O Clímax Poético Transformador de Sophia

Versos ao luar desmancham dominação em rendição extática

V

Versos Desnudados de Sophia no Arquivo

EPISÓDIO 6

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A luz da lua filtrava pelas janelas altas em arco do arquivo de poesia, lançando brilhos prateados sobre tomos antigos e pisos de mármore, cada raio cortando os motes de poeira como um suspiro de amante suspenso no tempo. O ar estava pesado com o cheiro de couro envelhecido e tinta fraca, um perfume que sempre despertava algo primal em mim, uma reverência por palavras que transcendia a página. Eu tinha proposto pra Sophia naquela noite, dividindo um copo de vinho — vem comigo pro ritual supremo, a imersão noturna na antologia que nos uniu desde o começo. A memória dos olhos verde-floresta dela brilhando com aquele mistério safado inundou de volta, o bob assimétrico loiro sujo balançando devagar enquanto ela assentia, lábios curvando numa promessa que mandou calor se enroscando baixo na minha barriga. Eu ainda sentia o gosto do vinho na língua, rico e azedo, espelhando a antecipação que cresceu ao longo de meses de olhares roubados nas minhas aulas, a presença dela um poema vivo que eu ousava não reivindicar por completo. Agora, ali estava ela, entrando no santuário sombreado, a forma esguia e graciosa envolta num vestido de seda preta fluido que grudava na pele bronzeada dela como um sussurro de amante, o tecido se mexendo a cada passo pra insinuar as curvas por baixo. Eu a observava das sombras, coração batendo um ritmo frenético contra as costelas, o som ecoando nos meus ouvidos como o tambor de versos proibidos. Ela parou, deixando o olhar varrer o quarto, absorvendo as prateleiras imensas cheias de volumes cujas lombadas sussurravam segredos de paixão e desespero. Os saltos dela clicavam suave no mármore, um ritmo deliberado que me puxava, cada eco desfazendo os fios da minha compostura cuidadosamente mantida. Enquanto ela traçava um dedo pela lombada do volume proibido,...

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Sophia Gagnon

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