O Clímax Incompleto de Clara

De olhos vendados nas sombras, o corpo dela desperta pra uma adoração intensa demais pra aguentar.

A

A Graça de Clara nas Sombras da Adoração

EPISÓDIO 3

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A chave girou na fechadura com um clique suave que ecoou pelo estúdio vazio, e lá estava ela — Clara Weber, escorregando pra dentro como um segredo feito carne. O som pairou no ar parado, uma intrusão delicada que fez meu coração bater forte no peito, cada batida ecoando a expectativa que eu vinha alimentando a noite toda. O cabelo loiro acinzentado dela pegou a luz fraca dos postes de rua lá fora, caindo liso e longo sobre os ombros, emoldurando aquele rosto elegante com olhos azuis penetrantes, olhos que pareciam furar a penumbra mesmo antes de me verem direito. Fios balançavam devagar com o movimento dela, trazendo um cheiro leve de xampu de jasmim que se misturava ao aroma forte do estúdio de tela envelhecida e terebintina afiada, acordando algo primal em mim. Aos dezenove, ela se portava com a pose de alguém com o dobro da idade, alta e esguia com um metro e setenta, a pele clara pálida brilhando de leve no silêncio da meia-noite, quase luminosa contra as paredes sombreadas cheias de retratos pela metade. Eu observava das sombras, o pulso acelerando enquanto ela parava, chave ainda na mão, sentindo que não tava sozinha, os dedos finos apertando o metal como se fosse uma corda salva-vidas. Ela veio achando que tava sem supervisão, um momento particular pra se perder nos espelhos e no silêncio, mas eu tava esperando, o corpo tenso, cada músculo enrolado como uma mola na escuridão atrás da bancada de trabalho. O ar zumbia com possibilidade, grosso com o cheiro de tela e terebintina, e eu já imaginava a fita no meu bolso, macia de seda contra a pele dela, a textura lisa pedindo pra ser passada nos pulsos ou nos olhos. Algo no jeito que ela inclinou a cabeça, escutando, me dizia...

O Clímax Incompleto de Clara
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A Graça de Clara nas Sombras da Adoração

Clara Weber

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