O Inferno da Confrontação de Taylor em LA
Ondas quebram enquanto a fúria acende chamas proibidas.
Sussurros no Jato de Taylor: Desejos com os Pés no Chão
EPISÓDIO 5
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A porta do apartamento de praia da Taylor voou aberta com meu soco, o vento salgado do Pacífico chicoteando pelo corredor. Lá estava ela, ondas castanhas bagunçadas, olhos verdes faiscando de desafio e algo mais fundo—dor, talvez fome. Acusações pairavam entre a gente como nuvens de tempestade, mas um olhar no corpo atlético dela, enrolado naquela regata fina e shortinho, e eu soube que essa confrontação ia queimar a gente vivo. O sorriso safado dela rachou, revelando o fogo que eu tinha sentido falta desde a fogueira reacendendo.
Eu invadi o apartamento da Taylor, a porta batendo atrás de mim com um baque que ecoou o estrondo das ondas lá fora. O espaço moderno era tudo de paredes de vidro e lençóis brancos, o Pacífico um azul inquieto além. Ela deu um passo pra trás, os olhos verdes estreitando, aquela faísca divertida que me pegou agora com uma borda de aço. 'Ryan, que porra é essa?', ela retrucou, braços cruzados no peito, esticando a regata.
Eu andava de um lado pro outro, coração martelando. 'Ouvi sobre suas festinhas de reencontro, Taylor. Londres não basta? Volta aqui e já tá jogando?'. As palavras tinham gosto amargo, alimentadas pelo ciúme de boatos na fogueira. O pai dela tava piorando, claro, mas isso não desculpava pular na cama como se resolvesse tudo.


Ela riu, afiado e safado apesar da tensão. 'Jogando? Você que é o cara pra falar, Sr. Sumido.'. O celular dela vibrou—Elena, com certeza, mandando mensagem de mediação como sempre. Taylor olhou, depois jogou de lado. 'Pai tá pior, Ryan. Essa merda de divórcio com a mãe tá me deixando louca. Mas você? Invadindo como se me possuísse?'
Eu parei a centímetros dela, inalando o cheiro cítrico misturado com ar do mar. O corpo atlético magro dela tremia de leve, pele clara corando. O ar engrossou, acusações pairando, mas o olhar dela caiu na minha boca, aquela atração energética me puxando. A mensagem da Elena acendeu de novo: 'Conversa, não explode.'. Tarde demais pra isso.
As palavras dela ficaram no ar, mas antes que eu pudesse rebater, Taylor fechou a distância, mãos agarrando minha camisa. Nossas bocas colidiram, tudo fúria e tesão, línguas se enroscando como se a gente tivesse morrido de fome. Eu a encostei na parede de vidro, o vidro frio um choque na pele dela que esquentava. Meus dedos mergulharam por baixo da regata, empurrando pra cima e tirando pela cabeça, deixando aqueles peitos perfeitos 32C à mostra—mamilos já durinhos do frio ou do beijo, tanto faz.


Ela arfou na minha boca, arqueando, as ondas longas e macias caindo pelos ombros enquanto puxava meu cinto. 'Cala a boca e me fode, Ryan', ela murmurou, voz rouca, olhos verdes escuros de desejo. Eu desci beijos pelo pescoço dela, apalpando os peitos, polegares rodando nos mamilos duros até ela gemer, corpo se contorcendo. O short dela cavalgava baixo nos quadris, pele clara brilhando na luz fraca, pernas atléticas se abrindo de leve enquanto minha mão escorregava mais baixo, provocando a borda.
O surf rugia lá fora, acompanhando nosso ritmo. Ela mordeu meu lábio, me puxando mais perto, a energia dela explodindo—diversão virando selvageria. Eu caí de joelhos, lábios roçando a barriga dela, dedos enganchando no short, mas segurei, saboreando os tremores dela. 'Me diz que quer isso', eu rosnei, olhando pra cima. A confissão dela veio borbulhando, crua: 'Quero. Caralho, preciso esquecer tudo.'.
Não aguentei mais. Com um rosnado, empurrei o short pelas pernas longas dela, chutando pro lado, e a levantei pro balcão da cozinha, o mármore frio embaixo dela. Ela abriu as coxas bem, me puxando entre elas, olhos verdes cravados nos meus enquanto eu me liberava e enfiei fundo num movimento suave. Caralho, ela tava apertada, molhada, me recebendo como em casa como se o tempo não tivesse passado. Taylor gritou, unhas cravando nos meus ombros, corpo atlético se contraindo em volta de mim.


Eu marquei um ritmo punitivo, cada estocada alimentada pelas acusações ainda fervendo—os rolos dela, minhas dúvidas—mas agora derretiam em algo mais quente. 'Você me deixa louco', eu ofeguei no pescoço dela, quadris batendo, o tapa de pele ecoando sobre as ondas. Ela enrolou as pernas na minha cintura, calcanhares cravando, me pedindo mais fundo. Os peitos dela quicavam a cada estocada, pele clara corando rosa, ondas castanhas grudando na testa suada.
'Me diz', ela arfou, cabeça caindo pra trás contra o armário, vulnerabilidade rachando a armadura safada. 'Sobre o divórcio... Mãe foi embora, pai tá morrendo sozinho. Eu fodo pra me sentir viva.'. As palavras dela bateram como socos, mas não parei, desacelerando pra moer fundo, rodando os quadris pra acertar aquele ponto que a fazia choramingar. Emoções rodopiavam—raiva, tesão, ternura—enquanto as paredes dela tremiam, gozo se formando. Eu capturei a boca dela, engolindo os gemidos, sentindo ela explodir em volta de mim primeiro, corpo convulsionando, me levando junto. A gente se agarrou ali, respirações ofegantes, o rugido do oceano nossa única testemunha.
Mas não bastava. Ainda não.


A gente escorregou pro chão embolados, o corpo dela sem regata jogado em cima de mim, peitos macios pressionados no meu peito. A respiração da Taylor desacelerou, dedos traçando padrões preguiçosos na minha pele enquanto os tremores pós-gozo sumiam. Lá fora, o surf sussurrava segredos, o apartamento escurecendo com o crepúsculo. Ela pegou um cobertor de jogar, puxando meio por cima da gente, mas deixou a parte de baixo nua, coxas ainda brilhando.
'Elena mandou mensagem', ela disse baixinho, pegando o celular. 'Disse que a gente devia conversar.'. Um riso pequeno escapou dela, borda safada voltando. Eu a puxei mais perto, beijando a têmpora, inalando o cheiro dela. 'A gente fez mais que conversar.'. Os olhos verdes dela encontraram os meus, vulneráveis agora. Ela pescou um medalhão prateado do bolso do short, abrindo—foto desbotada dos pais dela, sorrisos pré-divórcio. 'É por isso que eu corro, Ryan. Céus chamam, mas coração... dói.'.
Eu a segurei, polegar acariciando o peito dela sem pensar, mamilo endurecendo no toque. Humor clareou ela: 'Acha que assustamos os vizinhos?'. A gente riu, ternura nos envolvendo, mas tensão ficou—o voo pra Paris dela pairava. Ela esfregou o pescoço meu, corpo relaxando, mas eu sentia ela se afastando por dentro.


As palavras dela me acenderam de novo. Eu a virei de quatro no tapete felpudo, luzes da cidade piscando pelo vidro como estrelas distantes. Taylor arqueou as costas, se oferecendo, aquela bunda atlético-magra implorando por mais. Eu agarrei os quadris dela, escorregando de volta por trás, mais fundo dessa vez, o ângulo acertando profundezas novas. Ela gemeu alto, empurrando pra trás pra encontrar cada estocada, ondas castanhas balançando selvagens.
'Mais forte', ela exigiu, voz quebrando, olhos verdes olhando por cima do ombro—puro fogo. Eu obedeci, metendo sem piedade, uma mão enroscando no cabelo dela, puxando o suficiente pra arquear mais. Suor untava nossa pele, tons claros brilhando, peitos 32C balançando embaixo dela. Confissões saíam entre arfadas: 'Eu somei com caras como você... com medo disso.'. As paredes dela apertaram, segundo gozo rasgando por ela, corpo tremendo enquanto gritava meu nome.
Eu fui atrás, enterrando fundo, gozo explodindo como as ondas lá fora. A gente desabou, ela virando nos meus braços, lábios roçando os meus em ternura exausta. Mas mesmo enquanto sussurrava, 'Fica', eu via o conflito nos olhos dela—recuperação do pai puxando pros céus de Paris. O medalhão brilhava perto, lembrete de fraturas não totalmente curadas.


Cru, real e longe de acabar.
O amanhecer rompeu sobre o oceano, pintando o apartamento em dourados suaves. Taylor se mexeu do meu lado, vestindo calça de yoga e uma camiseta folgada, ondas longas presas num coque bagunçado. A gente dividiu café na varanda, ondas batendo embaixo, vibe energética dela contida pelo medalhão no pescoço. 'Pai tá estabilizando', ela disse, checando o celular. 'Mas Paris... voo final. Modelos não esperam.'.
Eu a puxei perto, beijando a testa. 'Não some comigo, Taylor. Não depois disso.'. Os olhos verdes dela brilharam, sorriso safado vacilando. 'Não prometo céus em cima do coração.'. Elena mandou: 'Vai buscar ele de volta.'. Mas quando saí, a porta dela clicou—silêncio. Meu celular ficou mudo. Ela sumiu, dividida entre chamadas de recuperação e nosso inferno, me deixando olhando o horizonte, me perguntando se voltava ou sumia nas nuvens.
Perguntas frequentes
O que acontece no confronto de Taylor em LA?
Ryan invade o apê dela com ciúmes, a briga vira sexo intenso com estocadas profundas e gozos múltiplos ao som das ondas.
Quais partes explícitas tem na história?
Descrições diretas de peitos 32C, foda contra a parede, de quatro no tapete e confissões durante o sexo selvagem.
Taylor volta no final?
Não, ela some pro voo de Paris, deixando Ryan na dúvida entre o inferno de tesão e o drama familiar dela.





