O Êxtase Ritual de Ava

Entregando o corpo dela como altar numa orgia da sociedade proibida

O

Os Desejos Velados de Ava Desatados

EPISÓDIO 5

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Eu tava no coração do salão de baile enorme, o ar pesado com cheiro de carvalho envelhecido e luz de velas tremeluzindo de cem lustres de cristal no teto. A orgia anual de máscaras da Sociedade Véu Secreto tava a todo vapor, máscaras escondendo identidades mas não desejos. Corpos se contorciam nos cantos escuros, robes de seda escorregando dos ombros, gemidos ecoando baixinho como uma sinfonia de rendição. Como Marcus Hale, sumo sacerdote desses ritos, eu vasculhava a galera atrás da nossa iniciada escolhida. Lá tava ela — Ava Williams, a gata americana de 19 anos com cabelo loiro cinza preso num coque bagunçado, fios soltos emoldurando o rosto oval. Os olhos cinza dela brilhavam atrás de uma máscara de penas, pele de porcelana brilhando na luz fraca. Magrinha com 1,68m, os peitos médios esticavam o vestido corset vermelho, dando pista do corpo esguio embaixo.

Ela se movia com curiosidade esperta, passos firmes no meio do caos. Eu mesmo tinha escolhido ela depois da recomendação enigmática do Dr. Liam Grant — ele disse que ela tinha 'potencial' pra nossa busca pelo artefato. Mal sabia eu dos motivos reais dela. Elena Voss, minha parceira gostosa com cabelo preto e olhos verdes penetrantes, se encostou em mim, a mão dela traçando meu peito. 'Marcus, ela é perfeita', ela sussurrou, o fôlego quente. 'O corpo dela vai ser o altar hoje à noite.' Eu assenti, sentindo o tesão subir. A presença da Ava cortava a névoa como uma lâmina; ela não era uma acólita qualquer. Quando ela se aproximou do palco central, onde almofadas de veludo e relíquias antigas esperavam, nossos olhos se trancaram. Os lábios dela se entreabriram um pouco, mistura de medo e empolgação. A relíquia da sociedade — um amuleto cravejado de joias que desbloqueia conhecimento proibido — tava escondida ali perto, e o ritual de hoje ia prendê-la a nós. Ou assim pensávamos. Os tambores começaram o som grave, sinalizando a iniciação. Eu estendi a mão, puxando ela pro círculo de devotos mascarados. A pele dela tava fresca, macia, mandando um choque por mim. 'Bem-vinda, Ava', eu murmurei. 'Hoje à noite, você vira uma de nós.' Os olhos cinza dela se arregalaram, mas ela não recuou. A tensão se enrolava como uma cobra, prometendo êxtase e segredos sem fim.

O Êxtase Ritual de Ava
O Êxtase Ritual de Ava

O círculo se fechou em torno da Ava enquanto Elena e eu a levávamos pro palco, a elite da sociedade se apertando perto, as máscaras brilhando como olhos de predadores. Sussurros ondulavam no ar, um barulho de expectativa. A respiração da Ava acelerou; eu via o peito de porcelana dela subindo e descendo embaixo do corset. 'Que ritual é esse, Marcus?', ela perguntou, voz firme mas cheia de curiosidade. Olhos espertos vasculhavam os meus, procurando verdades. Eu sorri atrás da minha máscara de filigrana dourada. 'Uma rendição, Ava. Pra desbloquear o poder do artefato, o seu corpo tem que canalizar nosso êxtase coletivo. Sem segurar nada.' Elena circulou ela, dedos roçando o braço da Ava, arrancando um arrepio. 'A gente te escolheu porque você é pura mas ousada', Elena ronronou, o sotaque alemão grosso de sedução.

Dr. Liam Grant ficou na borda, o rosto de estudioso meio escondido, observando fixo. Eu confiava nele — nossa busca mútua por artefatos rivais nos ligava —, mas hoje ele parecia distante. Ava olhou pra ele, um lampejo de algo indecifrável cruzando o rosto dela. Reconhecimento? Eu empurrei o pensamento pro lado. Os tambores intensificaram, e eu guiei a Ava pra deitar no altar de veludo, o coque bagunçado dela se soltando enquanto ela se ajeitava. Devotos cantavam baixinho, mãos chegando pra ungir ela com óleos cheirosos — jasmim e almíscar enchendo o ar. A forma esguia dela arqueou um pouco sob os toques, olhos cinza piscando. 'Relaxa nisso', eu mandei, voz baixa e autoritária. Por dentro, eu vibrava com a resposta dela; ela não era novata, o corpo cedendo com uma graça que mexia no meu pau.

O Êxtase Ritual de Ava
O Êxtase Ritual de Ava

Elena se ajoelhou do lado dela, sussurrando incentivos enquanto eu explicava o rito. 'O amuleto exige união — carne na carne, espírito no espírito.' Ava assentiu, mordendo o lábio, a curiosidade virando fome. Eu senti o poder mudar; ela não tava só se rendendo — tava invadindo nosso mundo, tomando ele. Mãos passeavam inocentes no começo, traçando clavículas, coxas por cima do tecido, construindo o calor. Os suspiros dela eram mínimos, ofegantes, atiçando a galera. A tensão subia enquanto robes começavam a abrir, revelando pedaços de pele. Meu pulso acelerava; essa iniciada ia ser lendária. Mas embaixo da rendição dela, eu sentia uma agenda escondida, um brilho de triunfo nos olhos. O ar zumbia com desejos não ditos, a orgia pronta pra explodir.

Os dedos da Elena desamarraram o corset da Ava com jeito, o tecido vermelho se espalhando pra revelar o torso de porcelana, peitos médios firmes e mamilos endurecendo no ar fresco. Os olhos cinza da Ava trancaram nos meus, um desafio silencioso no meio do rubor. 'Linda', eu rosnei, me ajoelhando pra traçar a cintura fina dela. A galera murmurou aprovação, mãos roçando as coxas dela ainda de meias transparentes e calcinha de renda. Ela arqueou, um suspiro suave escapando dos lábios. A boca da Elena pairou perto da orelha da Ava, sussurrando, 'Se solta, liebling. Sente o ritual te acordar.'

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Eu segurei os peitos da Ava, polegares rodando os mamilos, sentindo eles endurecerem no meu toque. A pele dela era seda, quente agora, corpo esguio tremendo com a necessidade crescendo. 'Marcus...' ela soprou, voz rouca. Por dentro, eu me admirava da resposta dela — curiosidade esperta alimentando desejo cru. Elena se juntou, a língua lambendo a clavícula da Ava, mãos escorregando pra provocar a borda da calcinha. Os quadris da Ava buckaram de leve, gemidos variando de choramingos ofegantes a suspiros mais fundos. O foreplay se desenrolou devagar; eu beijei o pescoço dela, provando sal e jasmim, enquanto Elena massageava as coxas internas dela, abrindo elas com gentileza.

As mãos da Ava agarraram o veludo, o coque bagunçado agora totalmente solto, ondas loiras cinzas se espalhando como um halo. O prazer crescia natural — meus dedos desceram mais, pressionando contra o centro coberto de renda dela, sentindo a umidade vazar pelo tecido. Ela ofegou forte, 'Meu Deus...' Elena riu baixinho, mordiscando o peito dela. As sensações se sobrepunham: calor irradiando da pele dela, pulso acelerado embaixo dos meus lábios, a energia da galera amplificando cada toque. A tensão crestou enquanto o primeiro clímax de foreplay dela se aproximava, corpo se enrolando apertado. Eu pressionei mais forte, Elena chupando o mamilo dela, e a Ava explodiu com um gemido longo e gutural, ondas de gozo pulsando pelo corpo esguio. A gente a segurou durante isso, sussurros de elogio, olhos cinza dela atordoados com os tremores.

O afterglow da Ava sumiu numa fome renovada enquanto Elena e eu a posicionávamos pro núcleo do primeiro rito. A galera se fechou mais, os gemidos deles um zumbido distante. Eu assisti, hipnotizado, enquanto os dedos esguios da Ava desciam pelo corpo de porcelana, escorregando por baixo da calcinha encharcada. 'Mostra nossa devoção', eu mandei, meu pau duro esticando os robes. Ela obedeceu, olhos cinza fumegando, abrindo as coxas bem no altar. Os dedos dela mergulharam nas dobras molhadas, abrindo pra revelar o rosa brilhante, anatomia detalhada exposta na luz de velas — clit inchado, entrada piscando convidativa.

O Êxtase Ritual de Ava
O Êxtase Ritual de Ava

Ela se dedou com movimentos deliberados, dois dedos enfiando fundo, polegar rodando o clit. Os peitos médios dela subiam e desciam, mamilos duros, corpo ondulando sensual. 'Marcus... tá tão intenso', ela gemeu ofegante, quadris moendo na mão dela. Elena se inclinou, beijando ela fundo, enquanto eu tirei os robes, punhetando meu pau grosso. As paredes internas da Ava contraíam visivelmente em volta dos dedos dela, sucos melando as coxas de porcelana. O prazer crescia em ondas; os gemidos dela subiram de suspiros suaves a gritos guturais, 'Ahh... sim!' A galera cantava, mãos passeando nos próprios corpos, mas meu foco era ela — forma esguia se contorcendo, cabelo loiro cinza espalhado louco.

Mudança de posição: Elena guiou a Ava de quatro, calcinha jogada fora, bunda empinada. Ainda se dedando por trás agora, a mão livre se apoiando, ela esticou pra trás pra enfiar mais fundo, nós dos dedos roçando o clit. Eu me posicionei na frente dela, enfiando meu pau na boca gulosa dela. Ela chupou faminta, afundando as bochechas, enquanto os dedos bombavam sem parar. Sensações sobrecarregavam: língua rodando meu pau, quente e molhada; gemidos dela vibrando por mim. Elena dedou a entrada de trás da Ava provocando, adicionando camadas. O corpo da Ava tremeu, segundo clímax batendo — dedos enterrados fundo, buceta espasmando, esguichando leve no veludo. Ela gritou em volta do meu pau, olhos cinza revirando de êxtase.

Eu saí, deixando ela desabar um pouco, ofegante. Mas o ritual pedia mais; o prazer dela própria tinha santificado o altar. Por dentro, eu queimava pela buceta apertada dela, o jeito que a curiosidade esperta se rendia à necessidade primal. O artefato brilhava fraco ali perto, pulsando com a energia que ela gerava. O corpo dela reluzia de suor, cada curva detalhada — cintura fina abrindo pros quadris, pernas esguias tremendo. A gente mudou devagar, minhas mãos adorando a pele dela, garantindo sem pressa. Isso era união, não conquista.

O Êxtase Ritual de Ava
O Êxtase Ritual de Ava

Ava jazia exausta nos meus braços, pele de porcelana corada, olhos cinza suaves com névoa pós-gozo. Elena alisava as ondas loiras cinzas dela com carinho, nós três entrelaçados no palco no meio de cantos sumindo. 'Você foi magnífica', eu sussurrei, beijando a testa dela, sentindo o coração dela sincronizar com o meu. Ela sorriu fraco, curiosidade voltando. 'O poder... eu senti. O artefato me chama.' Elena riu, traçando o braço da Ava. 'É seu se você completar o rito todo.'

A gente conversou íntimo, robes soltos, dividindo vinho de uma taça. Ava confessou pedaços — a busca dela igual à nossa, envolvimento do Dr. Grant velado. 'Ele é mais que um mentor', ela admitiu, vulnerabilidade rachando a fachada. Eu a segurei mais perto, sentindo conexão mais profunda além do tesão. 'Lealdade nos prende aqui', eu disse, Elena assentindo. Momentos ternos se desenrolaram: dedos entrelaçando, respirações compartilhadas, sussurros de futuros entrelaçados. A orgia zumbia distante, mas nosso trio parecia sagrado. Mas a sombra do Grant pairava na minha mente — o olhar dele afiado demais.

Revivida pela nossa intimidade, Ava se levantou sensual, posando como deusa no altar — pernas abertas, costas arqueadas, mãos segurando os peitos médios, beliscando mamilos pros picos. Os olhos cinza dela me chamavam, corpo de porcelana oleado e brilhando. 'Me fode agora, Marcus', ela exigiu, voz rouca. Elena se posicionou atrás, guiando meu pau latejante pra entrada pingando da Ava. Eu enfiei devagar, saboreando o calor apertado dela me envolvendo centímetro por centímetro — paredes de veludo apertando, escorregadia de tesão dela.

O Êxtase Ritual de Ava
O Êxtase Ritual de Ava

A gente fodeu com fervor ritual; missionário primeiro, pernas esguias dela enroladas na minha cintura, calcanhares cravando. Cada estocada funda arrancava gemidos dela — 'Mmm... mais forte!' —, variando de choramingos a ofegos. Os pensamentos internos dela piscavam nas expressões: êxtase sobrepujando infiltração. Elena sentou na cara da Ava, moendo sensual, língua da Ava mergulhando gulosa. Mudança de posição: eu virei ela pra cowgirl, cintura fina nas minhas mãos enquanto ela cavalgava, peitos quicando hipnoticamente, cabelo loiro cinza chicoteando. Ela posou no meio da cavalgada, braços erguidos, buceta apertando ritmicamente no meu pau, lábios esticados duros.

Sensações explodiram: sucos dela melando minhas bolas, batendo molhado; gemidos dela abafados nas dobras da Elena, 'Porra... sim!' Elena gozou primeiro, tremendo com um grito, inundando a boca da Ava. Eu meti pra cima, batendo no fundo dela, clit dela roçando minha base. Clímax cresceu torturante — Ava posou de novo, inclinando pra trás, dedos abrindo ela pra acesso mais fundo. Ela explodiu pela terceira vez, paredes me ordenhando violento, grito ecoando. Eu segui, enchendo ela de jatos quentes, gemendo fundo. Elena nos beijou nos tremores, corpos suados e embolados.

Sem pressa; a gente ficou na pose, meu pau amolecendo dentro dela, corpo dela tremendo de afterglow. O brilho do artefato intensificou, dela pra pegar. A evolução dela brilhava — espiã curiosa pra devota extática, mas um brilho de triunfo sugeria planos. Cada estocada tinha remodelado ela, prazer gravando lealdade... ou engano.

A gente desabou num monte de membros e suspiros, Ava agarrando o amuleto brilhante triunfante, corpo esguio marcado pela nossa paixão — chupões na pele de porcelana, cabelo uma bagunça emaranhada. 'É meu', ela sussurrou, olhos cinza ferozes. Elena e eu batemos palma baixinho, orgulho inchando. Mas enquanto a orgia diminuía, Dr. Liam Grant se aproximou, rosto sério, apertando um celular com fotos incriminadoras da infiltração dela. 'Ava, você nos passou a perna', ele sibilou. 'Escolhe agora — lealdade comigo, ou essa vida hedonista?'

O corpo dela tensionou contra o meu, conflito rugindo. Eu a segurei, sentindo a tempestade. A traição pairava, artefato quente na mão dela, prometendo mais ritos... ou ruína.

Perguntas frequentes

O que acontece no ritual erótico de Ava?

Ava vira o altar numa orgia secreta, com dedadas, boquetes e foda intensa pra desbloquear um amuleto, misturando prazer e segredos.

Quais posições de sexo rolam na história?

Tem missionário, cowgirl, de quatro com dedada, e foreplay com chupadas, tudo explícito e quente.

Tem traição no final da orgia?

Sim, o Dr. Grant revela fotos da infiltração de Ava, forçando ela a escolher entre lealdade e o prazer hedonista.

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Os Desejos Velados de Ava Desatados

Ava Williams

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