O Encontro de Mila na Poeira do Rodeio

Na sombra dos chutes, a vitória de uma vaqueira acende o fogo proibido de um rival.

O

Os Segredos de Mila nas Pradarias Incendem Chamas Proibidas

EPISÓDIO 2

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A poeira ainda pairava no ar como a respiração de um amante enquanto Mila desmontava, seus cachos loiro mel selvagens sob o chapéu de rodeio, olhos azuis faiscando de triunfo. O olhar de Jake queimava das arquibancadas, mas era eu que ela procurava—Ryder Kane, o rival que assistira cada curva dos barris com fome. Nossas mãos se roçaram em parabéns, acendendo uma faísca que prometia nos consumir sob o céu noturno de Wyoming.

O rugido da galera ainda ecoava nos meus ouvidos enquanto Mila pulava do cavalo, aquele padrão vencedor de barris fresco na mente de todo mundo. Ela cortara aqueles barris como faca na manteiga, o corpo magro se inclinando em cada curva, cachos loiro mel escapando do chapéu no vento. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Vinte e um anos, toda fogo e graça, com pele clara brilhando sob as luzes da arena e aqueles olhos azuis que pareciam ver direto através de um cara.

O Encontro de Mila na Poeira do Rodeio
O Encontro de Mila na Poeira do Rodeio

Eu tava assistindo dos chutes, meu próprio cavalo selado ali perto, mas competir parecia coisa de segundo plano essa noite. Jake, aquele peão carrancudo da fazenda dela, me lançou um olhar quente o suficiente pra marcar gado quando nossos olhos se cruzaram. Ele sabia das contas—Mila e eu tínhamos trocado farpas o ano todo, rivais no circuito, mas sempre tinha algo mais fervendo por baixo da zoação. A vitória dela essa noite, juntando aquela grana do prêmio pro rancho dela que tava na pior, a deixava radiante, e quando ela veio andando, quadris balançando naquelas calças jeans apertadas, eu senti como um esporão nas costelas.

"Ryder Kane", ela disse, a voz doce como feno de verão mas com aquela provocação charmosa, tirando o chapéu pra soltar aqueles cachos macios. "Não pensei que você ia ficar pra me ver fumando a galera."

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Eu sorri, inclinando meu chapéu, minha mão demorando um segundo a mais no braço dela enquanto parabenizava. "Não perderia por nada, gata. Você cavalga como se o capeta tivesse te na cola." A risada dela era leve, acessível, me puxando mais pra perto no caos do terreno do rodeio—cavalos relinchando, vendedores gritando cerveja, o cheiro de poeira e suor grosso no crepúsculo de Wyoming. Jake rondava ao longe, braços cruzados, mas ela nem olhou pro lado dele. Aquela rebeldia nos olhos dela? Era direto pra mim.

A gente escapuliu da multidão, a mão dela quentinha na minha, me levando pro meu trailer estacionado na beira do terreno. A porta clicou fechando atrás da gente, abafando os gritos distantes, e naquele espaço escuro iluminado por uma lanterna só, Mila se virou pra mim com um olhar que desatou todos os nós que eu tinha amarrado na minha contenção. "Você sabe que o Jake tá puto da vida", ela murmurou, os dedos traçando os botões da minha camisa, aquele charme doce agora com uma fome ousada na ponta.

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Eu puxei ela pra perto, sentindo o calor do corpo magro dela se apertando contra mim, a pele clara corando enquanto eu segurava o rosto dela. Nosso beijo começou devagar, lábios roçando como os primeiros passos tímidos de uma dança, mas aprofundou rápido—línguas se enroscando, respirações se misturando com o cheiro leve de couro de sela e os cachos selvagens dela. Minhas mãos desceram pelas costas dela, escorregando por baixo da barra da camisa xadrez pra achar o calor macio da pele. Ela se arqueou contra mim, um gemido suave escapando enquanto eu abria os botões, tirando o tecido pra revelar o sutiã branco simples segurando os peitos 32B dela.

Com um estalo, eu soltei o fecho, deixando cair no chão gasto do trailer. Os mamilos dela endureceram no ar fresco, rosados e perfeitos contra a pele clara, subindo com cada respiração rápida. Os olhos azuis de Mila travaram nos meus, vulneráveis mas desafiadores, enquanto ela tirava a camisa de vez, ficando de peitos à mostra só de jeans e botas. Eu tracei a curva estreita da cintura dela, polegares roçando a parte de baixo dos peitos, sentindo ela tremer. "Ryder", ela sussurrou, a voz rouca, dedos enfiados no meu cabelo enquanto me puxava pra baixo pra provar a pele dela. Minha boca fechou em um mamilo, língua rodando devagar, arrancando suspiros que enchiam o espaço pequeno. O corpo dela se rendia, magro e flexível, cada toque construindo aquela tensão elétrica entre a gente.

As roupas caíram no chão numa loucura—o jeans dela desabotoado, chutado pro lado com as botas ainda nos pés, minha camisa e calça jogadas como placares de ontem. Nu agora exceto pela emoção zumbindo entre a gente, Mila me empurrou pra trás na cama estreita do trailer, olhos azuis ferozes com aquele fogo pós-vitória. Ela montou em mim, coxas magras apertando meus quadris, pele clara brilhando dourada no tremular da lanterna. Eu segurei a cintura estreita dela, sentindo o calor da buceta dela pairando logo acima de mim, provocando, até ela descer devagar, me envolvendo no calor apertado dela.

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Caralho, o jeito que ela me cavalgou—como se dominasse aqueles barris, cada rolar dos quadris deliberado, poderoso. Os cachos loiro mel dela quicavam no ritmo, cachos macios emoldurando o rosto enquanto ela jogava a cabeça pra trás, gemidos escapando livres. Eu meti pra cima pra encontrar ela, mãos subindo pra segurar os peitos 32B dela, polegares circulando aqueles mamilos duros, beliscando o suficiente pra fazer ela ofegar meu nome. "Ryder... sim, assim." A voz dela era ofegante, charmosa mesmo na rendição, mas tinha rebeldia ali também, reivindicando o prazer dela do jeito dela. O trailer rangia com a gente, o cheiro de poeira e suor se misturando com a doçura dela, cada deslize construindo aquela mola lá no fundo dela.

Ela se inclinou pra frente, mãos no meu peito, olhos azuis travados nos meus—desejo cru, sem filtro. Mais rápido agora, o corpo magro dela ondulando, paredes internas apertando em torno de mim em ondas que me puxavam pro fundo. Eu senti ela tensionar, aquele tremor doce começando nas coxas, se espalhando até ela explodir, gritando enquanto o orgasmo rasgava por ela. Isso me arrastou junto, pulsando quente dentro dela, nossas respirações ofegantes no depois. Ela desabou no meu peito, cachos fazendo cócegas na minha pele, o coração dela martelando contra o meu como o tambor do rodeio.

A gente ficou embolado nos lençóis um tempo, a cabeça dela no meu ombro, dedos traçando padrões preguiçosos no meu peito. O trailer parecia nosso próprio mundo, o barulho do rodeio um zumbido distante. Mila ergueu a cabeça, olhos azuis suaves agora, aquela doçura acessível brilhando no pós-gozo. "Isso foi... incrível", ela disse, um sorriso tímido curvando os lábios, cachos loiro mel bagunçados contra a minha pele.

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Eu ri, tirando uma mecha da bochecha clara dela. "Você que é incrível. O Jake não faz ideia do que tá perdendo, olhando assim." A expressão dela piscou—vulnerabilidade ali, mas ela empurrou pro lado com uma risada, leve e charmosa. "Deixa ele olhar. Essa noite é nossa. Pela vitória, pela adrenalina." Ela se mexeu, sentando de peitos à mostra, os peitos 32B empinados na luz baixa, corpo magro se espreguiçando preguiçosamente enquanto pegava uma garrafa d'água na mesinha lateral.

A gente conversou então, palavras fáceis sobre o circuito, os problemas do rancho dela, minhas próprias cavalgadas inquietas. A mão dela achou a minha, apertando, e quando ela se inclinou pra um beijo lento, foi terno, cheio de promessa. Sem pressa, só o calor da pele dela contra mim, mamilos roçando meu braço enquanto ela se aninhava mais perto. O ciúme do Jake alimentava ela, eu sentia—uma faísca de desafio a deixando mais ousada, mais doce no toque. Lá fora, estrelas rodavam sobre as planícies de Wyoming, mas aqui, o tempo se esticava, nos deixando saborear a intimidade quieta antes do fogo reacender.

Aquela ternura não durou. O beijo dela virou faminto de novo, mãos me empurrando pra baixo enquanto sussurrava, "Mais." Eu virei a gente, as pernas magras dela envolvendo minha cintura por instinto, mas aí guiei ela pros joelhos, aquele espírito de vaqueira ansioso pela mudança. De frente pra parede do trailer, mãos apoiadas, a bunda clara dela arqueada convidando, cachos loiro mel caindo pelas costas. Eu me ajoelhei atrás, segurando a cintura estreita dela, escorregando na umidade escorregadia dela com uma metida profunda.

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Ela gemeu alto, empurrando pra trás pra me encontrar, o ritmo acelerando rápido—pele batendo no espaço apertado, peitos 32B balançando a cada pancada. "Mais forte, Ryder", ela ofegou, olhos azuis olhando por cima do ombro, selvagens e querendo. Eu atendi, uma mão enroscada naqueles cachos macios, puxando o suficiente pra arquear ela mais, a outra escorregando pra circular o clitóris dela. O corpo dela tremeu, músculos internos me apertando como um torno, cada estocada arrancando aqueles gritos doces e charmosos que ecoavam nas paredes de metal.

Suor untava nossa pele, a lanterna lançando sombras que dançavam com nossa loucura. Eu senti ela subir de novo, coxas tremendo, aquela rebeldia alimentando o abandono dela—sem segurar nada, só necessidade pura e visceral. Quando ela gozou, foi explosivo, as paredes dela tremendo loucamente, me ordenhando até eu ir junto, enterrando fundo com um gemido. A gente desabou juntos, o corpo dela mole e exausto debaixo do meu, respirações se sincronizando no ar úmido. Naquele momento, ela não era só a vaqueira doce dos barris; ela era minha, transformada pela poeira e desejo da noite.

O amanhecer rastejou pela janela do trailer enquanto a gente se vestia, ela voltando pro jeans e camisa xadrez, abotoando com um sorriso satisfeito. A pele clara de Mila ainda corada, olhos azuis brilhando com uma ousadia nova—ela tinha se rebelado contra a sombra do Jake, reivindicado a noite dela, e isso aparecia no balanço confiante dos quadris magros. A gente saiu pro ar fresco de Wyoming, o terreno do rodeo quieto agora, exceto pelo relincho baixo dos cavalos.

Meu braço na cintura dela, a gente dividiu café de um garrafão, rindo da cavalgada, da rivalidade, do jeito que o olhar do Jake só tinha deixado mais quente. "Você é encrenca, Kane", ela provocou, aquele charme doce intacto mas com fogo na ponta. Aí o celular dela vibrou—um cliente oferecendo uma grana preta pra treinar cavalos lá em Montana. O rosto dela se iluminou, sonhos de salvar o rancho dançando nos olhos.

Mas enquanto a gente andava pro truck dela, Jake surgiu das sombras, cara de trovoada. "Mila, esse cara não presta. O dono tem fama—prende garotas como você na teia dele." Ela hesitou, olhando pra mim, o peso da escolha pesando. Eu puxei ela pra perto, sussurrando, "Você decide, gata. Mas o que quer que seja, eu vou contigo." A mão dela apertou a minha, incerteza piscando, deixando a manhã grossa de promessas não ditas e perigo.

Perguntas frequentes

O que acontece depois da vitória de Mila no rodeio?

Mila leva o rival Ryder pro trailer e eles transam intensamente, com cavalgada e doggy, ignorando o ciumento Jake.

Quais cenas de sexo têm na história erótica?

Beijo quente, chupada nos peitos 32B, ela cavalgando, metidas por trás com puxão de cabelo e toques no clitóris, dois gozos explosivos.

Por que Mila trai o rancho com Ryder?

É rebeldia contra o olhar possessivo de Jake; o tesão da vitória e rivalidade explode em sexo sem filtro no trailer. ]

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Mila Anderson

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