O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia

Sussurros de seda acendem o fogo ciumento da chefe em chamas sáficas proibidas

O

O Medalhão Carmesim de Dao: Rendições de Veludo

EPISÓDIO 2

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O ateliê nos fundos da boutique brilhava sob a luz âmbar suave de lâmpadas antigas, lançando sombras longas sobre rolos de seda reluzente e veludo drapejados como membros de amantes sobre manequins antigos. Dao Mongkol, a tailandesa linda de 25 anos com seu cabelo castanho ondulado longo caindo em ondas soltas e sonhadoras pelas costas morenas quentes, demorou depois do fechamento. Seu rosto oval, emoldurado por aqueles olhos castanhos escuros que carregavam uma névoa romântica perpétua, traía um lampejo de inquietação enquanto ela ajustava o vestido de um manequim. Esguia com 1,68m, seus seios médios subiam suavemente a cada respiração sob a blusa de seda justa, o tecido colando em suas curvas atléticas magras como uma segunda pele.

Mia Voss, sua chefe, se movia com graça predatória entre os tecidos, os dedos traçando a borda de um medalhão de ouro que pendia provocativamente do pescoço dela. O medalhão—Dao o conhecia bem demais. Era o presente de Elias, aquele sobre o qual ele sussurrara durante seus momentos roubados. Ciúme se enroscava no peito de Dao como uma serpente, sua natureza sonhadora rachando sob o peso do desejo não dito. Por que Mia o usava agora, depois do horário, quando a loja estava vazia e o ar denso com o cheiro de incenso de jasmim e orquídeas frescas cortadas da vitrine?

O coração de Dao batia forte enquanto Mia se virava, seus olhos azuis afiados travando nos de Dao. "Você ficou olhando pra isso a noite toda", Mia disse, a voz um ronronar sedoso que mandou arrepios pela espinha de Dao. O ateliê pareceu menor, o ar carregado de algo elétrico, proibido. Os dedos esguios de Dao torciam a bainha da saia, a mente correndo com imagens do toque de Elias agora imaginadas na pele de Mia. Mas sob o ciúme queimava um calor mais profundo—uma curiosidade, uma atração pela mulher que a mentorara, moldara seus sonhos nesse túmulo opulento de luxo. A porta da loja da frente estava trancada, o mundo lá fora esquecido. Que segredos a noite desvendaria ali, no meio das sedas sussurrantes?

O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia
O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia

Dao não conseguia tirar os olhos do medalhão enquanto Mia se aproximava, a corrente de ouro balançando hipnoticamente contra o decote pálido da chefe. O ar do ateliê pairava pesado, infundido com o perfume exótico fraco de sândalo do incensário na bancada de trabalho. Prateleiras forradas de tecidos reluzentes—seda carmesim, azuis meia-noite, brancos perolados—criavam um casulo de intimidade, os únicos sons seus passos suaves no tapete persa e o zumbido distante da cidade além das janelas fosas.

"Aquele medalhão", Dao finalmente sussurrou, a voz tremendo com uma mistura de acusação e vulnerabilidade. Seus olhos castanhos escuros, geralmente poças sonhadoras de romance, agora rodopiavam com ciúme. Ela deu um passo mais perto, o corpo esguio tenso, a seda da blusa sussurrando contra a pele. "É do Elias, né? Eu vi ele te dando na semana passada. Depois... depois de nós."

Mia parou, os lábios curvando num sorriso cúmplice. Ela era mais alta, mais imponente, com traços afiados suavizados pela luz do abajur. "Ciumenta, Daozinha?", ela provocou, dedilhando o medalhão. "Elias tem seus charmes, mas você... você me olha como se eu fosse o prêmio." As palavras pairaram no ar, carregadas. As bochechas de Dao coraram sob a pele morena quente, o cabelo castanho ondulado longo caindo pra frente enquanto ela baixava a cabeça levemente. Conflito interno rugia: a culpa de trair Elias se torcia com uma atração inexplicável por Mia, sua chefe, a mulher que a ensinara a arte da sedução através de tecido e forma.

O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia
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"Eu não devia ligar", Dao admitiu, o rosto oval erguendo pra encontrar o olhar de Mia. "Mas ver isso em você... dói. Como se você estivesse reivindicando algo que é meu." A voz dela rachou, revelando a sonhadora romântica sob o ciúme. Mia encurtou a distância, a mão roçando o braço de Dao, mandando faíscas pela blusa fina. O toque demorou, elétrico. A respiração de Dao falhou, os seios médios arfando enquanto a tensão engrossava. Elas estavam sozinhas, a boutique selada, mas o risco de descoberta—de Elias, da fachada profissional—adicionava uma borda excitante.

Mia se inclinou, o hálito quente contra a orelha de Dao. "Talvez eu esteja reivindicando. Ou talvez... eu esteja te convidando pra dividir." A mente de Dao girava: imagens das mãos fortes de Elias agora sobrepostas aos dedos elegantes de Mia. O ciúme acendia não destruição, mas desejo—um despertar sáfico se agitando nas sombras. O corpo dela a traía, mamilos endurecendo contra a seda, um calor se acumulando baixo. Os olhos de Mia escureceram com fome. "Me diz, Dao. O que você quer de verdade?"

Dao engoliu em seco, as mãos esguias cerrando. "Você. E ele. Mas agora... você." A confissão jorrou, a culpa alimentando o fogo. A risada de Mia foi baixa, triunfante, enquanto ela guiava Dao pro chaise de veludo no canto, cercado de sedas cascateando. O ar crepitava com promessas não ditas, o ateliê se transformando num santuário de exploração proibida.

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Os dedos de Mia traçaram a corrente do medalhão até o queixo de Dao, inclinando-o com dominação terna. Os lábios delas se encontraram num beijo lento, exploratório, macio no começo, depois se aprofundando enquanto o ciúme de Dao derretia em fome. As mãos de Dao vagaram pelas costas de Mia, sentindo os músculos ágeis sob a blusa, enquanto a língua de Mia provocava a de Dao, arrancando um suspiro suave da tailandesa linda. O brilho âmbar do ateliê as banhava, sedas roçando suas pernas como sussurros cariciosos.

A blusa de Dao escorregou aberta sob as mãos hábeis de Mia, revelando a pele morena quente e os seios médios, mamilos já endurecidos de tesão. Mia rompeu o beijo, os olhos devorando a visão. "Tão linda", ela murmurou, envolvendo um seio, o polegar circulando o mamilo duro. Dao arqueou, um gemido ofegante escapando dos lábios—"Ahh..."—enquanto o prazer ondulava pelo corpo esguio. O cabelo castanho ondulado longo dela tombou sobre os ombros, emoldurando o rosto oval corado de desejo.

Elas rolaram pro chaise de veludo, Mia montando no colo de Dao, rebolando sutilmente enquanto tirava a própria blusa. As mãos de Dao exploraram as costas nuas de Mia, unhas roçando levemente, arrancando o suspiro de Mia—"Mmm, sim..." A fricção construía calor entre as coxas de Dao, a saia subindo pra expor a calcinha de renda úmida de necessidade. A boca de Mia desceu, beijando o pescoço de Dao, depois a clavícula, antes de chupar um mamilo. Dao gemeu, "Mia... ohh", o corpo se contorcendo, dedos enroscando no cabelo de Mia.

Sensações sobrecarregavam Dao: o veludo macio contra as costas, o peso quente de Mia a prendendo, a língua da chefe lambendo sem parar. Ciúme se transformava em posse—Dao queria reivindicar Mia tanto quanto ser reivindicada. Os quadris dela buckaram instintivamente, buscando mais contato, enquanto a mão de Mia deslizava pela barriga lisa, provocando a cintura da saia. "Ainda não", Mia sussurrou, a voz rouca. "Deixa eu te saborear." Os olhos castanhos escuros de Dao travaram nos de Mia, cheios de desejo romântico agora entrelaçado com fogo ousado. O foreplay se esticou, beijos descendo mais baixo, construindo uma dor exquisita que prometia alívio.

O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia
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A dominação de Mia se aprofundou enquanto ela deslizava a saia e a calcinha de Dao numa só tacada fluida, expondo a buceta reluzente da tailandesa, bem aparada e inchada de desejo. Dao jazia nua no chaise, as pernas esguias se abrindo instintivamente, pele morena quente brilhando sob as lâmpadas. Mia se ajoelhou entre elas, o hálito quente contra as coxas internas de Dao. "Olha pra você, tão molhada pra mim", Mia ronronou, dedos abrindo as dobras de Dao pra revelar a entrada rosada escorregadia. Dao gemeu fundo—"Mmmph... Mia..."—os quadris se erguendo em convite.

Dois dedos mergulharam pra dentro, curvando-se com maestria contra o ponto G de Dao, enquanto o polegar de Mia circulava o clitóris dela. A sensação era elétrica: as paredes de Dao se contraíram em volta da invasão, prazer se enroscando apertado no centro. Seus seios médios arfavam a cada estocada, mamilos doendo. "Ah Deus, sim... mais fundo", Dao ofegou, os olhos sonhadores semicerrados em êxtase. Mia obedeceu, adicionando um terceiro dedo, esticando-a deliciosamente, os sons molhados do tesão dela enchendo o ateliê. Os pensamentos internos de Dao corriam—culpa por Elias sumia, substituída por puro êxtase sáfico; isso era o despertar dela, cru e real.

A boca de Mia se juntou, língua lambendo o clitóris de Dao em círculos firmes, chupando suavemente. Dao gritou—"Ahhh! Mia!"—o corpo arqueando do veludo, cabelo castanho ondulado longo se espalhando como um halo. Ondas de prazer se construíam, as coxas esguias tremendo em volta da cabeça de Mia. Posição mudou: Mia puxou Dao pra cima, guiando-a pra sentar na cara dela. Dao rebolou pra baixo, cavalgando a língua que mergulhava fundo, dedos agora torcendo os próprios mamilos pra intensidade extra. "Eu... tô quase", ela gemeu, gemidos ofegantes escalando—"Mmm... ohh... sim!" O orgasmo explodiu: a buceta dela pulsou, sucos inundando a boca de Mia enquanto Dao tremia, gritando baixinho—"Fode!"—ondas de alívio pulsando por ela.

Mas Mia não tinha terminado. Ela virou Dao de bruços, bunda erguida, e entrou por trás com quatro dedos agora, bombando sem parar enquanto a outra mão ia por baixo pra esfregar o clitóris hipersensível de Dao. Dao enterrou o rosto no chaise, abafando gemidos—"Mais... por favor..."—o corpo escorregadio de suor, cada nervo aceso. A dominação era terna, Mia sussurrando, "Goza pra mim de novo, minha ciumentinha." A subida foi mais lenta dessa vez, mais profunda; o segundo clímax de Dao rasgou por ela, paredes sugando os dedos de Mia, gritos crus—"Miaaa!"—corpo desabando em tremores de aftershocks. Profundidade emocional subiu: Dao se sentia vista, desejada além do ciúme, a alma romântica incendiando nessa união proibida. O ar do ateliê engrossou com os cheiros misturados delas, sedas testemunhas da transformação dela.

O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia
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Elas desabaram juntas no chaise, corpos entrelaçados no meio de sedas espalhadas, respirações sincronizando no afterglow. Mia alisava o cabelo castanho ondulado longo de Dao, agora úmido e grudado nos ombros morenos quentes. "Aquele medalhão... não é nada comparado a isso", Mia confessou baixinho, a voz entrelaçada com vulnerabilidade. Dao ergueu a cabeça, olhos castanhos escuros brilhando com lágrimas de alívio. "Eu tava tão ciumenta, pensando no Elias com você. Mas agora... eu quero nós duas. Nós três."

Tenderness floresceu: Mia beijou a testa de Dao, formas nuas pressionadas perto, seios médios contra o peito de Mia. "Você despertou algo em mim também, Dao. Minha sonhadora romântica." Elas conversaram em sussurros—sobre desejos há muito reprimidos, segredos da boutique, o charme de Elias tecendo elas juntas. Risadas se misturavam com suspiros, laços emocionais se aprofundando além da carne. Dao se sentia mudada, ciúme alquimizado em desejo confiante. O ateliê as embalava, um útero sedoso de intimidade.

Fogo reaceso irrompeu enquanto Mia puxava Dao por cima dela, corpos alinhando em posição de tesoura, bucetas rebolando escorregadias juntas. As pernas esguias de Dao se entrelaçavam com as de Mia, clits roçando com fricção exquisita. "Cavalga em mim", Mia mandou terna, mãos agarrando a cintura fina de Dao. Dao gemeu—"Yesss..."—quadris rolando em círculos rítmicos, pele morena quente brilhando. Sensações explodiam: o deslize quente e molhado das dobras, pressão construindo em nervos inchados, seios médios quicando a cada estocada.

Dao se inclinou pra frente, capturando os lábios de Mia num beijo feroz, línguas duelando enquanto o rebolado intensificava. Monólogo interno inundava Dao: essa dominação sáfica a empoderava, ciúme totalmente queimado, deixando paixão ousada. Os gemidos de Mia ficavam urgentes—"Mais forte, Dao... mmmph!"—dedos cravando na bunda de Dao, guiando o ritmo. Posição evoluiu: Dao girou pro reverso, costas uma pra outra, bundas pressionando enquanto balançavam furiosamente, o chaise rangendo sob elas.

O Ciúme Sedoso de Dao Incendeia
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Prazer montava sem parar; Dao esticou pra trás, dedos achando o clitóris de Mia pra esfregar junto. "Goza comigo", ela exigiu, voz rouca. Os gemidos de Mia escalaram—"Ohh... Dao!"—corpo tensionando. Clímax bateu simultâneo: a buceta de Dao throbbou, sucos esguichando levemente contra a de Mia enquanto ondas batiam, grito dela cortando—"Aaaah!"—tremores ondulando pela beleza de rosto oval. Mia veio atrás, uivando—"Fode sim!"—alívios se misturando numa sinfonia de êxtase.

Elas desaceleraram, mas Dao queria mais. Ela empurrou Mia pra baixo, montando a cara dela de novo, dessa vez rebolando sem freio enquanto se dedava. A língua de Mia lambia gulosa, mãos abrindo as nádegas de Dao. A subida foi rápida, intensa; Dao beliscou os mamilos, cavalgando a beira. "Tô gozando de novo... ahhh!" Terceiro orgasmo rasgou por ela, mais feroz, corpo esguio convulsionando, inundando a boca de Mia. Pico emocional: Dao dominava seus desejos, coração romântico em chamas. Mia se ergueu, beijando-a fundo, compartilhando o gosto. Exaustão pairava, mas conexão se aprofundava, sedas emboladas em volta das formas escorregadias de suor.

No afterglow enevoado, Dao e Mia jaziam entrelaçadas, dedos traçando padrões preguiçosos na pele úmida de suor. Os olhos sonhadores de Dao brilhavam com confiança recém-encontrada, corpo esguio relaxado contra o de Mia. "Isso muda tudo", ela sussurrou, alma romântica realizada mas faminta por mais. Mia sorriu, medalhão esquecido. "Pro melhor." A risada delas sumiu enquanto a porta da frente clicou—Elias, sem aviso, silhuetado na porta do ateliê, olhos se arregalando na cena.

Choque se misturava com tesão no olhar dele. "Senhoras...", ele resmungou, entrando. O coração de Dao disparou, não com culpa, mas convite. "Vem com a gente?" Mia ecoou, voz sensual. O sorriso de Elias prometia caos, o futuro do trio incendiando.

Perguntas frequentes

O que causa o ciúme de Dao na história?

O medalhão de presente de Elias que Mia usa, fazendo Dao imaginar traição e despertar desejo sáfico.

Quais atos sexuais acontecem entre Dao e Mia?

Beijos, chupadas em mamilos, dedadas no ponto G, oral no clitóris, tesoura e múltiplos orgasmos intensos.

Como a história termina?

Elias chega de surpresa e é convidado pro trio, prometendo mais caos erótico.

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O Medalhão Carmesim de Dao: Rendições de Veludo

Dao Mongkol

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