O Abraço Venenoso da Rival de Emma

Nas sombras de seda, o ódio acende em um emaranhado venenoso do fogo proibido das rivais

A

A Fome Esguia de Emma nos Ensaios ao Luar

EPISÓDIO 3

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A sala de figurinos estava envolta no brilho fraco do pós-horário de um único bulbo no teto, lançando sombras longas sobre araras de tecidos reluzentes e manequins congelados em poses dramáticas. Emma Romero, a modelo argentina de 26 anos com seu cabelo loiro acinzentado puxado em um coque baixo elegante, estava no meio do caos, seus olhos azul-claros faiscando com desafio. Sua pele morena clara brilhava fracamente sob a luz, acentuando sua silhueta esguia de 1,68m e seios médios que pressionavam sutilmente contra sua blusa preta de ensaio justa. Ela ficou até tarde, supostamente para ajustar a bainha do vestido, mas na real para evitar os olhares curiosos da equipe depois de mais um ensaio exaustivo da semana de moda. Ambiciosa até o osso, Emma vivia no limite da perfeição, mas naquela noite, a tensão se enrolava em seu rosto oval como uma mola pronta pra estourar.

Sophia Voss, sua rival de língua afiada do circuito de modelos de Berlim, irrompeu pela porta sem bater. Sophia era uma visão de sedução gelada—alta, de pele porcelana com cabelo preto cascateando selvagemente, seus olhos verdes estreitados em foco predatório. As duas tinham se trombado a semana toda: olhares roubados durante os provamentos, farpas sussurradas sobre timing de passada, acusações de sabotagem por problemas no figurino. O coração de Emma disparou quando Sophia jogou uma bolsa de roupa na mesa, o zíper rangendo como um desafio. "Você acha que é intocável, Romero? O Victor me contou tudo", Sophia sibilou, a voz cheia de veneno. Emma congelou, o nome de Victor Hale batendo como um tapa—o produtor cuja cama ela tinha aquecido meses atrás, um segredo que impulsionou sua ascensão mas assombrava sua ambição. O ar engrossou com acusações não ditas, o cheiro de goma e perfume se misturando em algo inebriante, perigoso. Os dedos de Emma tremeram em direção a uma fita vermelha amarrada no pulso, um amuleto de sorte do seu primeiro grande show, agora parecendo uma âncora frágil pra sua compostura. Enquanto Sophia se aproximava, a rivalidade fervia, à beira de explodir em algo bem mais primal. A sala vazia parecia menor, carregada com a promessa de confronto—ou rendição.

O Abraço Venenoso da Rival de Emma
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O pulso de Emma trovejava nos ouvidos enquanto Sophia circulava ela como um tubarão farejando sangue. A sala de figurinos, bagunçada com vestidos de paetês e boás de penas jogados nas cadeiras, amplificava cada respiração, cada movimento de tecido. "A putinha do Victor", Sophia zombou, seu sotaque alemão afiando as palavras como lâmina. "Ele se gabou de como você implorou pelo contrato de Paris. Abriu essas pernas finas por ele, ou foi só suas mentirinhas bonitinhas?" Os olhos azul-claros de Emma flamejaram, suas bochechas morenas claras corando de raiva. Ela tinha rastejado do zero nas passarelas de Buenos Aires pros holofotes internacionais por pura garra, não migalhas—mas o toque de Victor ainda pairava na memória, um tesão culpado que a impulsionava pra frente. "Ciúme não te cai bem, Voss", Emma rebateu, invadindo o espaço de Sophia, as alturas quase iguais, embora o corpo atlético de Sophia pairasse intimidante. "Você sabe tudo sobre implorar se suas críticas forem alguma indicação."

Sophia riu, um som baixo e zombeteiro que mandou arrepios indesejados pela espinha de Emma. Ela pegou um cabide, jogando uma capa de veludo pro lado pra revelar um espelho onde suas reflexões se encaravam—duas predadoras ambiciosas, espelhando o fogo uma da outra. O coque baixo de Emma tinha se soltado um pouco, fios loiro-acinzentados emoldurando seu rosto oval, enquanto as mechas escuras de Sophia caíam rebeldes. A rivalidade fervia há meses: Sophia a passando pra trás em castings de Milão, Emma roubando o papel principal em Nova York. Mas ali, sozinhas depois do horário, as palavras viraram físicas. Sophia empurrou Emma contra uma arara, os figurinos tilintando baixinho. "Você não faz ideia do que o Victor gosta", Sophia sussurrou, o hálito quente contra a orelha de Emma. "Eu também estive lá. As mãos dele em mim, prometendo o mundo enquanto ele pegava tudo." A respiração de Emma falhou—cumplicidade? Traição? A revelação as unia, torcendo o ódio em algo elétrico. A mente dela disparou: Sophia, a rainha do gelo, aquecida pelo mesmo fogo proibido? Emma empurrou de volta, os corpos se colando, o calor crescendo através dos tecidos finos. "Prova", Emma desafiou, a voz rouca apesar de si mesma. A tensão crepitava, olhares demorando em lábios, pescoços, a curva sutil dos quadris. Nenhuma recuou, o ar rançoso da sala engrossando com antecipação, os primeiros fios de desejo tecendo pela inimizade. Os dedos de Emma roçaram o braço de Sophia, testando, provocando a borda da violência em carícia.

O Abraço Venenoso da Rival de Emma
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O aperto de Sophia se intensificou nos ombros de Emma, pregando ela contra o metal frio da arara de figurinos, mas o empurrão agora não tinha maldade real, se dissolvendo em uma briga quente. O coração de Emma martelava enquanto a coxa de Sophia se encaixava entre suas pernas, o atrito acendendo faíscas pelo seu centro. "Quer prova?" Sophia murmurou, os lábios roçando a linha do queixo de Emma, mandando choques de prazer indesejado. As mãos de Emma se fecharam na camisa de Sophia, puxando ela mais perto em vez de afastar, as respirações se misturando em harmonia ofegante. A luz fraca da sala dançava sobre suas formas, destacando o brilho de suor na pele morena clara de Emma.

Dedos vagavam ousados—os de Sophia traçando a gola da blusa de Emma, descendo mais pra expor o volume dos seus seios médios. Emma ofegou, os mamilos endurecendo na hora sob o ataque, enquanto Sophia puxava o tecido pra baixo, deixando ela exposta pro ar frio. "Olha pra você, já louca pra isso", Sophia provocou, o polegar circulando um bico endurecido com crueldade de expert. Emma arqueou, um gemido suave escapando apesar do orgulho, a sensação atirando direto pro seu centro latejante. Ela revidou, empurrando a blusa de Sophia pra cima, revelando seios pálidos e firmes que subiam e desciam com cada respiração. As bocas colidiram em um beijo roxo, línguas brigando por domínio, dentes mordendo lábios até o gosto ficar com um toque de cobre.

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A saia de Emma subiu enquanto a mão de Sophia deslizava pra baixo, envolvendo ela através da calcinha de renda, dedos pressionando insistentes. "Já molhada pro teu inimigo?" Sophia sussurrou contra a boca dela, esfregando círculos lentos que faziam os quadris de Emma buckarem involuntariamente. O prazer se enrolava apertado, os olhos azul-claros de Emma vidrados enquanto ela arranhava as costas de Sophia, unhas deixando trilhas vermelhas. O foreplay era venenoso, cada toque uma arma com desejo, construindo um inferno que nenhuma podia negar. O coque baixo de Emma se desmanchou mais, ondas loiro-acinzentadas se soltando, espelhando o caos dentro dela.

O beijo se aprofundou em frenesi enquanto Sophia empurrava Emma pra uma mesa de trabalho larga bagunçada com alfinetes e linhas, espalhando eles como confete. As costas de Emma bateram na superfície, as pernas se abrindo instintivamente enquanto Sophia arrancava a calcinha de renda, expondo suas dobras molhadas pro ar frio. "Vou te fazer gritar meu nome, não o dele", Sophia rosnou, caindo de joelhos. A língua dela mergulhou sem piedade, lambendo o clitóris de Emma em lambidas largas e famintas que faziam estrelas explodirem atrás das pálpebras dela. Emma gemeu alto, "Ahh, porra, Sophia", seus dedos esguios se enroscando no cabelo preto, quadris moendo pra cima pra mais. O prazer era impiedoso—a boca de Sophia sugando forte, dois dedos mergulhando fundo no calor apertado de Emma, curvando pra acertar aquele ponto devastador de novo e de novo.

O corpo de Emma se contorcia, pele morena clara corando mais fundo, seios médios balançando com cada estocada. Sensações sobrecarregavam: a sucção molhada no clitóris mandando pulsos elétricos pelas veias, dedos a esticando deliciosamente cheia, a borda da mesa mordendo sua bunda. "Sim, aí mesmo... ah meu deus", Emma ofegou, seu controle ambicioso se estilhaçando enquanto o orgasmo crescia como uma onda gigante. A mão livre de Sophia beliscou um mamilo, torcendo forte, amplificando o fogo até Emma explodir, gritando em um gemido rouco, as paredes pulsando ao redor dos dedos invasores, sucos cobrindo o queixo de Sophia.

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Mas Sophia não parou, se levantando pra se despir completamente, sua própria excitação pingando pelas coxas. Ela subiu em cima, posicionando seus centros juntos em um atrito molhado—tesourando com intensidade feral. Os olhos azul-claros de Emma travaram nos verdes de Sophia, ódio se transformando em luxúria crua enquanto clits se esfregavam em fricção escorregadia. "Mais forte, sua vadia", Emma exigiu, buckando pra cima, os gemidos se entrelaçando—a respiração ofegante de Sophia "Ja, toma" misturando com os choramingos de Emma. A posição mudou sem costura; Sophia girou pra 69, bocas devorando de novo. A língua de Emma chicoteou o nódulo inchado de Sophia enquanto dedos bombavam a buceta encharcada da rival, provando desejo azedinho. Sophia moeu pra baixo, gemendo "Mmm, mais fundo", sua própria língua espelhando o ataque.

Corpos suados ondulavam, a mesa rangendo sob o ritmo delas. Emma sentiu outro clímax se enrolando, mais apertado, alimentado pelo tesão ilícito dessa união venenosa. As coxas de Sophia tremeram primeiro, seu grito abafado vibrando contra o centro de Emma—"Eu... ahh!"—buceta espasmando em gozo. A visão empurrou Emma pro limite, seu segundo orgasmo rasgando por ela, pernas apertando a cabeça de Sophia enquanto ela uivava, prazer caindo em ondas que a deixavam tremendo. Elas desabaram entrelaçadas, respirações arfando, o ar grosso com almíscar e fúria gasta. A mente de Emma rodava: essa cumplicidade com a rival, unida pela sombra de Victor, tinha destravado algo perigosamente viciante.

Ofegantes, elas se desenroscaram devagar, Sophia rolando pro lado, seus olhos verdes amolecendo um pouquinho enquanto traçava um dedo no queixo de Emma. "O Victor não vale o pedestal que a gente botou nele", Sophia confessou baixinho, a voz sem farpas. "Ele me usou também—prometeu exclusivas em Berlim, depois sumiu por sua causa." Os olhos azul-claros de Emma se arregalaram, a revelação perfurando a armadura da sua ambição. Ela se sentou, cabelo loiro-acinzentado totalmente solto agora, cascateando pelos ombros como um véu. A sala de figurinos parecia íntima, sombras abraçando suas formas nuas. "Eu achei que era especial", Emma admitiu, vulnerabilidade rachando sua fachada determinada. "Mas isso... a gente... é fogo de verdade."

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Sophia a puxou pra um abraço mais gentil, lábios roçando testas, mãos acariciando costas em círculos ternos. "A gente é fantasma dele as duas, mas juntas? Imparáveis." O papo fluiu, tecendo cicatrizes compartilhadas—humilhações nas passarelas, gigs roubados—em uma aliança inesperada. A fita vermelha de Emma, desfiada nas bordas pela loucura, balançava frouxa no pulso, simbolizando suas amarras se soltando. Risadas borbulharam, leves e conspiratórias, enquanto sussurravam planos pra dar o troco no Victor. A ternura era um bálsamo, as brasas do ódio brilhando quentes, sugerindo amantes forjadas na forja da rivalidade.

O desejo reacendeu rápido, Sophia empurrando Emma de bruços em uma pilha de figurinos fofos, bunda erguida convidativamente. "Segunda rodada, rival", Sophia ronronou, dando um tapa forte, a ardência florescendo em calor na pele morena clara de Emma. Emma gemeu, "Sim, me pune", empurrando pra trás enquanto os dedos de Sophia mergulhavam entre as nádegas, circulando sua entrada traseira apertada antes de deslizar pra frente na buceta pingando. Três dedos agora, esticando mais largo, bombando com sons molhados só interrompidos por ofegos. O corpo esguio de Emma tremia, clitóris latejando intocado mas pulsando de necessidade.

Sophia montou nela por trás, moendo sua própria umidade na coxa de Emma enquanto dedos metiam sem parar. "Sente como você aperta pra mim", Sophia soprou, inclinando pra morder o ombro de Emma, marcando o tom moreno claro com dentes. Prazer se sobrepunha intenso: plenitude beirando dor, atrito acendendo nervos, os tecidos fofos embalando seus seios enquanto mamilos arrastavam deliciosamente. A mão de Emma desceu, esfregando o clitóris furiosamente, gemidos escalando—"Ohh, Sophia, não para... mmmph!"—enquanto o orgasmo se aproximava.

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Elas viraram; agora Emma em cima, dominando o ritmo. Ela moeu pra baixo na mão de Sophia, depois se soltou pra tribar feroz, clits batendo em tapas molhados. Posições se borravam—Emma cavalgando a cara de Sophia, língua fodendo fundo enquanto beliscava os mamilos da rival; depois Sophia virando ela, gravata de figurino improvisada como arnês, enfiando um falo de tecido enrolado nas profundezas encharcadas de Emma. "Me fode mais forte!" Emma gritou, pernas enroladas apertado, calcanhares cravando nas costas de Sophia. A intensidade explodiu: polegar de Sophia no clitóris, estocadas improvisadas acertando o ponto G perfeitamente. Emma gozou primeiro, uivando "Ahhh, sim!" em liberação tremendo, esguichando levemente na barriga de Sophia.

Sophia veio em seguida, moendo na coxa de Emma pro seu próprio clímax, "Ja, minha inimiga!" rouco ecoando enquanto convulsionava. Elas cavalgaram as réplicas, corpos escorregadios, corações sincronizando na névoa pós-orgásmica. A ambição de Emma se sentia redefinida—poder não só nos holofotes, mas nessa rendição crua e compartilhada. A segunda união era mais profunda, ódio totalmente alquimizado em paixão, deixando elas moles no meio dos figurinos bagunçados.

No afterglow, elas se espreguiçavam no meio da bagunça, corpos entrelaçados, dedos brincando ociosos com tecidos. A fita vermelha de Emma pendia por um fio, desfiada e simbólica do mundo dela mudando. "Isso muda tudo", Sophia murmurou, beijando a têmpora de Emma. Risadas compartilhavam segredos, aliança se solidificando. Mas passos ecoaram—Alexei, o carregador russo grandalhão, enfiou a cabeça. "Senhoras? Luzes apagando em breve." Olhos desavisados varreram a sala fraca, perdendo o rubor, a desordem. Elas se desenroscaram às pressas, fingindo papo sobre bainhas.

Enquanto Alexei saía, o celular de Emma vibrou: texto de Victor—'Cume de trio amanhã. Você, eu, Sophia. Não se atrase.' Pavor e tesão se torciam; exposição à vista, dinâmicas de grupo escalando. Ele sabia? Os olhos de Emma encontraram os de Sophia—cúmplices, famintos. A fita se partiu, flutuando pro chão. Que caos novo esperava?

Perguntas frequentes

Essa história tem sexo lésbico explícito?

Sim, cheia de oral, tribbing, dedos e gozos detalhados sem censura, tudo fiel e quente.

Quem são as protagonistas?

Emma Romero, modelo argentina ambiciosa, e Sophia Voss, rival alemã gelada, unidas por um segredo com o produtor Victor.

Qual o final da história?

Elas formam aliança após múltiplos orgasmos, mas um texto de Victor promete mais caos com um trio no horizonte. ]

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Emma Romero

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