O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

Sussurros de escândalo sobem como luzes da cidade, nos puxando perigosamente pra beira do abismo

P

Poses Veladas: O Duelo Safado de Alice na Galeria

EPISÓDIO 5

Outras histórias desta série

O Desafio do Olhar de Alice na Feira
1

O Desafio do Olhar de Alice na Feira

A Provocação de Alice no Salão de Demo
2

A Provocação de Alice no Salão de Demo

O Sussurro de Alice na Alcova do Coquetel
3

O Sussurro de Alice na Alcova do Coquetel

Duelo nos Alcoves da Preview da Alice
4

Duelo nos Alcoves da Preview da Alice

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
5

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

O Arco Final de Rendição de Alice
6

O Arco Final de Rendição de Alice

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

A cidade se espalhava lá embaixo como uma armadilha brilhante, todas aquelas luzes distantes escondendo os olhos que de repente tavam fixos na Alice, uma vasta teia de neon e sombra que parecia pulsar com uma fome predatória, me arrastando pro seu feitiço tanto quanto ela. Eu tinha convencido ela a me encontrar aqui, nesse lounge no rooftop, longe da loucura lá embaixo onde os repórteres tavam se amontoando como lobos famintos atrás daquele clipe de preview vazado do concurso, os gritos e cliques das câmeras ecoando fracamente pelo ar da noite, uma sinfonia caótica que deixava meus nervos à flor da pele mesmo enquanto alimentava o fogo nas minhas veias. A imagem dela — congelada num momento íntimo demais, revelador demais — tinha acendido uma tempestade na mídia, aquele único frame da pose dela arqueada, lábios entreabertos num êxtase involuntário, agora colado em toda tela e manchete, transformando o triunfo dela em algo sórdido e exposto. Alice Bianchi, a gata italiana confiante com seu afro volumoso caramelo pegando a brisa da noite, tava de pé junto à barreira de vidro, sua silhueta de ampulheta recortada contra o skyline, o vento bagunçando fios do cabelo dela em cachos selvagens que dançavam como chamas ao redor do rosto, carregando o cheirinho fraco do perfume de jasmim dela até mim. Eu observava ela da entrada sombreada, meu pulso acelerando com uma mistura de proteção e desejo cru, minha mente correndo por cenários de como blindar ela, como virar esse caos a nosso favor, mesmo enquanto meu corpo me traía com uma dorzinha apertando. Ela se virou, olhos verde-jade travando nos meus, faísca brincalhona apagada pela preocupação mas não extinta, aqueles olhos que sempre guardavam profundezas de malícia agora sombreados pelo peso de uma possível ruína. "Enzo", ela disse baixinho, a voz dela atravessando o zumbido da cidade, "isso pode acabar com tudo", as palavras com um tremor que me perfurou, revelando a vulnerabilidade que ela raramente mostrava, atiçando minha determinação de puxar ela por essa tempestade. Eu cruzei o deque, os saltos dos meus sapatos clicando devagar no madeira polida, atraído pra ela como gravidade, cada passo amplificando a tensão elétrica se enrolando no ar entre nós, a brisa fresca arrepiando meus braços. A pele de porcelana dela brilhava sob as luzes ambiente do lounge, etérea e impecável, quase luminosa contra o fundo escuro, e quando cheguei perto, peguei a curva sutil dos lábios dela, aquela brincadeira familiar espiando como sol rompendo nuvens, um lembrete da bombinha que ela era de verdade por baixo do pânico. Mas naquela noite, as apostas tavam mais altas, o ar grosso com consequências não ditas, meus pensamentos piscando pro final do concurso, os sonhos dela pendurados por um fio. Multidões se juntavam lá embaixo, flashes estourando fracamente como fogos erráticos, e eu sabia que a gente tava na beira da exposição, corações batendo no ritmo do rugido distante. Minha mão roçou a dela, um acidente deliberado, mandando um choque por mim como fio vivo, calor florescendo daquele único ponto de contato, acendendo memórias de noites passadas embolados nos lençóis. Ela não se afastou. Em vez disso, os dedos dela demoraram, apertando o suficiente pra prometer que no meio do pânico, algo mais selvagem tava se mexendo, um voto silencioso de que a gente ia enfrentar isso junto, corpos e almas entrelaçados contra o mundo.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

Eu me aproximei mais da Alice, o ar fresco da noite roçando a gente enquanto ficávamos no lounge do rooftop, o pulso da cidade latejando lá embaixo, um batimento incansável de buzinas de carro e sirenes que espelhava o ritmo frenético no meu peito, carregando o cheiro metálico fraco de chuva urbana no vento. A loucura da mídia tinha explodido depois que aquele vídeo de preview vazou — um vislumbre tentador dela do concurso de modelos, o corpo dela arqueado numa pose que gritava sensualidade, mas agora torcido em escândalo por manchetes sensacionalistas berrando "Caso Secreto da Estrela do Concurso?", aquelas palavras chamativas queimando na minha mente, alimentando uma raiva protetora mesmo enquanto aumentavam o tesão do nosso encontro clandestino. Ela andava de um lado pro outro devagar, seu afro longo caramelo balançando a cada passo, ondas volumosas emoldurando o rosto dela como um halo nas luzes fracas, o farfalhar suave do cabelo contra os ombros dela um sussurro sensorial que prendia meus olhos sem escapatória. Os olhos verde-jade dela voavam pra barreira de vidro, onde sombras de multidões se aproximando piscavam contra a transparência, a respiração dela falhando audivelmente, traindo a tempestade lá dentro. "Enzo, eles tão em todo lugar", ela murmurou, a voz dela com aquela borda confiante rachando só um pouquinho, revelando a mulher brincalhona por baixo que odiava ser encurralada, as palavras dela me puxando com uma mistura de ternura e urgência, me fazendo doer pra apagar o medo dela. Eu pus a mão no braço dela, sentindo o calor da pele de porcelana dela através do tecido fino do vestido coquetel preto, que abraçava as curvas de ampulheta dela como uma segunda pele — a fenda subindo alto na coxa, provocando sem piedade, a seda sussurrando contra ela a cada mexida, mandando meus pensamentos pro território proibido. "Eles tão pescando, Alice. Nada sólido. Esse encontro? É nossa esclarecida, nosso jeito de controlar a narrativa", eu tranquilizei ela, minha voz firme apesar do furacão interno, mente calculando ângulos, comunicados pra imprensa, jeitos de girar isso pro lado dela enquanto meu corpo gritava por estratégias mais íntimas. Ela se virou pra mim de frente, os peitos médios subindo com uma respiração funda, olhos procurando nos meus, sondando verdade nas profundezas do meu olhar, um pedido silencioso que torcia meu coração. Eu segurei o olhar dela, meu polegar traçando um círculo devagar no braço dela, inocente o suficiente pra qualquer olheiro mas carregado de intenção, o atrito sutil acendendo um calor que se acumulava baixo na minha barriga. O lounge era semi-privado, cordas de veludo e palmeiras em vaso nos blindando, mas a parede de vidro não oferecia barreira real pros olhos curiosos lá embaixo, a transparência amplificando cada farfalhar de folhas, cada grito distante. Um roçar dos meus dedos na cintura dela, escondido pelo ângulo dos nossos corpos, e ela tremeu, se inclinando só um tiquinho, o cheiro dela me envolvendo como uma droga, jasmim e pele quente inebriantes. "Você acha que a gente consegue virar isso?" ela perguntou, o tom brincalhão voltando, lábios curvando naquele sorriso assinatura que sempre me desarmava, atiçando uma onda de afeto e desejo. Eu assenti, minha mão livre gesticulando pro skyline. "Com você? Sempre", eu respondi, as palavras pesadas de convicção, minha mente piscando pra força dela, o espírito inabalável que me fisgou desde o começo. A tensão zumbia entre nós, palavras dizendo estratégia enquanto nossa proximidade gritava desejo, o ar carregado como antes de uma tempestade. A mão dela achou meu peito, pressionando leve, um quase-beijo pairando no ar enquanto risadas de hóspedes distantes ecoavam, provocando o precipício que a gente equilibrava. As multidões inchavam mais perto, flashes mais próximos agora, e eu puxei ela pra um nicho sombreado, nossos corpos se alinhando em sincronia perfeita e perigosa, passos sincronizados como se a gente tivesse ensaiado essa dança mil vezes.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

A gente escorregou pro nicho, a barreira de vidro fria nas nossas costas, luzes da cidade pintando a pele de porcelana da Alice em tons neon, listras de azul elétrico e carmesim dançando pelas curvas dela como carícias proibidas, o frio infiltrando pelo vestido dela pra aguçar cada nervo. A respiração dela acelerou enquanto eu me pressionava contra ela, minhas mãos subindo pelos lados dela, polegares roçando a parte de baixo dos peitos dela através do vestido, o tecido tão fino que eu sentia o bater rápido do coração dela, o meu ecoando, pensamentos consumidos pela loucura de arriscar isso aqui, agora. "Enzo, o risco...", ela sussurrou, mas os olhos verde-jade dela queimavam com aquela fogueira brincalhona, me instigando, o olhar dela um desafio que me incendiava mais, sussurrando promessas de rendição. Eu beijei o pescoço dela, devagar e deliberado, sentindo o pulso dela disparar sob meus lábios, o gosto salgado da pele dela na minha língua, o gemido suave dela vibrando contra mim como um segredo compartilhado. Com um puxão gentil, eu baixei as alças do vestido dela, expondo os peitos médios dela pro ar da noite — perfeitamente moldados, mamilos endurecendo na hora sob meu olhar e a brisa fria sussurrando pelo lounge, durinhos e rosados, pedindo atenção que me deixava com água na boca. Ela arfou, arqueando levemente, o afro volumoso caramelo caindo selvagem enquanto ela inclinava a cabeça pra trás contra o vidro, fios grudando na superfície lisa, a garganta dela exposta em beleza vulnerável. Minha boca achou um mamilo, língua circulando o pico apertado, chupando devagar enquanto minha mão segurava o outro, rolando entre dedos escorregadios de expectativa, a textura firme mas cedendo, arrancando gemidinhos que alimentavam minha fome. As mãos dela agarraram meus ombros, unhas cravando, o corpo de ampulheta dela ondulando contra o meu, quadris buscando atrito em ritmo instintivo, o calor do centro dela pressionando através das camadas. O vestido tava embolado na cintura dela agora, a fenda até a coxa se abrindo pra revelar a calcinha de renda grudada nos quadris, delicada e já úmida, a visão mandando uma pulsada por mim. Eu tracei beijos mais pra baixo, pelo esterno dela, meus dedos mergulhando sob a renda, roçando o calor macio ali mas sem entrar, provocando a borda do que ela queria, sentindo a umidade dela melar minha pele, os quadris dela se mexendo sutil em súplica. Lá embaixo, murmúrios da multidão subiam, flashes pegando o vidro como raios distantes, aguçando cada sensação — o tesão da quase-exposição fazendo a umidade dela escorrer pros meus dedos mesmo através do tecido, adrenalina afiando gostos, toques, sons pra bordas exaustivas. "Eles tão tão perto", ela gemeu, confiança brincalhona surgindo enquanto ela se esfregava na minha mão, peitos balançando suave com o movimento, a voz dela um ronco rouco de medo e excitação que espelhava meus pensamentos acelerados. Eu levantei a cabeça, capturando a boca dela num beijo fundo, línguas se embolando enquanto minha mão livre prendia o pulso dela acima da cabeça contra o vidro frio, o contraste de vidro gelado e pele quente amplificando os tremores dela. O corpo dela tremeu, um clímaxzinho ondulando por ela só do atrito, olhos verde-jade piscando fechados em êxtase, o grito dela engolido pela minha boca, ondas de prazer evidentes no tremor das coxas dela. A gente ficou ali, respirações se misturando, a brincadeira sensorial contra a barreira gravando o perigo na nossa pele, corações desacelerando juntos, o brilho da cidade uma cúmplice silenciosa pro nosso êxtase roubado.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

O sofá plush do nicho chamava, baixo e largo, posicionado perfeitamente de frente pra parede de vidro onde o brilho voyeur da cidade beckonava, o couro macio exalando luxo e convite, o cheirinho fraco de couro polido se misturando com nossa excitação. Os olhos da Alice, escuros de tesão, me empurraram pra baixo nele, a dominância brincalhona dela tomando conta enquanto ela montava no meu colo de costas, de frente pro expanse brilhante lá embaixo, os movimentos dela fluidos e mandões, atiçando uma onda de submissão em mim que eu adorava. O vestido dela tinha sumido agora, chutado pro lado, deixando só aquela calcinha de renda que ela deslocou pro lado com um olhar safado por cima do ombro, o tecido raspando suave, o olhar verde-jade dela travando no meu no reflexo, prometendo esquecimento. Eu agarrei os quadris de ampulheta dela, pele de porcelana febril quente sob minhas palmas, guiando ela enquanto ela se baixava em mim, a expectativa crescendo como uma tempestade, meu pau latejando. A sensação dela me envolvendo — apertada, molhada, calor de veludo — arrancou um gemido fundo do meu peito, cada centímetro conquistado mandando choques de prazer por mim, as paredes internas dela tremendo em boas-vindas. Ela me cavalgou no reverse cowgirl, de frente pra barreira, o afro voluptuoso balançando a cada subidabajada, ondas caramelo emoldurando o perfil dela contra o céu da noite, selvagem e indomado como o espírito dela. Os peitos médios dela balançavam livres, mamilos empinados, enquanto ela marcava um ritmo que começou devagar, se esfregando fundo, girando os quadris pra me engolir todo, o giro deliberado arrancando sons guturais de nós dois, minhas mãos apertando a carne dela. O vidro refletia o êxtase dela fracamente, multidões lá embaixo alheias mas perigosamente perto, flashes estourando como acusações, cada explosão um lembrete da navalha que a gente dançava, aguçando o deslize molhado, o tapa de pele. "Enzo, eles podem ver", ela arfou, voz rouca, mas isso só a fez ir mais rápido, as paredes dela apertando meu pau, sons molhados se misturando com nossas respirações, as palavras dela um catalisador que me fez meter mais forte. Eu meti pra cima pra encontrar ela, mãos passeando — uma espalhada na barriga chapada dela, sentindo os músculos tensos tremerem, a outra provocando o clit dela em círculos firmes, inchado e sensível, arrancando gritos agudos que ecoavam suave. O corpo dela tensionou, olhos verde-jade meio fechados no reflexo, gemidos brincalhões virando urgentes, suor brotando na pele dela como orvalho. Suor brilhava na pele dela, curvas de ampulheta ondulando hipnoticamente, cada mergulho mandando choques por mim, acumulando pressão no meu centro que eu lutava pra prolongar. Ela se inclinou pra frente, mãos se apoiando nas minhas coxas pra alavanca, cavalgando mais forte, o risco amplificando cada sensação até o clímax dela bater — uma onda tremendo, músculos internos pulsando ritmicamente, me ordenhando enquanto ela gritava baixinho, corpo sacudindo, a visão dela se desfazendo no vidro me levando pro limite. Eu segurei ela por isso, pulso batendo, ainda não gozado, saboreando como ela desabava de volta contra meu peito, tremendo, a cidade testemunha do desmanche dela, respirações ofegantes quentes no meu pescoço, nossos cheiros misturados grossos no ar, pensamentos rodopiando com admiração pelo abandono dela.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

A gente ficou embolado no sofá, a cabeça da Alice no meu peito, o afro caramelo dela se espalhando pela minha pele como seda quente, o cócegas suave dos cachos contra meu peito úmido atiçando uma contentamento preguiçoso no pós-gozo. As réplicas ainda ondulavam por ela, o corpo de porcelana dela mole e brilhando, peitos médios pressionados macios contra mim, mamilos ainda sensíveis roçando a cada respiração, mandando tremores fracos por ela que eu sentia intimamente. Ela traçava padrões preguiçosos na minha barriga, olhos verde-jade erguidos pros meus com aquela névoa pós-clímax, sorriso brincalhão voltando, um brilho de satisfação amolecendo as feições dela, deixando ela ainda mais de tirar o fôlego. "Isso foi insano, Enzo. O vidro... as multidões", ela murmurou, voz ofegante e cheia de espanto, dedos parando enquanto a memória rodava de novo, vulnerabilidade piscando no olhar dela. A voz dela tava ofegante, vulnerável por um momento, a modelo confiante se despindo pra revelar a mulher navegando o caos, a mão dela pressionando sobre meu coração como se se ancorasse. Eu acariciei as costas dela, dedos mergulhando na curva da cintura dela, sentindo ela tremer de novo, a maciez acetinada da pele dela sob meu toque evocando uma onda protetora, pensamentos vagando pra blindar ela do brilho do mundo. Calcinha de renda de lado, ela se mexeu, peitos balançando leve enquanto se apoiava num cotovelo, olhando pra cidade onde os flashes tinham diminuído um pouco, as luzes distantes agora um fundo sereno pra nossa intimidade. "A imprensa acha que tem uma história, mas não sabe nem metade", ela acrescentou, uma faísca de desafio voltando, a risada dela borbulhando suave e genuína. Eu ri, puxando ela mais perto pra um beijo terno, lábios demorando, provando sal e o doce único dela, a pressão gentil dizendo volumes não falados. Humor aliviou o ar — "Da próxima, a gente dá um show de verdade pra eles?" eu provoquei, voz baixa e conspiratória, vendo o deleite dançar nos olhos dela. Ela riu, dando um tapa no meu peito, o som rico e genuíno, aliviando a tensão, o toque dela brincalhão mas afetuoso, reconstruindo a ponte entre paixão e parceria. Vulnerabilidade surgiu na admissão quieta dela: "Esse final do concurso... é tudo, mas agora com essa sombra?" as palavras dela se arrastando com medo genuíno, sobrancelhas franzindo levemente. Minha mão segurou o peito dela com gentileza, polegar acalmando o pico, arrancando um gemido suave que derreteu num suspiro, o corpo dela arqueando instintivamente. A gente conversou estratégia, a ousadia dela se reconstruindo, corpos entrelaçados em intimidade quieta, o silêncio do lounge nos envolvendo como um segredo, sussurros de esquivas da imprensa e declarações ousadas se entrelaçando com carícias, a loucura anterior da noite se dissipando num casulo de resolução compartilhada.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

O desejo reacendeu enquanto as palavras dela se perdiam, um fogo lento inflamando quente das brasas, meu corpo respondendo à proximidade dela com uma dureza insistente, pensamentos consumidos por reivindicá-la de novo nesse santuário. Eu guiei ela pro daybed ali perto no cantinho privado do lounge — uma expanse larga e almofadada blindada por cortinas sheer balançando na brisa, tecido gasoso difundindo as luzes da cidade num haze onírico, o colchão macio cedendo convidativamente. Alice deitou de costas, olhos verde-jade travando nos meus de baixo, pernas se abrindo convidativamente, coxas de porcelana brilhando com suor residual e excitação, a pose dela um chamado de sereia que me pregou no lugar por um momento. Do meu ângulo, POV íntimo, eu me posicionei entre elas, a forma de ampulheta dela exposta como uma oferta pras estrelas, cada curva iluminada suave, vulnerabilidade e poder entrelaçados. Ela esticou a mão pra baixo, guiando meu pau veiudo pra entrada dela, ainda molhado de antes, os dedos dela tremendo levemente de expectativa, olhos escurecendo enquanto me posicionava. Eu afundei nela devagar, missionário fundo e possessivo, o estiramento exaustivo arrancando arfadas de nós dois, o calor dela me envolvendo centímetro por centímetro torturante. As paredes dela me abraçavam perfeitamente, quentes e cedendo, arrancando um gemido compartilhado que ecoou suave, o som abafado pelas cortinas mas íntimo no nicho. Eu meti firme, construindo ritmo, os peitos médios dela balançando a cada estocada, mamilos picos tensos pedindo toque, hipnóticos no movimento. Mãos presas ao lado da cabeça dela, eu me inclinei, capturando a boca dela enquanto quadris rolavam, penetração plena e implacável, as pernas dela envolvendo minha cintura pra puxar mais fundo, calcanhares cravando nas minhas costas com necessidade urgente. A cidade pairava além, um fundo hazy, mas o rosto dela — corado, lábios entreabertos em êxtase — me consumia, cada expressão gravando na minha alma, amor e tesão se borrando. "Mais forte, Enzo", ela exigiu brincando, confiança surgindo, unhas arranhando minhas costas, a ferroada uma faísca deliciosa que me instigou. Eu atendi, ritmo acelerando, pau veiudo deslizando pra dentro e fora, melado com a excitação dela, acertando aquele ponto que a fazia arquear, afro se espalhando pelos almofadões como um halo de caos caramelo. A tensão se enrolou nela, respirações ofegantes, olhos segurando os meus com emoção crua — pânico transmutado em poder, lágrimas brilhando não derramadas. O clímax subiu pra ela primeiro, corpo se contraindo, músculos internos espasmando selvagemente ao meu redor, um grito abafado no meu ombro enquanto ondas batiam por ela, a forma dela se curvando pra fora da cama em liberação estilhaçante. Eu gozei segundos depois, enterrando fundo, gozo pulsando quente dentro dela, cada throb testemunhado no tremor do pós-gozo dela, prazer rasgando por mim em surtos intermináveis. Ela desceu devagar, membros pesados, olhos verde-jade amolecendo com lágrimas de alívio, meu peso uma âncora reconfortante enquanto respirações se sincronizavam, o eco do pico demorando em beijos ternos e afirmações sussurradas, "Você é incrível", eu soprei, testas coladas, o mundo reduzido a nós.

O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa
O Pânico de Alice nas Sombras da Imprensa

Vestida de novo, Alice ficou junto ao vidro mais uma vez, o vestido coquetel preto alisado mas amassado, afro caramelo domado em ondas volumosas, pele de porcelana corada com nossos segredos compartilhados, um brilho sutil que falava de saciedade e segredos gravados no ser dela. Eu enrolei um braço na cintura dela, puxando ela perto enquanto espiávamos as multidões rareando lá embaixo, flashes agora esporádicos, a energia da noite recuando como uma maré se afastando, deixando um zumbido quieto que espelhava nossa calma saciada. Os olhos verde-jade dela seguravam uma nova determinação, confiança brincalhona restaurada, figura de ampulheta se inclinando em mim com familiaridade fácil, o calor dela infiltrando pelo tecido, me ancorando. "A gente desviou da tempestade essa noite", ela disse, voz firme, se virando pra me encarar, a mão dela subindo pra segurar meu queixo, polegar roçando a barba por fazer em gesto afetuoso. Mas sombras demoravam — o anúncio do final do concurso pairava amanhã, sussurros de desqualificação circulando como abutres, manchetes que eu tinha vislumbrado antes rodando na minha mente, ameaçando desfazer os sonhos dela. A loucura da imprensa ia forçar a mão dela? Enfrentar as mentiras de frente, reivindicar o holofote dela, ou fugir pro anonimato? As perguntas pairavam pesadas, meus pensamentos churnando com estratégias, contingências, uma necessidade feroz de proteger o fogo dela. A mão dela apertou a minha, uma pergunta silenciosa, dedos se entrelaçando com força desesperada, transmitindo confiança e apreensão. Eu beijei a testa dela, provando o resíduo da noite, sal e jasmim demorando, um voto na pressão dos lábios. "O que você escolher, eu tô aqui", eu murmurei, voz grossa de emoção, puxando ela mais apertado contra o vidro frio. A cidade zumbia lá embaixo, indiferente, mas pra nós, a beira que a gente dançou afiava tudo, sentidos ainda aguçados, cada brisa um lembrete. Enquanto aplausos distantes subiam — talvez buzz precoce do final — o olhar da Alice endureceu, decisão fervendo, postura se endireitando com aquele espírito inabalável que eu adorava. O gancho da incerteza puxava forte; amanhã, ela ia ou brilhar pelo pânico ou sumir no aperto dele, mas nos olhos dela, eu via o brilho vencendo, e meu coração inchou de orgulho e apoio inabalável.

Perguntas frequentes

O que acontece no rooftop com Alice e Enzo?

Eles transam intensamente apesar do escândalo da imprensa, com toques arriscados no vidro e posições quentes como reverse cowgirl.

Por que o sexo é tão arriscado na história?

Multidões e flashes da mídia estão logo abaixo, tornando cada gemido e penetração uma aposta no limite da exposição.

Como termina o pânico de Alice?

Com paixão renovada e determinação, ela ganha força pra enfrentar o final do concurso, apoiada por Enzo. ]

Visualizações95K
Curtidas83K
Compartilhar30K
Poses Veladas: O Duelo Safado de Alice na Galeria

Alice Bianchi

Modelo

Outras histórias desta série