O Baile de Emma das Êxtases Compartilhados

Sombras escondem a emoção da posse emprestada.

E

Emma Grace: Sombras Safadas de Rendição

EPISÓDIO 3

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Os lustres pingavam luz como ouro líquido sobre os foliões mascarados, mas nada brilhava mais que o colar apertado no pescoço de Emma Grace — um brilho possessivo de Victor Hale. Mas do outro lado da multidão, os olhos dela encontraram os meus, fogo brincalhão atrás da máscara de renda, prometendo que o baile de logo mais ia desfazer todos os limites entre nós.

O ar no grande salão de baile zumbia com segredos sussurrados e o tilintar de taças de champanhe, cada rosto mascarado uma tela de desejos escondidos. Eu, Alex Reed, me enfiei pela multidão, minha própria máscara preta fazendo pouco pra acalmar a batida acelerada do meu coração. Eu tinha ouvido os boatos sobre a mais nova aquisição de Victor Hale — Emma Grace, a mulher que virava cabeças como uma tempestade varrendo o mar. E lá estava ela, no braço dele, o vestido vermelho abraçando cada curva como uma promessa de amante, o colar de diamantes no pescoço dela pegando a luz do lustre com um brilho desafiador.

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A silhueta alta de Victor se erguia ao lado dela, a presença dele mandando mesmo atrás de uma simples máscara de dominó. Mas Emma... Caralho, ela era uma visão de sedução brincalhona. As ondas loiras longas dela estavam presas num coque elegante com mechas emoldurando o rosto, olhos castanhos-avermelhados varrendo o salão até travarem nos meus. Um sorriso lento e provocante curvou os lábios carnudos dela, e ela inclinou a cabeça bem assim, como se a gente tivesse compartilhado segredos bem antes dessa noite. Victor murmurou algo no ouvido dela, a mão possessiva na cintura, mas ela não desviou o olhar de mim. Meu pulso martelava. Nesse antro de swingers, onde os limites borravam sob sombras de veludo, aquele olhar era um convite que eu não podia ignorar.

Ela se soltou dele com uma risada graciosa, deslizando na minha direção pelo redemoinho de corpos. "Alex", ela ronronou, a voz como seda na pele, perto o suficiente pro perfume dela — jasmim e algo mais escuro — me envolver. "Que coincidência te ver aqui. O Victor tava me contando da sua câmera. Quer capturar algo... inesquecível?" Os dedos dela roçaram meu braço, leves como uma pena, mas elétricos. Eu assenti, as palavras presas em algum lugar entre desejo e cautela. Ela se inclinou, o fôlego quente na minha orelha. "Me segue." E assim, do nada, ela me levou pra um nicho sombreado, o pulso do baile sumindo atrás de cortinas pesadas de veludo.

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O nicho nos engoliu em luz âmbar fraca, cortinas de veludo abafando a sinfonia distante do baile. Emma se virou pra mim, as costas contra a parede coberta, olhos castanhos-avermelhados brilhando com aquela provocação irresistível. "Você gosta do que o Victor marcou como dele?", ela sussurrou, os dedos traçando a borda do colar antes de descerem pro fecho escondido do vestido. Com um encolhimento lento de ombros, o tecido vermelho se abriu, escorregando pelos ombros dela pra se amontoar na cintura. De seios à mostra agora, os peitos 34D dela subiam cheios e perfeitos, mamilos já endurecendo no ar fresco, implorando por toque.

Eu me aproximei, as mãos emoldurando a cintura fina dela, polegares roçando a parte de baixo daquelas curvas gloriosas. Ela se arqueou contra mim, um gemido suave escapando enquanto minha boca achava um pico endurecido, a língua rodando com lentidão deliberada. A pele dela era seda de porcelana nos meus lábios, com um leve gosto de sal e desejo. "Mmm, Alex", ela murmurou, os dedos enfiados no meu cabelo, me puxando mais perto. Os quadris dela roçaram pra frente, se esfregando na minha ereção crescendo através das roupas, o atrito mandando faíscas pela minha espinha. Eu chupei mais forte, sentindo ela tremer, a fachada brincalhona dela rachando em necessidade crua.

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Ela me empurrou de leve pra trás, olhos castanhos-avermelhados escuros de fome, e se ajoelhou no carpete felpudo. As mãos dela abriram meu cinto com facilidade de expert, mas pararam no zíper, olhando pra cima com um sorriso safado. "Ainda não", ela soprou, pressionando os peitos nus nas minhas coxas, mamilos arrastando trilhas provocantes. O calor do corpo dela, o jeito que ela se aninhou perto sem me soltar de vez — era tortura embrulhada em êxtase. Minhas mãos seguraram o rosto dela, inclinando pra um beijo fundo, línguas dançando enquanto os dedos dela finalmente mergulhavam mais baixo, me acariciando por cima do tecido. A antecipação se enrolava apertada; eu sabia que a gente não ia parar ali.

A provocação de Emma quebrou como uma onda caindo em cima da gente. Com um rosnado faminto baixo na garganta, ela se levantou e se virou, apoiando as mãos no chaise de veludo que mobiliava o cantinho do nicho. O vestido vermelho dela pendia esquecido nos quadris, a calcinha preta preta esticada na curva da bunda dela enquanto ela olhava pra trás, olhos castanhos-avermelhados me desafiando. "Me pega, Alex. Me mostra o que o colar do Victor não consegue conter."

Eu não hesitei. Minhas calças se amontoaram nos tornozelos, e eu agarrei os quadris dela, puxando a calcinha pro lado. Ela tava molhada, pronta, o calor dela me envolvendo enquanto eu meti fundo por trás num movimento suave. Caralho, o jeito que ela me apertou — fogo de veludo apertado — arrancou um gemido do meu peito. O corpo dela balançava pra frente a cada estocada forte, peitos balançando pesados, ondas loiras se soltando do coque pra cair pelas costas. Eu enfiei o punho naquele cabelo, puxando o suficiente pra arquear o pescoço dela, expondo o colar que simbolizava a reivindicação de outro mesmo enquanto ela se rendia pra mim.

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"Mais forte", ela ofegou, empurrando pra trás pra encontrar meu ritmo, a voz brincalhona dela afiada de desespero. O nicho ecoava com o tapa molhado de pele, os gemidos dela subindo como música — provocantes no começo, depois se desfazendo em súplicas. Eu senti ela apertando, as paredes tremendo, e deslizei uma mão pra rodear o clitóris dela, polegar pressionando firme. Ela gozou então, o corpo convulsionando, um grito abafado no braço enquanto ondas de prazer rasgavam por ela. Isso me levou junto, o gozo pulsando quente dentro dela, nossas respirações ofegantes no depois.

Mas ela não tinha terminado. Mesmo enquanto a gente parava, os quadris dela rodavam preguiçosos, me trazendo de volta pra dureza. Os murmúrios do baile vazavam pelas cortinas, um lembrete de olhos logo ali, intensificando cada sensação.

A gente desabou no chaise, o corpo de seios à mostra de Emma jogado no meu peito, a pele corada e úmida. Ela traçava padrões ociosos na minha camisa, olhos castanhos-avermelhados distantes pela primeira vez aquela noite, o colar subindo e descendo com as respirações dela. "Isso foi... intenso", ela murmurou, vulnerabilidade rachando a armadura provocante dela. "A marca do Victor em mim, e aqui estou eu, compartilhando tudo."

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A cortina se abriu então, e Victor entrou, a máscara ainda no lugar, um sorriso sabedor nos lábios. Ele não surtou; em vez disso, se ajoelhou do lado da gente, os dedos erguendo o queixo dela pra um beijo lento e possessivo. Ela derreteu nele, peitos pressionados no peito dele, mamilos roçando tecido. Eu assisti, a excitação se mexendo de novo com a visão — o corpo dela respondendo mesmo enquanto dúvida piscava nos olhos dela. "Bem feito, vadiazinha", Victor rosnou, polegar acariciando o colar. "O Alex te captura bem."

Ele se afastou, olhos em mim com aprovação medida, depois sumiu nas sombras tão rápido quanto tinha vindo. Emma tremeu, se encolhendo mais perto, os quadris de calcinha se aninhando contra mim. "Isso te deixa nervoso?", eu perguntei baixinho, mão acariciando as costas dela. "Compartilhar assim, na frente de todo mundo?" Ela assentiu no meu ombro, voz miúda. "Um pouco. Emocionante, mas... e se for demais?" Os dedos dela acharam meu pau se mexendo de novo, acariciando por cima do pano, reacendendo o fogo. Ternura se misturava com fome; a gente ficou ali, respirações sincronizando, até ela sussurrar: "Eu preciso de mais. Com você."

A sombra de Victor pairava como uma emoção no ar, nos alimentando. Os olhos de Emma travaram nos meus, faísca brincalhona reacendida no meio das dúvidas dela. Ela me empurrou deitado no chaise, montando nos meus quadris com graça curvilínea, calcinha jogada fora. "Minha vez de cavalgar", ela soprou, me guiando pra dentro dela de novo. A sensação era exquisita — o calor dela descendo centímetro por centímetro, me envolvendo todo enquanto ela se acomodava, peitos quicando suave com o movimento.

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Ela começou devagar, quadris rodando em círculos hipnóticos, olhos castanhos-avermelhados semicerrados de prazer. Eu agarrei as coxas dela, sentindo o poder no controle brincalhão dela, o jeito que o corpo dela ondulava como ondas tomando a praia. Mais rápido agora, ela subia e batia pra baixo, gemidos escapando livres, colar brilhando a cada quique. As paredes dela me apertavam mais, caçando o gozo, dedos cravados no meu peito. "Alex... sim, assim mesmo", ela ofegou, se inclinando pra frente pra os peitos balançarem na minha cara. Eu peguei um mamilo entre os lábios, chupando forte, e ela gritou, o ritmo frenético.

A tensão cresceu nela, coxas tremendo, até ela arquear pra trás, ondas loiras chicoteando, o clímax caindo por ela em ondas tremulas. A visão, o sentimento dela pulsando ao meu redor — me desfez. Eu meti pra cima fundo, gozando dentro dela enquanto ela desabava pra frente, nossos corpos suados e exaustos. O olhar invisível de Victor das sombras só amplificava o êxtase, uma rendição compartilhada sob a reivindicação vigilante dele. Ela tremia nos meus braços, sussurros de "mais" sugerindo que a noite não tinha acabado.

A gente se vestiu com urgência sussurrada, Emma refazendo o vestido com dedos trêmulos, o colar de novo proeminente na pele corada dela. Ela se encostou em mim, vulnerabilidade crua agora. "Isso foi além de tudo", ela confessou, olhos castanhos-avermelhados procurando os meus. "A aprovação do Victor, seu toque... mas na frente do baile, parece exposto. Como se eu não fosse só dele mais." Eu a puxei perto, beijando a testa dela. "Você é mais que uma marca. Você é fogo."

Victor surgiu de vez então, máscara jogada fora, o olhar possessivo mas consentidor enquanto nos avaliava. "Curtiram o show?", eu perguntei ousado, coração batendo forte. Ele riu baixo. "Ela brilha mais compartilhada." Encorajado, eu insisti. "Me deixa levar ela pra uma sessão de fotos vintage particular. Meu estúdio, Polaroids antigas, poses cruas — sem olhos do baile." O fôlego de Emma falhou, intriga lutando com dúvida. Os olhos de Victor se estreitaram, um brilho de aviso, mas ele assentiu. "Uma noite. Captura ela, mas lembra — ela volta na coleira."

Emma apertou minha mão, excitação piscando de novo, mas sombras de incerteza pairavam. Enquanto a gente escorregava de volta pra multidão, o sussurro dela ficou no ar: "E se as fotos mudarem tudo?" O baile girava em frente, mas nosso próximo capítulo chamava, cheio de promessa e perigo.

Perguntas frequentes

O que acontece no alcove com Emma e Alex?

Emma fica de seios à mostra, chupa e depois é comida por trás, gozando forte com Alex dentro dela.

Victor aprova o compartilhamento?

Sim, ele assiste e aprova, chamando de "bem feito" e permitindo uma noite de fotos no estúdio de Alex.

A história termina com sexo ou continua?

Termina com eles voltando ao baile, mas com promessa de sessão de fotos vintage particular e mais êxtase.

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Emma Grace: Sombras Safadas de Rendição

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