O Acerto de Contas de Melissa à Meia-Noite
Na van escura, seus sussurros tímidos me desafiaram a provar minha devoção.
A Escolha de Melissa na Feira do Ganso: Poses da Névoa
EPISÓDIO 5
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As luzes da Goose Fair piscavam como estrelas distantes pelas janelas fumê da van alugada, lançando brilhos erráticos pela pele de porcelana de Melissa. Os flashes multicoloridos dançavam sobre seus traços em padrões hipnóticos, vermelhos se misturando a azuis e dourados, iluminando as sardas delicadas que salpicavam seu nariz e bochechas como constelações fracas. Ela sentava do outro lado de mim, o cabelo ruivo preso naquele coque baixo que sempre a fazia parecer uma heroína vitoriana perdida no caos moderno, as mechas brilhantes pegando a luz em reflexos flamejantes que imploravam para serem tocadas. Seus olhos verdes prendiam os meus, afiados com perguntas não ditas, a nota do fã rival amassada em seu punho, as bordas do papel gastas pelo aperto ansioso dela. Eu quase sentia a tensão irradiando dela, um calor palpável no espaço confinado da van, se misturando ao cheiro fraco de pipoca e caramelo que entrava da feira lá fora. "Jasper", ela murmurou, a voz mal acima do rugido abafado da feira, "é verdade? Você tá só me protegendo... ou é algo mais?". As palavras pairavam entre nós, suaves mas carregadas, o hálito dela visível no ar esfriando enquanto ela se inclinava um pouco pra frente, os lábios carnudos entreabertos em expectativa. Meu pulso acelerou, um ritmo trovejante nos meus ouvidos que abafava as risadas distantes e a música de carrossel. Melissa, a nerd reservada, com suas curvas voluptuosas abraçadas por um vestido preto simples que delineava cada inchação e curva generosa do corpo dela — o jeito que o tecido esticava tenso sobre os quadris, a subida e descida sutil dos peitos médios a cada respiração nervosa — tava me testando essa noite. Eu a observava há meses, meu papel de protetor virando algo mais profundo, mais visceral, um desejo que revirava minhas entranhas toda vez que ela sorria tímida sobre os livros ou ajeitava os óculos numa live. O ar engrossava com o que nenhum de nós nomeava ainda — a atração que fervilhava desde que nos conhecemos, um fio invisível nos puxando mais pra perto a cada olhar sombreado, cada roçar acidental de dedos. Minha mente corria com memórias do riso dela em convenções, do jeito que os olhos dela brilhavam falando de romances obscuros, e agora, aqui nessa van, aquele fogo intelectual tava virando pra dentro, acendendo algo primal. Os dedos dela apertaram a nota, as juntas embranquecendo, e eu me perguntei se ela ouvia meu coração batendo forte, se sentia a tempestade que ela tava soltando em mim só com aquele olhar.
A Goose Fair pulsava ao nosso redor como uma besta viva, seu riso e música de carrossel tecendo pelo ar da noite, os cheiros de massa frita e açúcar fiado pesados na brisa que puxava nossas roupas. Melissa apertava a nota com mais força enquanto a gente andava pelo meio da feira, sua figura voluptuosa balançando levemente naquele vestido preto que grudava o suficiente pra me lembrar por que eu virei sua sombra, o tecido sussurrando contra a pele dela a cada passo, acentuando o balanço dos quadris e o quique suave das curvas. Ela tinha achado a nota enfiada embaixo da porta do hotel mais cedo — um aviso rabiscado de algum fã rival, obcecado pela presença dela online como influenciadora literária, as letras grosseiras borradas como se escritas na pressa e fúria. "Fica longe do Thorne. Ele é meu pra proteger". Ou algo assim. A timidez dela a fazia hesitar, mas essa noite, sob o brilho da roda-gigante, ela me confrontou, a roda enorme rangendo em cima, suas luzes lançando arcos varridos de cor pelo rosto dela.


"Jasper, por que você me segue pra todo lado?". Seus olhos verdes subiram pros meus, vulneráveis atrás dos óculos, o coque ruivo um pouco solto da multidão, umas mechas rebeldes cacheando contra o pescoço dela como convites. Eu dei de ombros, mãos nos bolsos, coração martelando contra as costelas como um bicho enjaulado louco pra sair. "Alguém tem que cuidar de você, Mel. Essas feiras atraem de tudo". As palavras pareciam insuficientes, mascarando a verdade de como a presença dela me consumia, de como eu tinha memorizado o ritmo da caminhada dela, o jeito que o riso dela borbulhava do nada em momentos quietos. Ela parou perto de uma barraca de jogo, os prêmios de pelúcia zombando da nossa tensão, suas caras fofas rindo sob fileiras de lâmpadas que zumbiam fraco. A pele clara dela corou rosa, uma rosa delicada florescendo pelas bochechas e descendo pela garganta. "É só dever? Ou...". Ela parou, mordendo o lábio, a carne carnuda presa entre os dentes num gesto que mandou um choque reto por mim. O ar zumbia com quase-acertos — nossas mãos roçando enquanto eu a firmava contra um grupo empurrando, minha respiração travando no calor dela, a faísca elétrica de pele na pele demorando como uma promessa.
A gente escapuliu pra van alugada que eu tinha estacionado na periferia, uma bolha particular no caos, o cascalho rangendo sob nossos pés enquanto a gente se aproximava, o calor residual do motor vazando pelo metal. Dentro, os bancos de couro rangeram enquanto ela se afundava, as luzes da feira pintando o rosto dela em vermelhos e dourados, transformando os olhos dela em esmeraldas em chamas. "Prova", ela sussurrou, a fachada reservada rachando, a voz tremendo de medo e ousadia misturados. "Me mostra que você não é como eles". Minha garganta apertou, seca como poeira, memórias das intrusões anteriores do rival piscando — e-mails ameaçadores, figuras sombreadas em eventos — que eu tinha neutralizado quieto. Essa era a prova dela, nascida do veneno daquela nota, e no olhar dela, eu via não só dúvida mas uma esperança desesperada pela verdade. Eu tranquei a porta, o clique ecoando como um voto, o mundo lá fora sumindo, nossas respirações sincronizando no espaço escuro, pesadas e cheias de expectativa, a van virando nosso santuário onde segredos podiam finalmente se desfazer.


O confinamento da van amplificava cada farfalhar, cada mexida, o ar engrossando com o calor dos nossos corpos e o cheiro fraco de tesão se misturando ao perfume de baunilha dela. Os dedos de Melissa tremiam enquanto ela pegava o zíper do vestido, os olhos verdes presos nos meus com timidez e desafio misturados, pupilas dilatadas na luz baixa, refletindo o brilho da feira como fogos capturados. "Se você tá me protegendo, Jasper, começa aqui". O tecido sussurrou pelos ombros dela, se amontoando na cintura, revelando o inchaço cheio dos peitos médios dela, mamilos já endurecidos no ar fresco, apertando mais sob meu olhar em picos escuros que imploravam atenção. A pele de porcelana dela brilhava sob as luzes da feira vazando pelas janelas, curvas voluptuosas pedindo toque, as sombras suaves brincando pelo peso generoso dos peitos, o vale do decote, o alargamento dos quadris ainda meio escondidos pelo vestido amontoado. Eu engoli em seco, meu corpo pegando fogo, um fluxo de sangue rugindo nos ouvidos, cada nervo aceso com a visão da vulnerabilidade dela exposta.
Ela arqueou levemente no banco, o coque ruivo bagunçado agora, mechas escapando como chamas lambendo os ombros e as costas, a respiração dela saindo em golfadas rasas que levantavam o peito dela de um jeito tentador. As mãos dela cobriram os peitos hesitantes, polegares circulando aqueles picos duros, um gemido suave escapando dos lábios dela, o som cru e íntimo, mandando arrepios pela minha espinha. Melissa reservada, sempre enterrada em livros, tava se desfazendo na minha frente, a pose usual dela rachando nessa exibição ousada que fazia meu pau forçar dolorido contra a calça. Eu me inclinei mais perto, o cheiro do perfume de baunilha dela se misturando ao couro, inebriante, me puxando como uma droga. "Mel", eu murmurei, voz rouca, grave de contenção, "você tá me matando". O sorriso tímido dela floresceu, mais ousado, lábios curvando num jeito que prometia delícias safadas, as bochechas corando um rosa mais fundo. Ela traçou mais pra baixo, pela cintura fina, dedos dançando pela barriga lisa, descendo pro cós da calcinha, mas parou, olhos implorando, grandes e vidrados de necessidade. Nossa proximidade crepitava — meu joelho roçando a coxa dela, o calor da pele dela queimando pela minha calça jeans, a respiração dela travando em resposta, sopros quentes contra meu pescoço. A tensão enrolava mais forte, os dedos dela provocando a borda da calcinha sob a saia do vestido ainda amontoada nos quadris, renda aparecendo como um segredo. O rugido distante da feira zombava da nossa contenção, os gritos e sinos uma cacofonia contra nosso mundo sussurrado, mas o olhar dela prometia mais, testando se eu ia pegar o que ela oferecia, o corpo dela uma interrogação viva arqueando pra mim.


O desafio dela pairava no ar, e eu não aguentei mais, a represa da minha contenção se quebrando sob o peso do olhar dela e a dor latejante na minha virilha. Melissa escorregou do banco pros joelhos entre minhas pernas, o chão da van áspero sob ela, mas ela não ligava, a determinação gravada na mandíbula firme e no fogo nos olhos. Seus olhos verdes queimavam pra cima pra mim, tímidos não mais, enquanto os dedos dela soltavam meu cinto com uma firmeza surpreendente, o tilintar metálico ecoando afiado, o toque dela mandando faíscas de expectativa pela minha espinha. A sombra da nota alimentava ela — provar minha lealdade significava se entregar pra ela agora, um ritual de confiança nesse casulo quente. Meu pau saltou livre, duro e doendo, veias pulsando, o ar fresco um contraste forte com o calor irradiando dele, e ela lambeu os lábios, bochechas de porcelana corando mais, um brilho de expectativa reluzindo na pele dela.
"Isso é pra você, Jasper", ela sussurrou, voz rouca, com um tremor de excitação, antes de se inclinar, o hálito dela roçando meu comprimento como uma promessa provocante. A boca dela me envolveu, quente e molhada, língua rodando a cabeça em círculos lentos e deliberados que fizeram meus quadris dar uma pumpada involuntária, prazer enrolando apertado na minha barriga. Eu gemi, o som gutural e sem freio, enfiando os dedos pelo coque ruivo dela que soltava, as mechas sedosas contra minha pele, puxando de leve pra guiar o ritmo dela. Ela me engoliu mais fundo, bochechas afundando enquanto chupava, os peitos voluptuosos dela roçando minhas coxas a cada sobe e desce da cabeça, o atrito suave enlouquecedor, mamilos arrastando trilhas de fogo. As luzes da feira dançavam pelas costas dela, destacando a curva da espinha, a bunda erguida levemente naquelas calcinhas de renda preta, o tecido esticado sobre as nádegas redondas, uma visão que me deixava com água na boca. Cada puxada dos lábios dela mandava fogo por mim, os olhos verdes dela lacrimejando mas nunca quebrando o contato — confiança crua, necessidade crua, o olhar dela perfurando o meu com uma intensidade que me deixava pelado.


Ela ronronou ao meu redor, a vibração atirando reto pro meu centro, um choque elétrico que me fez cerrar os punhos no cabelo dela, lutando contra a vontade de meter. Melissa reservada me devorava como um segredo que ela ansiava há tempos, testando minha contenção tanto quanto minha devoção, o entusiasmo dela uma revelação que apertava meu peito de afeto. Saliva brilhava no queixo dela, as respirações saindo em golfadas suaves entre as chupadas, mas ela insistia, língua pressionando por baixo, traçando a crista sensível com lambidas experts que arrancavam meus gemidos, cada um mais alto, mais desesperado. A van balançava levemente com a energia da feira lá fora, espelhando a pressão crescendo dentro de mim, o baixo distante sincronizando com meu pulso martelando. O ritmo dela acelerou, agora babado, ansioso, sons molhados enchendo o espaço, a garganta dela relaxando pra engolir mais, engasgando suave mas persistindo, até eu me perder na visão dela — minha protegida, minha tentação — me reivindicando primeiro, a submissão dela um ato feroz de posse que nos ligava pra sempre.
Eu a puxei pra cima devagar, nossas respirações ofegantes no ar fechado da van, se misturando quentes e rápidas, com gosto de sal e desejo. Melissa se aninhou contra meu peito, ainda sem blusa, os peitos médios pressionando macios e quentes em mim, mamilos roçando minha camisa pelo tecido fino, mandando formigamentos residuais pela minha pele. Mechas de cabelo ruivo escapavam do coque, emoldurando o rosto corado dela, cacheando úmidas contra as têmporas e pescoço como dedos de amantes. "Isso foi... intenso", ela murmurou, o sorriso tímido voltando, olhos verdes suaves agora com vulnerabilidade, piscando com um brilho novo de satisfação e fome latente. A música da feira latejava distante, um lembrete do mundo além da nossa bolha, suas melodias alegres um contraste forte com a sinfonia íntima que a gente tinha composto.


A gente conversou então, de verdade — os dedos dela traçando padrões ociosos no meu braço, rodando em círculos preguiçosos que arrepiavam, o toque leve mas possessivo. "A nota me assustou, Jasper. Mas você... você tava lá, quieto". A voz dela era uma confissão suave, com alívio, o corpo dela derretendo mais no meu como se buscasse segurança em cada ponto de contato. Eu assenti, abraçando ela mais forte, o banco de couro rangendo sob nosso peso junto, meus braços cercando a cintura dela, sentindo o flutter rápido do pulso dela contra minha palma. "Eu cuidei de você por mais tempo do que você sabe, Mel. Não só essa noite". A admissão parecia tirar uma armadura, vulnerabilidade espelhando a dela, memórias inundando de vigílias noturnas fora das lives dela, desviando ameaças digitais antes que chegassem. O riso dela era ofegante, charme nerd aparecendo, um brilho delicioso nos olhos. "Meu anjo da guarda particular, todo sombrio e britânico". As palavras me aqueceram, o sotaque dela em "britânico" provocante, arrancando um sorriso relutante meu. Ternura floresceu no meio do calor; ela esfregou o pescoço meu, corpo relaxando, curvas voluptuosas se moldando às minhas, o peso dela uma âncora reconfortante. Um momento de humor nos aliviou — ela imitou a rabisco ciumento do rival, afinando a voz alta e dramática, me fazendo rir, o som roncando fundo no peito e vibrando contra ela. Mas a mão dela escorregou mais pra baixo de novo, provocando pelo meu pau ainda duro pelo tecido, dedos curvando devagar, reacendendo a faísca com uma punhetada lenta que me fez sibilar. "Não terminei de te testar", ela sussurrou, olhos brilhando de malícia e afeto, a ligação emocional fortalecendo, a reserva dela derretendo em afeto ousado, nos tecendo mais apertado nessa névoa pós-gozo.
As palavras dela foram a faísca, acendendo as brasas de volta pro inferno, meu corpo respondendo na hora ao toque e tom dela. Melissa se mexeu, me empurrando de costas pro banco largo da van, os olhos verdes ferozes com poder reconquistado, um brilho predatório que me excitava até o fundo. Ela montou em mim de costas, de frente pro para-brisa onde as luzes da feira borravam num caleidoscópio, suas cores fraturando pela pele dela como joias líquidas. Calcinha jogada fora na pressa, arremessada com um farfalhar, ela se posicionou, a bunda voluptuosa pairando, pele de porcelana brilhando com suor, a fenda convidativa e as dobras molhadas reluzindo na luz fraca. "Me olha agora", ela soprou, voz grossa de comando e tesão, descendo devagar no meu pau, me envolvendo no calor apertado e molhado dela, centímetro por centímetro torturante, as paredes dela se esticando ao meu redor com um aperto de veludo que fez estrelas explodirem atrás dos meus olhos. Um gemido compartilhado encheu o espaço, as paredes dela apertando enquanto ela se ajeitava, rebolando experimental, achando a profundidade com um suspiro tremendo.


Ela começou a cavalgar, mãos apoiadas nos meus joelhos atrás dela, o coque ruivo totalmente desfeito agora em ondas caindo pelas costas, madeixas flamejantes balançando com os movimentos dela como uma bandeira de entrega. Cada subida e descida era deliberada, os peitos médios quicando ritmados, a visão de frente hipnotizante — o rosto dela contorcido de prazer, lábios abertos em golfadas, olhos semicerrados mas travados nos meus no reflexo do vidro, um espelho da nossa êxtase compartilhada. Eu agarrei os quadris dela, polegares cravando na carne macia, sentindo o dar das curvas sob meus dedos, metendo pra cima pra encontrar ela, o tapa de pele ecoando molhado, se misturando ao rangido do banco. "Jasper... sim", ela ofegou, ritmo acelerando, corpo ondulando como os ritmos da feira lá fora, quadris girando pra me engolir mais fundo, as nádegas dela flexionando a cada descida. Suor perlava na pele clara dela, escorrendo pela espinha, a cintura fina torcendo sinuosamente, músculos internos tremendo ao meu redor, me ordenhando a cada aperto.
A tensão enrolou insuportável; as respirações dela viraram gritos, fachada tímida estilhaçada de vez, crua e sem inibição. "Eu tô... quase", ela arfou, rebolando mais fundo, clitóris roçando certinho na base do meu, o corpo dela tremendo na beira. Eu senti ela se quebrar primeiro — corpo travando, um uivo agudo enquanto gozava, pulsando ao meu redor em espasmos ritmados, nos encharcando com o jorro dela, a enchente molhada cobrindo minhas bolas. A visão me empurrou pro abismo: eu meti forte, gozando dentro dela com um gemido gutural, ondas batendo por mim em pulsos quentes, enchendo ela enquanto ela cavalgava o clímax. Até a gente parar, tremendo, peitos arfando, o ar grosso com cheiro de sexo. Ela desabou de costas contra meu peito, tremores residuais correndo por ela, meus braços a envolvendo enquanto ela descia, gemidinhos suaves virando suspiros, o corpo dela mole e saciado. A liberação emocional espelhava a física — a cabeça dela pendeu, olhos verdes atordoados, um "Eu acredito em você" quieto selando nossa ligação, sussurrado como um juramento sagrado no silêncio pós.
A gente demorou no pós-gozo, Melissa encolhida contra mim, vestida às pressas agora no vestido preto, cabelo ruivo torcido de volta num coque improvisado, embora mechas rebeldes ainda emoldurassem o rosto dela como um halo suave. A cabeça dela descansava no meu ombro, respirações se acalmando, as janelas da van embaçadas do nosso calor, condensação perlando e escorrendo como lágrimas de paixão gasta. "Aquela nota... me fez duvidar de tudo", ela confessou suave, olhos verdes traçando as luzes da feira, o brilho delas difuso pelo vidro embaçado em halos etéreos. Eu beijei a testa dela, abraçando forte, lábios demorando na pele úmida dela, provando sal e doçura. "Nunca duvide de mim, Mel. Eu te protegi de mais que fãs — sombras que você não viu". As palavras carregavam o peso de histórias não contadas, minha mente piscando pra pacotes interceptados, figuras borradas na multidão que eu dispersava sem ela saber.
Uma batida forte na porta estourou a paz, nos sobressaltando pros dois, o som como um tiro no nosso casulo. Eu tensei, espiando por um pedaço limpo no vidro, coração batendo forte de novo. Lá tava ele — o fã rival, rosto torcido de raiva, olhos selvagens sob o brilho do meio da feira, sombras cavando linhas duras nos traços dele. "Thorne! Eu sei o que você tá fazendo com ela!". A voz dele era um rosnado, abafado mas venenoso, punhos cerrados dos lados. Melissa arfou, agarrando meu braço, unhas cravando de medo, o corpo dela se colando mais instintivamente. Ele bateu de novo, a van tremendo levemente. "Ela é minha pra vigiar!". O tom possessivo acendeu uma fúria protetora em mim, fria e resoluta. Minha mandíbula travou; hora de revelar a verdade, a extensão total da minha vigilância. "Eu parei ele antes, Mel — perseguição, ameaças. Essa noite, acaba". A confissão acalmou o tremor dela, o aperto mudando de medo pra aliança. Eu me mexi pra confrontar ele, a mão dela na minha, lealdade forjada no fogo da meia-noite agora enfrentando sua prova, nossos dedos entrelaçados como um voto inquebrável enquanto eu pegava a maçaneta da porta, pronto pra acabar com a ameaça de vez.
Perguntas frequentes
O que acontece na van com Melissa e Jasper?
Melissa dá um boquete intenso e depois cavalga reversa no pau dele até os dois gozarem forte, provando a devoção dele.
Por que o rival aparece no final?
O fã obcecado confronta eles após o sexo, mas Jasper revela que já neutralizou as ameaças dele antes.
É erótica realista e sem censura?
Sim, com descrições cruas de boquete, peitos, bunda e gozo, no estilo street pra caras que curtem tesão direto. ]





