O Acerto de Contas de Chloe no Rodeio
Poeira, desejo e a reivindicação implacável de um peão de boi sob as estrelas do rodeio
Tesões de Chloe no Rancho Sob o Sol do Texas
EPISÓDIO 2
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O rugido da galera do rodeio ainda ecoava nos meus ouvidos quando Chloe Thompson pulou do cavalo, o cabelo cobre-laranja selvagem e triunfante. Ela tinha mandado ver nos barris como uma tempestade, conquistando apoio pro rancho da família. Mas quando os olhos verdes dela travaram nos meus do outro lado da feira, algo mais feroz acendeu — uma fome que nos levou pro meu caminhão sob o céu estrelado de Wyoming, onde o espírito alegre dela prometia uma noite de farra sem freio.
O ar na feira Cheyenne Frontier Days tava pesado com cheiro de feno, suor e hambúrguer na grelha, o tipo de noite de verão que gruda na pele como uma promessa. Eu tinha acabado de descer do touro, músculos doendo dos oito segundos de inferno puro naquela fera chamada Thunderbolt. Terceiro lugar — nada mal, mas não a fivela que eu tava caçando. Enquanto limpava a poeira das polainas e ia pro barracão de cerveja, avistei ela. Chloe Thompson. Diziam que ela tava de volta na cidade há umas semanas, depois de correr atrás de um trampo na cidade que não deu certo. O rancho da família dela tava na corda bamba, o povo cochichava, e lá tava ela, competindo no barrel racing pra angariar apoio.


Ela explodiu pelo portão na égua malhada, corpo magro colado na sela como se fosse parte dela. Cabelo cobre-laranja chicoteando atrás em ondas praianas, pegando as luzes fortes. Sardas dançando na pele clara enquanto ela se inclinava pro primeiro barril, cascos da égua chutando terra num trevo perfeito. A galera pirou quando ela cravou quatorze segundos limpos — o suficiente pra fita, talvez mais. Caralho, ela era foda. Sorriso doce quando acenou pras arquibancadas, mas aquele fogo nos olhos verdes? Competidora pura.
Eu fiquei na cerca, mamando uma Coors, vendo ela descer com aquela graça atlética. Ela me avistou então, inclinando a cabeça com um sorriso alegre que me acertou no peito. "Ryan Caldwell, né? Te vi comer poeira naquele touro mais cedo. Pareceu divertido." A voz dela era leve, provocante, mas aqueles olhos me seguraram firme. De perto, ela era ainda melhor — 1,65m de músculo tonificado e curvas que a camisa de rodeio e jeans abraçavam direitinho. 32C, eu chutava, mas era a faísca nela, aquela confiança amigável, que me fisgou. "Diversão é superestimada", rebati, chegando mais perto. "Sua prova, aí sim? Foi poesia." Ela riu, um som como sinos de vento no caos, e pronto, a noite mudou de marcha.


A gente saiu das luzes, a fita dela enfiada no bolso de trás, meu braço roçando o dela enquanto ríamos de montarias ruins e ex-piores ainda. O estacionamento se estendia escuro e vazio, minha F-150 o esconderijo perfeito sob um manto de estrelas. "Vai comemorar comigo?", ela perguntou, o tom alegre ficando rouco. Não precisei de convite duas vezes. Rabo de cauda abaixado, subimos na caçamba, cobertores do banco da frente amaciando o metal. As mãos dela acharam minha camisa primeiro, arrancando enquanto eu traçava as sardas no decote dela.
Ela arqueou quando puxei a camisa de rodeio dela, botões estourando como rolhas de champanhe. Sem sutiã por baixo — os peitos 32C dela transbordaram livres, perfeitamente moldados com mamilos endurecendo no ar fresco da noite. Pele clara brilhando pálida na luz da lua, sardas como estrelas espalhadas pelo peito. Eu os segurei, polegares rodando nos picos duros, e ela ofegou, olhos verdes piscando meio fechados. "Caralho, Ryan", ela murmurou, dedos cravando nos meus ombros enquanto se esfregava na minha coxa. O corpo atlético magro dela se movia com o mesmo ritmo feroz dos barris, quadris rolando devagar e de propósito.


Beijei o pescoço dela, provando sal e doçura, enquanto minhas mãos passeavam pela cintura fina, enfiando nos jeans pra agarrar a bunda. Ela já tava molhada, eu sentia pelo denim, a respiração falhando enquanto mordiscava o decote. "Você é encrenca", rosnei na pele dela, e ela riu baixinho, puxando minha boca pro peito. O mamilo endureceu mais na minha língua, corpo tremendo enquanto eu chupava devagar, depois mais forte. Ondas de cabelo cobre-laranja se espalhando no cobertor, fios praianos embolando nos meus dedos. O barulho do rodeio sumiu num zumbido distante, sobrando só a gente — os gemidos alegres dela crescendo, vulnerabilidade rachando aquela casca doce enquanto sussurrava meu nome como uma prece.
Os jeans dela saíram em seguida, chutados pro lado com as botas, deixando ela nua exceto pelas sardas mapeando a pele clara como uma constelação que eu queria seguir pra sempre. Tirei minhas roupas, pau saltando livre, duro e latejando da provocação do corpo dela. Os olhos verdes de Chloe se arregalaram, depois escureceram de fome enquanto me puxava pra cima dela na caçamba. O cobertor abafava nossos movimentos, estrelas girando em cima enquanto ela abria as pernas, coxas atléticas envolvendo meus quadris.
Me posicionei na entrada dela, calor molhado me recebendo enquanto empurrava devagar, centímetro por centímetro. Ela era apertada, veludo me apertando como se nunca quisesse soltar. "Porra, Chloe", gemi, enterrando a cara nas ondas cobre-laranja, inalando o cheiro selvagem de cavalo e baunilha. As unhas dela arranharam minhas costas, me pedindo mais fundo, e quando cheguei no fundo, ela gritou — um som doce e feroz que ecoou na noite. Comecei a meter, ritmo constante crescendo, os peitos 32C dela quicando a cada estocada. Aqueles mamilos duros roçando meu peito, mandando faíscas pela espinha.


Ela encontrava cada estocada, quadris subindo, cintura fina se contorcendo embaixo de mim. Suor brotando na pele sardenta, misturando com o meu enquanto o ritmo acelerava. Os olhos verdes travados nos meus, fachada alegre estilhaçada em necessidade crua. "Mais forte, Ryan — não para", ela ofegou, pernas apertando em volta de mim. Eu atendi, socando mais fundo, o caminhão balançando de leve. Prazer se enrolando apertado nela, corpo tenso, respirações em rajadas roucas. Quando ela gozou, foi como explosão de rodeio — paredes me apertando, me ordenhando enquanto ela se desfazia, gemidos jorrando livres. Eu gozei segundos depois, descarregando dentro dela com um rugido gutural, caindo nos braços dela. Ficamos embolados, corações martelando, dedos dela acariciando meu cabelo com ternura.
Mas ela não tinha acabado. Aquele fogo ainda queimava. "Minha vez de montar", ela sussurrou, voz com ousadia nova, me empurrando de costas.
Recuperamos o fôlego no pós-gozo, cabeça dela no meu peito, cabelo cobre-laranja escorrendo pela minha pele como seda quente. Fogos do rodeio estalando distantes em cima, pintando os ombros sardentos dela de vermelho e ouro. Ela traçava círculos preguiçosos nos meus gominhos, o sorriso doce voltando, mas mais suave agora, com vulnerabilidade. "Isso foi... incrível", ela disse, se apoiando num cotovelo, peitos balançando devagar, mamilos ainda corados da nossa loucura. Puxei ela mais perto, beijando a testa, provando o sal ali.


"Te disse que era encrenca", provoquei, mão escorregando pelo corpo atlético magro dela pra agarrar a bunda. Ela tremeu, olhos verdes brilhando de malícia. "Valeu a pena." A gente conversou então — papo fácil, real. As tretas do rancho dela, como a cidade mastigou e cuspiu ela mais foda. Meus sonhos no circuito, a solidão da estrada. Risada borbulhou quando ela imitou meu flail no touro, corpo tremendo contra o meu. Mas por baixo, confiança florescendo nela; a garota que voltou hesitante agora brilhava, ousada na própria pele. Ela montou na minha cintura brincando, peitos roçando meu peito, se esfregando devagar só pra me torturar. "Segunda rodada?" A alegria dela voltou, mas com tom de comando. Eu sorri, já endurecendo embaixo dela.
Ela não esperou resposta. Chloe girou, graça atlética virando safada enquanto se punha de quatro na caçamba, bunda empinada, se oferecendo como prêmio. Pele clara reluzindo, sardas descendo pela espinha até a curva dos quadris. Me ajoelhei atrás, agarrando a cintura fina, pau latejando enquanto provocava as dobras dela — ainda molhadas de antes. "Me fode", ela mandou por cima do ombro, olhos verdes faiscando, ondas cobre cascateando pelas costas.
Empurrei forte, enchendo ela toda por trás. Ela gemeu alto, empurrando pra trás pra me encontrar, tapa de pele na pele misturando com nossas respirações pesadas. Os peitos 32C balançando a cada socada, corpo balançando pra frente no cobertor. Estiquei a mão, dedos achando o clitóris, roçando círculos que a fizeram me apertar como torno. "Sim — porra, Ryan!" O lote do rodeio tava vazio, mas os gritos dela pareciam amplificados sob as estrelas, crus e sem filtro.


Mais rápido agora, sem piedade, paredes dela tremendo enquanto outro gozo se armava. Suor nos escorrendo, cabelo praiano grudando no pescoço dela enquanto eu a puxava contra meu peito, um braço na cintura. Ela virou a cabeça, lábios colidindo nos meus num beijo bagunçado, línguas embolando enquanto eu metia fundo. O corpo dela travou, orgasmo rasgando ela — tremendo, apertando, me inundando de calor. Eu perdi o controle então, bombando nela com um grunhido final, esvaziando tudo. Caímos pra frente, exaustos e rindo sem ar, confiança dela brilhando mais que os fogos sumindo no horizonte.
Essa noite mudou ela — Chloe doce agora uma força, pronta pra lutar pelo rancho, por si. Mas enquanto vestíamos, peguei uma sombra: Jake do rancho vizinho, encarando de longe, ciúme torcendo a cara dele.
Pulamos da caçamba, roupas amassadas, bochechas dela coradas com o glow pós-rodeio, pós-trepa. Chloe abotoou a camisa torta, jeans fechado às pressas, mas andava mais ereta, cabelo cobre bagunçado como coroa de vencedora. "Valeu pela melhor fivela da noite", ela brincou, socando meu braço de leve, olhos verdes dançando. Puxei ela pra um último beijo, lento e fundo, prometendo mais.
Mas enquanto curtíamos no rabo de cauda, vozes vieram das sombras perto dos caminhões. Travis Kane — tipo incorporador escorregadio farejando terras locais — cochichava com um capanga. "Rancho Thompson tá maduro. A garota voltou, mas desesperada. Oferece preço baixo amanhã." Chloe congelou do meu lado, rosto sardento endurecendo. Brilho perigoso no olho — não medo, mas fogo. O plano de Travis pairava como fumaça, acendendo algo arriscado: a determinação dela, e talvez atração pelo tipo errado de poder. O olhar de Jake queimava do outro lado do lote, complicando tudo. Enquanto ela apertava minha mão, sussurrando "Não enquanto eu viver", soube que esse acerto de contas no rodeio era só o começo.
Perguntas frequentes
O que acontece entre Chloe e Ryan no rodeio?
Após as provas, eles transam na caçamba do F-150 com foda missionária e doggy, gozando forte sob as estrelas.
Chloe é descrita como?
Atleta magra de 1,65m, cabelo cobre-laranja, sardas, peitos 32C, olhos verdes e corpo tonificado de barrel racer.
Tem drama além do sexo?
Sim, ameaça de venda do rancho por Travis e ciúme de Jake complicam o acerto de contas de Chloe. ]





