O Acerto de Contas Mítico de Lily

Nas sombras de relíquias antigas, o ciúme acende um fogo que testa os limites da fantasia e da carne.

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Sussurros da Raposa de Fogo: A Rendição de Lily ao Tanghulu

EPISÓDIO 5

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Os tambores distantes do festival pulsavam como um coração através das grossas paredes de pedra do meu quarto de arquivo, um pulso implacável que se infiltrava nos meus ossos, despertando algo antigo e selvagem dentro de mim. O ar lá dentro estava parado, pesado com o cheiro de pergaminhos envelhecidos e incenso de sândalo que ainda pairava do ritual da noite passada, uma espessura primal que grudava na minha pele como a respiração de um amante. Partículas de poeira dançavam preguiçosamente nos feixes de luz da lanterna que cortavam a penumbra, iluminando prateleiras que rangiam sob o peso de impérios esquecidos — dragões de jade enrolados em vigília eterna, espelhos de bronze gravados com feitiços de amarração e libertação. Lily Chen estava diante de uma prateleira de artefatos de jade, suas trancinhas micro rosa presas num cascata solta, captando o tremeluzir da luz da lanterna que brincava em cada fiapo minúsculo como vaga-lumes no crepúsculo. Ela tinha vinte anos, pele porcelana-clara brilhando contra as sombras, tão lisa e luminosa que parecia esculpida em mármore iluminado pela lua, seu corpo miúdo e magrinho envolto num cheongsam de seda que abraçava suas curvas o suficiente pra provocar — o colarinho alto emoldurando sua mandíbula delicada, o tecido sussurrando contra ela a cada movimento sutil, a fenda lateral insinuando a perna esguia por baixo.

Eu a observava, Jun Hao, seu mentor nesses ritos míticos, sentindo o puxão do ciúme torcer no meu estômago como uma serpente se desenrolando, afiado e insistente, não de rivais que eu pudesse nomear ou confrontar, mas dos fãs sem rosto inundando as redes dela com comentários famintos que arranhavam minha compostura. As palavras deles me assombravam nos momentos quietos: 'Caralho, o corpo da Lily é irreal, essas curvas nesse cheongsam — perfeição.' 'Eu te adoraria pra sempre, de joelhos pra te provar.' Rolando por eles mais cedo, eu senti o maxilar travar, um calor subindo no peito, imaginando os olhos deles devorando o que eu tinha guiado, moldado através de meses de lições íntimas nas artes arcanas. Ela era minha aprendiz, seu potencial florescendo sob minha tutela, mas a horda digital a reivindicava em fantasias que eu não conseguia calar. Ela olhou pra trás pra mim, olhos castanhos escuros brilhando com malícia brincalhona, poças profundas salpicadas de ouro que guardavam segredos que a gente tinha compartilhado em tons sussurrados, mas por baixo, um desafio fervia, me desafiando a cruzar a linha entre mentor e algo bem mais devorador.

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Essa noite, no meio do caos lá fora — os gritos dos foliões, as explosões agudas de fogos de artifício pintando o céu de carmesim e ouro — a gente ia acertar as contas com o que aquelas palavras despertavam em nós dois, o ciúme que eu tinha enterrado agora subindo como uma maré. Meu pulso acelerou, acompanhando os tambores, enquanto eu estudava o arco elegante do pescoço dela, o jeito que os dedos dela traçavam os relicários distraidamente, cada toque evocando memórias das nossas práticas clandestinas, o poder do talismã zumbindo entre a gente. Os dedos dela roçaram um pingente na garganta, o talismã antigo de jade que prendia nossos jogos secretos, pedra verde fria pulsando fracamente com uma luz interna, um canal pros mitos que a gente encenava na carne e no sussurro. Eu sabia que as fronteiras tavam prestes a borrar, a linha entre ensinar e possuir se dissolvendo no calor dessa noite, o arquivo não mais um santuário de conhecimento mas um palco pros nossos desejos não ditos.

O festival rugia além das portas pesadas do arquivo — lanternas balançando na brisa noturna como vaga-lumes bêbados, risadas e cantos se misturando ao estalo de fogos de artifício que iluminavam o horizonte em explosões de cor, o ar lá fora grosso com cheiros de comida de rua e fumaça. Mas aqui dentro, entre as prateleiras empoeiradas forradas de pergaminhos e relíquias de dinastias esquecidas — pergaminhos amarelados sussurrando de imperadores e feiticeiras, incensários de bronze ainda quentes das oferendas da noite — era só Lily e eu, o mundo reduzido a esse casulo íntimo de sombra e brilho. Eu me encostei numa mesa de ébano entalhada, sua superfície gravada com dragões em pleno voo, rolando o celular dela que ela tinha jogado pra mim mais cedo com um gesto casual, a tela ainda brilhando com comentários do post mais recente dela, cada um uma picada de agulha no meu orgulho. Uma selfie do ritual da semana passada, ela naquela véu transparente que grudava nela como névoa, pingente reluzindo contra a clavícula como uma promessa proibida. 'Eu mataria pra ficar tão perto de você, Lily, sentir essa pele debaixo dos meus dedos.' 'Seus lábios parecem pecado, feitos pra mais que orações.' O ciúme ferveu no meu peito, quente e irracional, uma mistura amarga que fez meus dedos apertarem o celular, imaginando ela lendo eles sozinha, um sorriso secreto brincando naqueles lábios carnudos.

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Ela era minha pra guiar, minha aprendiz nessas artes míticas, sua mente rápida absorvendo o saber que eu tinha passado em noites tardias e sessões à luz de velas, mas o mundo a paquerava como um prêmio a ser conquistado, reduzindo seu brilho a mera sedução. Ela se virou da prateleira, o cheongsam sussurrando contra as pernas dela como um suspiro de amante, a fenda alta revelando um flash de coxa — extensão lisa e porcelana-clara que pegava a luz — enquanto ela se aproximava rebolando, quadris balançando com aquela graça inata que sempre desfazia meu foco. 'Jun Hao, você tá carrancudo de novo', ela provocou, a voz doce como chá com mel e jasmim, quente e convidativa, mas seus olhos castanhos escuros tinham uma faísca de desafio, me cutucando pra botar pra fora a tempestade lá dentro. Lily fofa e brincalhona, sempre testando as bordas da nossa dinâmica, sua juventude um contraste vibrante com a antiguidade do arquivo. Ela pegou o celular da minha mão, nossos dedos se roçando — uma faísca que demorou demais, elétrica, mandando um choque pelo meu braço que ecoou no meu centro. 'Fãs são só fãs. Eles não te conhecem como eu.' A respiração dela tava quente perto do meu ouvido enquanto ela se inclinava, fingindo checar a tela, mas o corpo dela pressionado bem perto o suficiente pra eu pegar o jasmim fraco da pele dela, misturado com o musk sutil de expectativa, a proximidade dela um tormento que eu ansiava.

Eu larguei o celular de lado com cuidado deliberado, minha mão roçando a cintura dela antes de recuar, a seda quente e maleável debaixo da palma, um contato fugaz que me deixou louco por mais. 'Eles falam como se tivessem um pedaço de você.' As palavras saíram mais ásperas que o pretendido, roucas de possessividade que eu tinha reprimido por tanto tempo, minha mente piscando pros rituais onde a confiança dela em mim era absoluta. Lá fora, um grito explodiu da multidão, uma onda de som batendo nas paredes, mas aqui a tensão enrolava mais forte, nos envolvendo como seda invisível. Ela inclinou a cabeça, trancinhas rosa balançando devagar, roçando os ombros, aquele meio-sorriso brincando nos lábios como um convite pro pecado. 'Ciumento, mentor? Talvez eu goste.' As palavras dela pairaram ali, cheias de malícia, agitando o ar entre a gente. Os dedos dela brincavam com o pingente, puxando meu olhar pela linha elegante do pescoço dela, onde o pulso dela tremulava visivelmente, espelhando meu coração acelerado. O quarto parecia menor, o ar mais grosso, quase sem ar, relíquias assistindo como juízes silenciosos — estátuas de jade com olhos sabidos, pergaminhos enrolando como se vivos — enquanto a gente dançava na beira dos nossos papéis, a fachada mentor-aprendiz rachando sob o peso de anseios não ditos.

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O desafio de Lily pairava no ar, o corpo dela a centímetros do meu, o calor entre a gente crescendo como fumaça de incenso subindo pro teto em espirais preguiçosas, enchendo meus pulmões com sua doçura picante e pesada que espelhava o desejo engrossando minhas veias. A brisa fresca do arquivo sussurrava pela minha pele, intensificando cada sensação, mas era a proximidade dela que me incendiava, o cheiro de jasmim dela me envolvendo como um abraço. Eu a alcancei então, sem aguentar mais, minhas mãos subindo pelos lados dela até as delicadas amarras do cheongsam, dedos tremendo levemente com a contenção que eu tinha segurado por tanto tempo. Ela não recuou; em vez disso, a respiração dela engasgou audivelmente, uma inalada suave que mandou um arrepio por mim, olhos castanhos escuros travando nos meus com aquele fogo doce e brincalhão, pupilas dilatando enquanto a expectativa espelhava a minha. O tecido se abriu devagar, seda suspirando enquanto escorregava dos ombros dela como um suspiro de rendição, revelando o inchaço porcelana-claro dos peitos médios dela, mamilos já endurecendo no ar fresco do arquivo, empinados e rosados contra a tela impecável da pele dela.

De peitos à mostra agora, ela ficou diante de mim, corpo miúdo e magrinho arqueado levemente em oferta, trancinhas micro rosa emoldurando o rosto dela como uma coroa de rebeldia, fios pegando o tremeluzir da lanterna e brilhando suave. As mãos dela descansaram no meu peito, me empurrando contra a mesa até eu sentar na beirada, a madeira fria e dura debaixo de mim, um contraste gritante com o calor dela. 'Me mostra que você não é só ciúme de palavras', ela murmurou, a voz um veludo provocante com necessidade ofegante, lábios curvando naquele sorriso desafiador que sempre me desmontava. Eu segurei os peitos dela, polegares circulando aqueles picos tensos com lentidão deliberada, sentindo ela tremer debaixo do meu toque, o tremor fino viajando pelo corpo dela pro meu. Ela era tão responsiva, a pele corando rosa pra combinar com o cabelo, um gemido suave escapando enquanto eu me inclinava pra traçar os lábios pela clavícula dela, provando sal e jasmim na carne dela, o sabor inebriante, me puxando mais fundo na órbita dela.

Os tambores do festival pulsavam ao longe, uma trilha primal pro nosso ritmo crescente, mas aqui era o ritmo dela que eu seguia — quadris dela balançando mais perto, pressionando contra minha ereção crescente através da roupa, o atrito mandando faíscas de prazer por mim. Minha boca achou um mamilo, chupando suave no começo, língua rodando em círculos lânguidos, depois mais forte, dentes roçando o suficiente pra arrancar um gemidinho, os dedos dela se enroscando no meu cabelo, me puxando mais perto com puxões urgentes que falavam do desmanche dela. 'Jun Hao', ela sussurrou, meio gemido, meio ordem, o som vibrando contra meus lábios, alimentando o fogo na minha barriga. A tensão das palavras dos fãs me impulsionava; isso era real, o corpo dela se rendendo só pra mim, nenhum fantasma digital podia reivindicar essa intimidade, essa conexão elétrica. Ela se esfregou na minha coxa, calcinha de renda umedecendo com o tesão dela, o calor molhado vazando, respirações dela vindo mais rápidas, roucas e necessitadas enquanto o foreplay tecia seu feitiço, cada toque construindo camadas de sensação, relíquias testemunhando nosso controle se desfazendo — os artefatos de jade parecendo zumbar em aprovação, sombras alongando como se pra nos acolher.

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A mesa rangeu debaixo de nós enquanto Lily me empurrava totalmente pra trás, sua forma de peitos à mostra uma visão de graça porcelana e audácia de cabelo rosa, peitos subindo e descendo com respirações aceleradas, pele brilhando na névoa âmbar da lanterna. Ela montou no meu colo com graça urgente, seu corpo miúdo e magrinho pairando provocante, olhos castanhos escuros queimando nos meus de cima, cheios de uma fome que espelhava a tempestade rugindo no meu peito. O caos do festival latejava lá fora — gritos e tambores um fundo frenético — mas aqui, ela tomou o controle, dedos ágeis desfazendo minha calça com facilidade treinada, me libertando no aperto quente da mão dela, o toque firme e sabedor, masturbando uma, duas vezes, arrancando um gemido fundo de mim. 'Chega de ciúme', ela soprou, a voz rouca, se posicionando sobre mim, o calor do centro dela provocando a ponta do meu pau através da renda úmida, a expectativa uma tortura exaustiva, antes de ela empurrar o tecido pro lado com um gesto impaciente.

Ela desceu devagar no começo, me envolvendo num calor apertado e aveludado que fez minha visão embaçar, cada centímetro dela me apertando como um punho de seda, ondas de prazer irradiando do meu centro. Caralho, ela era perfeita — molhada, apertando, seus peitos médios quicando suave na descida inicial, mamilos traçando caminhos hipnóticos no ar. Da minha visão de baixo, o rosto dela era uma máscara de triunfo doce, lábios abertos num grito silencioso, trancinhas micro balançando enquanto ela começava a cavalgar, quadris circulando em figuras lânguidas que construíam o atrito a alturas insuportáveis. Eu agarrei os quadris dela, cintura estreita cabendo nas minhas mãos como se ela fosse feita pra isso, dedos cravando na carne macia, metendo pra cima pra encontrar o ritmo dela com estocadas fortes que ecoavam no quarto. Cada subida e descida arrancava gemidos da garganta dela, Lily brincalhona virando feral, se esfregando mais fundo com abandono, sua pele porcelana brilhando com uma camada de suor que pegava a luz como orvalho em pétalas.

A luz fraca do arquivo dançava sobre nós, olhos de jade dos relicários brilhando como se aprovando nossa profanação do espaço sagrado, sombras dançando pelas curvas dela como espíritos cariciosos. O ciúme alimentava cada estocada, um fogo escuro se transmutando em posse; aqueles fãs nunca teriam isso — as paredes dela tremulando ao meu redor em pulsos rítmicos, respirações dela roucas e entrecortadas com súplicas, 'Mais forte, Jun Hao, reivindica, me faz tua.' Ela se inclinou pra frente, mãos no meu peito, unhas arranhando leve, cavalgando mais rápido, o tapa de pele ecoando molhado contra as paredes de pedra, se misturando à folia distante. A tensão enrolava nela, coxas tremendo ao meu redor, músculos vibrando, mas ela segurava o pico com controle magistral, prolongando, seus olhos escuros nunca deixando os meus, nos travando nessa comunhão crua. Eu senti ela apertar impossível, a beira afiando como lâmina, sensações construindo em ondas colidindo — o calor dela, o cheiro, o deslize liso — mas a gente perseguia junto, cru e implacável, corpos sincronizando numa dança primal que borrava mentor e amante, relíquia e realidade.

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A gente desacelerou eventualmente, o corpo dela desabando no meu peito num drapejo lânguido, respirações se misturando na névoa do depois, quentes e irregulares, carregando o sal compartilhado do nosso esforço. As trancinhas rosa de Lily faziam cócegas na minha pele como carícias de penas leves, sua bochecha porcelana-clara pressionada no meu ombro, quente e úmida, peitos médios macios contra mim, subindo e descendo em sintonia com o meu peito. O pingente balançava entre a gente, jade frio contra carne aquecida, um contraste gritante que me ancorava no meio da euforia flutuante. 'Esses comentários... te deixam possessivo', ela murmurou, traçando círculos preguiçosos no meu braço com a ponta do dedo, a voz doce de novo, vulnerável agora, despida da provocação anterior, revelando a garota por baixo da provocadora. Eu a segurei mais perto, braços cercando seu corpo miúdo e magrinho, os ecos do festival um rugido distante filtrando pelas paredes como um sonho se dissipando. 'Talvez. Ou talvez seja saber que você é mais que a fantasia deles.' As palavras ribombaram do meu peito, sinceras, com o afeto que eu raramente botava pra fora, minha mente rebobinando a intensidade, me perguntando da profundidade que a gente tinha sondado.

Ela ergueu a cabeça devagar, olhos castanhos escuros procurando os meus com uma intensidade que perfurava, um lampejo de conflito ali — Lily brincalhona lidando com a profundidade que a gente tinha agitado, sobrancelhas franzindo levemente enquanto emoções guerreavam dentro dela. Ela se mexeu, ainda montada mas mais suave agora, movimentos lânguidos e íntimos, calcinha de renda de lado, forma de peitos à mostra brilhando na luz da lanterna que a banhava em tons dourados, destacando o rubor fraco persistente na pele dela. Minhas mãos passearam pelas costas dela, acalmando com traços largos, sentindo o jogo sutil de músculos debaixo da carne lisa como seda, enquanto a gente conversava em sussurros sobre os ritos, o puxão mítico do pingente nos puxando pra lore murmurada de feitiços de amarração e votos eternos. O ciúme escoou pra ternura, uma maré quente lavando as bordas; ela admitiu que os fãs a excitavam com a adoração distante, uma faísca inofensiva, mas isso — a gente — era real, tangível, pulsando de vida. Uma risada borbulhou dela, fofa e leve como sinos de vento numa brisa, aliviando a intensidade que nos tinha agarrado, o corpo dela relaxando totalmente contra o meu. Mas os dedos dela demoraram no jade, traçando suas gravuras com reverência, uma pergunta se formando no leve inclinar da cabeça, não dita mas pesada. O quarto parecia sagrado de novo, fronteiras testadas mas não quebradas, nossa conexão se aprofundando no meio das relíquias, o ar agora cheirando das nossas essências misturadas, um testemunho das revelações da noite.

Aquela vulnerabilidade nos reacendeu como brasas atiçadas pra chama, a admissão dela pairando entre a gente, agitando uma nova onda de necessidade. Lily escorregou de mim só pra me puxar pro tapete grosso no meio de pergaminhos espalhados com puxões insistentes, seu corpo miúdo e magrinho me puxando por cima dela, olhos acesos com fogo renovado. Ela se deitou nas fibras tecidas, textura áspera embalando sua forma, pernas se abrindo largo em convite, olhos castanhos escuros travados nos meus com necessidade crua que tirava toda pretensão. 'Me pega agora', ela sussurrou, voz rouca e mandona, pele porcelana-clara corada num rosa profundo, trancinhas rosa espalhadas como auréola contra a lã escura. Eu me posicionei entre as coxas dela, o calor irradiando do centro dela me puxando inexoravelmente, entrando nela numa estocada profunda — calor molhado e acolhedor apertando meu pau veiudo, arrancando um grito dos lábios dela que ecoou na pedra, agudo e extático.

O Acerto de Contas Mítico de Lily
O Acerto de Contas Mítico de Lily

De cima, o rosto dela era o êxtase em pessoa, traços contorcidos em prazer, peitos médios arfando a cada mergulho, mamilos empinados e pedindo atenção. O ritmo missionário construiu devagar depois feroz, quadris rolando em ondulações profundas e moedoras, as pernas dela envolvendo minha cintura como vícios de veludo, calcanhares cravando com força que machucava e me esporeava. Tambores do festival batiam no nosso passo, um coração trovejante, mas os gemidos dela os sobrepujavam — tons doces e brincalhões virando guturais, súplicas cruas jorrando: 'Mais fundo, Jun Hao, tudo seu, não segura.' Eu atendi, quadris batendo com poder implacável, sentindo as paredes dela pulsar e ondular, tensão enrolando apertada como mola nas profundezas dela, meu próprio gozo construindo em tandem. Ciúme transmutado em posse, uma reivindicação feroz; ela era minha, corpo arqueando do tapete em arcos desesperados, dedos arranhando minhas costas em trilhas vermelhas que queimavam prazerosamente.

O clímax dela veio como uma tempestade — corpo tenso rígido debaixo de mim, olhos se fechando forte depois voando abertos pra travar nos meus em vulnerabilidade estilhaçada, um uivo agudo escapando enquanto ela se quebrava, tremulando ao meu redor em ondas que sugavam cada sensação. Eu segui, jorrando fundo dentro com um rugido gutural, o pico se arrastando em tremores de aftershock que nos deixavam os dois tremendo, conectados em unidade pulsante. Ela tremia debaixo de mim, respirações roucas e engasgadas, lágrimas pinicando os olhos — não dor, mas alívio, acerto emocional lavando suas feições em trilhas reluzentes. Eu fiquei enterrado, saboreando o tremor íntimo dela ao meu redor, beijando a testa dela com ternura, provando o sal da pele dela, assistindo ela descer: peito subindo-descendo em ondas erráticas, pele úmida de suor, aquele sorriso fofo voltando fraco pelos lábios abertos. O pingente pressionado entre a gente, um lembrete de fantasias testadas, fronteiras próximas mas seguras, seu jade agora quente do nosso calor compartilhado, nos amarrando nesse after profundo no silêncio vigilante do arquivo.

A gente se desembrulhou devagar, membros pesados de saciedade, o tecido do tapete marcado na pele dela em padrões vermelhos fracos como tatuagens secretas, luzes do festival piscando por uma janela alta agora, lançando sombras erráticas que dançavam pelas paredes como espíritos brincalhões. Lily se sentou com relutância graciosa, enrolando minha camisa na forma de peitos à mostra como uma robe improvisada, o tecido caindo solto pelas curvas dela, trancinhas rosa desgrenhadas e selvagens, rosto porcelana-claro sereno mas pensativo, um brilho suave de realização nas bochechas. Ela tocou o pingente, dedos demorando na superfície lisa com uma mistura de afeto e contemplação, depois o desabotoou com cuidado deliberado, o clique fraco ressoando no silêncio. Meu coração gaguejou — 'Lily?' — a pergunta escapando com incerteza, um frio repentino me agarrando na implicação do gesto. Ela sorriu aquela curva doce e brincalhona, covinhas piscando, mas seus olhos castanhos escuros guardavam sombras, profundezas de reflexão agitadas pelas paixões da noite.

Ciúme, roleplay, sexo cru — tudo tinha convergido aqui, nos testando como os mitos que a gente estudava, empurrando fronteiras pra revelar verdades escondidas. Ela pressionou o jade na minha palma, frio e pesado, seu peso uma âncora tangível, carregando o calor da garganta dela. 'Guarda ele essa noite. Questiona tudo.' As palavras dela eram suaves, profundas, convidando introspecção no meio do afterglow. Aí, do bolso dela, uma nota dobrada surgiu como um talismã próprio: 'Pro ritual final — me devolve debaixo da lua.' Ela se vestiu rápido, cheongsam alisado com puxões eficientes, a seda se assentando de volta no lugar como se nada tivesse rolado, escorregando pro caos do festival com uma piscadela que prometia mais — safada, elétrica, demorando na minha mente. A porta clicou fechando atrás dela, me deixando com o silêncio dos relicários, o pingente quente da pele dela apertado no meu punho, coração batendo com tumulto de emoções. Era esse acerto de contas o fim do nosso jogo, ou o mergulho mais fundo ainda nos mitos que nos prendiam? Lá fora, a risada dela se misturava ao rugido da multidão, brilhante e livre, mas eu sabia que o mito não tinha acabado com a gente, a noite se estendendo adiante com perguntas sem resposta e potencial elétrico.

Perguntas frequentes

O que acontece no sexo entre Lily e Jun Hao?

Começa com toques nos peitos dela, vai pra cavalgada quente no colo dele e termina em missionário feroz no tapete, com gozos intensos e possessivos.

Por que o ciúme é tão central na história?

Os comentários dos fãs nos sociais de Lily deixam Jun Hao possessivo, transformando ciúme em sexo cru que reivindica ela como só dele.

Tem elementos míticos no erotismo?

Sim, relíquias de jade e rituais antigos servem de fundo pro sexo, com o pingente como talismã que amarra a fantasia à carne real.

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Sussurros da Raposa de Fogo: A Rendição de Lily ao Tanghulu

Lily Chen

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