O Fogo do Festival de Akira Acende

Lanternas brilham enquanto a inocência tímida se rende às chamas do beco

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Os Pompoms da Akira Escondem Segredos que Pulsam

EPISÓDIO 2

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O matsuri pulsava com vida, lanternas balançando como vaga-lumes bêbados de vinho de verão. Lá estava ela, Akira Sato, girando sua fita em um rodopio de cores e graça do time de cheerleaders. Seu sorriso tímido pegou a luz, me puxando do meu próprio show do outro lado da multidão. Baixinha, pele de porcelana, com cabelo preto liso e longo caindo como seda, ela se movia com uma inocência brincalhona que escondia algo mais selvagem. Eu soube na hora, quando nossos olhares se cruzaram, que a noite ia nos levar pros becos escuros onde os festivais viram delírios febris. O ar no matsuri de Tóquio tava pesado com o cheiro de yakitori grelhado e taiyaki doce, risadas e tambores taiko trovejando pelas ruas estreitas. Eu era Ryu, um performer de rua malabarizando chamas debaixo de fileiras de lanternas de papel, arrancando suspiros da galera. Mas meu foco se quebrou no instante em que o time de cheerleaders dela subiu no palco improvisado ali perto. Akira Sato liderava a dança das fitas, seu corpinho miúdo cortando a noite úmida num yukata vermelho amarrado bem alto pra dar cambalhotas e giros. Com 1,57m, ela era uma boneca de porcelana viva — pele clara brilhando sob a luz das lanternas, cabelo preto liso e longo chicoteando como uma bandeira, olhos castanhos escuros faiscando com uma determinação tímida. Seus movimentos eram precisos, brincalhões, cada giro mandando a fita de seda arqueando pelo ar enfumaçado. A multidão gritava, mas eu não conseguia tirar os olhos dela. Tinha uma fofura nela, uma hesitação no sorriso que a destacava das meninas mais ousadas do lado. Quando a rotina dela chegou no pico, nossos olhares se encontraram do outro lado da multidão. Ela vacilou por um segundo, bochechas corando de rosa, antes de se recuperar com uma risadinha...

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Os Pompoms da Akira Escondem Segredos que Pulsam

Akira Sato

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