O Corpo Tremendo de Alice Bianchi

No calor da crítica, a rivalidade explode em rendição crua.

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Rivais na Argila: As Curvas que Cedem de Alice

EPISÓDIO 4

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As luzes do estúdio lançavam sombras afiadas pela Vênus de mármore, suas curvas congeladas em pose eterna, mas era Alice quem prendia minha atenção. O brilho frio da pedra parecia quase sem vida comparado à energia vibrante que ela exalava, sua presença enchendo o vasto espaço com uma eletricidade não dita que deixava o ar mais pesado, carregado. Seus olhos verde-jade piscavam com aquela teimosia familiar enquanto ela circulava a escultura, seu afro volumoso caramelo longo balançando a cada passo, as mechas macias pegando a luz em ondas de marrom quente e ouro, roçando os ombros como uma cascata viva. Eu ouvia o leve farfalhar do cabelo dela, misturado ao zumbido distante da cidade lá fora pelas janelas do estúdio, e isso puxava meu olhar direto pra ela. Vestida com uma blusa preta de gola alta justa e calça de cintura alta que abraçava sua silhueta ampulheta, ela parecia a artista confiante pronta pra desmontar minhas ideias. O tecido esticava tenso sobre o volume generoso dos quadris dela, realçando a curva da cintura e a leve elevação dos seios médios, sua pele de porcelana aparecendo nas bordas das mangas, impecável e luminosa. Cada movimento que ela fazia mandava uma ondulação pelo tecido, provocando o olho com promessas da forma por baixo, e eu me pegava prendendo a respiração, o familiar tesão se desenrolando baixo na barriga. 'Luca, seu olho pra proporção é tão cego quanto o olhar dessa estátua', ela provocou, sua pele de porcelana brilhando sob os holofotes, um rubor suave já insinuando nas bochechas como se as palavras em si acendessem algo dentro dela. A voz dela era uma lâmina de veludo, cortando a tensão com aquele tom brincalhão, e eu imaginava o calor da respiração dela atravessando o espaço, misturado às notas cítricas leves do perfume que...

O Corpo Tremendo de Alice Bianchi
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Rivais na Argila: As Curvas que Cedem de Alice

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