Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer

Águas quentes acendem seu comando na névoa da primeira luz do alvorecer

O

Os Roteiros Aveludados de Giang: Êxtase em Hollywood

EPISÓDIO 5

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Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer
Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer

Eu tava na varanda da minha mansão em Malibu, o Oceano Pacífico se estendendo como um espelho escuro sob os primeiros sinais do amanhecer. A banheira de hidromassagem borbulhava de um jeito convidativo, vapor subindo em cachos preguiçosos contra o ar fresco da noite, cercada por palmeiras exuberantes e o brilho fraco de luzes de pisca-pisca. Essa era a minha festa anual pros elites da indústria — diretores, modelos, produtores que sabiam borrar as linhas entre negócios e prazer. Mas nessa noite, meus olhos tavam grudados na Giang Ly. Ela chegou na hora certa pra se fazer de atrasada, o cabelo castanho claro puxado num coque baixo elegante que realçava o rosto oval e aqueles olhos castanhos escuros penetrantes. Aos 26, essa gata vietnamita tinha um corpo esguio de 1,68m que chamava atenção, a pele bronze clara brilhando sob as luzes suaves, peitos médios sugeridos debaixo de uma saída de praia preta transparente por cima de um biquíni minúsculo.

Giang se movia com uma graça enigmática, cativando todo mundo no seu raio de ação. Ela não era estranha nessas festas; a carreira de modelo tinha jogado ela nesses círculos, mas tinha algo diferente nessa noite — uma faísca de comando de diretora na postura, uma vulnerabilidade que ela usava como armadura. Lena Voss, a produtora alemã fogosa com curvas que exigiam atenção, se aproximou dela primeiro, sussurrando algo que fez os lábios carnudos da Giang se curvarem num sorriso safado. Marco Hale, meu sócio nos negócios, um italiano alto com fama de resistência, entregou uma taça de champanhe pra ela, a mão demorando na dela. Eu observava de longe, o pulso acelerando. Já tinha organizado noites de swingers o suficiente pra reconhecer os sinais: olhares demorados, toques casuais que prometiam mais. Os olhos da Giang encontraram os meus através do vapor, escuros e convidativos, me puxando como a maré. Ela era o enigma que todo mundo queria desvendar, e enquanto o céu clareava pro rosa, eu sabia que esse amanhecer ia romper com ela no centro, orquestrando o caos no abraço da banheira. O ar zumbia de expectativa, o círculo de elites se fechando, pronto pra se entregar.

A festa tava rolando há horas, a banheira um ímã pros hedonistas da noite. Eu tomava meu uísque, encostado no bar, vendo a Giang se esgueirar pela multidão. Ela riu de algo que a Lena disse, a voz dela uma melodia suave ecoando sobre o som baixo de música lounge e a água borbulhante. Lena, com o cabelo loiro platinado em bob e um corpo voluptuoso, era figurinha carimbada, sempre forçando os limites. Marco tava do lado delas, o corpo musculoso coberto só de sunga, olhos devorando a Giang como se ela fosse o prato principal.

Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer
Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer

'Giang, querida, você tá nos provocando a noite toda', Lena ronronou, a mão roçando o braço da Giang. 'Vem pra banheira com a gente. O Alex deixou ela no ponto — jatos no máximo, champanhe gelando.' Os olhos escuros da Giang piscaram pra mim, um desafio neles. Eu acenei, sentindo o calor subir não só do vapor. Ela era enigmática, sempre se segurando o suficiente pra cativar, mas nessa noite, a vulnerabilidade roçava a confiança dela, como se ela estivesse testando os próprios limites.

Eu me aproximei, entregando uma bebida fresca pra ela. 'Você parece que já tá dirigindo esse show', eu disse, voz baixa. Os lábios dela se entreabriram, a respiração pegando de leve. 'Talvez eu esteja, Alex. Já deixou uma modelo dar as ordens?' Marco riu, se aproximando mais. 'Eu seguiria ela pra qualquer lugar.' A tensão engrossou enquanto a gente migrava pra beira da banheira. Giang tirou a saída de praia, revelando o biquíni minúsculo colado nas curvas esguias, pele bronze clara brilhando. O grupo — umas doze elites — largou os robes, mergulhando na água quente. Lampejos e risadas encheram o ar, corpos se apertando no espaço confinado.

Giang se instalou entre a Lena e eu, a coxa roçando a minha debaixo das bolhas. Marco do outro lado, o pé dele 'acidentalmente' roçando a panturrilha dela. As conversas viraram paquera: fofoca da indústria misturada com indiretas. 'Ouvi que você tá caçando pra aquele filme grande, Giang', eu murmurei, a mão descansando no joelho dela. Ela se inclinou, o coque baixo umedecendo nas pontas, cheiro de jasmim misturando com cloro. 'Mais que caçando. Dirigindo fantasias.' As palavras dela pairaram pesadas, olhos travando com os de cada um de nós. Vulnerabilidade piscou — um tremor leve no toque dela — mas ela canalizou pra comando, os dedos traçando o ombro da Lena, depois o meu. A luz do amanhecer subia, nos pintando de ouro, as apostas crescendo com cada carícia submersa. Eu sentia meu controle escapando, atraído pra teia dela, me perguntando até onde ela ia orquestrar essa orgia.

Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer
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A água nos envolvia como um suspiro de amante, jatos pulsando contra a pele enquanto a Giang tomava o centro do palco. Ela desamarrou o top do biquíni com lentidão deliberada, deixando ele flutuar, os peitos médios à mostra — mamilos durinhos no ar úmido. 'Sua vez', ela sussurrou pra Lena, que obedeceu ansiosa, agora sem sutiã, o peito mais cheio arfando. A pele bronze clara da Giang brilhava, corpo esguio arqueando enquanto minhas mãos achavam a cintura dela debaixo d'água.

Os olhos castanhos escuros dela seguraram os meus, fogo enigmático queimando. 'Me toca, Alex', ela mandou baixinho, guiando minhas palmas pra cima pra abarcar os peitos dela. A sensação era elétrica — macios mas firmes, mamilos enrijecendo debaixo dos meus polegares. Ela arfou, um 'Ahh' ofegante, encostando nas costas na borda da banheira. Lena se juntou, lábios roçando o pescoço da Giang, mãos passeando na barriga chapada dela. Marco observava com fome, a ereção dele evidente acima das bolhas.

Os dedos da Giang mergulharam mais baixo, provocando os laços da calcinha do biquíni, mas ela parou, criando tensão. 'Ainda não', ela murmurou, voz rouca. Ela se virou pra mim, montando parcialmente no meu colo, a buceta roçando sutilmente na minha coxa através do tecido fino. Prazer ondulou por ela; ela gemeu baixo, 'Mmm, sim', cabeça inclinando, mechas do coque baixo se soltando emoldurando o rosto oval. Vulnerabilidade espiou — olhos tremulando fechados em rendição — mas ela dirigia: 'Lena, beija aqui.' A boca da Lena tomou um mamilo, chupando devagar, arrancando arfadas mais agudas da Giang, 'Ohh...'

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Minhas mãos exploraram as costas dela, dedos traçando a coluna até a bunda, apertando enquanto ela se mexia. O vapor nos cobria, luz do amanhecer dourando a pele dela. A mão do Marco se juntou, acariciando a coxa dela, subindo aos poucos. As respirações da Giang aceleraram, corpo tremendo na beira, o comando dela vacilando pra necessidade crua. 'Mais', ela sussurrou, nos puxando mais perto, o foreplay acendendo a orgia que ela orquestrava.

O foreplay explodiu em frenesi enquanto a Giang orquestrava o mergulho. Ela tirou a calcinha de vez, agora pelada, as pernas esguias se abrindo largo no meu colo. 'Me fode primeiro, Alex', ela exigiu, voz cheia de vulnerabilidade mandona. Eu agarrei os quadris dela, guiando ela pra baixo no meu pau latejante. Ela desceu devagar, buceta me envolvendo centímetro por centímetro — apertada, molhada, calor agarrando como fogo de veludo. 'Ohhh caralho', ela gemeu fundo, olhos escuros revirando, coque baixo se desfazendo enquanto ela cavalgava.

Água chapinhou louca, jatos amplificando cada estocada. Os peitos médios dela quicavam ritmados, mamilos picos escuros que eu prendi, chupando forte. As arfadas da Giang viraram gritos — 'Ahh! Mais forte!' — o rosto oval contorcido em êxtase, pele bronze clara corando. Lena se pressionou atrás, dedos circulando o clitóris da Giang, adicionando atrito que a fez se debater louca. 'Sim, Lena... mmmph!' O prazer crescia em ondas; as paredes dela apertaram, primeiro orgasmo explodindo. Ela tremeu violento, gemendo longo e gutural, 'Tô gozando... fodeee!' Os sucos dela se misturaram com a água da banheira, corpo sacudindo.

Orgia na Banheira de Hidromassagem de Giang ao Amanhecer
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Eu virei ela contra a parede da banheira, mudança de posição suave no caos. Entrando por trás, de quatro, eu meti fundo, nádegas ondulando debaixo das minhas palmas. Marco se juntou na frente, Giang chupando ele ansiosa — lábios se esticando na grossura dele, engasgos e gemidos abafados. 'Gluck... mmm', ela zumbiu, dirigindo com olhares. Lena montou no rosto da Giang, esfregando a buceta na língua dela. Giang lambeu faminta, 'Mmmph sim!' O segundo pico dela cresceu rápido, corpo tensionando enquanto eu metia mais forte, sensações sobrecarregando: deslize molhado, calor apertando, a vulnerabilidade dela alimentando a dominação.

Suor e vapor brotavam na pele dela, luz do amanhecer destacando cada tremor. Eu senti ela explodir de novo, gritos vibrando no pau do Marco — 'Aaaah!' — buceta espasmando, me ordenhando sem parar. A gente mudou; ela de costas agora, pernas nos meus ombros, estocadas de missionário fundo batendo no fundo dela. Marco e Lena acariciavam, beliscando mamilos, dedos em todo lugar. Os pensamentos internos da Giang piscavam nos olhos dela — evolução de modelo pra diretora, comandando essa orgia apesar da exposição crua. O prazer atingiu o pico; eu gemi, me segurando enquanto ela se contorcia, gemidos ecoando: 'Não para... ohhh!' A cena se esticou, corpos embolados, a forma esguia dela o epicentro da orgia do amanhecer.

Enquanto a primeira onda baixava, a gente flutuava no vapor do depois, corpos lisos e exaustos. Giang se aninhou no meu peito, as mechas castanhas claras colando na minha pele, olhos escuros suaves com o brilho pós-orgasmo. Vulnerabilidade brilhava através da fachada enigmática dela — ela pegou minha mão, entrelaçando os dedos. 'Isso foi... intenso', ela sussurrou, voz terna. 'Vocês seguiram tão perfeitamente.'

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Lena e Marco se aproximaram boiando, mas Giang me puxou um pouco pro lado na banheira. 'Alex, essa evolução em mim — dirigindo meu próprio prazer. Assustador, mas libertador.' Eu acariciei as costas dela, sentindo ela tremer não de frio mas de emoção. 'Você é incrível. Mandona e aberta.' A gente trocou um beijo fundo, línguas lentas, champanhe esquecido. O amanhecer rompeu de vez, rosas e laranjas nos banhando. 'Pronta pra mais?', ela perguntou, sorriso voltando, levando pro final que ela queria.

O comando da Giang atingiu o pico no final de dupla penetração. 'Agora, vocês dois — dentro de mim', ela dirigiu, se posicionando na borda da banheira, bunda empinada pra mim, de frente pro Marco. Vulnerabilidade alimentava a ousadia dela; ela queria rendição total. Eu lubrifiquei com água e a excitação dela, pressionando o pau no cu dela — anel apertado cedendo devagar. 'Yesss... devagar', ela gemeu ofegante, empurrando pra trás. Centímetro por centímetro, eu a enchi, calor apertando impossível.

Marco entrou na buceta dela ao mesmo tempo, estiramento duplo a fazendo gritar — 'Ohhh fode! Tão cheia!' — corpo tremendo entre nós. A gente sincronizou as estocadas, balançando o corpo esguio dela como um barco na tempestade. Os peitos médios dela balançavam pendulares, mamilos roçados pela boca da Lena. Os gemidos da Giang variavam loucos: guturais profundos 'Uuungh!' em encheções fundas, agudos 'Ah-ah-ah!' nos ritmos. Sensações sobrecarregavam — cu de veludo me agarrando, paredes dela pulsando visivelmente no pau do Marco.

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Posição mudou fluida; ela montou no Marco de cowgirl invertida, cu empalado nele, eu de pé alimentando a buceta dela. Água escorria da pele bronze clara dela, rosto oval torcido em êxtase, olhos escuros suplicando. 'Mais forte! Dirigindo isso... aaaah!' Lena dedou o clitóris dela, amplificando. Acúmulo torturante: fogo interno se enrolando, cada nervo aceso. Orgasms encadeados — primeiro aperto anal me ordenhando, 'Gozaaando... não para!' depois convulsão total, esguichando fraco na banheira.

A gente girou pro sanduíche: Giang no ar entre nós, pernas enroladas no Marco, eu atrás. Gravidade ajudava penetrações fundas, gemidos dela frenéticos — 'Fuuuuck sim! Os dois!' Sol do amanhecer aquecia a pele dela, destacando curvas suadas. Profundidade emocional subiu; a evolução diretorial dela cristalizou nessa vulnerabilidade, comandando o pico do prazer. Finais: ela se estilhaçou em mega-orgasmo, paredes espasmando duplas, gritos ecoando — 'Tô... quebrando... aaahhh!' A gente seguiu, enchendo ela, jatos quentes disparando aftershocks. Ela desabou, tremendo, crescendo da orgia gravado na luz do amanhecer.

O amanhecer tomou o céu de vez enquanto a gente se desenrolava, corpo da Giang mole e brilhando no afterglow. Ela se encolheu em mim, respirações sincronizando, sorriso enigmático voltando. 'Eu dirigi meu próprio amanhecer', ela murmurou, vulnerabilidade saciada em poder. Risadas ondularam pelo círculo exausto. Mas enquanto ela pegava o robe, pânico piscou — 'Meu caderno! Sumiu.' Páginas dentro detalhavam segredos da carreira dela, pistas de tramas de sabotagem de rivais. Roubado no caos, podia acabar com a ascensão dela. Olhos arregalados, ela vasculhou a varanda, suspense pairando mais pesado que o vapor.

Perguntas frequentes

O que acontece na orgia de Giang na banheira?

Giang comanda foreplay, foda intensa, doggy, oral e dupla penetração com Alex, Marco e Lena na hidromassagem ao amanhecer.

Giang é dominante ou vulnerável na história?

Ela mistura vulnerabilidade com comando, evoluindo de modelo para diretora do prazer na orgia.

Como termina a orgia de Giang?

Com mega-orgasmo em dupla penetração, mas suspense surge quando o caderno dela some no caos. ]

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Os Roteiros Aveludados de Giang: Êxtase em Hollywood

Giang Ly

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