O Brilho Dominante de Margot

A voz dela chicoteou o ar, acendendo cada músculo — e cada desejo escondido — em mim.

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Culto Sagrado ao Suor: O Fogo que Margot Se Rende

EPISÓDIO 1

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A academia pulsava com a energia crua de corpos em movimento, suor voando como faíscas de uma forja. O ar estava grosso com o cheiro metálico de placas de ferro batendo umas nas outras, o aroma forte de esforço misturado com o leve tom de borracha dos tatames debaixo dos nossos pés. Cada respiração que eu tomava parecia carregada, meus próprios músculos já zumbindo do aquecimento, coração batendo não só pelo esforço mas pela atração magnética na frente da sala. Lá estava ela, Margot Girard, na frente, seu cabelo castanho avermelhado preso numa trança solta em cascata que balançava com cada comando afiado, cada fio pegando o brilho fluorescente como fios de cobre polido. O jeito que balançava me hipnotizava, um contraponto rítmico ao caos ao nosso redor, puxando meus olhos inevitavelmente pro arco gracioso do pescoço dela, o jogo sutil dos tendões sob a pele oliva enquanto ela girava pra demonstrar um movimento. "Caia e me dê mais vinte!" A voz dela cortava os grunhidos e respirações pesadas, um estalo de chicote de autoridade que mandava um arrepio pela minha espinha, olhos cor de avelã nos escaneando todos com aquele fogo confiante, demorando só uma fração mais em cada forma sofrendo, avaliando, incentivando, dominando sem esforço. Eu não conseguia tirar os olhos dela, minha forma de flexão falhando um pouco enquanto a presença dela tomava meu foco, a queimação nos braços ficando pálida contra o calor crescendo baixo na minha barriga. Aos 26 anos, com a pele oliva brilhando sob as luzes fortes e o corpo atlético magro comandando o espaço, ela era dona de cada centímetro daquela box de CrossFit, sua altura de 1,68m de alguma forma enchendo a sala enorme como uma força da natureza. Eu via a flexão das pernas tonificadas dela enquanto andava de um...

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Culto Sagrado ao Suor: O Fogo que Margot Se Rende

Margot Girard

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