O Clímax Transcendente de Tatiana

No pulso sombrio do estúdio, a rendição vira sinfonia.

C

Cordas do Samovar: A Rendição Pulsante da Tatiana

EPISÓDIO 6

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A porta do estúdio se abriu bem na hora em que o grave do som pulsava baixo e insistente, tipo um coração esperando acelerar, vibrando pelas tábuas do piso e entrando nos meus ossos, acordando a energia inquieta que eu tava segurando o dia todo. Lá tava ela, Tatiana, minha Tatiana, cabelo loiro acinzentado pegando a luz dourada da mesa de controle, cada fio brilhando como linhas de sol tecidas em seda, a pele beijada pelo sol brilhando contra o vestido preto simples que abraçava o corpinho delicado dela, o tecido colando na curva suave dos quadris e na linha sutil da cintura de um jeito que me deixou sem ar. Fazia dias desde nossa última briga feia, aquela confrontação crua onde as palavras cortaram mais fundo que qualquer silêncio, deixando ecos de dor no meu peito tipo acordes não resolvidos, noites revivendo as lágrimas dela, as dúvidas sobre essa vida que a gente construiu junto, o medo de que a fama apagasse o amor quieto que a gente prezava. Agora, os olhos mel dela encontraram os meus do outro lado da sala, com uma promessa que deixou o ar mais grosso, uma profundidade de emoção rodando naqueles tons dourados que falava de perdão, de saudade, me puxando pra ela como gravidade pura. Ela tava aqui, escolhendo isso de verdade — a gente — depois de tudo, a presença dela um bálsamo pras feridas que a gente se causou, a determinação dela brilhando mais forte que as luzinhas de fada piscando no teto. A preparação da festa espalhada por aí: balões meio inflados balançando preguiçosos na corrente do ar da porta, garrafas de champanhe gelando em baldes prateados que suavam gotas nas mesinhas laterais, luzinhas de fada jogadas nos amps tipo estrelas prestes a acender, jogando um brilho suave e...

O Clímax Transcendente de Tatiana
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Cordas do Samovar: A Rendição Pulsante da Tatiana

Tatiana Vinogradova

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