dela, revelando calcinha de renda que eu puxei pro lado. Ela tava molhada, pronta, os olhos castanhos escuros travados nos meus com uma fome que espelhava a minha.

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Eu guiei ela de volta pra mesa, os lençóis amassando debaixo da pele clara de porcelana. Ela abriu as pernas bem, me puxando entre elas, o cabelo longo preto com mechas vermelhas se espalhando como auréola. Com um gemido, eu meti nela, o calor apertado me envolvendo todo. Caralho, ela era incrível—paredes quentes de veludo apertando enquanto eu a enchia. As unhas dela arranharam minhas costas, pedindo mais fundo, os gemidos dela suaves e elegantes mesmo no descontrole.

Eu marquei um ritmo, devagar no começo pra saborear cada centímetro, olhando o rosto dela se contorcer de prazer. A cintura fina dela arqueou, quadris subindo pra encontrar os meus, aqueles seios 32B quicando a cada estocada. Suor brotava na pele dela, fazendo brilhar. "Taro... mais forte", ela soprou, a voz falhando. Eu atendi, socando nela com a mesma intensidade que dei na pista, a mesa rangendo debaixo da gente. O corpo dela tensionou, músculos internos piscando loucos ao meu redor, e ela gozou primeiro—cabeça jogada pra trás, lábios abertos num grito mudo que me levou junto. Eu gozei dentro dela, caindo pra frente, nossas respirações se misturando na luz fraca. Por um momento, o mundo encolheu pra só nós dois, a fachada misteriosa dela quebrada por essa conexão crua.

A gente ficou embolado por minutos que se esticaram como mel, a cabeça dela no meu peito, dedos traçando padrões preguiçosos na minha pele gasta. O quarto cheirava a óleo e sexo, a lâmpada fraca jogando sombras douradas na forma clara de porcelana dela. Hana ergueu a cabeça, olhos castanhos escuros suaves agora, vulneráveis no pós-gozo. "Eu nunca... cruzei essa linha antes", ela confessou, um rubor leve colorindo as bochechas.

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Eu ajeitei uma mecha do cabelo longo liso em camadas dela atrás da orelha, as mechas vermelhas pegando a luz. "Pareceu certo." Ela sorriu, pequeno e sincero, depois escorregou de mim pra ficar de pé, ainda sem blusa, o corpo magro e miúdo brilhando. Ela nem se deu o trabalho de cobrir enquanto pegava uma toalha, limpando óleo da cintura fina e da parte de baixo dos seios, mamilos ainda corados e sensíveis. Eu olhei, hipnotizado, enquanto ela se movia com aquela graça elegante, agora com uma ousadia nova.

Ela voltou pro meu lado, se inclinando pra beijar minha testa, os seios balançando perto o suficiente pra tentar. "Você ainda não terminou de se recuperar", ela provocou, a voz rouca. A mão dela desceu pela minha barriga, dedos dançando no meu pau que já acordava, mas ela recuou com uma piscadela safada. A ternura entre a gente aprofundou a conexão, o mistério safado dela dando lugar a calor. Mas eu sentia o conflito interno nela—a profissional escorregando mais pra longe.

"Deixa eu cuidar de você agora", Hana murmurou, me empurrando de costas na mesa com uma força surpreendente. Os olhos dela queimavam de intenção enquanto montava em mim, pele clara de porcelana corada, cabelo longo balançando. Ela se posicionou acima do meu pau endurecendo, me guiando pra dentro com uma descida lenta e deliberada. A sensação era exquisita—o calor apertado dela se esticando ao meu redor de novo, mais fundo dessa vez enquanto afundava toda.

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Ela me cavalgou com a precisão de uma velocista, quadris rolando em círculos potentes, o corpo magro e miúdo ondulando como uma onda. Eu agarrei a cintura fina dela, polegares pressionando a pele macia, olhando os seios 32B subindo e descendo, mamilos pontas duras. Os olhos castanhos escuros dela seguravam os meus, o mistério safado agora comando feroz. "Sente isso?", ela arfou, moendo mais forte, paredes internas pulsando. Suor nos deixava escorregadios, o quarto fraco cheio do tapa de pele e dos gemidos dela subindo.

Mais rápido ela foi, caçando o pico, cabelo chicoteando com mechas vermelhas piscando. Eu meti pra cima pra encontrar ela, mãos escorregando pra segurar a bunda, puxando ela em mim sem parar. O gozo dela veio como uma chegada de sprint—corpo tremendo, cabeça inclinada pra trás em êxtase, apertando tão forte que arrastou o meu em pulsos quentes. Ela caiu pra frente, tremendo, nossos corações batendo juntos. Isso era o aperto dela se fechando, limites não só escorregados mas tomados.

A gente se desfez devagar, a realidade voltando enquanto vestíamos no quarto silencioso. Hana vestiu o uniforme, o tecido abraçando o corpo magro e miúdo de novo, embora a pele clara ainda tivesse o rubor revelador. Ela ajeitou o cabelo longo preto com mechas vermelhas, recuperando aquela pose elegante, mas os olhos castanhos escuros brilhavam com segredos quando encontraram os meus.

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"Aquilo foi... intenso", eu disse, vestindo a camisa. Ela assentiu, mordendo o lábio. "Mais do que eu esperava. Mas não conta pra ninguém." A mão dela apertou a minha rápido, uma promessa pairando.

Enquanto eu juntava minhas coisas, a porta abriu sem bater. Ryo Nakamura tava lá, outro velocista do time, o olhar varrendo o quarto—e parando em Hana com uma intensidade estranha. Ele notou o cabelo bagunçado dela, o rubor nas bochechas, demorando demais. "Hana, sessão urgente? Minhas panturrilhas tão me matando depois das eliminatórias."

Ela congelou, o profissional voltando como uma máscara. "Claro, Ryo. Deita." Mas enquanto ele passava, os olhos dele piscaram pra ela de novo, sabendo, desafiando. Eu saí escorregando, coração acelerado, me perguntando o que ele ia descobrir em seguida.

Perguntas frequentes

O que acontece na massagem de Hana com Taro?

Hana começa profissional, mas tira a blusa e leva a uma foda intensa, com Taro metendo nela e depois ela cavalgando até gozarem juntos.

Por que a história é erótica para velocistas?

Mistura cansaço pós-prova com desejo proibido, transformando massagem em sexo cru e detalhado, com apertos quentes e orgasmos explosivos.

Há risco de descoberta no final?

Sim, Ryo entra e nota o rubor e cabelo bagunçado de Hana, criando tensão para o que vem depois.

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As Veias Latejantes de Hana: Velocidade Oculta

Himiko Watanabe

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