A Confissão de Mei Lin à Meia-Noite

Sombras de obsessão acendem uma rendição perigosa no abraço do beco

O

Os Desejos Ocultos de Mei Lin Desatados

EPISÓDIO 4

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A Confissão de Mei Lin à Meia-Noite
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O bar decadente pulsava com um coração sujo, luzes de neon piscando pelas janelas imundas como vaga-lumes morrendo. Fumaça pairava grossa no ar, misturando com o cheiro forte de uísque barato e desespero encharcado de suor. Eu tava na mesa do canto, tomando um bourbon que queimava na medida certa, meus olhos grudados nela — Mei Lin. Ela era uma visão de graça de porcelana no meio do caos, seu cabelo preto liso e longo caindo como seda pelas costas finas, emoldurando um rosto oval que podia lançar mil obsessões. Aos 26, essa gata chinesa se movia com elegância calma, seus olhos castanhos escuros varrendo o salão com intensidade quieta, seu corpo de 1,68m magro e atlético, peitos médios esticando sutilmente uma blusa preta justa que abraçava a cintura fina. Eu tava vigiando ela há meses, desde aquela conexão fatídica da cirurgia do passado dela. Ela ainda não sabia, mas eu era o sobrevivente — o irmão do médico que salvou minha vida durante aquela cirurgia errada que ela mal escapou. A confissão dela num post de blog de madrugada sobre o perrengue me puxou, um imã que eu não resistia. Stalkear ela virou meu ritual: fotos de longe, rastreando os passos dela pela cidade, aprendendo os ritmos dela. Essa noite, nesse boteco chamado The Black Orchid, o destino — ou meu plano — trouxe ela aqui sozinha. Ela tomava seu gin tônica, lábios se abrindo devagar, sem saber da tempestade fervendo no meu peito. Meu coração batia forte enquanto eu imaginava tirando as camadas dela, reivindicando os segredos que ela escondia atrás daquela fachada calma. O jukebox do bar cantava uma blues safada, sombras dançando na pele de porcelana dela. A tensão se enrolava em mim como uma mola, fome possessiva afiando cada olhar. Ela cruzou as pernas, a...

A Confissão de Mei Lin à Meia-Noite
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